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A hora da carniça

06/02/2020

 

Aproximam-se, no Brasil, as eleições municipais, a chamada hora da carniça (os cargos públicos), quando os urubus (os políticos) se agitam para não perderem seu aquinhão (pedaço) do território, que é o formidável cocho (os cofres públicos) onde todos avançam, para manterem suas sobrevivências, e dar seus apaniguados.

O Brasil experimentou, nas últimas eleições de outubro de 2018, quando foi eleito para a presidência da República Jair Messias Bolsonaro e ocorreu a substituição de 52% do Congresso Nacional, o fato mais surpreendente na história nacional. Velhas raposas, velhos ladrões, antigos donos do poder (do cocho) foram alijados. É verdade que, na mudança ocorrida, algumas raposas velhas foram ressuscitadas, como no caso do Espírito Santo foi banido pelo seu cansaço pessoal o sr. Paulo Hartung mas, infelizmente, substituído pelo sr. Renato Casagrande, um petista camuflado, que saiu arrebanhando “companheiros” que perderam as eleições em outros estados e que para aqui vieram, sem jamais conhecerem nossos “cochos”, para servirem de nossas carniças. Está dando no que estamos assistindo, com a briga exposta, dentro de seu partido, entre as disputas internas entre o prefeito da capital, sr. Luciano Rezende e seu vice, Sérgio Sá, demitido de forma surpreendente da Secretaria Municipal de Obras e Habitação, pelo simples fato de ter preenchido a lista de possíveis candidatos ao cargo de prefeito de Vitória. Negócios da oligarquia política brasileira, coisas de donos de siglas partidárias.

A briga pelo famoso cocho, o poder, está ocorrendo, presentemente em todo país, onde Lula, aos berros, quer candidatos do PT em todas prefeituras possíveis e imaginárias, como uma espécie de conquista de novo território através dos municípios, embora ele seja inelegível.

No Brasil é assim, a briga pelo poder se renova de dois em dois anos, para a classe política que, na iminência de perder as próximas eleições, não se reeleger, tenta a vereança ou uma prefeitura, caso não consiga a migração de um Estado para outro, como aconteceu no governo Casagrande, onde “companheiros” seus vieram até do Grogotó de Judas, para assumir funções públicas no Espírito Santo, a razão principal que irá prover o banimento do governador, pela segunda vez (o que poderá ser definitivo) dos quadros políticos do Estado.

O homem das ciclovias, o prefeito Luciano, desesperadamente se agarra ao poder, numa vaga esperança de assumir uma secretaria do governo do Estado, para aguardar a morte lenta.

Na verdade a classe política jamais esperava que o sr. Jair Messias Bolsonaro se elegesse presidente da República. O homem, sozinho, é uma revolução. Quem roubar no seu governo vai para o “pau de araras”, promete...

 

 

 


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