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Denúncias vazias

08/02/2020

 

Em tempo de guerra, mentira como terra... Em tempos de eleições, o chamado salve-se quem puder, chegou a hora de se promover “denúncias vazias” sobre candidatos para impedi-los de concorrer à reeleição e até mesmo eleição. Não importa que exista uma tal de Lei da Ficha Limpa (ou suja?) que, mediante os fatos comprovados (a justiça pode tudo) impeça alguém de concorrer a cargo público.

Vamos assistir, daqui para frente, até a realização do pleito e até depois dele, os candidatos, para afastar concorrentes, denunciados por esse ou aquele motivo, antigo ou novo e, após o pleito, quem perdeu, bate às portas dos tribunais querendo impedir a posse e, vai assim, até o próximo pleito.

Talvez a última coisa que alguém, com a necessária paciência possa esperar, sentado, é por uma decisão rápida da justiça, mesmo que o fato lhe pareça tremendamente favorável, até pelo parecer dos mais astutos advogados.

Ficam “pendentes” nos nossos formidáveis tribunais de contas estaduais e municipais prestações de contas de candidatos e de administradores estaduais e, municipais, mofando na gaveta de ilustres conselheiros para, na hora aprazada o calhamaço sair de lá e alguém brandir que tal candidato está impedido de concorrer, porque suas contas, velhas contas, ainda não foram aprovadas porque falhas apontadas em pareceres de pouca valia não foram apreciados, votados, afinal...

Esses fatos vão se repetir por estados e municípios brasileiros nesses meses que antecedem as eleições. Até outubro próximo vamos assistir um verdadeiro carnaval de denúncias engavetadas há muito tempo, como que a espera de uma oportunidade.

Não sei do porque obras públicas começam, são esquecidas, não acabam nunca, num atestado eloquente de incapacidade gerencial e não acontece nada com quem as iniciou. Gastou-se, ao tempo sem fim, montanhas de dinheiro para contratar projetos os mais mirabolantes, como o trem bala da dona Dilma, as pontes e túneis do Casagrande, o Cais das Artes do professor Paulo Hartung, a Fábrica de Ideias do “professor” João Coser. Por aí vai... Vários prédios adquiridos e abandonados não se sabe por que razões foram adquiridos e abandonados, sem qualquer tipo de utilidade. Que tipo de responsabilidade essa gente tem que, não se sabemos porque a reelegemos, pela mais absoluta falta de opção, porque nos partidos só apresentam inutilidades.

Chega um Jair Messias Bolsonaro, no primeiro mês de governo, como não conseguiram mata-lo, querem seu impeachment. A troca de que?

Vamos aguardar os acontecimentos políticos. Vamos assistir ainda muita merda acontecer neste país...

Aguardem as denúncias vazias e cheias, para ver o que acontece.

 

 

 


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