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O tempo das carroças.

13/02/2020

 

Outro dia o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, chamou governadores para briga, ao dizer, se eles, governadores, baixassem o ICMS sobre o preço dos combustíveis, ele retiraria também os impostos federais. Foi o bastante para que alguns governadores, notadamente o governador capixaba, Renato Casagrande, ao recursar a proposta do presidente, disse uma porção de tolices, à falta de argumentos.

 

Os preços dos combustíveis no Brasil são, o 8º mais caro do mundo, disputando valores maiores com países que não possuem petróleo.

 

Não é só o preço do petróleo e das utilidades que usamos no nosso dia a dia que são caros no Brasil devido ao peso dos impostos. Tudo aqui é o mais caro do mundo porque a forma de se cobrar imposto, serviços auxiliares no Brasil são os maiores do mundo, por ser cumulativos.

 

O Aeroporto de Vitória tem os combustíveis de aviação mais caros do mundo, impedindo que as aeronaves aqui sejam abastecidas. Se os aviões se recusam a abastecer seus tanques aqui, quem perde é o Estado e ainda aparece nos meios de comunicação como um Estado de inconsequentes.

 

É preciso que saibam nossas autoridades que o petróleo é finito. Um dia ele acaba e as nações que se preparam nos campos da energia solar ou eólica (até mesmo a nuclear) sairão na frente. Estão produzindo carros elétricos para o mercado de várias partes do mundo, mas para o Brasil não existe as mesmas esperanças, porque o governo tem negado incentivo à modernidade do carro movido a eletricidade, para não ter fim os royalties pagos a estados e municípios.

 

Vale a pena imaginar o Brasil sem combustível fóssil um dia e ver ao seu redor nações desenvolvidas, aproveitando a capacidade de desenvolvimento com o uso da energia solar e o Brasil, sem os veículos elétricos, sem petróleo e seus royalties, que alimentam hoje a incapacidade gerencial daqueles que não possuem um mínimo cuidado de imaginar uma nação um dia sem combustível fóssil.

 

Vamos voltar ao tempo das carroças...

 

 

 


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