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A guerra psicológica.

08/03/2020

 

Está em curso, no mundo, o que se pode denominar de uma poderosa guerra psicológica (todas as guerras têm,no fundo, um aspecto eminentemente psicológico, a mentira), e a que está em curso pegou carona no mais importante sistema de comunicação surgido em toda história da humanidade, até a presente data, as chamadas redes sociais de comunicações, para alardearem o surgimento do vírus coronavírus (traduzindo do hispanhol para o português, vírus coroado ou vírus de coroa, por ser observado, através de microscópios, envolto por uma auréola, tipo uma coroa).

 

O coronavírus pertence a uma variação de vírus existentes no mundo com algumas mutações (diversas variedades que surgem, desaparecem por uns tempos, volta de novo e, essas mutações vêm envoltas numa espécie de auréola, coroa, daí porque chamado de coronavírus , sem consistência permanente e que surgem em aglomerados, em locais de baixa temperatura, como o caso dos estados gripais. Não existem remédios para estados gripais, para aniquilamento do vírus da gripe, mas antídotos, como vacinação, para atenuar seu mal estar febril, sendo os melhores, os chamados antitérmicos (baixar a febre, o fator mais importante) nas pessoas afetadas.

 

A China, de onde teria surgido os primeiros casos de contaminação humana pelo coronavírus, território com uma população de 15 milhões, como Wuhan, considerado expressivo centro tecnológico, da maior importância para o governo chinês que, devido às baixas temperaturas ambientais da região, com grande facilidade de expansão (contaminação) do vírus, fechou a região, suspendeu os trabalhos, paralisou a economia, sem se importar que uma grande parte da indústria consumidora de eletrônica mundial utilize materiais ali produzidos, principalmente na fabricação de equipamentos para indústria automobilística.

 

A ONU, através dos seus departamentos, como a Organização Mundial para a Saúde, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e outros, sob inspiração de países europeus, principalmente, contrários à política adotada pelo presidente americano, Donald Trump, com objetivo de abalar a estrutura da economia dos Estados Unidos, com a suspensão de fornecimento temporário de componentes eletrônicos, que deve durar o período até que venha o verão na China (Asia) o europeu e dos Estados Unidos. A China precisa colocar sua máquina de produção para efeito de exportação para o mundo, a custos altamente subsidiados, para poder alimentar uma população que vive em extrema pobreza e que gira em torno de 600 milhões de pessoas, habitantes das regiões mais inóspitas do mundo e que as autoridades chinesas gostam de falar muito pouco a respeito de sua existência. A expansão do coronavírus nessas partes degradantes da China foi uma tragédia (Não há informações sobre o que está acontecendo lá). As autoridades chinesas não divulgam.

 

No panorama mundial fora da China, os casos de pessoas contaminadas pelo coronavírus é extremamente pequeno. O alarde vai por conta dos órgãos da ONU, de governos interessados em espalhar notícias falsas (fake news) e, da imprensa que quer fazer tudo para o Trump perder a eleição, capaz até de dizerem que Trump que mandou fabricar o coronavirus, para prejudicar os chineses.

 

 

Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, o número de fake news cresceu tanto que o governo passou a monitorar diariamente as  6.500 mensagens recebidas e analisadas (em textos, fotos e vídeos), entre 22 de janeiro e 27 de fevereiro, 90% eram sobre o novo vírus. Desse total, 85% (cerca de 5 mil) eram falsas.

 

No fundo, a grande tacada do alardeamento do coronavírus é desviar a atenção das eleições dos Estados Unidos, daí o uso dos candidatos pelo partido democrata (o PT americano) é a volta do programa assistencial de saúde para a população pobre, criado por Obama e extinto por Trump.

 

 

 


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