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Uso e abuso da mentira

09/03/2020

 

É difícil você engolir, mas vamos lá! O Jornal Folha de São Paulo, do dia 5, dá duas notícias de primeira página interessantes. A primeira, a manchete principal: “Investimento anda, PIB freia, Bolsonaro faz piada- Economia do país cresce 1,1% em 2019, terceiro ano de desemprenho fraco; presidente ironiza resultado – só faltando dizer que a pequenez do PIB nos três últimos anos tem como responsável o presidente Bolsonaro quando, na verdade, para se avaliar crescimento ou desenvolvimento econômico basta levar em consideração o “emagrecimento” da imprensa em todo o mundo.

É difícil explicar: o mundo passa por um grande, profundo, processo de arrumação da economia, por excesso na produção de bens de consumo duráveis e não duráveis (supérfluos), sem levar em consideração o emagrecimento das rendas familiares e a desesperada fome por arrecadação dos governos, mormente de países subdesenvolvidos.

A outra manchete da Folha de São Paulo, minúscula, de uma pobreza constrangedora, para o jornal, foi a seguinte: “Congresso dá trégua, e veto ao Orçamento é aprovado, ressaltando: “Após acordo com o governo, o Congresso manteve ontem o veto de Jair Bolsonaro ao Orçamento Impositivo e deu trégua temporária na disputa por R$ 30,8 bilhões. Por ora, o Executivo fica com a verba, mas o acerto prevê que o Legislativo controle metade da quantia, o que deve ser votado em sessão da semana que vem.”

Vamos resumir esta lenga lenga da Folha de São Paulo em uma resposta só: o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro detém, neste momento, uma das mais efetivas e poderosa força de aliados: a população, o Brasil ainda não conheceu uma maioria tão expressiva, tão dedicada, tão pronta para participar das decisões do governo.

Está certo, Lula está solto, um criminoso, condenado por corrupção perambulando pelo mundo com recursos arrecadados dos nossos bolsos, num atestado eloquente da falta de justiça para manter prisioneiros em penitenciárias.

Há um conjunto de esforços das chamas esquerdas nacionais para prejudicar a hegemonia do presidente Bolsonaro, em virtude das próximas eleições municipais.

É bom que Bolsonaro não se perturbe. Deixe a turma das esquerdas espernear, para vir com toda força nas eleições gerais de 2022, quando o Partido Aliança irá eleger a maioria absoluta da Congresso Nacional, para o país fazer as modificações necessárias, para implantar a verdadeira democracia, através do liberalismo.

 

 

 

 


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