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Invasores costumeiros e viciados

15/03/2020

Andaram acorrendo algumas escaramuças em Brasília, com um grupo de chamados “sem terra” invadindo um ministério na Capital Federal, derramando tinta vermelha, emporcalhando suas instalações e sendo colocados para correr pelas autoridades policiais.

É bom observar que o presidente Jair Messias Bolsonaro está nos Estados Unidos, em viagem importante e, como diz a história, quando o gato está fora, os ratos fazem a festa. Foi exatamente isso que aconteceu, com as arruaças promovidas por essa gente que nunca quis nada com o trabalho, Sabe pilhar terras alheias, usufruir benefícios, ganhar dinheiro para assentamento e depois abandonam tudo.

A primeira invasão de terras no Espírito Santo foi no governo do sr. José Sarney, (um invasor da presidência da República), quando os combonianos tomaram à frente de uma procissão de vadios, no município de São Mateus, para invadir a fazenda “Georgins”, na rodovia que liga São Mateus a Nova Venécia. Na região, era a única propriedade que seu proprietário, Álvaro Santos, preservava uma preciosidade: uma floresta de madeira de lei – perobas, jacarandás, paraju, etc. – arvores seculares, uma verdadeira fortuna. Com a invasão promovida pelos padres combonianos, a primeira coisa que fizeram foi derrubar a floresta, vender o que encontraram pela frente, destruindo e abandonando a terra devastada, pela falta de coragem para trabalhar. Raros assertamentos (raros mesmo) deram certo no Brasil. A exploração teve como objetivo a negociação das glebas destinadas para a reforma agrária, mas só no papo dessa gente, sem um mínimo de escrúpulos.

O dinheiro acabou. O Governo é outro e vai demorar muito tempo no poder, sem medo dessa gente ordinária, daí as escaramuças que surgem com objetivo de intimidar as autoridades mas, pelo que se informa, a polícia demorou a chegar para expulsar os invasores do ministério. Os invasores borraram as instalações com tinta vermelha.

Essa turma, sob o comando de Lula, está desesperada, pelo poder por dinheiro. A mola é o dinheiro. Essa gente não pode viver sem pilhar as finanças, os cofres públicos. É impossível avaliar onde chegarão as coisas no Brasil. Parece que estamos vivendo um novo tempo e quem está no comando não gosta de dialogar com insubordinados. O país precisa de ordem e tem uma importante massa popular que pode marchar para o desforço físico, o que não tem hora nem dia para acontecer. Vem aí o dia 15 de março, uma data complicada para uma demonstração de força. Tem instituições tremendo, de medo, pelo que pode acontecer. O povo vai para as ruas protestar e o governo está pedindo prudência, cautela com os insufladores da desordem.

Aguardemos os acontecimentos.


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