Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Os perigos do ano bissexto

16/03/2020

 

Minha vó Virginia dizia: “Non lo crea em bruxarias mas, que as ay, ay!” Ela dizia isso sobre os chamados anos bissextos, aqueles que, no mês de fevereiro, se acrescenta mais um dia, de quatro em quatro anos.

Lendas, mitos e crendices e uma tremenda falta de vergonha na cara, da classe política brasileira, isso existe.


Não precisa ser adivinho, para admitir que o Brasil enfrenta uma fase ruim de sua história. A vitória de Jair Messias Bolsonaro para a presidência da República está sendo uma tragédia para a chamada classe política de esquerda, que não aceita, em hipótese alguma sua eleição. Naturalmente, a oposição que lhe move o petismo, sob inspiração de Lula, com as demais agremiações esquerdopatas, não esperavam que o sr. Bolsonaro cumprisse as promessas de campanha, que iria se cobrar ao Congresso, aos arroubos daqueles que desgraçam com o país.

Aconteceu o inesperado. Bolsonaro não está só cumprindo as promessas de campanha, está dando uma demonstração de capacidade de aglutinar gente boa em seu redor, está explodindo com a oposição, os que ontem estavam no poder, mamando nos cofres públicos.

Não se pode avaliar até onde o povo vai, com a necessária paciência de suportar a delinquência dos nossos políticos. O Congresso, no último pleito, foi substituído em 55% por membros novos, o que foi um tremendo avanço mas, como nunca as coisas saem como queremos, os 45% que se reelegeram continuam com as mesmas trapaças velhas, os mesmos golpes, as mesmas ladroagens, como se o Brasil fosse deles. Raras exceções surgiram.

Pode ser que me engane. Não tenho me enganado muito acerca dessa nossa formidável classe política de poucos escrúpulos e, duvido, que um movimento de apoio ao governo Bolsonaro não demore muito a explodir e, é bom que não seja com violência, o que será muito difícil.

Acham, congressistas, que Bolsonaro e as Forças Armadas estão com medo da reação contrária. A unidade nacional é tão grande contra a classe política que não é bom questionar sobre esse assunto.

Infelizmente as pesquisas de opinião pública são mascaradas, pelos interesses mais estúpidos mas, quem for muito interessado em verdades, reúna aleatoriamente 100 pessoas numa sala, sem explicar do por que eles estão ali, e, então, façam uma enquete sobre a classe política. Se uma pessoa, arrebanhada do público, sem escolha, ficar a favor da classe política em questão, não anda bem dos miolos...

Pode ser, quem sabe, que Bolsonaro consiga galvanizar a opinião pública em torno das medidas que quer tomar e as forças políticas de esquerda não permitem, pode acontecer o que o diabo gosta...

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo