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Pandemia ou pandemônio?

18/03/2020

 

O assunto do momento, que está no ar, chama-se coronavírus, nada de misterioso com essa bactéria mas, seu surgimento, na China, em baixa temperatura ambiental, onde ele prospera, se irradia pelo ar, em ajuntamentos, provocou a suspensão de atividades econômicas na província chinesa de Gwhan, onde residem em torno de 15 milhões de pessoas.

Medidas profiláticas foram tomadas pelas autoridades chinesas para evitar-se uma tragédia, como ocorreu com a gripe espanhola, um vírus mais poderoso, que suportava temperaturas maiores.

Com objetivo de se prevenir, populações espalhadas pelo mundo passaram a usar máscaras (filtros) de ar, para proteção da boca e narinas, vias respiratórias mais sujeitas à contaminação.

Infectologistas os mais responsáveis, estrangeiros e brasileiros têm prestado importantes observações sobre a adoção de cuidado profiláticos para evitar contaminações, inclusive sobre a impossibilidade do coronavírus se transformar numa espécie de pandemia (atingindo uma incontrolável situação, de milhares, milhões, até, de pessoas contaminadas).

No Brasil, um país diferente de todos que existem no mundo, o surgimento do coronavírus na China serviu para se estabelecer o pandemônio, no campo das informações, ou seja, alardeamento de boatos para prejudicar pessoas ou atividades econômicas, com objetivos dirigido, especialmente através do noticiário da TV, o que, com curtas informações cientificas, difíceis de serem observadas pela maioria da população que, em princípio, não quer trabalhar, para evitar contaminação, mas enchem os estádios de futebol, onde a vontade da população se torna incontrolável e não tem TV ou qualquer tipo de ameaça viral que impeça a presença dos torcedores.

Sabe-se, no Brasil, graças ao cansaço da população, de assistir tantos escândalos provocados por notórios ladrões dos cofres públicos, o povo resolveu mudar de governo, dar um basta a essa gente sem escrúpulos, pior do que o vírus do HIV, de tuberculose, de tudo, adotando o antídoto Bolsonaro contra a massa inescrupulosa.

Em apenas um ano de presença na atmosfera política brasileira o antídoto Bolsonaro matou a metade dos ladrões que infestavam as repartições públicas desde 1985, quando surgiram, de forma virulenta vírus emanados de um dos processos mais ordinários de pandemia política, o socialismo de resultados, que a “vacina” Lava Jato, aplicada pelo cientista do direito, Sérgio Moro, levou para a cadeia o monstruoso vírus que quase desgraçou com o Brasil.

A imprensa nacional fomenta a volta do vírus lulopetista como se fosse sua própria salvação, porque ela está dentre os males que precisam ser extirpados.

Usam o coronavírus para paralisar o governo Bolsonaro, criando pandemônio nas áreas de informações, para deturbar a ação do antídoto contra a corrupção.

A montanha de dinheiro das esquerdas, depositadas no exterior, entraram em funcionamento. Se as forças Armadas não agirem, com seus extintores de ladrões, estaremos fritos, com o recrutamento dessas pratas mentidas a socialistas de resultados.

 

 

 


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