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Coronavírus e política

20/03/2020

 

Vive o Brasil um momento bastante conturbado, de sua existência, quer no campo político, econômico, social, administrativo e moral. Faz tempo surgiu, para felicidade da nação um magistrado destemido, corajoso e honesto, Sérgio Moro, que mandou para a cadeia dezenas de ladrões dos cofres públicos, até um ex-presidente da República, de larga influência, até de dentro do presidio.

Esse homem, Sérgio Moro, com todas dificuldades (as imorais chicanas) do Direito Brasileiro, se tornou no grande Herói da Pátria, hoje servindo como Ministro da Justiça do governo de Jair Messias Bolsonaro, um irrequieto militar reformado, que se notabilizou na política, acusado de extremista, nazista e outros epítetos depreciativos, quando alguém se arvora a enfrentar a malta esquerdista que tomou conta do país.

 O que estou dizendo, escrevendo, é ideia minha, pensamento meu, contrário até o que pensam meus entes queridos, entendem que deveria eu estar criando galinhas na minha propriedade rural, sem me intrometer nos negócios de uma nação que não tem mais conserto, devido a grave desonestidade que reina no meio da coletividade política, sem um mínimo de escrúpulos, e uma justiça para ninguém botar defeito...

Vejam, como se montam ardis políticos, para destruir pessoas e a própria nação.

Surgiu, no rigoroso inverno chinês de 2019 (dezembro), no território de Gwhan, um conhecido centro tecnológico, como pouco mais de 15 milhões de habitantes, um vírus que foi denominado de Covid-19, popularmente difundido como coronavírus, comumente produzidos em regiões insalubres, de poderosa ação no inverno, baixas temperaturas, mas que desaparecem quando a temperatura ambiente chega aos 10 graus centígrados, provocando nos afetados por ele, tosse seca, febre, dor de garganta e coriza, atingindo mais pessoas com idade superior a 60 anos e com baixa imunidade, propícias às infecções periódicas.

Como medida de precaução o governo chinês fechou vasta região à entrada e saída de pessoas, suspendendo até as atividades empresariais, sendo Gwhan um dos maiores centros chineses de produção de chips para a indústria eletrônica do mundo, inclusive com importantes organizações americanas ali instaladas, para utilização de sua mão de obra barata na produção e fabricação de equipamentos eletrônicos para vários países, como o Brasil.

No dia 21 de fevereiro de 2020, véspera de carnaval, o vírus Covid-19 desembarcou no Brasil, no corpo de um homem, J. C. F. C, no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, depois de uma estada na Lombardia, na Itália, embarcando em Milão com destino ao Brasil, com conexão em Paris, no vôo AF454 da Air France. Chegando em São Paulo foi ao pronto-socorro do Hospital Albert Einstein, reclamando de sintomas típicos do Covid-19. Foi liberado no mesmo dia mas, posteriormente, veio para isolamento em sua residência, na localidade de Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, tendo desaparecido os sintomas e deve ter recebido alta.

Esse episódio marcou a entrada do coronavírus (vírus coroado, em espanhol) no nosso país.

Com chegada de outras pessoas infectadas, da Itália, da China e outras regiões, no Brasil, os dados oficiais indicam que o país abriga agora 234 reconhecidos afetados pelo Covid-19, em recuperação. Nenhum óbito. A Itália hoje tem mais doentes do que teve a China, com maior número de mortos, também, sempre pessoas com mais de 65 anos.

Terminando minha arenga.

Li, me inteirei, que o coronavírus, como os milhares que surgem e morrem diariamente, com existência curtíssima, não, resistem com vida à temperatura ambiente superior a 10 graus centígrados. Sua chegada ao Brasil levantou uma onda de histerismo por parte da imprensa, notadamente a TV Globo que, parece, enxergou no Covid-19 a figura do inimigo mortal da chamada oposição esquerdista brasileira, o presidente Jair Messias Bolsonaro, quase morto por uma facada em plena campanha eleitoral, no dia 6 de setembro de 2017, na cidade de Juiz de fora, por um maluco que se diz “enviado de Deus”. Mas a TV, a imprensa nunca falou muito sobre o quase assassino de Bolsonaro.

Toda essa montagem, esse faniquito presente na nação brasileira, fato que não ocorreu até agora em qualquer parte do mundo, onde o coronavírus surgiu, semelhante o que faz a Globo no Brasil, com um tremendo estardalhaço, até porque o presidente Jair Messias Bolsonaro foi estar junto ao público numa manifestação de protesto, a favor do seu governo, sob o argumento de que um membro de sua equipe teria sido contaminado pelo vírus!

O coronavírus, que se instalou no Brasil, deve atingir seu ápice de contaminação a partir do dia 1º de maio próximo, quando as temperaturas na chamada região Centro-Sul cai fortemente, sendo que, em algumas montanhas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina chega a zero grau, raramente indo a menos do que isso. A partir de setembro, o tempo volta a esquentar. Todas medidas tomadas até agora, exageradas, de suspender aulas, reuniões, seminários, teatros, têm como objetivo causar um grande prejuízo à economia nacional, prejudicar o Governo Jair Messias Bolsonaro. Precaução e caldo de galinha são bons, mas não exagerados. A presença do vírus deve merecer cuidados profiláticos sérios, não temores.

Estão usando de um episódio, que merece ser tratado com todo cuidado e precaução com um exagero lastimável. O tempo dirá! Vamos ver ser não vão confundir os estados gripais com o Covid-19.

Não vou escrever mais sobre este assunto, porque não quero divergir de nenhuma pessoa, principalmente os se dizem entendidos no assunto. Quero, apenas, com minhas convicções, aguardar, para ver quem está certo ou errado, sobre os fatos apontados.

NOTA-

Vírus- Agente infeccioso que contém apenas seu material genético, DNA ou RNA, envolto numa estrutura química. Portanto, não apresenta estrutura para se reproduzir, sendo-lhe necessário contar com um ser vivo para replicar-se. (transcrição científica).

 

 

 


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