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Desliguem a TV

24/03/2020

 

 

Tomei a medida mais importante de profilaxia cerebral. Apaguei a televisão. Chega de exageros, mentiras, falsidades, traições e, o que é verdadeiro, como destruíram o país em 16 anos de desmandos, ninguém diz nada, muito pelo contrário, querem a volta do passado, dos que foram condenados pelos processos do Mensalão, do Lava Jato e outros anteriores e que estão por vir.

O Brasil se assemelha muito aquela história no Chico Anízio, com o seu personagem Vampiro Brasileiro, que tudo acontece ao contrário do que ele planeja.

Não é nenhum exagero. Na história da Justiça e da política mundial nunca surgiu (pode ser que um dia surja) um magistrado determinado, corajoso, acima de tudo, honesto, que mandou para a cadeia um monte de ladrões dos cofres públicos, um ex-presidente da República e só não mandou dois porque, as chicanas, as desonestidades não permitiram, porque a corrupção é uma desgraça, uma maldição.

No rolo da política de ladrões brasileiros, como que por encanto, apareceu outro sujeito corajoso, meio destrambelhado, mas sério, o deputado Jair Messias Bolsonaro que, por um milagre, foi eleito presidente da República. Quase foi morto com uma facada e, estranho, embora preso seu quase assassino, o noticiário da nossa imprensa esquerdista não toca no nome dele, não faz nada para pressionar quem foi que o contratou para perpetrar tal crime, embora alegue sempre que foi um “enviado de Deus”, e tem quem acredite, muito embora o presidente Bolsonaro seja a peça política da história da vida nacional que surgiu nos últimos 500 anos. Nada se iguala à coragem, à determinação de Jair Messias Bolsonaro, onde se reclama apenas que de fala mais do que devia e é mais teimoso do que dez mulas velhas.

Tudo de ruim que acontece no Brasil, jogam a culpa no presidente Bolsonaro. Dizem até que as autoridades sanitárias brasileiras deveriam ter agido antes para neutralizar os efeitos do coronavírus na população, quando nações tidas do “primeiro mundo” estão passando por verdadeiras tragédias, nas mãos do vírus.

Já assistia pouco TV. Mal e porcamente o noticiário. Com a inundação da catilinária sobre o coronavírus, as mentiras, o surgimento dos mais variados “cientistas” para contar suas “sabedorias”, para um negócio que só tem cura com o isolamento. Mas, o que me levou mesmo a desistir da TV, com tudo que tem nela de bom e de ruim, foi o documentário produzido pela TV Globo sobre a vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, assassinada estupidamente, mas que a imprensa maldita foi até ao condomínio onde o presidente Bolsonaro morava para levantar suspeitas sobre sua pessoa, com relação a “amizade’ possível que poderia ter com os assassinos.

Desliguem a TV, minha gente. Ela corrói a mente das pessoas. É preciso ser, forte, inteligente para não ser ludibriado por ela. O que estão fazendo com o governo Jair Messias Bolsonaro, é uma indignidade, é um lesa a pátria, para recolocar os corruptos no poder.

Desliguem a TV, pelo amor que devam ter a suas famílias. Desliguem logo.

 

 

 

 


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