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Por que Bolsonaro I?

02/05/2020

 

Tenho sido indagado, vez por outra, por curiosos leitores, se estou satisfeito com o presidente Jair Messias Bolsonaro, com suas idas e vindas, disse-me-disse, nomeações e demissões, xingamentos, brigas, etc.

Minha observação é simples; Jair Messias Bolsonaro era o único candidato a presidente da República capaz de destruir o PT e demais partidos de esquerda, que destruíram o país.

Estive com o candidato Bolsonaro, em Vitória, uma única vez. Fui apresentado a ele em torno de 7:30 da manhã, como jornalista. Fez um espanto com a citação de “jornalista”, mas o apresentador o tranquilizou, dizendo que eu era um jornalista “diferente”, lutando sozinho no Estado contra o PT e toda esquerda, juntos. Tranquilo, conversamos alguns instantes, quando disse-lhe que deveria moderar sua fala, falar menos no que desejava fazer, porque alertava os inimigos; que o melhor ataque é a surpresa, desmonta o adversário. Ele concordou em termos, mas disse que ele era assim mesmo, mas que achava que dizia alguma coisa meio apressado, quando fomos interrompidos por alguém que pediu para ficar entre eu e o candidato, para tirar uma foto: Chegaram mais curiosos e a conversa foi interrompida.

Para mim a eleição de Bolsonaro foi um negócio extraordinário. Foi um sonho, vê-lo derrotar a oposição, Lula puxando uma corja de desengonçados esquerdistas, a imprensa velhaca, com suas pesquisas de opinião pública vergonhosas, com Bolsonaro perdendo para todos candidatos, no segundo turno, até para os lanternas...

Posteriormente, veio o caso da facada no candidato Bolsonaro, na praça pública em Juiz de Fora. Um negócio para mata-lo. Quase morreu e, da cama, derrotou as esquerdas e a imprensa que jamais deram qualquer atenção ao bárbaro crime praticado contra um candidato.

Reconheço, a “interferência” dos filhos do presidente em negócios do governo, que o prejudicam mas, como me disse o candidato Bolsonaro, ele é assim mesmo, difícil de mudar...

Finalmente, o último episódio do governo Bolsonaro foi a demissão do ministro Sérgio Moro, magistrado do processo Lava Jato, tido como um homem íntegro, conquistando a preferência nacional, empanando ilustres ministros da Suprema Corte, magistrados os mais conhecidos, dando a impressão que um dia seria o homem para comandar a nação. Confesso, eu pensei e disse algumas vezes, que seria um nome ideal.

O ministro Sérgio Moro foi traído pelas sua fugidías embriagações com o poder. Passou a sonhar com a presidência da República, com as publicações de pesquisas de opinião pública mentirosas, fabricados para o iludir, que o davam como sendo mais preferido do que o presidente Jair Messias Bolsonaro, vindo no bojo de tudo isso fuxicos os mais imbecis, forjados pelos chamados leva e traz, que desgraçam com a chamada dignidade humana. A vaidade é capaz de tudo.

É bom que os chamados esquerdopatas fiquem sabendo que existe no Exército um serviço secreto de informações que deve se situar entre os cinco melhores do mundo, o mais importante da América Latina, que vinha guardando informações absolutamente seguras do ministro e, na hora certa deve ter sido transmitida ao Presidente as intenções do seu próximo traidor.

Não há a mínima hipótese do Congresso Nacional, o Supremo Tribunal, sei lá mais quem, tirar Jair Messias Bolsonaro do poder da República. As forças contrárias a ele são realmente enormes, capitaneadas pela TV Globo, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Isso tudo é bananeira que já deu cacho. Perderam a expressão para as chamadas redes sociais, estão morrendo de fome.

É melhor deixar Jair Messias Bolsonaro em paz. O Brasil vai sair ganhando. A destruição da grande corrução, com a presença de Bolsonaro é um fato. Veio agora a “promoção” do coronavírus, com as compras sem concorrência, já denunciadas.

Não temos outro doido para concerta todas nossas mazelas. Só Bolsonaro.


 

 

 


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