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A quem interessar possa.

04/05/2020

 

 

O Brasil (diga-se o Governo através do Congresso Nacional) acaba de criar sua 71ª instituição paraestatal, a Embratur. Extingue o Instituto Brasileiro de Turismo para substituí-lo pela Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo.

 

Os chamados países desenvolvidos, que recebem maior número de turistas, estados Unidos, França, Espanha, Inglaterra, Itália, possuem, em média, de 6 a 8 instituições paraestatais – criadas pelo governo mas alimentadas pelos chamados “usuários” de seus serviços e auxiliados por verbas oficiais.

 

Não tem jeito. Com Bolsonaro, Guedes, Lula, Fernando Henrique Cardoso, Dilma, Getúlio Vargas, Juscelino, sei lá mais quem, as estruturas fiscais e parafiscais transformaram a nação brasileira onde possui o maior conjunto de entidades que fazem o Custo Brasil (o maior centro de conjunto de impostos diretos e indiretos do mundo) acumular 37% arrancados dos nossos bolsos, afora taxas e emolumentos que nos transformam nesta grande merda que não vai pra frente de jeito algum. Nunca irá, com a classe política que temos.

 

Que estado liberal é esse, que temos que sustentar o maior conjunto de burocratas do mundo? Como desenvolver um país que tem a maior carga tributária do mundo, quase cinco vezes maior do que as maiores nações mais ricas do mundo?

 

Na década de 80, quando os militares deixaram  o governo, começaram a surgir conjuntos de sanguessugas de todas partes do mundo, as chamadas ONGs, algumas subvencionadas por governos estrangeiros, como a antiga Internacional Socialista (na Inglaterra), para fomentar desordem no chamado Terceiro Mundo, as greves persistentes do ABC Paulista com Lula à frente, com objetivo exclusivo de impedir seu desenvolvimento econômico e social e, no embrulho vieram o PT, CUT, MST e outras desgraças subvencionadas pelo nosso carcomido cofre público, onde , em 2018 elegemos Jair Messias Bolsonaro que nos incutiu a ideia da criação de um Estado Liberal, onde essa interage  de organizações paraestatais e outras totalmente espúrias existem para tornar o custo Brasil em perto de 37%.

 

Conheci as ideias liberais do ministro da Economia, Paulo Guedes. Mudou seu discurso ou perdeu-se no caminho embrulhado por um Congresso Nacional composto de políticos mais espertos da face da terra que, diga-se de passagem, seria melhor que não existisse, devido a seu imenso custo e ao conjunto de aproveitadores da pior espécie que ali militam, que emperram o desenvolvimento da nação.

 

A quem interessar possa: Dou meus parabéns ao ilustre presidente Jair Messias Bolsonaro pela criação da 71ª Instituição paraestatal brasileira. Custei acreditar.

 

O único sujeito desestatizante do Brasil, sou eu mesmo. Pobre Brasil.

 

 

 

 


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