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Cavando a própria cova

08/05/2020

 

Montou-se um negócio político no Brasil, por uma classe política de poucos escrúpulos, que tem como objetivo desmontar um governo constitucionalmente eleito mas que não atende aos requisitos populistas implantados no país, sob os auspícios de um grupelho metido a populista, mas que, na verdade, vem pilhando a Nação há muitos e muitos anos, ou melhor, desde que saiu do poder o presidente João Batista Figueiredo, o último militar do Movimento Militar de 1964.

A eleição de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República foi uma tragédia para o bando de esquerdopatas acostumado às benesses dos cofres públicos, das negociatas, dos conchavos, das roubalheiras, o que temos assistido com esses desfiles de ladrões que envolvem até importantes magistrados nacionais, para nossa vergonha.

Eleito Jair Messias Bolsonaro, um golpe extraordinário da maioria do eleitorado nacional contra os esquerdopatas ladrões, desde antes de sua própria eleição, em plena campanha, arranjaram um assassino, na pessoa de Adélio Bispo de Oliveira que quase teve sucesso com sua facada, não contando com o pronto atendimento médico ao candidato, salvando-lhe a vida. Esta foi a grande tragédia das esquerdas.

Eleito, contrariando a mais vergonhosa campanha pela grande imprensa nacional, Bolsonaro estabeleceu a ordem: “aqui ninguém rouba”, o que o povo mais queria ouvir.

Com a chegada do coronavírus da China, provocando uma tragédia mundo afora, teve sua ação destruidora esbarrada nos países latinoamericanos de temperatura ambiental temperada, onde a vida do coronavírus e mais curta do que em qualquer parte do mundo, atingindo sua ação pessoas com problemas de deficiência imunológica, sendo que dia 04.05 o COVID-19 matou no país 7.321 pessoas, sendo que no Estado do Espírito Santo, 123, não pelos bonitos olhos do governador Renato Casagrande e muito menos dos esforços da Secretaria de Saúde, mas graças à temperatura ambiental no território capixaba.

O tempo passa. Demora, as vezes, mas passa e vamos assistir o governo do Estado dizer que foi sua ação, suspendendo as atividades empresariais que evitou mais mortes. Se mais mortes houvesse, seria melhor, para exigir mais recursos reparatórios do governo federal que, apesar dos pesares, organizou um projeto social de ajuda aos menos favorecidos, que nenhum governo composto por xiitas teria condições de executar em tempo record.

Casagrande, Dória, Witzel, Caiado, os malucos do PT, a turma do quanto pior melhor, toda essa gente está cavando sua própria cova, para se enterrar politicamente.

Assisti o governador Renato Casagrande na TV, gesticulando com um semblante irradiando felicidade pelo ajoelhamento do empresariado aos seus pés, implorando para trabalhar, e ele, insensível, sabe que o Estado vai entrar numa profunda decadência, terrível depressão econômica, porque ele e seus auxiliares foram incompetentes para, como fez o governador de Minas Gerais, ser racional. Paraná, Santa Catarina e outros festejam a reabertura das atividades econômicas e, no Espirito Santo, genuflexos, aos pés do governador, pedindo para trabalhar, empregados e patrões, padecem.

O tempo passa...

 

 

 


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