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Bolsonaro - um determinado

14/05/2020

 

Politicamente falando já assisti muita coisa de ruim e de bom na história desta infeliz nação mas, na última quinta-feira (07.05.2020), me diverti muito com a determinação do presidente Jair Messias Bolsonaro, acompanhado de dezenas de empresários, marchou do Palácio do Planalto até o Supremo Tribunal Federal, com aquela montoeira de gente, bater na porta do presidente da casa, Dias Toffoli, pronunciar um discurso pedindo revogação da decisão judicial que dá aos governadores (uma imoralidade), o direito de conduzir as providências médicas, sanitárias, policiais e de cerceamento das liberdades dos cidadãos no seu direito de ir e vir, atendendo insolente pedido de uma facção política.

 

Pediu o presidente de forma veemente a suspensão da medida, dando a palavra ao ministro da Economia, Paulo Guedes, para explicar o que irá acontecer à nação, aos milhares de empreendedores, aos trabalhadores de um modo geral, se persistir a ordem da Suprema Corte, do seu presidente, para os governadores estagnarem o crescimento da economia.

 

Dizem que o presidente Jair Messias Bolsonaro é meio doido. Doido? Uma ova. O cara é corajoso, determinado e de uma capacidade de raciocínio mais rápido do que se pode imaginar.

 

Rebocando ministros, empresários, personalidades diversas a uma reunião de surpresas na Suprema  Corte, o presidente Bolsonaro, inteligentemente, transferiu para a Suprema Corte a responsabilidade por toda essa merda que está acontecendo na economia nacional onde, cada governador mais idiota do que o outro, metidos a socialistas ou sabidos, para adquirir milhões de produtos sem concorrência pública, outros enterrando caixotes vazios e outros arranjando diagnósticos falsos para enterrar mortos como se fossem infectados pelo coronavírus, num dos mais indecentes atestados de lesa pátria...

 

Pois, na vista de dezenas de pessoas, sentado no plenário do Supremo Tribunal Federal, Jair Messias Bolsonaro, a despeito da TV Globo dizer ao contrário, deu um show de coragem, de determinação, de amor ao cargo que ocupa. Quem teria coragem de enfrentar tal atitude?

 

Toda essa trapalhada burrocientífica que estamos assistindo no Brasil, fruto de um vírus de procedência chinesa, fica sob a responsabilidade do Supremo Tribunal Federal, que criou tamanha trapalhada, violentando o direito, com a medida monocrática adotada pelo ministro Dias Toffoli.

 

É uma insensatez ouvir a Globo, no Jornal Nacional, quase pregar a saída de Jair Messias Bolsonaro, um presidente corajoso, determinado, capaz de morrer pela nação, um fato  raro em nossa história.

 

 

 


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