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A luta pela liberdade

16/05/2020

 

Não existe nada mais importante na vida de um ser vivo, mesmo que seja um animal irracional, do que sua liberdade. Por força de um contingenciamento marcado pela excepcionalidade, populações em todo mundo, ficaram privadas da liberdade, confinadas em suas casas, para evitar a contaminação pelo coronavírus que, no momento, discute-se que sua criação tenha sido num laboratório ou mesmo das explosões que ocorrem em regiões de péssimas qualidades sanitárias, como existem na China.

Qualquer cientista ou estudiosos dos assuntos relacionados à virótica sabe que, diariamente, milhões de vírus nascem e morrem, pela fragilidade de sua composição, como no caso dos que provocam ondas de gripe, que precisam de vacinas preventivas. No caso da poliomielite o sábio cientista Dr. Salk, o grande humanista, criou a vacina imunológica do pólio e doou a fórmula para uso da humanidade (era injetável, na sua descoberta), sendo transformada para via oral pelo Dr. Sabin, cientista israelense, (Dr. Gotinha), tornando-a popular sua adoção. Outros importantes cientistas voltados para a imunologia têm surgido, mas sempre ocorrem laboratórios gananciosos para impedirem estudos maiores no campo do aperfeiçoamento. Curar? Não é assunto para laboratórios...

Com a chegada do coronavírus, atingindo mais umas regiões do que outras, as estatísticas nos mostram que a nação mais atingida foi os Estados Unidos, vindo depois a Itália, Espanha, Reino Unido, França, por aí, inclusive o Brasil. Na China, onde a tragédia começou, suas estatísticas não são confiáveis, porque o chinês é capaz de tudo, como ocorre o inverso em São Paulo e Rio de Janeiro, onde os governadores, parece, gostam de exagerar números, sendo que, em vários estados, quem está morrendo, colocam no causa mortis a contaminação pelo coronavírus.

Podemos nos livrar, por um chamado golpe de sorte, de morrer em um acidente, um atropelamento, algo semelhante mas, no final das contas, da morte ninguém escapa.

Para evitar a contaminação, a fertilidade da mente humana inventou, além do confinamento humano, o uso de mascaras, o uso indiscriminado de álcool gel e até o aconselhamento mais correto, a ação profilática da água e do sabão, para os que possuem água e sabão em casa e nos locais de trabalho. As máscaras devem ser usadas em lugares altamente poluentes, como comumente se usa no Japão, China, Coréia e outras regiões industriais com atmosfera altamente poluída. Aqui no Brasil as máscaras eram usadas antes para bandidos assaltarem, hoje, não se sabe quem é bandido ou quem está se protegendo da ação virótica.

Nossas “autoridades” são tão criativas que proibiram as pessoas de andarem nas praias, ao ar livre, mas transformaram as portas das agências da Caixa Econômica e das agências lotéricas em monstruosos ajuntamentos, para receber um bônus de R$ 600 criado pelo Governo Federal para suprir as necessidades dos impedidos de trabalhar.

A fertilidade de pensamento humano é, as vezes, voltada para a crueldade, até que, vendo a tragédia econômica destruir o Brasil, o presidente Jair Messias Bolsonaro foi bater às portas do Supremo Tribunal Federal, responsável, pela decisão monocrática do seu presidente Dias Toffoli em determinar que cabe aos governadores a responsabilidade de coordenarem a ação de combate ao vírus, inclusive com a segregação das pessoas.

Mexeu com a liberdade e, pior, com o estômago da população. Deu no que deu. O presidente, acompanhado de empresários, invadiram o Supremo Tribunal Federal para pedir LIBERDADE, o direito de trabalhar.

A Globo não gostou. Creiam...


 

 

 


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