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A volta das tartarugas.

12/05/2020

 

Confesso, já assisti tudo de ruim e de bom no decurso da minha vida mas, de certa parte para cá, com até reconhecidos analfabetos na presidência da República, bandos de ladrões da pior espécie, fico a imaginar do porquê a raça humana se sujeitar a tanta vilania por parte daqueles que, temporariamente, assumem o poder e imaginam que nunca mais sairão de lá, onde o voto os colocou e, outros, que jamais seriam eleitos para coisa alguma, vestem a toga de magistrados e se transformam em  semideuses, insubstituíveis, as vezes transferindo para filhos, netos e bisnetos seus poderes tomados de assalto pelas legislações mais espúrias que empurram à aprovação de legisladores corrompidos ou covardes, diante do “império” da justiça.

 

O inesperado aconteceu no mundo e, como não podia deixar de ser, no Brasil também, com a chegada do coronavírus, um mau que veio da China, lá dos seus cantões putrefatos.

 

A maldição do vírus chinês levou à cabeça das nossas autoridades a imaginação de que podem tudo, de mandar no direito de ir e vir, trancafiando as pessoas dentro de suas casas, fazendo rodizio para abertura das atividades comerciais e, lá de Vila Velha, município pertencente à Grande Vitória, o prefeito, do alto de suas tamancas, mandou fechar o acesso às praias, com grandes blocos de concreto. É o reinado das tartarugas.

 

Conta a velha história que o município tem uma cabeça de burro enterrada, mas, um dia apareceu um prefeito ali que resolveu desenterrar a cabeça do burro e enterrar as tartarugas que povoavam politicamente o município, transformando Vila Velha num impressionante canteiro de obras. Jorge Anders foi um dos prefeitos mais desenvolvimentistas do país. Nem sempre a felicidade é completa. O “professor” Paulo Hartung, ex-governador, importou um estranho para prefeito de Vila Velha, mas, de tão ruim veio com o propósito de desenterrar as tartarugas, o que ocorreu realmente, daí o retorno dos representantes dos quelônios, com a ideia absurda e até inconsequente de cercear o direito das pessoas passearem na orla de Vila Velha, usufruir ainda de um negócio gratuito no Brasil: Sol, mar e vento. Saudades do Anders...

 

 

 


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