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Além da imaginação I

21/05/2020

 

Tínhamos saído do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, comprado de forma desavergonhada, à vista da nação e iniciativa o governo do famigerado Luiz Inácio Lula da Silva e aquela malta de esfomeados, assaltantes dos cofres públicos, oriundos de Cuba, União Soviética, Guatemala, por aí, onde foram fazer curso de guerrilha.

 

Aos olhos vistos das nação, abismada com tanta patifaria, mandei para o meu velho e acalentado amigo, Chrisógono Teixeira da Cruz, o livro mais importante sobre guerrilheiros e guerrilhas na América Latina: “La utopia desarmada – Intriga dilemas Y promessas de lá izquierda em América Latina “, de Jorge G. Castañeda, um dos mais importantes trabalhos sobre os esquerdopatas que surgiram, pós movimentos revolucionários do Cone Sul.

 

Um mês depois, mais ou menos, recebo o livro de volta, após a leitura do amigo, com o seguinte manuscrito:

 

“Lendo Hamlet, de Shakespeare, deparei com o seguinte diálogo:

“- Hamlet: “Quais são as novidades?

 - Rosenkranz: “Nenhuma, senhor, a não ser a de que o mundo se tornou honesto”.

 - Hamlet: “Então, é o fim do mundo; mas suas novas são falsas”.

 

Então, arremata o amigo Chrisógono, com sua sutil observação: “Acho que estamos vivendo na antiga Londres...”

 

No próximo almoço que tive com o velho amigo indaguei do porque ele se referia à “antiga Londres”, no seu bilhete, após o diálogo de Hamlet com Rosenkranz, quando ele acrescentou: que Londres à época era o centro da corrupção do mundo, era um negócio impressionante, e arrematava: “Com essa gente que tomou de assalto o poder no Brasil, cometendo as maiores roubalheiras, e não se toma nenhuma providência, seria para enforcar essa malta de vorazes ladrões. Vamos assistir aqui, no Brasil, multiplicado por dezenas de vezes, as roubalheiras inglesas que assustaram o mundo.”

 

Não deu outra coisa...

 

 

 


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