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Nada como o tempo

04/02/2021

 

"Nada como o tempo, para ensinar às pessoas; nada resiste a ele, pelo seu poder de conservar a verdade e destruir a mentira. ” Dizia minha mãe, diante dos fatos que marcavam a existência de uma gente muito ordinária, lá no meu São Mateus.

Já se passaram 36 anos que deixou a presidência da República o último militar, originário das forças da Cavalaria do Exército, João Batista Figueiredo, que engoliu, pela aprovação do Congresso Nacional, a lei da anistia dos políticos banidos pelo Movimento Militar de 64. Figueiredo tinha um costume de ser franco com a realidade dos fatos e teve oportunidade de afirmar, na ocasião, que o povo brasileiro iria ter vergonha dos políticos que viessem a assumir o poder depois do ciclo militar ao pelo término do seu mandato na presidência da República.

A tragédia brasileira começou exatamente no dia da saída do presidente Figueiredo do poder, quando o presidente eleito, Tancredo Neves (o melhor presidente da República da história brasileira, porque eleito, morreu sem assumir o poder) e, por imposição de Ulysses Guimarães tomou posse o vice de Tancredo, José do Sarney, tomando o poder em assalto, sem ter direito, quando o certo seria, iminente, o presidente do Congresso assumir e convocar novas eleições.

Não vamos voltar ao passado, com todas trapaças ocorridas na administração do formidável José do Sarney. Nada depois de Sarney prestou no Brasil, de governantes. Até que vem a história “nada como o tempo, para ensinar às pessoas que nada resiste a ele”.

Assistimos no poder as tragédias com Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma e Temer. Foram 32 anos de tragédia nacional. Roubaram tanto, mas tanto, tanto que é impossível mensurar a grandeza da ladroagem. Essa corja de ladrões foi impiedosa, brutal, com o nosso país. Estamos assistindo, de cabo a rabo, a grande tragédia que busca uma sobrevida com a presidência de Jair Messias Bolsonaro. Até o assassinato desse visionário que está no poder impedindo que roubem mais, aconteceu e, publicamente, figuras da oposição almejam a morte de Bolsonaro, para ter um fim o suplício que uma poderosa canalha está passando, por não poder roubar os cofres públicos.

Recente, quase assistimos uma grande tragédia nacional, com a eclosão de um golpe que seria promovido pela ação do povo, para destruir os sistemas políticos e judiciários, se persistisse, o Congresso Nacional, sob manobras do presidente Rodrigo Maia e apoio de ministros da Suprema Corte, para dar o impeachment a Bolsonaro.

Nada com um bom recado ou um aconselhamento à prudência, de última hora. Aconselharam o Congresso a recuar. Foi o que aconteceu, não sei se para o bem ou para o mal do país, mais autores enfiaram o rabo no meio das pernas.

Os militares sabem que Jair Messias Bolsonaro e as Forças Armadas propriamente ditas, têm 82% de aprovação da sociedade, que compreendeu, em dois anos de lutas, como roubaram o Brasil.

Nada como o tempo...

 

 

 


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