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Fbricas de burocratas

06/02/2021

 

Chineses e japoneses são os povos mais “criativos” do mundo, para copiar coisas alheias ou criar porcarias para atulhar o mundo de objetos de plástico reciclado ou equipamentos de curta duração, principalmente eletrônicos, com prazo de “validade” por cinco anos, que se tornam obsoletos, por falta de peça e têm que ser jogados fora.

O Brasil é um país suigeneris. Não criamos nada e muito menos sabemos copiar. Dizem que somo a segunda maior fronteira agrícola do mundo, mas não sabemos guardar alimentos e, bem o sujeito começou a colher o que plantou, com insumos, sementes e inteiramente desprovido de financiamento da produção, para colher (comercializar), tem que pagar uma taxa ao IDAF, à receita pública e a um monte de “gafanhotos” que sugam do empresário o que está tentando produzir, mas instrumentos de financiamento à produção, como BNDES, Bandes, carteiras Agrícolas diversas, servem apenas para atender financiamentos políticos, esquecendo-se de quem produz são os pequenos produtores.

Desconhecem nossas autoridades que existem na Europa e Estados Unidos grandes cooperativas de produtores rurais que possuem, com estímulo dos governos, grande depósitos, imensos até, subterrâneos, como nos Estados Unidos para guardar reservas de alimentos, como arroz, trigo, milho, para até oito e mais anos de preocupação por problemas climáticos que existem desde que o mundo é conhecido como mundo, mas que no Brasil, maior centro terrestre de formação de servidores públicos de qualquer país, tem 71 obrigações fiscais e parafiscais e criam organismos para sustentar burocratas inúteis e afilhados inteiramente desnecessários.

O que se imaginou, quando de sua criação, um instrumento importante como orientador aos chamados micro e pequenos empresários, o SEBRAE, sob a intromissão governamental, em todo território nacional, perdeu seu brilho e eficiência por que atulharam tais repartições de protegidos de governantes que não têm mãos a medir, para empilhar protegidos os mais inúteis em sinecuras, onde não se produz nada em favor de quem precisa trabalhar. Até Paulo Okamotto, tido como “ testa de ferro” de Lula foi Superintendente Nacional do SEBRAE.

Todo governante, por mais tacanho que seja, sabe que o problema mundial é a fome e ela se agrava mais, diante da pressão do crescente desemprego mas, como no caso brasileiro, temos 45 milhões de pessoas na informalidade e quase 14 milhões de desempregados, porque nenhum investidor, seja micro, pequeno, médio ou grande empresário, que não precisa do artificialismo da corrupção para poder trabalhar, mais ou menos em paz, e cumprir as obrigações burocráticas que só um contador sabe destrinchá-las, para poder sobreviver, enquanto as repartições públicas, que fazem concursos todos os dias, para atulhar a nação de burocratas inúteis, arrancando quase que a fórceps recursos de quem trabalha, para sustentar batalhões inúteis.

Haja burocracia.

 

 

 


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