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A tragdia do comrcio.

12/02/2021

 

A arte de comercializar, ser comerciante, nasce com as pessoas. Ninguém vem ao mundo com uma determinação de ser negociante, formado pela intuição dos negócios, pela sensibilidade, da forma de receber as pessoas, de amealhar recursos para montar uma loja, um supermercado, uma farmácia, um simples bar ou restaurante.

 

No Brasil, quando o sujeito vem ao mundo o que mais almejam seus pais é que ele tenha um diploma para ser funcionário público, ter estabilidade no emprego e ser removível só por desejos pessoais.

 

Diz a velha história do dinheiro que, quando as sociedades começaram a se organizar e surgiram os fenícios com suas galeras promovendo a troca de seus produtos por outros de suas necessidades, surgiu o dinheiro e, para confeccioná-lo, padronizando-o de país para país, criaram a Casa da Moeda, que os mandatários detinham a chave, até que surgiu o PT e a porta ficou aberta...

 

É muito difícil ser comerciante. Criaram, nos tempos modernos, até o SEBRAE, para saber como se forma ou se orienta novo empresários, através de micros e pequenas empresas. Ocorreu um fato curioso, de 10 empresas que abriram , após orientação do novo órgão, sete fechavam as portas antes de completar um ano, pela mais absoluta falta de criatividade, aptidão para comercializar, ter que enfrentar mês a mês 71 obrigações ficais e parafiscais, dentre as quais o SEBRAE faz parte desse conjunto formidável do empreendedorismo às avessas...

 

Se ninguém nasce om a estrela na testa dizendo que ele vai ser um comerciante, pelo menos um fato inusitado acontece quando ele se estabelece: recebe o epíteto de ladrão, até antes mesmo de abrir as portas do mais modesto estabelecimento, quando na verdade o maior ladrão é o próprio governo ao instituir 71 obrigações fiscais e parafiscais , a maior carga tributária do mundo e as mais estúpidas obrigações acessórias que nem um contador fantasiado de mágico será capaz de decifrar o violento esbulho autoritário montado pela pior burocracia do mundo.

 

O comerciante vive para comprar e vender, fazendo do chamado giro comercial, a circulação da riqueza das nações, o dinheiro.

 

Quem entra num supermercado e encontra gôndolas  arrumadas com 50, 70 mil produtos diferentes, numa farmácia, numa loja de calçados, num modesto empório, um armarinho, deve exclamar com seus botões: “Coisa de loucos” e é verdade, num país de esquizofrênicos burocratas criando 42 mil leis e normas diferentes para atormentar a vida do empresário do comércio, daí a existência de 45 milhões de pessoas na informalidade e perto de 14 milhões de pessoas desesperadas com a perda dos empregos, sem se falar em 17 milhões de jovens sem emprego, sem estudo e se drogando.

 

Com a chegada do coronavirus (será que foi coisa de Deus? A Bíblia diz que não cai uma folha sem que Ele queira. E o coronavirus? Pois o comerciante, principalmente, está pagando pecados pela presença do coronavirus, porque os governantes malditos não querem que as atividades empresariais funcionem, no Brasil, desde que o Bolsonaro conceda auxílios para um bando de incapazes funcionais em cargos da administração pública façam tudo para destruir o governo Bolsonaro, porque não quer deixar ninguém roubar os cofres, mas percebem salários integrais,

 

Manipulados pelo Supremo Tribunal de Justiça até os incapazes de administrar um botequim têm raiva do comércio funcionando, daí a confusão estabelecida no país, onde empresários e trabalhadores estão nas ruas clamando pela abertura dos seus estabelecimentos comerciais. A manifestação dos empresários de Guarapari foi um negócio eloquente. Quem tem pena do comerciante? Casagrande? Os vermelhinhos no poder?

 

 

 

 

 

 


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