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O divertido Meneghelli.

11/02/2021

 

O ex-prefeito de Colatina, Jair Meneghelli recusou o convite do prefeito de Vitória para ser seu secretário de Cultura. Diz o noticiário que a recusa é porque o ex-prefeito “almeja”, todo mundo tem direito de almejar (e como ...) ser candidato a governador do Estado em 2022, com o apoio do presidente  Jair Messias Bolsonaro (que nada deve saber sobre o assunto que a nossa imprensa anda dizendo, com objetivo de “queimar” a figura extrovertida do sr. Meneghelli que, à falta do que fazer na prefeitura  de Colatina, ou talvez porque do lado de fora estava mais fresco, realizava alegremente as funções de jardineiro, gari e outras atividades simples do município que administrava, numa prova cabal de que, querendo, há tempo de sobra...

 

Soube, através de uma amiga colatinense, que o ex-prefeito pretende ser candidato a governador do Estado, para mostrar a essa gente metida a besta o que é simplicidade.

 

Conforme o quadro de candidatos que desabrochar da política capixaba no próximo ano, vou fazer uma forcinha para o ex-prefeito colatinense, só para ver a cara de besta dos demais candidatos que se apresentarem.

 

Informou minha amiga que o sr. Meneghelli entendeu o convite do prefeito de Vitória, Pazolini, convidando-o para secretário de Cultura do município de Vitória foi com a intenção de apagar seu brilho popular diante da falta do que fazer numa capital que nada existe em termos culturais, objetivando atrair turistas, começando, não com um homem do interior que soube muito bem avaliar que a capital do Estado nada tem para se divertir do que as praias de Camburi, Curva da Jurema e o Shopping Center Vitória ,e o Centro Cultural SESC-Glória, isso quando o governador acorda tarde, esquecendo de atrapalhar o desenvolvimento do Estado, fechando o comércio.

 

Não sei quem foi o autor da sugestão ao prefeito Pazolini para convidar o ex-prefeito de Colatina para ser secretário de Cultura de Vitória, mas que o Meneghelli soube tirar partido do convite, lá isso teve, negando participar de uma função num cargo decorativo da capital onde as autoridades têm raiva de trabalho.

 

 

 

 

 

 


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