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A arte de intimidar.

14/02/2021

 

Ainda tem quem imagine que existe imprensa no Brasil. Na sua primeira página, edição de terça-feira, dia 09 de fevereiro de 2021, a Folha de São Paulo, que ainda pensam tratar da “grande imprensa”, traz notícia com o seguinte título: “No início, Biden não deve impor sanções ao Brasil”, prosseguindo: “As primeiras ações de Joe Biden com relação à Amazônia serão tratadas com diálogo e não deverão envolver sanções contra o Brasil. Apesar da pressão de ativistas, a ordem na Casa Branca é apostar na colaboração para frear o desmatamento”.

 

O Brasil, pelas suas características geográficas se constitui na maior fronteira agrícola do mundo, pela sua abundância de solo mecanizável, insolação capaz de produzir até três safras de cereais por ano, além de possuir as maiores reservas de água doce *(potável), tristemente abandonadas à própria sorte.

 

O que está em jogo é a soberania do Brasil sobre sua Amazônia legal. É o mais rico e importante território coberto de vegetação do mundo que, como dizem os grandes especialistas, tem um tempo de duração (de vida) e precisa ser reflorestada, dentro do processo de que “nada dura para sempre”, o que os pseudos ativistas famintos por notoriedade não “admitem”, por serem obtusos.

 

Todos países do mundo desmataram, retiraram suas coberturas vegetais primárias, ordenaram reflorestamentos com essências nativas ou exóticas, como no nosso caso de extensas coberturas florestais, à base de eucaliptos (florestas homogêneas) e alguns experimentos com reflorestamento heterogêneo (tipos diferentes de espécies primitivas) de crescimento demorado, por serem consideradas “nobres”.

 

Essas imposições conservacionistas não ocorreram com a Europa, os Estados Unidos, a velha África, Birmânia, devastados pelos ingleses, europeus diversos, e outros territórios explorados até a exaustão.

 

Ninguém morre de fome. Pode passar graves necessidades por declínio de produção ou por pobreza territorial, como os cubanos, chineses, japoneses, de outras nações que não possuem solo adequado a certos tipos de plantio, não possuem a diversidade de clima brasileiro, um negócio raro no mundo.

 

Pode, forçado pela demagogia dos socialistas vestidos de “democratas” fazerem como que o governo americano venha cagar regras no nosso terreiro, mas ele precisará do Brasil como seu tradicional aliado do que ver o Brasil voltado com maior entusiasmo para o lado da China.

 

Pode pensar a Folha de São Paulo que está prestando um grande serviço ao país com suas futricas intimidatórias, mas o sr. Biden ou qualquer governante equilibrado sabe que, para onde o Brasil pender, a América Latina seguirá.

 

 

 

 

 

 


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