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O dia que o petrleo acabar.

16/02/2021

 

“O dia que o corona acabou”, sátira do humorista Tom Cavalcanti, com base numa música de Fagner, é de matar o sujeito de rir, como ele descreve as patifarias patrocinadas por alguns políticos com a compra e medicamentos e produtos diversos como equipamentos para atender a população atingida com o coronavirus.

 

O Brasil é conhecido como o país da “correção monetária”, a favor das cobranças públicas de impostos. Tudo no Brasil é motivo para empanturrar os cofres públicos de dinheiro, extorquindo da população, para satisfação de um monte de nababos (nababos é um termo banal, para não dizer ladrões) que enriquecem da noite para o dia, às custas de trapaças, negociatas indecentes, pouco se importando com a morte de ilhares de pessoas.

 

No país da correção monetária e do chamado dólar flutuante, onde tudo é cotado na base do dólar da balança comercial, estamos consumindo desde que surgiu no mundo os motores abastecidos por derivados do petróleo, com os preços mais elevados do mercado mundial, onde os governos estaduais cobram de ICMS quase 28% pelo preço do litro de derivado de petróleo, que adquirimos nas bombas, fora os chamados royalties pagos a estados e municípios com base em suas produções de ladroagem....

 

O nosso festejado cômico Tom Cavalcanti, com sua sátira, “O dia que o corona acabou” nos diz que vai terminar a farra dos ladrões de recursos públicos para comprar vacina e equipamentos para o combate ao corona e, chegará o dia (que seja o mais breve possível) que iremos festejar o fim do petróleo, que será utilizado apenas como produto lubrificante e extração de cerca de 80 derivados químicos, sendo a maioria destinado para a indústria farmacêutica, produção de remédios.

 

Nossos administradores públicos ainda não pararam para pensar que o Brasil é um país inigualável, por formidáveis características que nenhum outro tem, como isento de terremoto, maremotos, vulcões, abalos sísmicos, tufões, nada que não seja normal provocado pela chamada fúria da indomável natureza.

 

Quando o petróleo acabar, será um grande dia para a sociedade brasileira. Montes de servidores públicos, de vários quilates, desaparecerão, pela incapacidade de não saber amealhar riquezas, de não querer construir o próprio futuro.

 

Somos burros por natureza.

 

 

 


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