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Teorias e falta de trabalho.

18/02/2021

 

A beleza do mundo está em ele ser redondo, ter noites e dias e todos serem iguais diante da morte.

 

Terminada a Segunda Grande Guerra, em 1945 surgiram os economistas com suas teorias, como a elaborada por Thomas Robert Malthus, onde afirmava que o crescimento populacional superaria a oferta de alimentos, gerando a fome e a miséria no mundo. Malthus foi um importante economista inglês, o primeiro a desenvolver a teoria sobre os perigos e os problemas do crescimento desordenado das populações e a baixa oferta de alimentos.

 

No Brasil, como em outros países, e mesmo na Inglaterra, surgiram opiniões diferentes, como a do nosso economista Josué de Castro, com seu “combate ao neomalthusionismo”.

 

A lembrança da figura de Thomas Robert Malthus foi montada com medo, já naquela época, do que seria normal a expansão dos cultivares de cereais, alimentos diversos, notadamente no Brasil e na África, prejudicando a economia europeia e, mais exatamente, os ingleses, que ainda detinham a maior extensão territorial do mundo, o chamado “império onde o sol não se punha”, visando também o estancamento do desmatamento no Brasil, com vista a expansão da agricultura, numa pressuposição de que poder-se-ia, através da ONU, que nascia, tolher-se o avanço, de nações latinamericanas , como em parte tem conseguido, através das ações grevistas da Internacional Socialista e com as denúncias mentirosas de centenas de ONGS, vindo depois o trabalho da Bemfam, programa das Nações Unidas, com objetivos de “educar” a sociedade para o controle da natalidade, evitando a proliferação de filhos “indesejados”, surgindo depois a praticidade através da distribuição dos chamados anticonceptivos (ou anticoncepcionais).

 

Tudo deu errado. Dos perto de 4 bilhões de pessoas existentes no mundo no final da década de 40, saltamos para uma estimativa, de 7,8 bilhões, em julho de 2020, pela ONU, mas com excesso de produção de alimentos, mal distribuídos, o que os economistas de aluguel não ”souberam” prever...

 

Os problemas sociais da atualidade mundial, podemos chamar, como responsável, o aprimoramento tecnológico, a máquina substituindo o ser humano nas mais variadas atividades, sem que os braços liberados pelo avanço da chamada globalização não fossem direcionados ou preparados para outras atividades primárias, como a produção de alimentos, fazendo a modernidade impedir o retorno às origens das populações que abandonaram os campos, provocando o favelamento e a criminalidade.

 

Como os governantes, ordinariamente, são incapazes e inconsequentes, não incentivam o desenvolvimento agropecuário para avivamento da produção de alimentos, como baixar o custo da produção, diminuindo impostos e juros, pesando sobre os produtores insuportáveis ônus, para manter uma impressionante massa de burocratas, como a presença imoral dos ladrões na política nacional.

 

 

 

 

 

 

 

 


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