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O caso Meneghelli.

19/02/2021

 

Em primeiro de janeiro último terminou o mandato do prefeito de Colatina, do jovem Jair Meneghelli, descendente de italianos que para ali foram nos tempos difíceis, no século passado, como muitos outros, para as lavouras de café, sendo que o município, por extensão geográfica, foi o maior produtor de café do mundo e um dos responsáveis, no governo militar de Costa e Silva, pela criação da CODES-CREDIT – que deu origem ao BANDES- Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo.

 

Meneghelli surpreendeu a todos colatinenses por uma firme decisão pessoal, de não buscar a reeleição, negando-se a atender a convocação do seu partido, amigos e de todos aqueles que admiravam o modo de administrar do jovem político.

 

O prefeito de Vitória, recentemente eleito, também descendente de italianos, Lorenzo Pazolini, pelo sucesso do seu ex-colega colatinense convidou-o para ser secretário de Cultura da Prefeitura da Capital, o que Meneghelli agradeceu o convite, recusando-o.

 

Meneghelli, antes de deixar a prefeitura de Colatina foi fazer uma visita ao presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, outro filho de imigrantes italianos que assumiu a presidência da República com uma proposta inovadora, em termos de política nacional, não permitir que ninguém roubasse os cofres públicos, e está cumprindo sua palavra, revolucionando a administração pública com a realização de obras que têm sido prometidas pelos políticos desde que o Brasil teve sua proclamação da República, um tanto melhor, há 126 anos.

 

O prefeito colatinense, também foi um ferrenho defensor dos cofres públicos municipais, não permitindo que roubassem e, no apagar das luzes do seu período administrativo foi recebido pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, dando-lhe uma camisa onde estampava os seguintes dizeres: “Eu amo Colatina”. O presidente da República, outro extrovertido, tirou o paletó e vestiu a camisa do “Eu amo Colatina”, que estava recebendo de presente.

 

O prefeito de Vitória, sr. Pazolini, não convidou o ex-prefeito de Colatina para ser Secretário de Cultura de Vitória sem saber que os sonhos políticos do seu colega Meneghelli é ser futuro candidato a governador do Estado do Espírito Santo ou Senador da república e, ocupando um cargo político em Vitória demonstraria estar na função com objetivo de se promover, o que seria indelicado ou até mesmo irresponsável, procurando buscar seu crescimento com esforço próprio. De uma forma ou de outra, para governador ou senador, já temos em quem votar no próximo pleito, diante das nulidades que aí estão.

 

Podem crer. Tem muito político tremendo nas bases, esperando para qual cargo o sr. Meneghelli irá concorrer. Dizem que a vontade dele é realmente ser candidato a senador. Que vai ser divertido, vai. Fará um grande sucesso, pela sua coragem de dizer verdades.

 

 

 

 

 

 


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