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Difcil entendimento.

01/04/2021

 

Fatos curiosos, alguns até meio esnobe, como aquela senhora que, às 9:00 horas, sentada numa cadeirinha de armar, na Praia de Camburi, deserta, debaixo de um chapéu de abas largas, lia um livro. Dois policiais, girando seus cassetetes, cercaram a mulher, para que saísse da praia, fosse para casa. A mulher ponderou que estava solitária, tomando sol, lendo, um caso raro neste mundo de modernidade burra, mas os policiais do Casagrande foram implacáveis. Teve um que foi arrastando a cadeira da mulher, como se fosse um trapo velho.

 

Mais adiante, um jovem, de uns 15 anos, se muito, brincava à beira mar com uma prancha de surf, com os policiais querendo que ele saísse de dentro d’água, fosse embora. O garoto relutou um pouco como qualquer amante da liberdade. Os policiais pediram reforços e lá veio uma RP com mais policiais, para dar apoio aos cumpridores do decreto aberrante do “professor” Renato Casagrande que, para desespero seu, carrega um monte de apelidos às costas, alguns impublicáveis. O futuro do ostracismo político o aguarda, ano que vem...

 

Tenho dificuldades de entender a burrice alheia, como se não bastasse a minha! Se morre tanta gente de coronavirus, como os leitos hospitalares estão cheios, escassos? Será que essa matemática está certa ou é proposital, para engambelar o Bolsonaro?

 

Um dia essa gente que assomou ao poder com atos ditatoriais vai ser acusada de promover um genocídio através da intimidação, para que as pessoas fiquem em casa, usem máscaras, respirando seu próprio ar, viciado, sem renovação satisfatória.

 

Não sei até quando essa patifaria de mandar o comércio cerrar suas portas, falam de um tal de lockdown idiota, numa imitação sem fim, quando deveríamos estar inovando em contato social à meia distância, enquanto nas favelas a moçada se distrai com grandes bailes funk, onde a Polícia não vai porque não é bem-vinda.

 

Estamos vivendo em tempos difíceis de se compreender.

 

 

 

 

 


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