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O futuro pode estar perto.

03/04/2021

 

Tenho um velho e acalentado amigo que é morador das montanhas da Serra do Mar, lá pelas bandas de Domingos Martins, onde talvez resida uma das mais simpáticas e educadas comunidades do Estado. Conversando outro dia com o amigo, dizendo dos avanços que se observam na BR 262, depois que o presidente Jair Messias Bolsonaro tomou posse, ele teve uma resposta curiosa: “Olha rapaz, se o Brasil tivesse cu, o Espírito Santo seria o cu do Brasil. Vejam que, há mais de 55 anos comprei meu sítio nas montanhas, porque adoro morar nelas. Ocorre que, a rodovia era de chão, não se falava em BR 262, DENIT, nada disso. Quando chovia, era uma merda. Depois dos anos 60, com a história do Movimento Militar de 64, vieram as máquinas, com o asfalto até Venda Nova. Alimentar empreiteiro de estrada no Brasil é uma desgraça. Até hoje os pare-siga são um tormento. A “garganta” estreita da Polícia Federal no trevo de Viana é um negócio deprimente e, nos pontos mais inúteis, ainda existem limitadores eletrônicos de velocidade que o presidente Bolsonaro prometeu desligar, mas a justiça não deixou, por obra e graça não sei de quem. Em qualquer lugar do mundo que o governo tivesse interesse em desenvolvimento do turismo, a BR 262, como qualquer BR, deveria ter quatro faixas, no mínimo. Aqui, ou tem caveira de burro enterrada ou casco de tartaruga, porque não saímos desse estágio de cu do mundo”.

 

Lembrei da história de Morro do Coco, entre o Estado do Espírito Santo e Estado do Rio, onde tinha uns seis quilômetros de estrada que não acabava nunca, tinha o local o apelo do de “Engorda Empreiteiro”, anos e anos carros sendo puxados por tratores que ficavam ali, nos períodos de chuva, cobrando os olhos da cara para tirar os carros atolados.

 

Quando assumiu o governo, acompanhei o governador Christiano Dias Lopes Filho ao presidente Castelo Branco, onde implorou que colocasse um fim àquela imoralidade. O presidente chamou a seu gabinete o general Juarez Távora, que era o ministro de Viação e Obras Públicas, dando-lhe 60 dias para pôr fim ao atoleiro conhecido como “Engorda Empreiteiro”. O ministro pôs fim à imoralidade em menos de 60 dias.

 

Domingos Martins, com um pouco de boa vontade, de coragem e determinação do Governo Bolsonaro poderá se transformar numa espécie de bairro da capital, integrante da Grande Vitória. Talvez, quem sabe, poderemos fazer o trajeto para trabalhar lá ou aqui, subindo e descendo a serra numa estrada decente. Um dia...

 

O turismo e o desenvolvimento vão agradecer.

 

 

 

 

 


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