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O super-homem.

05/04/2021

 

A humanidade é tola, fácil de ser enganada. Vejam que, surgiu no Brasil, lá pelo Sul, mais precisamente em Curitiba um juiz federal, vestindo uma indumentária de super-homem, aquele cara dos filmes e histórias em quadrinho do imaginário do povo americano que, sem pressa, da maneira que surgiu, escorado por 12 procuradores e a Polícia Federal de plantão, prestando um dos mais importantes serviços à Nação, evaporou-se!

 

Pois é o “novo” super-homem, brasileiro nasceu com o nome de Sergio Moro. Era o terror, um caça ladrões dos cofres públicos que, realmente, no mundo não teve igual. O procurador americano e seus companheiros, que trancafiaram Al Capone, passaram a ser aprendizes de Sergio Moro e, sinceramente, exultava de contentamento em vê-lo, quem sabe, um dia presidente da República. Seria uma façanha tão grande, mas não impossível. Quando via, na esplanada dos ministérios em Brasília, aquele boneco de 15 metros de altura representando nosso novo herói vestido de super-homem, pensava lá com meus botões: - está perto de livrarmos o Brasil dessa corja de ratazanas. Ledo engano. Felicidade dura muito pouco.

 

Vieram as eleições, elegemos Bolsonaro com a nova esperança e a felicidade se multiplicou, quando ele chamar o super-homem Sergio Moro para ser Ministro da Justiça.

 

A vaidade é uma merda. Antes de esquentar a cadeira, o super-homem foi inflando até estourar, com os elogios dos puxa sacos e, depois, as traições com seu jogo com os inimigos do nosso Governo, para galgar o poder, não as custas do mérito, mas de demérito, da traição, até que o Fachini, Toffoli, Alexandre Moraes deu um traque, destruiu com o Lava Jato e inocentou o “Ali Babá” e os 40 ladrões em abnegados senhores maltratados pelas irregularidades praticadas pelo juiz Sergio Moro e seus seguidores.

 

Condenado em primeira e segunda instância. Confinado e reconfinado com todos seus crimes pela Suprema Corte de uma hora para outra o ladrão de uniforme de presidiário, entra pelas portas principais do palácio e, com sua cara de pau d’água; berra:

 

“Eu sou eu! O resto é bosta. ”

 

Viva o Brasil. Viva Suprema Corte.

 

 

 

 


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