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Fazendo-se do que no .

07/04/2021

 

Inda bem que não dei para ser político. Não é só no Brasil, mas é a arte do exercício da mediocridade.

 

Para se eleger, o político sai catando votos de forma cínica e atabalhoada. Nenhum político se elege se não exercer a subserviência ao eleitor. Eleito, se tranca nos palácios, não deixa uma greta de porta ou janela, para não permitir que o ar refrigerado escape ou vozes do exterior atrapalhe seu raciocínio para “realizar negócios”. Quem viu nesses novos tempos de mediocridade no poder, um político andando no meio do povo, tipo Bolsonaro, sem ser acoimado de ladrão? É um sujeito meio raro, meio doido, mas é um teste de coragem, de mostrar ser igual a quem votou nele.

 

Tem político, um simples vereador de uma biboca qualquer, exige ser chamado de doutor, excelência, embora não saiba botar o assento no o! Só se for na areia, mas, arrota uma empáfia de dono da verdade e, invariavelmente, passa a ser um chefe de quadrilha, um refinado ladrão…

 

Não precisamos ir muito longe para assistirmos as sandices dos políticos.

 

Veem as eleições. Com dois anos de antecedência, o novo candidato vem com um saco de promessas às costas. Um Papai Noel de fantasia, com suas mentiras, suas promessas, vendendo ilusões e, quando saem do poder, estão ricos, com fazendas, carros, prédios diversos, que a sorte política abriu-lhe as portas dos cofres públicos, para pilha-los de forma imoral, cruel, pelo volume dos roubos.

 

Transposição das águas do rio São Francisco,trem bala, estádios milionários superfaturados, saneamento básico a peso de ouro, pontes invisíveis, asfalto pra fazer de contas, obras faraônicas em outros países, para agradar parceiros ladrões e comunistas, com o objetivo inconfessáveis, via Odebrecht e outras organizações criminosas que sobrevivem com o maior cinismo às decisões judiciais.

 

Mas essa gente ladrona, sem escrúpulos, que começa obras e não termina, saem do poder aos empurrões, com o povaréu atrás – ladrão, corrupto- filho da puta- cheios de “modernos” epítetos desbocados às costas e, estranho, depois de quatro anos, voltam, se elegem e quando não podem mais, as vezes até de trás das grades, tenta eleger um poste no seu lugar, um merda sem luz e personalidade próprias, um pau mandado, para fazer o que lhes manda.

 

O povo que se dane, que vá plantar batatas, porque a classe política quer mesmo é se locupletar. O político serve de escola para formar ordinários e ladrões.

 

 

 


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