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Atrapalhado no pressuposto.

14/04/2021

 

Qualquer pessoa, quando galga uma certa posição na vida, mercê de muito esforço (Como um empreendedor) ou não, parte do pressuposto de que sabe tudo. Existem os que realmente sabem. Outros querem fazer seus semelhantes de bestas, como é o caso dos políticos.

 

É importante, quando alguém necessita sentar-se à nossa frente para contar suas necessidades, o drama por que está passando, devemos colocar de lado nossas presunções, nossas arrogâncias e, num instante apenas, mergulhamos no pensamento dos nossos semelhantes, como está acontecendo no presente momento, onde milhares de pessoas estão morrendo pela chegada de um vírus que veio, parece, para ceifar muitas vidas e outras, que poderiam ouvir mais, serem mais condescendentes com os que sofrem, sem estabelece o pânico, afligem os aflitos, sem imaginar que estão destruindo famílias e a base da economia do país, do estado ou de um simples município, pela falta de planejamento, responsabilidade e saber ouvir, diálogos.

 

Sejamos bem justos. Quando o coronavirus surgiu na esquina, no começo do carnaval de 2020 no Brasil, através de pessoas infectadas que chegavam da Itália e desembarcavam no Aeroporto de Guarulhos, São Paulo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, botou a cabeça para funcionar e promoveu uma racional distribuição de recursos específicos para, as áreas de saúde, para montar hospitais de campanha e aquisição de equipamentos, principalmente respiradores artificiais com objetivo de atender multidões e, depois, ajuda financeira para os necessitados.

 

O que se assistiu no Brasil foi um negócio chamado de inusitado. Compomos uma das sociedades mais corruptas do mundo, onde nossos administradores, como se diz na gíria, dão nó em sereno para ludibriar a sociedade incauta, imaginando que, vendo tanto dinheiro disponível, poderiam enganar o Governo Central que, antes, fez uma advertência: iria cobrar não só resultados, mas a aplicação dos recursos transferidos para uma aplicação objetiva, combate ao coronavirus.

 

Não vamos negar que estamos diante de um presidente da República diferente dentre todos que passaram pela presidência do país nos últimos 200 aos (quem quiser que rebusque a história), prometendo não deixar ninguém roubar os cofres públicos, e está cumprindo a promessa, daí a razão de uma tremenda coincidência das chamadas “classes dirigentes” serem contra suas idéias, desancando-o impiedosamente, invertendo todos seus atos justamente corretos como inverdades, quando estamos diante de um governante absolutamente correto.

 

Prega o presidente Jair Messias Bolsonaro a liberdade de locomoção das pessoas, com responsabilidade no afastamento, na assepsia, mas sem trancar o funcionamento da economia, caso contrário não se preservarão vidas com o enclausuramento, facilitando a propagação do vírus e, pior, destrói a economia nacional, das pessoas que têm seus negócios.

 

À falta de uma ação planejada para o funcionamento da economia, aliada à aplicação dos recursos que foram disponibilizados para área de saúde, da prevenção contra o coronavirus, o que vimos foi um vergonhoso ato de insanos candidatos à presidência da República, até do nosso combalido governador Renato Casagrande, que foi apontado como uma das “novas lideranças nacionais”, quando não passa de um desastrado administrador, sem que lembrassem que ele não foi nada bom, quando exerceu  mandato anteriormente, mormente agora, quando trouxe decretos infectados com outra cepa virótica, do Amazonas e Curitiba, num ato de “humanidade”. A quem? À vaidade de aparecer?

 

Assistimos, desgraçadamente, a falência de milhares de empresas que se espalham pelo país. Alguns nascentes empresários se amofinando em dívidas, sem poder honrar seus compromissos, e o governo criando o pandemônio administrativo com um lockdown arrogante, dentro de um pressuposto de que sabe tudo, mas não sabe o que deverias saber o que fazer com os recursos recebidos para salvar vidas, adquirir equipamentos, montar hospitais, contratar mais pessoal.

 

Como recuperar o tempo perdido?

 

 

 


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