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Saco de maldades.

16/04/2021

 

Com a chegada do coronavírus, o governador Renato Casagrande surgiu no cenário político capixaba como uma espécie de papai Noel às avessas. O bom velhinho Noel, criado pela arte comercial, transmudou-se para o imaginário de um dos maiores propagadores do comunismo em terras capixabas, com um perverso instinto destruidor de boas intenções, com suas ações descabidas, importados não sei de onde, mas com objetivos definidos, acabar com a economia de mercado. É o socialismo “caboclo” à vista...

 

Enganador, o Sr. Casagrande não usou, uma unanimidade, um seleto grupo de seguidores para aparecer, travestido de papai Noel fora de época, com o saco cheio de coronavírus às costas, para ameaçar a população indefesa, trancafiando-a em suas casas, enquanto deita e rola na TV, na sua indumentária esquisita, com o saco cheio de maldades.

 

Fechando estabelecimentos comerciais diversos, bancos, impedindo alunos de irem as escolas, suspendendo o sistema de transporte urbano, Casagrande deve imaginar, lá com seus botões: “Está vendo putada! Eu sou eu, o resto é bosta!!! “, esquecendo-se do amanhã, embora lhe ofereçam, como consolo o “título” de candidato a candidato à presidência da República, indo buscar em Lula, morto político que esqueceram de enterrá-lo, acompanhado de refinados ladrões da pátria, com objetivo de enganar, a quem? Apenas companhia de devaneios?

 

O cerceamento das liberdades individuais, das estúpidas medidas antieconômicas, com objetivo de destruir o Estado, para jogar a culpa no Presidente Jair Messias Bolsonaro, o que é feito até com a participação de figuras da Suprema Corte e outros governadores, nos parece uma loucura, de pessoas alucinadas pelo poder, que pouco estão se importando se a Nação, o Estado, a economia nacional e o próprio povo, explodam numa flagrante miséria, , num estado de insolvência que não existem paralelos na história moderna, a não ser em Cuba, com Fidel Castro, na Rússia, com Stalin e na China com o maluco Mao Tsé Tung e sua família de tresloucados pelo poder.

 

Não sei se há campo, na atualidade brasileira, do povo ficar a favor de genocidas e ladrões da pior espécie. Não damos para sermos conduzidos por tiranos. Parece que a tolerância ou a paciência estão a ponto de esgotarem-se.

 

Vamos ver até onde vai Casagrande e seus companheiros com esse saco de maldades, às costas.

 

O que admiro é a passividade, até aqui, com que, povo, Forças Armadas e empresários suportam o que governadores estão fazendo com o país e sua economia, porque o lockdown e os horários malucos para as atividades econômicas, como o cerceamento da liberdade de ir e vir nada impediu que o coronavírus matasse mais pessoas, destruindo o emprego da sociedade, a falência das atividades econômicas, quando a certeza é, mais dias menos dias, poderá ocorrer uma inesperada (mas destruidora) intervenção. Aí, vai ser o salve-se quem puder.

 

 

 


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