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Lutando contra a intolerncia.

02/05/2021

“Tem males que vêm para o bem”, diz velho refrão. Precisou que surgisse no mundo a epidemia do coronavírus para que conhecêssemos melhor as pessoas, como médicos e paramédicos abnegados, pessoas de modestos conhecimentos, mas profundamente humanitários, distribuindo alimentos para milhares de desempregados, e um batalhão de cientistas buscando, numa luta desesperada, a descoberta de um antídoto capaz de inocular pessoas e combater a propagação da terrível enfermidade.

 

Surgiu de tudo! Falsos médicos, falsos cientistas, falsos enfermeiros, vigaristas e até refinados ladrões, que malbarataram os recursos advindos do Governo Central paras o combate a pandemia, mas que acabaram escondidos no forro de algumas casas de autoridades sanitárias, em gavetas falsas, fundo de armários, nas cuecas etc., tudo fruto da mente humana, a serviço da ladroagem.

 

Assistimos, de forma ultrajante, a Suprema Corte definir, estupidamente, como responsabilidade de governadores, o que a Constituição define como sendo dos prefeitos, o Poder de Polícia, o direito de estabelecer normas de funcionamento das atividades empresariais, essenciais ou não.

 

Montou-se em cada Estado, com acumpliciamento de quase todos municípios, uma espécie de maldito suplício para os que precisam trabalhar, para sua sobrevivência, de suas famílias e até dos seus abnegados empregados, como nunca se assistiu no país. Coisa de loucos.

 

Vimos, entidades de classe de empregados e trabalhadores se calarem, se esconderem atrás da figura tosca de governadores metidos a socialistas, de montarem uma política espúria contra o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, como se fosse ele o único culpado do surgimento do coronavírus, da imoral decisão monocrática do Presidente da Suprema Corte e até da incapacidade gerencial de governadores que, totalmente divorciados ou ignorantes mesmo de suas responsabilidades, para engrossarem as fileiras daqueles que, lastimavelmente, são contra o Brasil. Espécies de viúvas de Lula, disfarçadas de gente, mas com objetivos sórdidos, de destruir os princípios da nacionalidade brasileira. Até uma CPI imoral, foi montada no Senado.

 

Mas, ao meio dessa imoral tragédia, onde a classe política nacional chegou ao último degrau da indignidade, surgem alguns destemidos, corajosos, determinados, para combater os oportunistas, os vigaristas, como o caso da figura notavelmente humana, corajosa, de José Lino Sepulcri, presidente do Sistema Fecomércio (Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado do Espírito Santo), para mostrar à sociedade até que ponto um líder empresarial poderia chegar à luta contra a intolerância ,de forma  exaustiva, para mostrar à sociedade que as ações governamentais, as controvertidas ou amalucadas aberturas das atividades comerciais estavam matando o empresariado, liquidando com a economia do Estado, destruindo a vida de sacrifícios de milhões de empreendedores.

 

Respeitável, responsável, um pigmeu lutando contra os poderosos da política que ainda remam contra os empresários que se debatem, para não sucumbirem à maior tragédia econômica do país. José Lino Sepulcri, presidente, resoluto, indormido, até, sustentou a defesa do empresariado, mostrou a tragédia que se abateria sobre os mesmos, merece ser reconhecido como um bravo lutador. Contra a indignidade, a desfaçatez, a falta de sentimento humano.

 

 

Pelo menos, um prêmio à bravura desesperada de José Lino Sepulcri , na defesa do empresariado capixaba, o que todos podemos desejar, pelo que as autoridades, fingiram não ver.

 

 

 

 


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