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A Frana beira da revoluo.

04/05/2021

 

O espírito latino, das periódicas instabilidades políticas pairam também sobre a França, fazendo reviver a intervenção militar do pós-guerra, sob o comando de Charles De Gaulle, que teve que usar mão de ferro para impor a ordem.

 

Nos países agitados por um contumaz processo de imoralidades administrativas, como a América Latina, como um todo, onde se assentam dirigentes os mais devassos, mais ordinários, como a Família Castro, em Cuba e Evo Morales na Venezuela, onde imperam, por trás de um socialismo de mentiras, vicejam processos de corrupção endêmica, com imensos e notórios líderes comunistas, como na Rússia e China, os maiores milionários do mundo.

 

A situação na França veio com a eleição de Emmanuel Macron, meio comunista, meio Dórea, prefeito de São Paulo, impondo o desarmamento da polícia francesa, permitindo ataques de marginais aos batalhões que iam às ruas de mãos abanando, para conter as ondas dos racistas que vieram de possessões africanas e que buscam seus direitos de povos colonizados.

 

A convocação de militares, através da Legião Estrangeira, para impor a ordem, não tem valido praticamente de nada. As cidades estão tomadas por desordeiros, ladrões que estão impondo suas ordens no lugar da autoridade governamental.

 

Um manifesto, assinado por militares das forças efetivas da França alertam para o perigo iminente de um colapso institucional de grandes proporções, podendo até ocorrer mortes, para trazer o povo à sua costumeira realidade.

 

A França está vivendo um momento muito delicado, de uma gravidade tão grande que há um temor de se ir às ruas, diante das possibilidades de ataques, promovidos por gente de fora, sem nenhum compromisso com os desejos pacíficos do povo francês.

 

Pode, a qualquer momento, o povo ser compelido a aceitar um ditador militar, para suprir a falta de Emmanuel Macron no campo administrativo.

 

 

 

 

 


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