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Revolta na madrugada.

17/05/2021

 

São 2h30m da madrugada do dia 12 de maio de 2021. Acordo depois de um impulso de sono de hora e maia e salto da cama com objetivo de colocar para o papel meus pensamentos e, meio estupefato com os acontecimentos que rolam pelo país, me pergunto: “Que país é este em que nasci? O que fizeram com meu Brasil. Quem manda e desmanda nesta formidável nação?

 

Um país onde uma decisão monocrática do ministro da Suprema Corte inverte preceitos constitucionais e entrega o controle da saúde pública à decisão de governadores estaduais mal e porcamente instruídos no campo da saúde, obrigando o governo federal a dar-lhes dinheiro para, alguns, cometerem os mais audaciosos crimes de ladroagem?  Nasci num país onde um ministro da Suprema Corte manda o Senado Federal, a mais alta casa congressual do país instaurar uma CPI da Pandemia, não com objetivo de buscar governadores e prefeitos ladrões, mas o presidente da República e ministros que não “cuidaram” bem do coronavírus?

 

Que país é este, minha querida mãe, onde um ministro da Suprema Corte determina que a polícia militar não pode subir morros, armada, para buscar marginais da mais alta periculosidade do mundo!

 

Com objetivo de destruir o presidente da República, que prometeu impedir que a classe política roube, armam todas tragédias sobre ele e até soltam um ex-presidente que foi preso por ladroagem, juntamente com seus 70 ou mais companheiros de pilhagem aos cofres públicos, como se fosse uma brincadeira, mas é, na verdade, um típico ato de vingança contra toda uma sociedade abandonada à sua própria sorte, onde o povo vai em peso às ruas, em pleno primeiro de maio pedir socorro às Forças Armadas, que auxilie o presidente Jair Messias Bolsonaro frear a pilhagem dos cofres públicos por bandos de ratazanas e acontece tudo ao contrário. Que país é este?

 

Com objetivos de resguardar a vida e a ordem da sociedade carioca, abandonada à sua própria sorte por governantes que se transformaram nos maiores ladrões do país, sucessores de Brizola, Benedita, Garotinho e sua mulher, Pezão e outros delinquentes, tidos e havidos como os maiores assaltantes de cofres públicos, um tal de Sergio Cabral, que ainda arrota ser descendente do português que descobriu o Brasil e, assim, pode pilhar as instituições públicas livremente e está condenado a centenas de anos de prisão, mas que deve ser solto por “bom comportamento”, para acompanhar o amigo Lula, nas suas farras, nos seus latrocínios. É o meu Brasil, conde a Polícia Militar não pode subir os morros e, quando é surpreendida por bandidos, revidam e mata 28, fortemente armados, tem que suportar a imprensa, a velha e moribunda imprensa dizer que “jovens indefesos” foram chacinados”, no mais completo desrespeito aos verdadeiros fatos? Por que?

 

Na terra onde imperam os ladrões de cofres públicos, assassinos os mais terríveis, narcotraficantes amparados por autoridades, por uma decisão monocrática, o empresariado está impedido de abrir seus negócios, as crianças de irem às escolas; a justiça impedindo que os prefeitos, que têm, constitucionalmente o Poder de Polícia, não possam autorizar o funcionamento das atividades empresariais, com objetivo de colocar o empresariado de joelhos, a sociedade com fome, quem trabalha, sem emprego e, pelas ruas jovens sendo humilhados, portando cartazes pedindo esmola, implorando por um prato de comida, querendo trabalhar, sem poder.

 

Este é o meu Brasil, país onde nasci. Esta é minha revolta íntima, diante da falta de justiça e governantes cruéis. Quem detém a força, parece, não entendem o sofrimento do povo, a tragédia que se abate contra a nação.

 

 

 

 

 

 


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