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Um ato humilhante

19/04/2018

Assistimos na quarta-feira, quatro de abril de 2018, a sequência de espetáculos “inéditos” da justiça brasileira, neste caso a apreciação de um habeas corpus formulado por advogados de Lula, para que ele não fosse preso, embora condenado por unanimidade em segunda instância.

Um dos grandes males desta nação, talvez o pior deles, é a má justiça, como ela promove espetáculos inacreditáveis, na TV, como do transmitido ao vivo, para que a nação assistisse como se trata com desvelo, até, um criminoso comum, mas que, por ser do PT, tenha sido presidente da República, por um grave lapso da consciência nacional, pode ganhar a complacência da maior Corte de Justiça. Numa decisão condenatória já em terceira instância, de seis a cinco votos, numa lengalenga infernal, como se tratasse de um semideus ao caminho do inferno, por absoluta “injustiça”.

Nordestino de Garanhus, Pernambuco, filho de pais pobres e analfabeto, Lula chegou ao poder mercê da mais absoluta irresponsabilidade de uma sociedade, com sua grande maioria composta de tão deslustrados eleitores como ele, Lula, eleito duas vezes presidente da República, destruindo a economia nacional com a distribuição de recursos com objetivo exclusivo de se perpetuar no poder e, quando foi peitado, quando trabalhava para se eleger presidente pela terceira vez, teve suficiente apoio da massa ignara para eleger sua pupila Dilma Roussef, em termos administrativos e culturais, uma tragédia, semelhante a ele.

Lula desconstruiu tudo aquilo que imaginou quando combatia o que, até então, estava no poder. Criou um “círculo de amizades” entre os maiores empreiteiros nacionais, os mais poderosos nomes do sistema bancário, tendo um bando de vassalos ilustres, lambendo suas botas e, pasmem, ilustres intelectuais de botequins a endeusarem suas imbecilidades, embora declarasse que nunca tinha lido um livro e se considerasse analfabeto de pai e mãe...

Se permitisse maior fôlego ao trabalho do juiz Federal Sérgio Moro, que prendeu metade dos dirigentes máximos do PT, até o chefão Luiz Inácio Lula da Silva, certamente que, se não toda, quase toda classe política brasileira irá para a cadeia, sendo necessária a construção de dúzia e meia de Papudas...

Assisti, no entardecer da minha existência, o mais indecente espetáculo da mais absoluta falta de justiça, do país, com a sessão do Supremo Tribunal Federal (a maior Corte de Justiça da Nação) buscando uma solução “amigável” para livrar da cadeia o chefe da quadrilha, Luiz Inácio Lula da Silva, o homem que nunca deveria ter governado o Brasil.

 

 

 


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O que nos restou

18/04/2018

O que leva um jovem, ficando maduro para a vida, se lançar candidato a deputado federal, senador ou até mesmo governador? Acho duas coisas: muita coragem de se meter no meio de uma classe de poucos escrúpulos ou, na pior das hipóteses, querendo se aventurar, sob a suposição de que todos políticos estão ricos e ele quer entrar na “onda” também...

Outro dia me apareceu um jovem que nunca imaginou ser candidato a porteiro de clube de futebol, que dirá político, candidato a deputado federal, onde precisa ter grande penetração, o que não seria necessário se estivéssemos no chamado Distrito Eleitoral, o que muito pouca gente política quer, pela ausência de fundo partidário, tendo em vista o diminuto território a ser percorrido pelos candidatos.

Tem quem entenda que, no próximo pleito devamos votar em quem nunca foi votado, jamais disputou uma eleição. Acho a medida interessante, mas é preciso combinar com o eleitorado.

Compomos um universo de 220 milhões de brasileiros e possuímos, contudo, 72% de analfabetos funcionais, que não possuem coragem e até mesmo conhecimentos básicos para repelir as candidaturas que não contribuem para o desenvolvimento econômico nacional.

“Todos nós vamos morrer um dia”, dizia meu pai, “mas é preciso saber morrer com dignidade...”

Que país vamos legar para nossos filhos? Essa coisa que aí está, atolada no processo Lava Jato? Com quem esperança vamos dormir, pensando no dia de amanhã?

Estamos assistindo, meio bestificados, um sujeito que governou o país, um desocupado, que nunca trabalhou, intimidando autoridade, pintando e bordando como um ditador de merda, sob a ótica que é apoiado pelo povo, quando não passa de um bufão, com seus sequazes, tão despreparados como ele.

A nação desconhece o prejuízo moral e financeiro que esse bufão deu aos cofres públicos. Destruíram a Petrobras, Banco do Brasil, BNDES, Caixa Econômica Federal, todos com formidáveis rombos, se equilibrando porque, como o país é dono delas, não quebram nunca, engordam uma massa de corruptos que, pasmem, vão para a cadeia, mas no outro dia a justiça os manda para a rua ou cumprir pena em suas residências.

O país tornou-se antro de gente ordinária, que não sabemos como suportá-las. Quem irá nos ajudar a por um fim a essa corja? As Forças Aramadas? Parece que só nos restaram elas.

 

 


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