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Areia movediça.

29/05/2020

 

Há um grave engano na atualidade política brasileira. Tem muita gente que anda brincando com fogo, imaginando que pode continuar fazendo suas trapalhadas, que nada vai acontecer, porque a condenação em terceira instância não chega nunca, para prender político ladrão.

 

Podem pensar, a vontade, que o presidente Jair Messias Bolsonaro é doido. Pode ser, mas não é burro, é apoiado visivelmente pelas Forças Armadas que não vão permitir que o Brasil se avacalhe internacionalmente, como andou com o dos governantes que entraram no governo após 1985. Não aspiremos nunca um contragolpe sob o comando das Forças Armadas, como aconteceu em 1964. Um contragolpe hoje deve ter consequências imprevisíveis. Qualquer pessoa, por mais desentendida em pesquisa de opinião pública sabe que mais de 80% da população apoia, de forma incondicional, a tomada de poder pelas Forças Armadas. Qualquer bisonho entendido em política sabe que temos uma Força Armada vigilante, com um serviço de inteligência importante, um dos melhores do mundo. A vida de cada parlamentar, ministro do Supremo Tribunal Federal, magistrados os mais diversos, todos são altamente conhecidos e vasculhados pelos órgãos de informações, até eu próprio! Será que essa gente que anda cometendo tanta asnice, promovendo achaques, pilhando os cofres públicos, ainda, ignoram tal fato?

 

Para salvar o Brasil, sua população de uma ação da classe política esquerdopata, as Forças Armadas trancam o país, ao exterior, em 24 horas. Todo mundo sabe que reside uma grande esperança nessa ação, mas as Forças Armadas relutam, não por medo, mas para preservar sua integridade de guardiã das instituições nacionais, até um certo ponto, enquanto a segurança nacional não estiver correndo risco. Se estiver, prestem atenção, os que estiverem praticando atos de corrupção, saiam correndo, atravessem as fronteiras com a incumbência de ficar uns 50 anos lá fora, escondidos. O contragolpe, se ocorrer, vai demorar uns 50 anos, ou mais...

 

As falcatruas que estão ocorrendo pelos estados, com realizações de aquisição de equipamentos e contratos de publicidade fajutos, abusando do momento de pânico e sobressalto nacional, previnam-se, vai dar em graves acontecimentos. Esperem.

 

O que estamos assistindo é alguns governadores, inteiramente divorciados da realidade, acharem que o comando da Nação está entregue às baratas. Ledo engano. Estão mergulhando numa areia movediça da corrupção que vai afastá-los para o resto da vida da política nacional.

 

A nação não suporta mais a ladroagem. Não existe medo das Forças Armadas de um a reação internacional. O Brasil não é a Venezuela, um país com Forças Armadas com espinha dorsal corrupta.

 

O país está apodrecendo. Mal negócio.

 

 

 


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Os percalços da saúde.

28/05/2020

 

Mutatis mutandis (mudando o que deve ser mudado...), a saúde brasileira parece até cachorro caído de mudança. Inexplicavelmente, o presidente Jair Messias Bolsonaro botou no comando do Ministério da Saúde o sr. Luiz Henrique Mandetta que, como a classe política é matreira, enfiaram uma mosca azul pela sua goela, que o homem, com a chegada do coronavírus, se transformou num pretenso candidato à presidência da República, pelo DEM ou não sei mais quem ... Não deu certo porque passou a ser manobrado pelo seu padrinho, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, vulgarmente conhecido como “Botafogo”, não sei por que! Para seu substituto o presidente convocou uma múmia que, embora não sendo egípcia, indiana, sei lá, falava para dentro. De máscara, virava um negócio feio, só faltava os pelos...

 

Em São Paulo, o metido a secretário da saúde é o próprio governador, outro candidato a presidente da República. Um boneco de feira vendendo remédio para matar vermes, destruindo a economia paulista e vai acabar sendo enterrado vivo, encontrando como mestre de cerimônia para suas asnices o prefeito Bruno Covas, com desculpa da má palavra, uma grandessíssima figura populista que faz uma tremenda força para imitar o pai, o sr. Mario Covas, que levou uma surra pública dos petistas, quando era governador de São Paulo, tudo armado pelo PT.

 

É a velha história do chamado baixo meretrício. Vamos dar uma parada e organizar o puteiro! Quem manda afinal na saúde do país? Temos renomados sanitaristas, gente competente que sabe o que precisa ser feito. Vejam o caso do Espírito Santo, Estado pequeno, com alguns especialistas que, certamente, não assinaram embaixo as tolices que diz o governador Renato Casagrande quer imitar o governador de São Paulo, que quer botar o presidente da República de joelhos.

 

Não temos um único Estado, um município que tenha um abalizado entendido em política sanitária de saúde pública. Pode até o “professor” Renato Casagrande dizer que tenho prevenção com relação à sua pessoa. Nem pensar. Tenho pena do meu Estado, nas mãos dessa gente que veio de fora que não sabe nada do que está se passando em matéria de saúde. Perdidos como cachorro que caiu da mudança.

 

 

 


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