Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



O petróleo é finito.

16/11/2018

 

Sob os auspícios não sei de quem, criou-se uma frase infeliz, no Brasil: “O petróleo é nosso”, com objetivo de impedir que empresas estrangeiras as mais diversas viessem fazer prospecções petrolíferas no Brasil, concorrer com a nossa Petrobras.

 

Acho que um pouco de nacionalismo, amor à pátria, à família, não fazem mal, ao contrário, fortalecem a nacionalidade, cria mais amor entre as pessoas, mas, burrice, merda na cabeça é coisa bem diferente...

 

Montados na frase “O petróleo é nosso”, audaciosos políticos, da mais indecente extirpe, tomaram conta da Petrobras, tida até bem pouco, antes do petismo e o lulismo, como uma das maiores empresas petrolíferas do mundo, que foi assaltada por bandos de ladrões, gente audaciosas, que imaginou nunca deixar o poder, que quase liquidou com a importante empresa petrolífera, que serve de pasto, ainda, para indecentes governantes para usufruir raialtys originários da comercialização do petróleo, para gastar em festas populares, devido a incapacidade de gastar em infraestrutura, desenvolvimento. De cada 100 reais que o governo arrecada de impostos, retirados dos nossos bolsos, 80 reais são gastos para pagar a folha do funcionalismo ativo e inativo. Temos o maior e único conjunto de servidores públicos que gozam dos indecentes benefícios da estabilidade e da irremovibilidade e que percebe salário trabalhando por mês, quando em todo mundo quem trabalha ganha por hora trabalhada, não tem 13º salário, férias de 30 dias, abonos diversos, planos de saúde, licença prêmio, atestado médico os mais imorais e outras benesses, fruto da imaginação dos nossos políticos  e da formidável justiça.

 

O Brasil não produz milho, arroz e feijão para seu consumo próprio. Não produzimos cebola e alho, batata, em quantidades suficientes para nosso consumo. Temos o maior conjunto de políticos ladrões do mundo, audaciosos empresários que se misturam a eles, uma dívida pública imoral e o maior conjunto de leis burocráticas da face da terra. Quando vai acabar isso tudo? Com Bolsonaro? Por menos, quase o mataram.

 

O petróleo é finito e não sabemos aproveitar seus benefícios financeiros. Seu consumo extraordinário cessará em 30 anos com a circulação de uma poderosa frota de carros elétricos que não tiveram uma produção importante no Brasil por pressão dos empresários do setor. Findo o período do “petróleo é nosso” vai acontecer o que, com essa gente perdulária?

 

Precisamos de um governo inteligente, com a visão do futuro. Quem pensa no futuro? Nossos políticos? Esses bandos de ladrões que roubam malas e mais malas cheias de dinheiro, compram banco no exterior para guardar dinheiro da propina? Será que tem conserto para tanta imoralidade?

 

ACREDITAR EM QUEM?

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Muito tempo depois...

15/11/2018

 

Se o eleitor brasileiro parasse hoje de eleger políticos para os mais variados cargos, até presidente da República, com objetivo de renovar a classe política, sepultar todos, precisaria em torno de 75 anos, três gerações e, concomitantemente, instituir-se uma escola para formação de novas lideranças, com adoção de um currículo com moral, civismo e vergonha na cara.

Vejam bem, estamos saindo de um dos pleitos mais acirrados já ocorridos no Brasil, com o surgimento de um candidato (não tem nada de extrema direita como dizem os pseudos de esquerda, (mais para delinquentes do que políticos de esquerda), com objetivo de denegrir a imagem do opositor, que se elegeu sozinho, sem dinheiro, sem imprensa e com um partido mixuruca, desconhecido, mas com um papo firme, propondo mudanças.

Nós, brasileiros, somo cruéis aproveitadores, negligentes com a pátria, principalmente, sem qualquer paixão ou amor pela verdade, desonestos por excelência. Vejam que, um poste, um senhor de pouca estrutura intelectual (um para o outro), no caso do sr. Haddad, empurrado por Lula, um corrupto engaiolado, quase elegeu seu pupilo, mesmo com a audácia de Jair Bolsonaro, enfrentando toda gastança do candidato lulista, apenas explorando a ânsia do eleitorado consciente por mudanças.

Em termos, 55% da classe política nacional foram substituídas por gente nova, num atestado de mudança nunca ocorrido no país. Tenho a impressão, pela cara dura que tem, conversa rápida, sem enfeitar para encompridar discurso, dizer besteiras, o sr. Jair Bolsonaro, com o grupo de auxiliares que está juntando em torno de sua pessoa, vai mudar todos conceitos que temos contra a classe política ordinária que possuímos.

Não se muda as coisas do dia para noite. O tempo sempre foi o senhor da razão, como dizem os mais velhos, os mais pés no chão. Nós precisamos de muita educação, muita determinação para mudar o povo brasileiro.

Quem já andou por Israel, teve oportunidade de ver, apenas com o gotejamento de água na raiz da planta, trazida, através de elevatórias do rio Jordão, tira o chapéu para o israelense. É muita coragem, muita capacidade, muita dedicação, produzir alimentos no deserto.

Podemos ter uma cultura desenvolvimentista no Brasil, fertilizando o Nordeste miserável, fazendo-o produzir até três safras de alimentos por ano, como feijão, milho, arroz, verduras diversas, aproveitando o Sol e a irrigação, necessária. Na verdade, não há interesse político, para ter o nordestino independente, mas miserável, improdutivo. Sinceramente, gostaria de ser alguém influente na área de agricultura, para promover nosso Nordeste o maior produtor de alimentos do mundo.

Bolsonaro promete essa façanha.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2061 2060 2059 2058 2057 2056 2055 2054 2053 2052   Anteriores »