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Insegurança sem limites

18/03/2019

 

Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, com área territorial de 42 quilômetros quadrados, uma das menores do país, sabe ser a mais violenta, em criminalidade. Aliás, diz uma fonte da Polícia Civil que, na Grande Vitória, principalmente nas favelas da capital, estão homiziados, fortemente armados, em locais onde a Polícia não vai, os maiores bandidos, traficantes de drogas e assassinos do país, trepados em formidáveis esconderijos, com excelente visão e segurança.

A GAZETA, do dia 11 último trouxe reportagem informando que facção criminosas invadiu Ourimar, conjunto residencial no município da Serra (Grande Vitória), com dois mil moradores, expulsando-os de casa.

Padres e pastores, por outro lado, arriscam a vida em bairros dominados pelo tráfico e, mesmo ameaçados de morte e sendo expulsos por criminosos armados, os religiosos não desistem de suas missões. Carteiros, não podem entregar cartas e encomendas.

As estatísticas que as autoridades nos apresentam apontando redução da criminalidade chega a ser um negócio meio cínico, grotesco, quando a imprensa nos traz um retrato de perplexidade, do mais absoluto abandono no campo da segurança pública.

Não vejo o governo do sr. Renato Casagrande com muita disposição, até mesmo coragem para enfrentar os desafios da insegurança pública. As ruas, após as 20 horas, estão ficando desertas, onde só transita a marginalidade, todos estão com medo de parar em sinais de trânsito.

O que se lastima, com séria profundidade, é que perdemos totalmente a confiança na Polícia Militar, onde sua paralização, pela imposição das mulheres dos militares, provocou uma greve onde morreram 219 pessoas e ocorreu a destruição de mais de 370 estabelecimentos comerciais, por atos de vandalismo, assalto, roubo. As ruas da Grande Vitória estão desertas, com estabelecimentos fechados que ninguém quer mais alugar pela falta de segurança e exigências absurdas do Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária, esquecendo as autoridades que o comércio de bens, serviço e turismo participam com 84% da arrecadação de tributos do Estado. Quanto mais estabelecimentos comerciais fechados, menos arrecadação.

O Sistema de Segurança Pública é o que mais consome recursos públicos. Não existem mais condições de arrancar dos magros bolsos da sociedade, recursos para manter a ineficiência no campo da segurança.

No programa bom Dia Espírito Santo, de segunda – feiras última, foram mostradas imagens de bandidos armados, de forma acintosa, pousando para as câmaras. Será que essa tragédia indecente não tem fim?

 

 

 


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Tempos para mudanças

17/03/2019

 

Quando assisto o novo presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprir as promessas de campanha, com determinação e coragem, parece que dá para acreditar que o Brasil irá mudar ou, na pior das hipóteses, vão acabar arranjando outro bandido para acabar com sua vida. Se tal fato acontecer, o Brasil vai virar um penico velho, como dizia lá no meu São Mateus...

O cara não pode pronunciar uma palavra, assinar um ato, que é interpretado de maneira completamente diferente. A fala do presidente, de que as Forças Armadas são responsáveis pela democracia, causou um reboliço dos diabos, como se militar fosse um bicho, um troço vindo de outro mundo.

Em praticamente um mês no governo, (o outro passou tratando da facada que recebeu e que quase o matou) Bolsonaro vem causando uma revolução, até por conta da escolha do seu ministério que, diga-se de passagem, de melhor qualidade.

O sistema de informação, a mídia brasileira, na verdade, não se simpatiza com o presidente Bolsonaro, porque ele cortou todas verbas oficiais de publicidade. O grande vespeiro chutado por ele foi a tal da Lei Rouanet, com um esbanjamento de incentivos fiscais, às custas do bolso da sociedade, sem limites.

Escutem bem o que vou falar: Bolsonaro vai acertar a vida desta infeliz nação, mas se todos nós estivermos conscientes da importância de ajudá-lo.

Agora mesmo registra-se um movimento de pais, a favor de tirar os filhos da escola para os “educar em casa”. A função paterna é, exatamente, a de educar, quem ensina, foi treinado para essa tarefa, é o professor. Não existe nada mais difícil no mundo do que a arte de ensinar. Tirar os filhos das escolas para que aprendam em casa, é um erro, mesmo que os pais sejam professores. As exigências do professor são as mais importantes no campo do ensino. O trabalho auxiliar dos pais, cobrando os deveres de casa, as obrigações acessórias da escola, é outra coisa. Devem os pais exigirem segurança, fim aos bandidos.

Infelizmente, a questão dos pais, para retirar seus filhos das escolas, para ensinar-lhes em casa, é devido a insegurança. Ninguém está seguro em lugar nenhum. As escolas são invadidas por marginais; alunos batem em professores, andam armados nas escolas, ninguém dá jeito...

Creio, firmemente, que o Brasil vai entra numa nova era, a não ser que mandem matar o presidente. Aí vai dar revolução, um negócio meio imprevisível. Vamos torcer para Jair Bolsonaro dar certo.

 

 

 


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