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O legado de Lucy I

14/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Creio que, pela forma com que fui criado, tenho pressa para tudo que possa representar trabalho a ser feito. Em momento algum de minha vida, de empregado (mais dirigente do que empregado), deixei aquilo que poderia ser feito hoje, para amanhã. Amanhã é outro dia completamente diferente. Posso até não existir mais.

Mais ou menos 10% da sociedade brasileira serão capazes de ler este comentário e absorver totalmente o que está escrito. Será uma mera perda de tempo para aqueles, medianamente inteligentes, ou que não concluíram o curso ginasial, tentar entender o que vai adiante.

O Brasil tem, anualmente, 29 feriados municipais e federais e dias considerados facultativos pelos estados, o que leva sempre a diminuição das atividades empresariais e, quem sofre é a economia do país e a classe menos assistida.

O tempo, por exemplo, medido por um relógio, que avança de segundo em segundo, chega a ser cruel e inexorável. Ele não para, não retroage, caminha celeremente, queiramos ou não e, na hora exata, aqueles que tem compromisso com o relógio de ponto, largam todas suas atividades para o dia seguinte. Tem até quem largue o trabalho quinze minutos antes, para lavar o rosto e pentear os cabelos.

Um dado curioso e intrigante, transmitido pela matemático John Allen Paulos, 62 anos, reconhecidamente, ateu, que lançou recentemente o livro “irreligião”, que nos diz: “são poucas as pessoas que sabem que 1 milhão de segundos representam cerca de onze dias e meio. E as pessoas se surpreendem entre o milhão e o bilhão, porque não tem noção da grandeza desses números. Para se chegar a 1 bilhão de segundos, são necessários 32 anos. Em termos, cada nordestino, por exemplo vive em torno de 2 bilhões de segundos.

Quem, for a Nova York, não deve deixar de ir ao Museu Americano de História Natural. Ali se encontra um mural com 24 metros exibindo o Legado de Lucy. O esqueleto incompleto da fêmea Australopitheucus afarensis, que viveu há 3,2 milhões de anos, descoberto em 1974 e se constitui no achado fóssil mais famosos da paleontologia.

Os ossos revelam que Lucy já andava sobre duas pernas, muito embora nos demais aspectos fisiológicos ser mais parecida com o macaco do que com o homem. Esse painel faz uma síntese imagética de 6 milhões de anos da evolução do homem.

Quantas pessoas já se puseram a imaginar os mecanismos que promoveram o desenvolvimento das espécies humanas? Como se promoveu essa diversidade de povos, culturas, línguas e, finalmente, chegarmos a essa impressionante era tecnológica?

Quantas pessoas no mundo estariam aptas a pensar sobre esse assunto? Foi a partir de 1800 que surgiu a máquina a vapor e o homem começou a pensar em seus benefícios pessoais com base na modernidade,     mas foi exatamente a partir da década de 50 que o desenvolvimento tecnológico aflorou e, de lá para até a presente data, o mundo não parou de ouvir e assistir as maravilhas do mundo moderno. A TV fez o mundo ficar do tamanho de uma bola de brilhar.

Muito embora esse avanço todo, o mundo ainda é tremendamente medíocre. Vejam que, apenas 10% da sociedade brasileira seriam capazes de acompanhar com raciocínio lógico o que estamos escrevendo, avaliando sua participação nesse complexo mundo de maravilhosas invenções onde embora grande parcela não possa raciocinar como é bom para todos nós.

Cerca de 39% da população brasileira vive da esmola do Bolsa Família e 45% na informalidade, simplesmente porque prefere “trabalhar” por conta própria do que pagar quase oito dezenas de obrigações tributárias e fiscais que os integrantes da tecnocracia pública nos empurram goela abaixo, sugando nossa capacidade produtiva, para benefícios do estado e até escusos, como os ladrões dos orçamentos.

Começam a surgir por aqui os chamados “donos da verdade”, que estão nos empurrando a chamada “ditadura do verde”, através de selos, carimbos diversos, saídos da munheca das ONGs que são criadas exatamente para tomar dinheiro de países incautos, de governantes pouco esclarecidos, que caem na lábia de tais sabidos, como Bill Cliton, Al Gore e seus asseclas que, travestidos de sábios, saem pelo mundo dando “aulas” de preservacionismo, quando eles próprios desgraçaram o mundo.

Para um país chamado de civilizado, que participa apernas com 1% das exportações mundiais e, por ser considerado eminentemente agrícola pretendem reduzir seu rebanho à expressão mais simples, porque o estrume das vacas destrói a camada de ozônio, por expelirem CO2. E agora que o mundo começou a ficar melhor, querem nos reduzir a uma miserável Índia.

PS – esta coluna foi publicada em A GAZETA em 28/11/2009 nada mudou, mas o Brasil contínua em marcha.... ré!

 

 


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As vitórias de Trump I

13/12/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.



Contrariando toda mídia da esquerda mundial, inclusive os “democratas” americanos, o sr. Donald Trump sagrou-se presidente dos Estados Unidos, derrotando por uma micharia de votos a sra. Hillary Clinton, desprezando abertamente as maiores organizações de imprensa americana, elegendo-se apenas utilizando a internet (twitter) como canal de comunicação com seu eleitorado.

 

Decorrido um ano de sua posse, o sr. Trump continua desafiando a grande imprensa de seu país e, pior, processando-a.

 

Teimoso, Trump ao assumir passou a executar todas promessas feitas na campanha, a primeira, impedir a entrada nos Estados Unidos de muçulmanos de dos países, o que causou ao chamado mundo esquerdistas protestos contra o presidente americano, com manifestação da intelectualidade burra que ali reside também, inclusive três ações na Justiça suspendendo seu decreto.

 

Agora, a Suprema Corte, examinando o caso, aprova o decreto de Trump contra imigrantes dos 12 países da sua lista.

Determinado, a mais recente vitória de Trump foi sobre seu decreto de cortar até 35% dos impostos, provocando uma onda de protestos em volta ao mundo, sob alegação de que os produtores estrangeiros não suportariam tal deflação de impostos.

 

Submetida sua proposta ao exame do Congresso Nacional, ela acaba de ser aprovada, o que pode ser considerada como uma medida que vai obrigar as empresas que importem ou exportam para os Estados Unidos reverem seus negócios.

Duas novas medidas de Trump prometem abalar meio mundo. A primeira é a retirada dos Estados Unidos do pacto de proteção a refugiados da ONU, ressaltando que considera o acordo “incompatível” com os princípios para a imigração.

Mais polêmica ainda é a decisão de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel, enquanto os palestinos desejam que Israel seja a capital do seu futuro Estado.

Trump não tem jeito. Tuitando por aí, sem ligar a mínima para a imprensa tradicional, é aplaudido pelas decisões que toma, inclusive agora, pela sua determinação na construção do muro na divisa do pais com o México.

Qualquer medida de Trump mexe com a esquerda mundial, inclusive a brasileira, que acha ser o homem o diabo em figura de gente.

E Trump vai ganhando todas...

 


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