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Desocupados e as videoconferências.

18/09/2020

 

Dizem os chamados desentendidos, esse pessoal maluco por aparecer, que o “mundo não será o mesmo”, após essa pandemia virótica provocada pelo coronavirus, fazendo com que uma imensa coletividade, espalhada pelo mundo, sob as mais idiotas sugestões ou opiniões de pseudos dirigentes da OMS, gastando uma violenta verba de televisão em volta ao mundo, para intimidar as pessoas com a morte...

 

Meu pai dizia que a única coisa importante que as ciências não poderão prever é quando o ser humano vai morrer. Tem uns que demoram demais, para o gosto dos seus inimigos; outros que, embora cometendo todos desatinos, como os que se drogam de forma compulsiva, vivem ao relento, desafiando até o coronavirus , resistem a tudo. Uns, morrem mais cedo do que gostariam, como ocorreu com a história de Jesus, que teria morrido com 33 anos, preso a uma cruz ao meio de dois ladrões, aplaudido por populares assistentes, sem que seu “pai” nada fizesse por ele, mas a verdadeira história é bem outra”...

 

Tem reuniões que, as circunstâncias do emprego nos obrigam a usar máscara. Sob a ótica de que sou um irreverente, quando me chamam e eu preciso participar, o faço sem máscaras. Os mascarados reclamam: “e a máscara?” E eu respondo que, como sabia que todos viriam de máscaras, deixei a minha em casa”.

 

Estudos científicos mostram que a respiração contínua, o ar viciado dentro de uma máscara, faz o portador respirar o gás carbônio que ele próprio produz, um veneno para seu organismo. Até em videoconferência os interlocutores estão portando máscaras. Quando o indivíduo está sem máscaras ou, quando me procura, portando máscara, peço que a retire, porque eu, afirmo, entendo em torno de 20% do que ele fala abafado e se ele desejar que me manifeste em sinal não, com a cabeça, às suas presumíveis indagações, é melhor tirar a máscara, se quiser continuar a conversa. De uma coisa estou certo: jamais participarei de videoconferência, para assistir aquele que deveria estar calado, dirigindo a reunião, com o necessário equilíbrio, sem interferência, falar, de forma ininterrupta, suas duas horas e quarenta e cinco minutos.

 

Copiada de uma autoridade americana, que nunca soube o nome, sobre minha mesa, de frente para meus interlocutores, tenho escrito, para o visitante ler, a seguinte frase: “Se você não for capaz de expor seu problema em cinco minutos, eu certamente não poderei ajudar a resolvê-lo”.

 

Às vezes me recordo, aqui, a figura do meu pai, que minha mãe dizia ser um “casca grossa”, porque não deixava nada para depois. Ele, ordinariamente, dizia a quem lhe prometia pensar ou depois fazer o que ele estava ouvindo ou mandando fazer: “Se você vai pensar no que deve fazer, por ser do seu direito, o problema é seu. Se você não fizer, agora, hoje, certamente que amanhã terá dificuldades em fazê-lo, porque pode morrer e não ter realizado as determinações que lhe couberam”.

 

Nada melhor do que uma prosa com pessoas inteligentes ou até mesmo curiosas, que gostam de contar “causos”, como os mineiros, mas, essas coisas de videoconferência é um negócio chato. Deve ser coisa de comunistas, por não ter o que fazer, enche o saco das pessoas.

 

 

 

 

 

 


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O preço de falar a verdade

17/09/2020

 

Tem umas coisas, falar, não paga impostos mas, as vezes, deixem uma profunda sequela.

Fui assessor, pra tudo e mais alguma coisa, quando meu estimado amigo Américo Buaiz era presidente da Findes - Federação das Indústrias do Espírito Santo, um grande líder empresarial capixaba e o único verdadeiro empresário que jamais quis se meter em política, presidiu a entidade com invulgar notoriedade e altruísmo. Certa feita Dr. Américo me chamou ao seu gabinete e, lá dentro, com ele estava uma das figuras mais respeitáveis que conheci no Serviço Público do Espírito Santo, o estatístico Armando Rabello. Prático, Américo foi direto ao assunto: “Nosso amigo Armando Rabello vai nos ajudar na elaboração do diagnóstico do Seminário Socioeconômico do Espírito Santo” Fiquei imaginando o que Dr. Armando poderia fazer, já que ele, como estatístico não iria produzir nenhum relatório mas, sem nenhum demérito à sua figura, ele passava o tempo se divertindo, jogando xadrez com os companheiros Alvino Gatti e Arthur Carlos Gerhardt Santos.

Conversava muito com o Dr. Armando, um bom papo, que costumava relembrar episódios passados em repartições públicas por onde militou. Certa feita, quando procurei me distanciar mais do meu interlocutor como as autoridades burras estão mandando praticar o distanciamento entre as pessoas, por culpa do coronavírus, interrompi o Dr. Armando, num dos seus “causos”, para fazer-lhe uma observação (ele também se julgava um sujeito direto, franco, que nem eu) - Dr. Armando, vou lhe fazer um favor, no momento, pode considerar que estou sendo rude, desagradável, mas, verificará, depois, que estou ajudando a salvar sua vida. Ficou meio contrafeito e acrescentou: “Pode prosseguir”. O senhor está muito doente do estômago, com grave problema de saúde, deve procurar urgente um especialista em aparelho digestivo, pelo desagradável mau hálito que está exalando, afastando seus interlocutores. Dr. Armando me fitou um instantes, me dando a impressão que iria me mandar a merda mas, como era um homem educado, disse um muito obrigado e foi embora.

Três dias depois o Dr. Americo Buaiz me telefona, pediu que o acompanhasse até ao Hospital dos Servidores do Estado, na Cidade Alta, ao lado do Tribunal de Justiça. Antes de entrarmos no prédio, Dr. Américo quebrou o silêncio: “O Armando Rabello está hospitalizado, aqui e me fez um apelo para que o trouxesse. Vamos lá!

Encontramos Dr. Armando no leito, operado, na companhia de sua esposa e do filho, a quem fui apresentado. Agradeceu ao Américo o favor de me trazer à sua presença, fazendo a seguinte observação: “O senhor me aconselhou que deveria procurar um especialista em aparelho digestivo, devido ao mau hálito que exalava. Sinceramente, não gostei da forma direta como abordou um assunto tão delicado mas, segui seu conselho, fui operado para retirar dois terços do Estômago. Não tive um familiar, nem minha mulher, para me dar seu conselho, daí meu pedido ao Dr. Americo, para poder lhe agradecer, pela firmeza do seu caráter. O que me restar de vida, quero tê-lo como amigo”. Repeti para ele que tinha muito prazer com o que pedia. Fomos amigos até final de seus dias.

Jair Messias Bolsonaro anda dizendo tudo que é de ruim que a classe política, empresários os mais ordinários, autoridades do judiciário, congressistas e mais um monte de gente que não deveria está na vida pública, que, até mata-lo tentaram, e o povo todo ficou ao lado dele, pelo exercício da verdade, de dizer e cumprir, que não vai permitir que roubem dos cofres públicos.

No começo, era chamado de maluco. Com as impressionantes obras que estão sendo realizadas pelo seu governo, o povo está delirando e a imprensa corrupta malhando.

Coisas da vida.

 

 

 


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