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Imprensa alarmante

11/11/2019

 

Engraçado, ando enojado da imprensa brasileira. Desde as últimas eleições presidenciais no Brasil, quando o candidato Jair Bolsonaro peitou a mídia e se elegeu fazendo campanha através das redes sociais, o que nossa formidável imprensa inventou de ilações as mais cabeludas, para não dizer imorais, sobre pesquisas eleitorais, dando vantagens absurdas a todos candidatos, num provável segundo turno, contra o presidente eleito, um negócio assustador, para não dizer vergonhoso, até que, vendo que não tinha jeito, armaram, através de um maluco, que se diz “aconselhado por Deus ou algo sobrenatural”, para dar uma facada na barriga do candidato Bolsonaro, ao meio de uma multidão que o carregava às costas, pelas ruas de Juiz de Fora, quase matando-o.

Numa reviravolta interessante, o povo, as redes sociais ocuparam o lugar do candidato Bolsonaro, internado para receber sucessivas operações, se elegendo, numa das maiores guinadas da história do Brasil, sepultando as aspirações petistas de se eternizar no poder e montar aqui uma desgraça política semelhante à da Venezuela, com suas tragédias, que parecem não ter fim.

Na Folha de São Paulo, edição do dia 30 de outubro de 2019, o jornal inteiro, é uma tentativa indecente de desmontar o governo Bolsonaro, com os mais estúpidos argumentos, inclusive, sobre esse derramamento vergonhoso de óleo nas correntes marítimas em direção à costa brasileira, a formidável Folha de São Paulo diz, entre as aberrações jornalísticas contra o governo Bolsonaro: “Óleo em praias faz 2 meses, e Defesa não sabe se está no fim”. Puta que pariu. Quem pode vasculhar a imensidão do Oceano Atlântico para atestar que a chegada do petróleo derramado criminalmente está no fim? Sabe-se quem foi, em curto espaço de tempo, um navio da bandeira grega, responsável pelo derrame do petróleo bruto, de origem venezuelana, que está dando nas costas do Brasil, inundando nossas praias.

Outra notícia na primeira página da Folha: “STJ acata pedido de Lula e suspende julgamento de sítio”.

Por fim, ou principal, a manchete da Folha diz: “Risco – país cai para o menor patamar desde maio de 2013” mas, por outro lado, mais adiante, esquece que, na história da economia brasileira a comercialização de títulos ( ações) na Bolsa de Valores de São Paulo são as mais expressivas da história, em todos os tempos e, na mesma manchete o jornal diz que cenário de queda de juros, aprovação da reforma da Previdência e trégua na guerra comercial ( Estados Unidos e China) levou o risco-país do Brasil, a registrar o menor patamar desde 13 de maio de 2013”.

Há um complô. Não tem um jornal, o mais vagabundo pasquim que dê uma notícia sofrível sobre o governo Bolsonaro. Não vale a pena ler tais periódicos. É o fim da picada...

 

 

 


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Leis existem (cumpri-las)?

10/11/2019

 

Compomos uma sociedade suigeneris, no mundo. Tudo aqui é diferente de qualquer parte do chamado globo terrestre. As leis, as decisões dos maiores tribunais, como a Suprema Corte, que interfere na “capacidade” do Congresso Nacional ( em qualquer parte do mundo, o Congresso Nacional é o único fórum para “fabricar” as leis de uma nação, a começar pela Constituição), aqui, aguarda-se a decisão da Suprema Corte que pode desalojar das penitenciárias milhares de ladrões, estupradores, assassinos, inclusive o “professor” Lula, que seus defensores teimam em afirmar que ele está na condição de “preso político” e não por corrupção. País diferente...

Sempre quando nos referimos a países avançados nas suas leis, na ordem pública, citamos a nação mais rica do mundo, os Estados Unidos, onde, interessante, todo mundo quer ir para lá, com toda rigidez de sua legislação, a começar para quem comete as mais banais infrações do trânsito aos assassinatos que, como roubo contumaz, podem gerar prisão perpétua, sem apelação. Aqui, Lula condenado em segunda instância, com o reconhecimento negativo para mais de 50 pedidos de habeas corpus de seus advogados, todos negados, para sua soltura, poderá ser solto, finalmente, se a nossa formidável Suprema Corte assim decidir. Vai ser um show de criminosos soltos, dos mais variados matizes, graça à canetada dos nossos sábios ministros que estão pouco ligando para o que pensa um monte de juristas e a opinião pública.

 

Sucessivamente, acorrem cinco acidentes graves de moto, nas principais estradas e ruas das cidades do Espírito Santo. Dizem que morrem cinco motoqueiros (ou motociclistas?) por dia, pela mais absoluta falta de perícia, imprudência na direção, desrespeito às leis do trânsito, que impedem o trafego, nos corredores (entre dois carros, o maior fator das mortes). 

 

Nos Estados Unidos, o motoqueiro que for apanhado três vezes dirigindo no chamado “corredor”, perde a habilitação. Se ocasionar acidente, está liquidado para o resto da vida, se ficar vivo.

Se o Congresso Nacional, a chamada caixa de ressonância das aspirações da sociedade não quer decidir, fazer uma lei, liberando o uso indiscriminado da maconha, da cocaína ou da validade da prisão em segunda instância, um reconhecimento constitucional, por que a Suprema Corte, que tem como finalidade precípua a discussão das arguições de constitucionalidade das leis, o exato sentido hermenêutico delas, por que se meter onde não foi chamada?

 

Milhares de jovens vão continuar morrendo em suas motos pela não aplicação severa do Código Nacional de Trânsito. O Brasil um dia pode entrar num processo de convulsão nacional, se as decisões da Suprema Corte continuarem absurdas.

 

 

 


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