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Auxílio diversos

19/02/2018

 

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Sob o artifício de ajudar a classe política a ficar mais gorda, bem nutrida, de bolsos recheados, os governos foram instituindo sinecuras, criando conselhos os mais diversos, para prestigiar seus amigos e ganhar mais. As vezes, uma representação num desses conselhos vale mais do que o tal do “jeton” parlamentar, transformado em salário no Brasil e que rende até aposentadoria. Ser político virou uma profissão...

Com objetivo de premiar seus integrantes, por ganharem pouco para o exercício de tão árdua profissão, os magistrados, como os políticos, inventaram o “auxílio moradia”, o auxilio paletó, auxilio para o raio que o parta, até e, para a massa ignara, o bolsa família, onde a corrupção também se faz presente e onde se distribui fartamente o benefício, numa das mais deslavadas fraudes que se tem notícia.

Bem recente, o senador Álvaro Dias, do Paraná, que se arvora também candidato à presidência da República, com minuciosos detalhes, explicam como se rouba (diretores os mais graduados) dos cofres da Caixa Econômica Federal. Ouvindo o discurso do senador paranaense o caro leitor só tem uma alternativa: ficar de boca aberta, estatelado, apoplético, com a denúncia da mais estúpida tramoia praticada numa instituição financeira nacional que não deveria existir. Não cabe ao governo ter banco, principalmente para favorecer na ocorrência de patifarias as mais diversas. Não tem uma instituição pública que os negócios vão bem. Os correios, que pelo mundo é a instituição mais importante para a sociedade, no Brasil foi onde aparecer pela primeira vez no noticiário da TV, ao vivo e a cores, um de seus dirigentes recebendo um bolo de dinheiro, como propina.

Todos nós, brasileiros ganhamos pouco, pelo que recolhemos de impostos, cerca de 40% do que recebemos, para serem malbaratados Brasil afora, com as mais indecentes regalias.

Acho, sinceramente, que professores e magistrados deveriam ser os profissionais melhor remunerados desta nação, pela importância do trabalho que exercem. Por que não se encontra uma fórmula de se remunerar decentemente essa gente sem a criação dos chamados penduricalhos?

Essa coisa horrível não pode continuar ocorrendo no B asil. Não compomos o quadro de republiquetas vagabundas que a classe política quer nos transformar.

Se persistir essa maldição que assistimos com tanta regularidade, destruindo os sentimentos nacionais, vai chegar a hora de assistirmos uma revolução social, partida da indignação da sociedade. O que está acontecendo nas nossas favelas poderá se estender às ruas. Será uma tragédia.

 


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Semelhanças III

18/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O deputado Rodrigo Maia (DEM – RJ) é presidente da Câmara dos Deputados, tem a faculdade constitucional de substituir o presidente da República quando se ausenta do país e tem a capacidade de promover sandices como qualquer outro político. Faz parte do grupo que ajuda a desgraçar a democracia brasileira.

Na última viagem feita pelo Sr. Temer ao exterior, o deputado Rodrigo Maia assumiu o poder e, na sua curta interinidade (vejam o que não faria tal figura se fosse o presidente da República) assinou uma medida provisória liberando R$ 792.000,00 dos cofres públicos brasileiro para a restauração da Basílica da Natividade, em Belém, em Israel.

Como se vê, o deputado Rodrigo Maia não é nenhum robô, é de carne e osso, pensa e age semelhante a todos políticos brasileiros, fãs dos impostos que a nação arrecada, dos nossos bolso, pratica um ato tão imperdoável como assaltar uma pobre senhora indefesa que vai ao mercado fazer suas compras e é surpreendida por um assaltante, antes de fazer suas compras.

Dá para imaginar, diante dessas “pequenas” coisas o que se passam na República do Lava Jato. Deve ser uma esculhambação tão monstruosa que não tem paralelo em lugar nenhum do mundo. Se o sr. Maia liberasse os recursos para restaurar uma igreja em Belém do Pará, no Brasil, embora já se constituísse uma estupidez, poderia ser aceitável, afinal seria uma igreja em território nacional.

O que o povo brasileiro tem a ver com uma igreja, sendo ela ou não em Israel? Lula e Dilma passaram pelo poder da República concedendo empréstimos pelo BNDES, perdoando dívidas, distribuindo nosso dinheiro com países sob o domínio de ditadores os mais devassos, como se o Estado fosse propriedade sua.

A “nossa” classe política tem ocasionado um prejuízo tão grande ao desenvolvimento nacional que é um negócio irreparável, monstruoso. Nada, nenhuma ação, a própria Justiça, detém essa gente sem um mínimo de escrúpulos.

Vejam, o sr. Rodrigo Maia aspira também ser candidato á presidência da República, naturalmente sob o pressuposto de que a sociedade brasileira é tão inconsequente quanto ele e, as vezes, ele tem razão, pela merda em que está mergulhada a nação, com as artimanhas que nossos homens públicos praticam, como se a chamada coisa pública fosse um prolongamento de seus bolsos, ou de suas casas, seus negócios!!

Agora, uma ação popular pede que o deputado devolva o dinheiro que deu para restaurar a igreja em Israel, do seu bolso. Acham que tal “arbitrariedade” possa acontecer? Deus está vendo...


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