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O caso polonês

20/07/2018

 

Contam as lendas que o diabo não é tão feio como se pinta. Quem diria, que viria da Polônia, país situado no centro norte da Europa, exatamente no meio, entre a Europa Ocidental e a Federação Russa, com aproximadamente 40 milhões de habitantes, predominantemente católicos (91,6%) tem um sistema de governo democrático, de acentuado comportamento autoritário, se revezando com a esquerda, aposentar, de uma cacetada só, mais de duas dúzias de magistrados.

 

Dentro da turbulência que tem marcado sua trajetória política, os conflitos internos tem abalado vez por outra a vida dos cidadãos poloneses, como agora, presentemente, quando o governo acaba de realizar um expurgo na Suprema Corte, afetando a independência do Judiciário.

 

A aposentadoria forçada de 27 dos 73 juízes da Suprema Corte e a criação de uma câmara disciplinar judicial são os últimos de uma série de passos adotados pelo Partido Lei e Justiça, de extrema direita, para controlar o Judiciário. Durante muitos anos o partido criticou os juízes, qualificando-os de obstrucionistas e velhos comunistas. Após a chegada ao poder em 2015, o partido assumiu o controle do Tribunal Constitucional, que tem como função garantir que as leis não violem a Constituição e dar autoridade ao Ministério da Justiça sobre os promotores. Os juízes têm denunciado assédios e intimidações, sem muito sucesso.

 

Não se sabe ainda os verdadeiros caminhos, os rumos, a serem adotados pela política na Europa Ocidental, já que outros países começam a adotar comportamentos autoritários, pelos seus governantes escolhidos por partidos de extrema direita, como o caso da Hungria, país que vive também sobre o temor dos movimentos de imigrações.

 

Na verdade, as esquerdas, mundo afora, começaram a sofrer uma espécie de campanha das direitas, considerando o fracasso de suas lideranças. Mais ou menos é o que está acontecendo na América Latina, onde está ocorrendo uma onda para derrubar os chamados líderes esquerdistas no poder, que nada possuem realmente de esquerda, se constituindo em grupos de refinados ladrões, capazes de tudo para permanecerem no poder, a qualquer custo, como o caso da Venezuela e Bolívia, tendo perdido as últimas eleições o presidente do Equador, Rafael Correa, exilado na Bélgica, e que tem seu pedido de prisão decretado no seu país.

 

No Brasil, o mais importante país do Hemisfério Sul, a Suprema Corte também começa a sofrer pressão de forma generalizada da população através das redes sociais, que estão promovendo grandes movimentos contra a Suprema Corte do Brasil, pelas suas vinculações políticas com o PT de Lula, podendo provocar a mesma turbulência que estamos assistindo na Polônia.

 

A nossa Suprema Corte que se cuide.

 

 


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Presumíveis candidatos.

19/07/2018

 

Nosso vizinho Chile, tem nas suas diretrizes partidárias, candidato à presidência da República tem que ter, ao menos, um curso superior.

 

Lá no meu São Mateus costumavam dizer que, “um burro carregado de livros, passa por doutor”... mas não é o caso do Chile, um dos países líderes da América Latina em desenvolvimento econômico e social.

 

Não é um preconceito do chileno contra os notoriamente desletrados, mas é duro você entender que, elege-se, seguidamente, pessoas como Lula, Dilma e outros “artistas” , para presidente da República, para, o Congresso Nacional, que não sabem escrever um o, a não ser na areia, quando se assenta pelado...

 

Lá atrás, não muito, elegeram lá no meu São Mateus, para prefeito, um baiano conhecido por Amocin Leite, tremendamente analfabeto de pai e mãe, como diz Lula e, por incrível que pareça, salteadamente, elegeram-no para quatro mandatos. No último, foi cassado pela Câmara. Uma verdadeira ignorância no poder.

 

Tem o caso de letrados no poder, até metidos a intelectuais, que passam em brancas nuvens, mal e porcamente permitem que outros administrem para eles, preferindo mais viajar, gastar dinheiro público, roubar, sem nada produzir.

 

Recente, nosso governador Paulo Hartung anunciou que não vai concorrer ao quarto mandato, tendo indicado, antes, cinco companheiros como possíveis sucessores: César Colnago, André Garcia, Erick Musso, Amaro Neto e Sérgio Vidigal. Dos cinco apontados apenas os srs. César Colnago e Sérgio Vidigal têm experiência administrativa na área pública. Não se conhece os conhecimentos dos demais em área administrativas, nem públicas e muito menos privada.

 

Tomara que não ocorram eleições mas, se ocorreram, creio que em termos de conhecimento administrativo o vice-governador César Colnago seria o melhor nome e por ter mais jeito de se compor com os chamados contrários, já que em política o fator mais importante é saber somar. Para tanto, o conhecido político tem um carisma especial.

 

Devemos encarar a saída do sr. Paulo Hartung como natural, desejo próprio de não concorrer, diante da balburdia nacional que ele conhece muito bem e sabe que, só um trauma muito grande o Brasil pode entrar nos trilhos mas, na verdade, ninguém aposta no que pode acontecer daqui para o fim do ano. Se não acontecer nada, mas nada mesmo, se tudo continuar no mesmo, será uma grande merda, para todos nós.

 


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