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Seja fiscal de Bolsonaro

18/10/2018

 

Coloque a timidez de lado. Se você ao votar, constatar que existe problema na urna eletrônica, embora tenha digitado o número do seu candidato, saiu outro, não tenha dúvida em denunciar, fazer escândalo, se necessário for. As urnas podem não ser manipuladas porque não estão conectadas na internet e os “especialistas” não podem entrar na rede mas, na hora da apuração...

Nós, brasileiros, estamos muito distante em sermos um povo decente. Pelos ladrões que pilham os cofres públicos e não acontece nada, passeiam pelas ruas, depois de condenados, pregando revolução socialista, como no caso de José Dirceu, não sei como, tudo isso pode acontecer.

Em momento algum sou defensor dos americanos, embora acho que são um povo inteligente e prático.

Nas eleições americanas, todos os cargos de administração, são eleitos. Um xerife de um condado, um promotor público, um magistrado, um membro do conselho municipal, todo mundo é eleito, menos os membros da Suprema Corte, os únicos cargos vitalícios.

Na época das eleições, a autoridade eleitoral remete à residência do eleitor as listas dos partidos com a relação dos candidatos. O eleitor recebe aquele documento com antecedência. Se quiser, no dia da eleição vai à sala de votação e coloca sua lista numa urna, preenchida em casa. Se não quiser ir à urna, no dia da votação, pode mandar a lista pelos correios, para as autoridades eleitorais. Não existem possibilidades de fraude e não se tem notícia de que o eleitor votou duas ou mais vezes. Descoberto, vai preso.

Assim ocorre em outros países, mas na América, com 320 milhões de habitantes, é um negócio complicado.

Estamos acompanhado, no presente momento, uma das eleições mais desavergonhadas ocorridas no Brasil, onde um preso por corrupção, ex-presidente da República, manobra com  o jogo político de dentro da prisão, na polícia Federal, em Curitiba, Paraná, sem que ninguém o incomode, diga qualquer coisa, que ele está errado. Que bosta de país é este em que vivemos, onde um notório corrupto, finge ser hospede da Polícia Federal, para manobrar com a eleição do Brasil, indicando o poste Haddad como seu candidato. Presumivelmente, vai levar um “fumo” danado...

Todos nós devemos nos transformar em fiscais, permanecendo nas seções eleitorais para ver se ocorrem fraudes, para denunciar.

É preciso ter coragem, determinação, para peitar essa gente.

O Espírito Santo deu extraordinária votação a Bolsonaro. Vamos repetir em dose dupla.

 

 

 


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A determinação

17/10/2018

 

 

 

Comumente encontramos pelas ruas, pelas nossas vizinhanças, nas nossas próprias famílias, alguém que possamos chamá-la de determinada!

 

Determinada é aquela pessoa capaz de se envolver numa missão, numa empreitada, as vezes até por idealismo, por um empenho da própria palavra, por questões de honra, apenas, cumprir os objetivos que traçou.

 

A nação brasileira está conhecendo um seu jeito determinado, corajoso, resolutamente decidido a encarar todos malfeitores políticos que assolam esta nação, num dos mais vergonhosos processos de corrupção da história dos povos.

 

Qual o desespero dessa gente que, logo no primeiro turno das eleições de 2018, foi banida de forma fragorosa dos mais elevados cargos do legislativo nacional? O expurgo foi tão violento que, como diz um amigo jornalista, parece um exorcismo, um caso sobrenatural, para extirpar tanta gente ruim de uma tacada só!

 

Toda essa força expurgadora ou exterminadora da classe política foi engendrada por Jair Bolsonaro que, com a participação da sociedade cansada de tanta corrupção, aderiu à sua rede de comunicação social e provocou o sepultamento de tanta gente política, de uma só vez, sem dó nem piedade.

 

Se Jair Bolsonaro passar os próximos 50 anos no poder, um negócio impossível, ele não conseguirá extirpar a crônica imoralidade instalada no Brasil. Desde 1930, quando Getúlio Vargas ocupou o poder e implantou sua política populista e corrupta a coisa parecia não ter fim e, na realidade durou longos 15 anos. Retornou, como quer Lula, através do fantoche Haddad, vulgo O Poste, acabou suicidando-se, porque não suportou o mar de lama que subia às escadas do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.

 

A sociedade brasileira está cansada de tanta corrupção, de tanto aproveitador, tanto ladrão. Esse assalto aos cofres da nação, iniciado no governo Lula, passando por Dilma e terminando (felizmente) com Temer, não terá, jamais, continuidade com Bolsonaro. O mais espantoso, nisso tudo é que o candidato petista carrega nos ombros diversos processos que, certamente serão julgados proximamente e, o desespero dos inimigos da eleição de Bolsonaro é não encontrar um fato que possa macular a existência do Capitão, que assombra a política nacional.

 

Tudo pode acontecer em política no Brasil. Pode acontecer tudo, mas não permitiremos, com as mais imorais chicanas, permitir que Haddad assume o poder. Só um golpe, uma indignidade, agora com sua morte, já que não conseguiram acabar com ele na primeira tentativa, eliminá-lo do poder, da glória de transformar o Brasil numa pátria decente.

 

Todos com Bolsonaro!

 

 

 

 


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