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Novo momento político.

21/05/2019

 

Em recente reunião com empresários o deputado federal Amaro Neto, o mais votado para o Congresso Nacional no Espírito Santo, questionado porque não se candidatar a governador, com grandes possibilidades eleitorais, declarou que, nas próximas eleições será candidato a governador, e está tralhando com esse objetivo, sob o argumento de que sua preocupação é com o desenvolvimento econômico e social do Estado.

 

Pode parecer que o deputado Amaro Neto esteja apressado, definindo sua candidatura, com cerca de três anos e meio de antecedência, mas é preciosos que alguém comece a se preocupar, a se inteirar como arquitetar o desenvolvimento do Estado, nessa mesmice de ficarmos meia dúzia de anos pensando como entregar ao uso uma avenida da capital, a Leitão da Silva, numa precariedade de planejamento que chega a ser até ridículo.

 

O moço alegre da TV, nos seus programas, parece, nas reuniões um homem bastante preocupado com a situação do Brasil e, particularmente, do Estado do Espírito Santo, onde ninguém tem ideia definida do que fazer, onde está na cara que existe uma tremenda falta de planejamento, ninguém está pensando em viabilidades econômicas, descentralização, trânsito emperrado, pelos erros cometidos nos projetos para a mobilidade urbana.

 

Quando deixou a sala de reuniões, um interlocutor perguntou se aquele deputado não era o moço da TV, que praticava uma série de brincadeiras, mas falava profundamente sério nas dificuldades do Estado, sendo então advertido que era aquele mesmo da TV, tendo então o interlocutor respondido que acabara de ouvir tudo aquilo que esperava de uma autoridade pública, em favor do Estado, do país, onde ele ressaltava da importância da reforma da Previdência, onde os contrários não querem que o Brasil caminhe para frente.

 

Bom, tivemos nas últimas eleições a mudança de mais de 50% da composição política da Câmara dos Deputados e do Senado. Não se pode desejar que as coisas mudem de uma hora para outra, mas, parece, e as coisas estão caminhando bem. Tem quem esteja firmemente empenhado num processo de mudanças do Estado do Espírito Santo, de largarmos para trás as velhas lideranças, montadas nas eternas fofocas, que nada constroem.

 

As perspectivas de desenvolvimento econômico do Estado são ruins, no momento, com a composição do governo Renato Casagrande, com tanta gente de fora, estranhas ao Estado, fica difícil admitir-se o interesse homogêneo da classe política em favor do bem comum.

 

No decurso dos próximos meses, vamos ver como caminham as mudanças que querem novos nomes para o Estado e o país.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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De João de Deus ao Lava - Jato

20/05/2019

 

Quem poderia esperar que, de uma hora para outra, pudesse vir a público acontecimentos vergonhosos praticados pelo intocável João de Deus?

Na década de 80, por aí, um grande amigo, com leucemia, foi se consultar com o rufião João de Deus e, lá pelas 9 horas da noite o telefone tocou, um amigo alertava sobre a morte do nosso companheiro na sala de “operação”, do curandeiro, fruto de uma incisão em uma de suas vértebras, para “curá-lo” da enfermidade.

Só lá pelas duas horas da madrugada, quando o corpo chegou a Vitória é que fomos nos aperceber de como o amigo foi estupidamente morto, pelo curandeiro. Instamos com familiares para denunciar o fato, mas a família se encolheu, com medo, temerosa de que, pela notabilidade do curandeiro, a justiça não desse guarida ao fato. Hoje, conversando com um familiar, com quem nutro grande amizade, ele sente arrependimento. A ação, naquela época, teria evitando que esse patife cometesse tanta indignidade contra aqueles que vão em busca de curas milagrosas, ludibriados por convicções estúpidas.

Mesmo assim, na época, contrariando a família do amigo morto, escrevi esculhambando com a figura desse tal de João de Deus. Me apareceu uma senhora, de posse de um livro contando as histórias milagrosas desse safado, me implorando “pelo amor de Deus”, que não escrevesse mais nada, que era tudo mentira, o que me contaram. Disse à referida senhora o que bem desejei, contra tal milagreiro safado e, o tempo também provou que deveria ter denunciado o fato que matou apressadamente meu amigo, logo em seguida que retornamos de uma viagem maravilhosa, à Argentina.

É a velha história, antes tarde do que nunca. Vibro com o noticiário mostrando as patifarias de João de Deus. Vejam o que pode fazer a liberdade de imprensa contra um inimigo da sociedade. João de Deus jamais foi um curandeiro medíocre. Sempre foi um bandido indecente, imoral, um rufião, um tarado, escondido atrás de uma falsa santidade, trepado no nome de Deus para cometer libidinagens e acumular fortunas com suas patifarias, adulados por gente famosa, por políticos medíocres e até magistrados, que o protegeu.

Só com a liberdade de imprensa, a coragem dos jornalistas, o avanço cultural da sociedade, podemos nos livrar desses patifes enganadores.

Como a determinação do Juiz Federal, Sérgio Moro, os procuradores, seus auxiliares e a Polícia Federal com suas ações contra os ladrões da pátria, a imprensa noticiando tais fatos, como as patifarias e João de Deus, podemos gozar da verdadeira liberdade.

 

 

 


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