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Assim é a política.

14/08/2018

 

No final, no chamado frigir dos ovos, vamos assistir, até prova em contrário, o sr. Renato Casagrande se eleger novamente governador do Estado, pela mais absoluta falta de opção.

 

Quem acompanha a política capixaba sabe que o sr. Renato Casagrande se elegeu pela primeira vez governador do Estado mediante uma manobra política do governador Paulo Hartung que, admitindo que o então senador Renato Casagrande crescia nas pesquisas, temeroso de sua vitória, sem seu apoio, “convenceu” o vice-governador Ricardo Ferraço sair de candidato a governador, para senador (se elegeu e foi um bom senador), enquanto trabalhava para eleger Renato Casagrande, o que aconteceu. No meio do caminho, depois que tomou posse, o eleito Renato Casagrande passou a ter ideias e vontades próprias, como aconteceu entre Dilma e Lula e outros artistas capixabas e por aí afora, que esquecem do “criador”, e passam a dominar a paróquia do modo que mais lhe agrada.

 

Paulo Hartung e Renato passaram a ser inimigos de verdade, trocando desaforos políticos sobre recursos não deixados em caixa e obras que não vão nem à poder de porrada, para frente, como o Cais das Artes e outras obras que empacaram, pela mais absoluta falta de talento e planejamento.

 

Agora, quem apareceu novamente como candidato a governador foi o sr. Renato Casagrande, como uma espécie de desforra política, fazendo com que o governador Paulo Hartung desistisse da reeleição e, antes apontando cinco nomes de sua preferência, para sucedê-lo (Cesar Colnago, André Garcia, Erick Musso, Amaro Neto e Sérgio Vidigal), nenhum deles, na verdade, foi estimulado pelo governador a enfrentar Renato. Apareceu, no meio do caminho, da desistência do governador em concorrer à reeleição, o senador Ricardo Ferraço (PSDB) para “boi de piranha”, para enfrentar Renato, sendo estimulado para concorrer no seu lugar ao Senado o divertido senhor Amaro Neto mas, Ferraço, já mordido por cobra, tem até medo de linguiças, preferiu continuar candidato ao Senado e fazendo com que o seu PSDB apoiasse Casagrande, dando um troco ao governador Paulo Hartung, que o retirou abruptamente de se candidatar ao governo do Estado, anteriormente.

 

Na verdade, sem favor nenhum, pela falta de candidato bom, para enfrentar as habilidades de Renato Casagrande, tiraram da cena política o vice-governador Cesar Colnago, o único que poderá fazer frente a Renato, que gozam da preferência da comunidade italiana do Estado.

 

Contrariado por ter sido preterido, o vice-governador Cesar Colnago passou a ser candidato a deputado federal. Amaro Neto, p da vida, passou a apoiar a senadora Rose de Freitas, MDB, inimiga de Paulo Hartung, que quer ser governadora. Tudo maluco beleza...

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 


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Promessas de campanha.

13/08/2018

 

O candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro, na sua visita a Fecomercio-ES teve oportunidade de abordar vários assuntos, como o excessivo número de reservas indígenas, para tão pouco número de índios, atravancando o desenvolvimento nacional e provocando graves conflitos, as precariedades das nossas rodovias e a multiplicidade de barreiras eletrônicas colocadas em pontos estratégicos com objetivo exclusivo de multar, quando o certo seria termos rodovias decentes para evitar-se a quantidade de acidentes.

 

O sr. Bolsonaro, embora saiba que no Brasil foi tudo desmontado para se impedir o crescimento nacional, não disse que vai fazer ou acontecer, mas prometeu que vai reconstruir o Brasil, vai impor ordem para pôr-se um fim à sangria de recursos, apontando o DENIT – Departamento Nacional dos Transportes como um dos obstáculos ao desenvolvimento nacional, pelas obras rodoviárias que não acabam nunca.

 

Com uma capacidade de raciocínio da velocidade de um relâmpago, foi incapaz de, no decurso de sua fala, dizer como vai fazer ou prometeu o que não pode realizar mas, pelo menos, quando explicava o que estava acontecendo, disse que se eleito for, esses casos não acontecerão, não quer se aliar a partidos ou políticos que tiveram problemas no passado, não vai aceitar conchavos, ressaltando que um partido queria indicar-lhe seu candidato a vice, mas reivindicava três ministérios, firmar um documento onde ficasse explícito tal obrigação, preferindo ficar sem os sete minutos que o possível companheiro traria, para permanecer com seus sete segundos, tempo suficiente para dizer: “Sou Jair Bolsonaro, candidato a presidente da República. Preciso do seu voto”.

 

Lembro-me que o “professor” Lula, na sua campanha para presidente, ao ser perguntado como iria promover o desenvolvimento nacional com esse bando de ladrões na política, respondeu que era impedindo que roubassem. “Se roubarem ao menos um terço do que roubam, promoverei o desenvolvimento nacional”.

 

Lula foi uma tragédia, uma indecência, uma imoralidade, com José Dirceu, Genoino, Dilma, Palocci e outros arruaceiros presos por ladroagem.

 

Vejam que esse moço, carcomido pelo tempo de devassidão no governo, onde sua “pobre” esposa, morta, sem nunca ter trabalhado, deixa uma fortuna estimada em 12 milhões; seus filhos, irmãos, sobrinhos, etc. são exemplos de refinados tomadores de dinheiro público e, pasmem, quer voltar a ser presidente, de dentro da cadeia.

 

Resta uma esperança em Bolsonaro. Tomara que não fique apenas na promessa.

 


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