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A era da mediocridade I

02/05/2018

 

O que está acontecendo ao povo brasileiro, ao próprio país, com esses “letrados” políticos assumido o poder, transformando esta pobre nação num monstruoso covil de ladrões, se não bastasse a institucionalização da mediocridade?

Recente, passou por Nova York d. Dilma, que assumiu por um período e meio a presidência da República, quando foi derrubada por um impeachment, pelas sua estripulias governamentais.

D. Dilma foi entrevistada por um jornalista americano que buscou decifrar o que ela, ao participar como representante do Brasil no sepultamento de Fidel Castro, o qualificou como um lutador pela democracia, quando ele, na verdade, foi um dos maiores ditadores sanguinários da história da humanidade.

A veemência com quem a “ilustre” senhora defendeu Fidel Castro como “libertador” do seu povo, seus exemplos de “democrata”, de libertador da América Latina da opressão americana, tudo o que essa mulher medíocre falou foi um amontoado de asnice, de uma mente medíocre que, só no Brasil, na própria América Latina, pode alcançar o poder, graças à incapacidade do povo de escolher coisa melhor.

Desde 1930 até 1945, o ditador Getúlio Vargas procurou arrebanhar algumas figuras ilustres para comporem seu ministério, mas, por outro lado, se cercava por gente como Gregório, seu “fiel” capanga, Filinto Muller, tido como um dos maiores assassinos, à frente de sua Polícia Política (DIP) –DIP- Departamento de Imprensa e Propaganda e seu Chefe de Polícia Política, uma espécie de retrato dos assassinos no campo de concentração de Nuremberg, Alemanha.

Afora alguns bons, inteligentes, Getúlio se cercou de um conjunto de homens perversos, analfabetos de pai e mãe, como seus próprios familiares, uns ratos, alguns reinando até hoje...

Em todo ciclo do Movimento Militar Revolucionário de 64, os escolhidos para dirigir a nação, a  começar por Castello Branco e terminando por João Batista Figueiredo, todos eles, tinham um amplo conhecimento político e realizaram excelentes administrações. Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique (este, uma vestal comunista), Lula e Dilma, todos eles, foram integrantes da era da mediocridade, em que mergulhou a nação.

Bêbado, pornográfico, sem escrúpulos, analfabeto, de uma intrigante desonestidade em todos os campos, Lula e Dilma foram de uma mediocridade a sem limites, para nossa nação.

 A entrevista concedida por Dilma a um jornalista americano é de uma figura escrota, da mediocridade que tanto nos envergonha.

O povo brasileiro ainda vai bater nas portas dos quarteis implorando que as Forças Armadas nos salvem, mais uma vez.

 


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Pirenópolis I.

01/05/2018

Se você, caro leitor, acha que o Brasil é só desse bando de ladrões que está no poder, roubando de forma escandalosa, indecente ou, quem sabe, da impressionante marginalidade que pulula em todos os centros, cometendo os mais bárbaros crimes, sendo necessário chamar as Forças Militares, como ocorre agora no Rio de Janeiro, está enganado. Toda essa tragédia que assistimos é provocada, no máximo, por 10 % da população brasileira, ou seja, em torno de 20 milhões, que deveriam estar na cadeia ou, na melhor das hipóteses, serem guilhotinadas.

Existem cidades no interior brasileiro onde respiramos respeitabilidade, tradição, honradez. No interior do Paraná, como São Paulo, tem cidades que dá vontade de não sair mais de lá.

Outro dia, a convite do velho amigo Giuglio Settimi Cysneiros, direitor do SESC de Goiás, fomos conhecer a encantadora Pirenópolis, berço das mais ternas tradições goianas, onde, parece, o Brasil nasceu, com seu casario antigo, barroco, com uma conservação primorosa, ruas impecáveis com noites luminosas, onde uma radiante mocidade se aglomera nas praças, jardins, numa proliferação impressionante de bares, restaurantes, barracas de venda de artesanato enfeitando a noite, sem baderna, sem barulho ensurdecedor, sem precisar de polícia para tomar conta. Parece que encontramos ali o berço da civilização brasileira.

Um inesquecível encontro com o passado, um tanto ou quanto longínquo, deste Brasil trágico, de tanta vergonha para todos nós, encontramos na Fazenda Babilônia, que vem lá de 1800, com seus casarios, sua Casa Grande, de fantásticas dimensões, em excelente estado de conservação, onde a sra. Telma Lopes Machado brinda os visitantes com uma verdadeira aula das velhas tradições de Pirenópolis? que tem seu nome ligado à colonização espanhola que ali se estabeleceu e que colocou o nome na cidade de Pirenópolis por se assemelhar à região aos Pirineus, fronteiras entre Espanha e França, com seus imensos platôs. Assim são as terras de Pirenópolis, onde se debruçam fazendas as mais antigas do Brasil, como a inigualável Babilônia, palco de novela e que nos faz retroagir a um passado onde o Brasil era mais brasileiro.

Distante 120 quilômetros de Brasília, Pirenópolis se situa no Planalto Central do Brasil onde, a impressão que se tem, o país começou, com um punhado de gente decente.

Faz parte da tradição, quem vai a Pirenópolis, tem obrigação de visitar a Fazenda Babilônia, conhecer sua história, através da narração da sra. Telma Lopes Machado, a herdeira que ainda manda servir aos visitantes um café colonial de uma fartura tão grande que o visitante sai almoçado.

Dê um salto no passado, em Pirenópolis, e visite suas lojas de antiguidades, também.

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 


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