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Um pas de delinquentes.

02/06/2021

 

Vive o mundo, o país, uma guerra de mentiras. Todos dias, quer através da velha e moribunda imprensa nacional e das redes sociais, com autoridades, centros de informações, desmontando, de um lado ou do outro a guerra alarmista de boatos falsos (fake news). Logo cedo, assisto o presidente Jair Messias Bolsonaro desmentindo os boatos inventados contra sua administração, o que “ele vai fazer” para prejudicar este ou aquele grupo, quando, na verdade, ele está pensando em beneficiá-los, ou protege-los, através de medidas mais sensatas.

 

Queiram ou não os inimigos do presidente Jair Messias Bolsonaro, ele realmente é um fenômeno no campo das comunicações. Duma fertilidade e rapidez para desmontar inimigo que ainda não surgiu um tão espetacular como ele.

 

Duas semanas atrás o presidente Bolsonaro convidou motoqueiros a darem uma volta com ele, no Rio de Janeiro. Nunca imaginou-se que o convite presidencial pudesse atrair motoqueiros numa quantidade tão expressiva, que foi impossível avaliar quantas motos participaram. Sabe-se que foram milhares. Milhares mesmo, incontáveis, O que seus inimigos políticos inventaram sobre a impressionante adesão ao presidente chega a ser até um negócio ridículo. Lula comprou um avião especial, saiu pelo mundo catando ditadores os mais indecentes, ou mais ladrões para distribuir dinheiro, dar financiamento, usufruir benefícios. Pilhou empresas estatais, destruiu a economia nacional com trilhões desperdiçados e pilhados. Preso, indecentemente, ganhou a liberdade e vive arrotando por aí que, mesmo condenado não é ladrão, não é desonesto e, em companhia de uma imprensa falida e rede social, faz propaganda contra o presidente da República, utilizando a palavra democracia, como se ela entendesse de liberdade, de desenvolvimento, quando seu jogo foi o da locupletação indébita, da imoralidade, das negociatas as mais mirabolantes e, surpreendentemente, porque não foi condenado em terceira instância, foi libertado pela Suprema Corte, que o condenou também, não pode ir à rua, porque vem a turma: “Lula ladrão”!

 

O Brasil, da correção monetária e de ladrões, precisa ser passado a limpo. Antes que seja tarde.

 

Sejamos sinceros. O que podemos esperar de uma nação que tem Lula, Dilma, Fernando Henrique Cardoso, Haddad, Sarney, Renan Calheiros e outros espertos cagando regras? Temos futuro?

 

 

 

 

 


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Para pensar.

01/06/2021

 

Tem uma frase que sempre é repetida em períodos de graves dificuldades por que passa uma nação: “Como você pode contribuir, para o crescimento nacional”? “Não pergunte o que os EE.UU. podem fazer por você. Diga, o que posso fazer para ajudar meu país. ”

 

Ao término da Segunda Guerra Mundial o presidente americano, Franklin Delano Roosevelt, com frases semelhantes, ouvindo o Congresso Nacional, instituiu o valor de UM DÓLAR por cada cidadão, por mês, com objetivo de formar um fundo, para soerguer a economia nacional, propiciar ajuda aos países que formaram o grupo de Aliados, inclusive os derrotados (do Eixo), para reparação de nações destruídas, como Alemanha, Japão e Itália. O Fundo durou cinco anos. Na data prevista, foi extinto.

 

Cinco anos depois, Japão e Alemanha eram surpreendentemente desenvolvidas, através do que se chamou de Plano Marchal, para o desenvolvimento. Hoje fazem parte do grupo dos mais desenvolvidos do mundo, há mais de 50 anos.

 

O Estado tem a função de criar a infraestrutura como atração para o desenvolvimento, oferecendo condições à livre iniciativa. Não é função do poder público, dar emprego, criar sinecuras para abrigar afilhados políticos, artistas e outros aventureiros e bandos de parasitas que nada contribuem para o desenvolvimento nacional.

 

Marcham as nações para, num prazo de 30 anos, trocar toda frota automotiva por sistema elétrico, inclusive solar, abolindo-se as chamadas usinas nucleares, térmicas ou qualquer tipo de geração por produtos fósseis, como petróleo, carvão, turfa, etc.

 

Se tudo isso acontecer, o petróleo perder sua utilidade como combustível, 90% das prefeituras brasileiras desaparecerão. Nenhuma conseguirá arcar com o peso de seus gastos com a folha de pessoal, sem a participação dos royalties do petróleo ou dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios deficitários, que todos nós, brasileiros, contribuímos com a maior carga tributária do mundo.

 

O Brasil é um país viável. Tudo bem. Com esse tipo de gente dirigindo? Fazendo caridade com nosso bolso? Dá para pensar.

 

 

 

 


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