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Terremoto difícil.

01/10/2018

 

Já disse aqui, vezes anteriores, que só um terremoto demoliria as preferencias eleitorais do senhor Renato Casagrande para o governo do Estado, a não ser que ocorresse fatores supervenientes na política, o que invariavelmente pode ocorrer, mas, no caso presente, após a formação dos candidatos pelas diversas agremiações, não pode temer o senhor Casagrande um nome à altura para confrontar-se com o seu.

 

A barafunda no cenário político do Espírito Santo, a falta de candidato (a) a contrapor-se à figurado ex-governador Renato Casagrande se deveu ao governador Paulo Hartung que, embora considerado como um excelente administrador, “cozinhou” pretensos candidatos e até mesmo a sua candidatura até a 25ª hora da decisão necessária, fazendo com que o senador Ricardo Ferraço se bandeasse para debaixo das asas do senhor Renato Casagrande, visível inimigo político do governador, impedindo que seu PSDB apresentasse candidato ao governo do Estado, prejudicando a candidatura do vice-governador César Colnago, único nome com a necessária penetração no fabuloso universo do eleitorado ítalo brasileiro do Espírito Santo.

 

Ou a política nacional, em anos próximos, passa a adotar o sistema de voto distrital, com  limitação de recursos públicos no processo eleitoral nacional ou vai ser muito difícil promover-se a necessária reforma política que o país tanto necessita, pelo menos para promover-se o surgimento de lideranças regionais.

 

Homem de excelente carisma, simplicidade incomum, o senhor Renato Casagrande passeia elegantemente com sua candidatura rumo ao palácio Anchieta, onde já residiu e não conseguiu se reeleger por divergências pessoais com o governador Paulo Hartung, hoje mero candidato a ministro não sei das quantas, se Fernando Haddad (PT) ganhar as eleições para presidência da república, um negócio tão remoto como Renato Casagrande vier a perder o pleito para governador do Estado. Não haverá fatores supervenientes que possam fazer com que eleições já definidas, em primeiro turno, sejam ameaçadas por esta ou aquela tolice. Pode o sr. Marcos Lisboa, amigo do petista dizer o que melhor lhe vem à cuca, para ver até se o Haddad colhe alguns votos no Espírito Santo, o que tem sido muito difícil para o PT, principalmente com Lula atrás das grades.

 

Estamos há dez dias para a realização do pleito e, nesta altura do chamado campeonato sucessório, tanto Federal como estadual, todo mundo sabe em quem votar, só falta enfrentar a fila nos postos eleitorais para que, até 20 horas do dia 7 saibamos quem foi eleito de fato.

 

Parece, os tempos são de fortes mudanças. Pode ocorrer uma excelente renovação do quadro político brasileiro. E necessário...

 

 

 


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Falta tudo II

30/09/2018

A política brasileira será sempre o que estamos vivendo, onde a tarefa principal do governante é aumentar impostos e contrair empréstimos para fazer face ao pagamento da brutal folha do funcionalismo público e a preciosidade das aposentadorias dos que nunca trabalharam em prol do desenvolvimento da economia nacional.

Estamos situados num país, o quarto, em extensão territorial mais promissor para a produção de alimentos, por exemplo, podendo produzir, devido a variedade climática, incidência de sal, duas ou até três produções de milho por ano, arroz, trigo, soja, feijão, batata, alho, cebola e, estranho, afora o café e a soja, não produzimos nenhum alimento, principalmente arroz, feijão, milho, alho, cebola, batata, trigo, suficientes para o abastecimento interno, para matar a fome do povo brasileiro, mas compomos no universo mundial os maiores gastadores de recursos (dólares, euros, moedas de diversas origens) em viagens internacionais; não produzimos uma agulha, que não tenha procedência chinesa e, graças à incompetência dos nossos dirigentes, terras e mais terras nacionais estão sendo adquiridas por empresas chinesas para produzir alimentos aqui no Brasil.

O Estado do Espírito Santo está no meio do universo brasileiro de importador de alimentos para o sustento de sua população. Invariavelmente a mídia informa que este ou aquele supermercado recebeu grande partida de alho ou cebola, fazendo despencar, no mercado, os preços dos mesmos produtos produzidos no Brasil!

Outro dia, os caminhoneiros paralisaram suas atividades. Não se avaliou com a necessária isenção do porquê os caminhoneiros promoveram uma estupenda greve. Simplesmente porque os preços pagos pelos combustíveis subiam diariamente, não podendo suas tabelas de cobrança de fretes funcionarem, sem grandes prejuízos. Temos os combustíveis mais caros do mundo, os caminhões produzidos a preços estratosféricos, porque temos os maiores impostos do mundo, a classe política e o sistema de governo e o judiciário os mais caros do mundo, e se aumentam de forma indecentemente abusiva, e ninguém pode falar nada.

Estamos em vias da realização de eleições no país, com perspectiva de grandes mudanças e, pelo que se depreende, elas serão tão grandes que poderão provocar uma revolução, mormente se o PT não eleger seu candidato à presidência da República, como promotem CUT, MST e mais um bando de incapazes travestidos, por interesse, de vermelhos, comunistas, mas sem a necessária disposição de promover o desenvolvimento econômico e social da nação. Como, com essa gente, poderemos sonhar com a produção de alimentos para sustentar uma sociedade que vive nas filas, nas portas de Loteria Esportiva, mantida pela Caixa Econômica Federal, para ilusoriamente fazer sua fezinha?

Que Brasil “nós” queremos?



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