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Não duvidem da força do povo

12/03/2020

 

 

Há um “entendimento” da classe política brasileira de que as Forças Armadas não têm a necessária coragem de dar um golpe, fechar o Congresso Nacional. O Supremo Tribunal, instituir uma nova Constituição e reformar instituições com objetivo de reduzir o processo burocrático composto de 70 obrigações fiscais e parafiscais e mais 418 empresas estatais, pondo um fim a milhões de sinecuras. Há um equívoco. Tudo tem um limite e as Forças Armadas poderão ser impulsionadas pela força bruta da população que não suporta mais o sistema dirigente, mesmo sabendo que existem nos quadros políticos pessoas que merecem o devido respeito, embora em número insignificante.

Existe um entendimento, através da ONU- Organizações das Nações Unidas que, qualquer alteração no quadro institucional de nações, através de ações militares, pode levar esses países a sérias dificuldades no campo da comercialização de seus produtos, como aconteceu com Cuba, vai acabar acontecendo com a Venezuela, mas tudo por determinação dos Estados Unidos, ainda a grande força econômica do mundo, embora algumas nações de governos reconhecidamente metidos a populares (para não dizer socialistas) têm rompido o pacto com os Estados Unidos  mantendo relações com os cubanos, mas chega um Bolsonaro meio desavisado, mete o pé no formigueiro e espalha cubanos para todos os lados...

Não se pode avaliar até onde pode chegar o ponto de exaustão do povo brasileiro. Em 1964, premida pela campanha das mulheres e com apoio da Igreja Católica, os militares passaram 20 anos no poder e deram um impulso tão grande no país que, em toda sua existência anterior, não teve crescimento semelhante. Os tempos são outros? São. O povo tem os mesmos sentimentos de pátria, brasilidade, ordem, amor à família e o país? Tem. É bom não brincar com o fogo. Não despertem o gigante...

O erro das Forças Armadas, em 64, foi permitir a participação da classe política nos negócios dirigentes. Traída nos seus interesses de roubalheiras, os políticos se armaram para destruir o poder dos militares e, aqui pra nós, pegou a fragilidade do presidente João Batista Figueiredo, um homem que não resistia desaforos, fez com que ele praticamente aceitasse a anistia irrestrita acenada, mas que, no fundo não teve nada de irrestrita e, se não fosse algumas posições de velhos militares, os que fizeram o movimento militar de 64 estariam presos ou fuzilados.

O sistema político brasileiro não merece a mínima confiança.

Se eclodir um movimento militar, agora, saiam debaixo, será de consequências imprevisíveis.

 

 

 

 


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História de urubus

11/03/2020

 

Contam as “lendas” que os urubus, desde que surgiram no mundo, sob os efeitos de torrenciais chuvas, que os impede de voar, acocorados nas árvores reclamam: “Quando passar a chuva e o Sol aparecer, vou fazer minha casa”. Quando o Sol volta a brilhar o urubu, feliz da vida, exclama: “Pra que quero casa? ”

Por volta de 1470, por aí, as cheias dos rios Reno e Danúbio fizeram com que, naquela época tão distante, os governos de países servidos por aquelas importantes vias aquáticas se consorciassem para contratar gênios, como Leonardo da Vinci, para projetar o desassoreamento, as contenções e as eclusas que promoveram a navegabilidade, uso para pesca, transportes fluviais de grande curso para o turismo e o tratamento de água para usos diversos. Quem viaja por aqueles importantes rios que cruzam a Europa podem divisar as dragas removendo areia para construção civil, sua navegabilidade, comportas que permitem a regularização do leito e o respeito que os povos usuários têm pela beleza dos leitos de rios mais limpos do mundo.

Não precisamos ir muito longe para conhecer a imundície que a estupidez humana promove em nossos rios e lagos. Não tem um rio, um lago, que mereça cuidados de nossas autoridades. Os aglomerados de casas, barracos, favelas imundas, esgotos, à margem dos nossos rios, é de fazer vergonha, fazendo com que se repita, todos anos as cheias que matam, expulsam pessoas de suas casas, dão prejuízos, acabam com tudo que levou tempo e dinheiro para se construir e se perde tudo em meia hora de chuva, mas gastam fortunas com carnaval, fogos de artificio para comemorara a passagem do ano, como se aqueles momentâneos acontecimentos fossem de grande importância.

Compomos uma sociedade de urubus, sem educação, sem os mínimos princípios básicos de organização, de respeito aos nossos semelhantes.

Gastam milhões em porcarias as mais diversas, sem nenhum cuidado, para com o futuro e, depois que ocorrem todas as imoralidades no carnaval de rua, transformam a cidade num imenso mijódromo, numa grande putaria, querem rotular essa indecência como se fosse turismo. Turismo? Será que essa gente não tem um pouco do senso do ridículo?

 

 

 


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