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Chuva de cangalhas

25/11/2018

 

 

 

Em meio à campanha eleitoral o presidente eleito, Jair Bolsonaro, fez referência a 32 barreiras eletrônicas (redutores de velocidade) entre a Barra da Tijuca, onde mora, e o município de Paraty, no Estado do Rio, dizendo que ia mandar rever tais imoralidades, que seriam cartórios para negociatas políticas. Ninguém tem dúvida que tais imoralidades sirvam para esse tipo de negócio sujo.

 

Outro dia, no centro de Vitória, exatamente no bairro do Parque Moscoso, pelo meio da rua Thieres Vellozo, meia dúzia de metros distante de um estacionamento, plantaram um quebra-molas. Raios, todo mundo passa ali devagar, onde tem estacionamento num só sentido, dos dois lados da rua e, tradicionalmente, ali tem o Colégio Agostiniano, um dos mais tradicionais da cidade. Interessante, nunca tiveram o cuidado de colocar, nas suas proximidades, um quebra – mola mas, afinal, qual foi o objetivo de colocar ali o empecilho?

 

Sabe-se que os chamados serviços públicos estão povoados de cavalgaduras. Tem sábio aos montes, com objetivo, apenas, de azucrinar a vida de quem lhe paga o salário.

 

Perto de onde trabalho, na rua Misael Pedreira da Silva, onde se constrói um “contorno” para a av. Rio Branco, tem um trecho de 20 metros que, como dizia meu pai, vai virar obra de igreja, não acaba nunca, sem nenhuma explicação à vista. A av. leitão da Silva e outras que, interessante, parece, as autoridades nunca passaram por lá. O notável engenheiro e urbanista João Luiz Tovar, um estudioso dos nossos problemas, como o arquiteto Antônio Chalhub, têm falado sobre vários pontos nevrálgicos de Vitória, como a Praça de Cauê, mas ninguém os ouve, de sacanagem, só para não darem o braço a torcer e dizerem amanhã que um munícipe, competente, preocupado com os problemas da cidade, deu a ideia para transformar um problema em solução urbanística.

 

Tenho dificuldades, no horário do almoço, em sair da Ilha do Boi, onde moro, porque a burrice do tráfego plantou ali, colados, dois sinais. Além de levarem um tempo enorme para abrir e uma rapidez de um raio para fechar, fazem com que motoristas, putos da vida com a demora, infrinjam a Código de Trânsito, passando com os sinais fechados.

 

Se o ilustre motorista sair de Vitória, com destino a Domingos Martins, ou mais adiante, vai se deparando com redutores eletrônicos de velocidades, até chegar na Polícia Rodoviária Federal, no trevo de Viana, onde os policiais, contrários ao desenvolvimento de tudo, instalam uma barreira idiota de cones, provocando o dia inteiro, grandes engarrafamentos. Será que não tem uma autoridade para mandar parar com aquela merda?

 

Acho que essa tal de estatística do IBGE, que diz que o Brasil tem 72% de sua população composta de analfabetos funcionais, não fez o levantamento no chamado Serviço Público.

 

Se der uma chuva de cangalhas...

 

 

 

 


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Uma nova esperança

24/11/2018

 

 

 

Nada contra ninguém! Há pouco mais de um mês para a posse do novo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, parece mentira que, depois de 33 anos de desgovernos, de instabilidade política, social e econômica a coletividade brasileira parece que vai se encontrar com alguém que inspira confiança, pretende moralizar a vida pública nacional e, interessante, vem conquistando uma ampla credibilidade.

 

Falta-nos, à sociedade brasileira, um negócio muito sério: educação. O princípio de autoridade, a chamada vulnerabilidade moral do homem público é responsável pela crise, a destruição da família, onde vivemos, onde perdeu-se o respeito pelo que seja dignidade humana.

 

Interessante, ao meio da podridão moral que o país vive, com tantas falcatruas, roubos cavalares, surgiu como que saídos das cinzas, o político Jair Messias Bolsonaro e, de forma surpreendente, o magistrado federal Sérgio Moro, lá da justiça do Paraná, chamada de “República de Curitiba”, num momento em que todo conjunto social perdia as esperanças.

 

Nutro minhas esperanças no futuro do Brasil. Pelo que depreendo, o futuro governo vai promover uma revolução nos costumes, no comportamento de dirigir a nação.

 

Quem tiver o espírito parasitário, de viver às custas do Estado, sem nada contribuir para o futuro nacional, aproveitem para aprender a trabalhar ou para se concostarem de vez. Não vai haver espaço para sanguessugas, golpistas, vigaristas, ladrões, escroques, proxenetas, esse tipo de gente que tem desgraçado com a vida nacional.

 

Quero crer que o governo que se inicia em primeiro de janeiro de 2019, vai mostrar para o que veio. Vai ser responsável por profundas mudanças que tanto desejamos, promovendo as reformas essenciais ao desenvolvimento nacional, principalmente a política, pondo um fim ao sistema mais vergonhoso de cartórios, no pior sentido, nos organismos públicos, nas empresas estatais, que se somam a quase 500.

 

Bolsonaro não é nenhum semideus, um infalível, nada disso, mas está fazendo tudo para escolher as melhores pessoas para comporem seu staf e promete agir com mão de ferro se alguém prevaricar. Não está arrebanhando arrivistas, escroques, ladrões, mas administradores, homem para pensar Brasil, grande.

 

Os que, por ventura, desejarem com ações tolas intimidarem o futuro presidente da República, percam as esperanças. Não há espaço para covardia no seu comportamento. Vai ter um apoio inestimável da sociedade que votou nele, por sentir que traz consigo a responsabilidade de transformar esta nação numa terra de gente de vergonha na cara.

 

 

 


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