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O chins como pano de amostra.

09/02/2021

 

Tem doido para todo e qualquer tipo de gosto. Comenta-se abertamente que, por trás da figura meio carnavalesca, grotesca, até, da figura de João Dórea, governador de São Paulo, dizem (não sei se boas ou más línguas), estariam interesses chineses. Não sei se no decurso da sua longa história os chineses mudaram. Sempre tiveram um monte de defeitos, mas, afirmar que possuem “grandes” interesses no Brasil, inclusive financiando campanha para eleger João Dórea futuro presidente da República. Me parece uma idiotice, levando em consideração que o chinês tem muito mais com o que se preocupar com seu povo, como as mais de 80 manifestações anuais, nos seus cantões, contra as autoridades nacionais, pela mais absoluta falta de liberdade e necessidades prementes.

 

Sabe-se que o chinês (a China), tem poucas áreas agricultáveis, para grandes culturas, pela mais absoluta falta de terrenos agricultáveis. A grande maioria é morro, difícil para um plantio mecanizado, muito embora tenha 600 milhões de pessoas  passando graves dificuldades, fome mesmo, e a luta da China é como encontrar mecanismo, terras baratas para situar grandes plantios de cereais, principalmente, para alimentar seu povo, partindo do princípio que depois do bolso, a parte mais sensível do, corpo humano é o estômago vazio, a família passando dificuldades, as crianças implorando à mãe por comida, derruba governo e é com essa história de impedir que o povo brasileiro saia às ruas, para trabalhar, que poderá levar o país a    um estado de desespero e, parece, é isso mesmo que a velha e carcomida imprensa brasileira dá a impressão quer que aconteça.

 

O chinês está procurando espaços em vários países para realizar grandes plantios de alimentos. Quanto mais a terra for agricultável, mecanizada, melhor para ele que trabalha a custo zero, para fabricar seus equipamentos agrícolas, industriais de um modo geral.

 

No campo do fuxico, estamos vivendo instantes raros, no linguajar desses governadores, políticos de um modo geral, que quer que Jair Messias Bolsonaro pare com essa mania, de impedir que se roubem cofres públicos.

 

 

 

 

 


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A velha imprensa enlouqueceu

08/02/2021

 

É sabido que a imprensa (jornais, revistas e televisão) no Brasil estão em extinção. O que resta parece freiras segregadas em conventos sem qualquer oportunidade ou direito de ir à janela, onde estão enclausuradas, que dirá abrir a porta que dá para a rua. A nossa velha imprensa parece uma freira enclausurada, com a obrigação de mentir sempre pelo que se passa dentro do convento, embora se saiba, desde os tempos mais remotos, que ali residia a grande patifaria praticada pelos religiosos, verdadeiros bordéus. O tempo passou e os conventos não abriram suas portas.

No caso da nossa imprensa, como a de todo mundo, o objetivo para sua criação foi um só: “Liberdade”, mas, com o passar dos tempos, esqueceram da liberdade e passou a defender os mais indecentes princípios de imoralidade e corrupção, como se faz até hoje no Brasil com relação ao professor Luiz Inácio Lula da Silva. Não sei do porquê, ainda, esse papa-comunista argentino, que assentou sua estranha presença na chamada Santa Sé, que já andou beijando Lula, não o canonizou em vida, com tripa e tudo...

Não conheci até hoje, assantado no poder da República um presidente mais impertinente, mais corajoso, mais determinado, mais teimoso do que 12 mulas velhas juntas, quando se trata de defender os interesses nacionais, desafiando até, quem quer que seja, a roubar os cofres públicos no seu governo, sob a ameaça de coloca-lo no “pau de araras”. Decorridos dois anos e dias de mandato Jair Messias Bolsonaro continua o mesmo atrevido, desafiador, não se intimidando nem com a facada que quase o matou. Aliás, pergunta-se sempre, sem resposta: Quem mandou matar Jair Messias Bolsonaro?

Dois anos se passaram de governo Bolsonaro e a velha e desdentada imprensa não deixou que ele dormisse em paz um único dia, que não inventasse uma mentira sobre ele, ou invertendo todas suas verdades, com o nitido interesse de lançar o povo contra ele ou, na pior das hipóteses, ele contra o povo. Ninguém mais inteligente do que Bolsonaro para deixar essa corja tonta, com seu linguajar bem arrastado, da forma que o povo gosta, daí a demonstração do seu crescente prestígio. É um negócio impressionante, a popularidade crescente de Bolsonaro, sem que a imprensa queira reconhecer, pelo contrário, até minimiza, com um interesse eivado de mediocridade.

Se é desse jeito que querem derrotar Bolsonaro no próximo pleito, estão redondamente enganados. Bolsonaro parece indestrutível.


 

 

 


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