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Vítima dos ladrões.

04/08/2019

 

Durou sete horas o depoimento do ministro da Justiça, Sérgio Moro, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, onde compareceu para prestar esclarecimentos sobre suposta invasão de privacidade de comunicação, via Whatsapp, entre ele, quando juiz do inquérito Lava- Jato e procuradores.

 

Aqui pra nós, num país onde militaram governantes como Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma, Temer, pode ter alguma coisa chamada de sério? de honesto.

 

Qualquer jovem principiante na política sabe que Lula e Temer, como outros companheiros de partido, estão presos, como os campeões Sérgio Cabral e Eduardo Cunha, como refinados ladrões.

 

Sejamos decentes. Será que há um conluio da Justiça, de procuradores, da Polícia Federal para condenar santos homens como Lula, Temer e outros espertos?

 

Um deputado do Psol, ao meio do indecente espetáculo tumultuado para prejudicar o depoimento do ministro Sérgio Moro, acabou chamando-o de juiz ladrão.

 

Toda regra tem exceções. Não podemos misturar refinados exploradores, ladrões os mais devassos da nossa política com um reduzido número de gente honesta, que milita nos quadros partidários do país. Não existe no Brasil indivíduo, autoridade e, homem público, mais respeitável do que o ministro Sérgio Moro, que tem a unanimidade nacional.

 

Acho -um entendimento eminentemente pessoal- que a sociedade brasileira, mais dias e menos dias, irá se deparar com a realidade que todos estamos ansiando: a tomada do poder das mãos de uma classe política viciada, corrupta, inteiramente desmoralizada, que está atrasando o desenvolvimento econômico e social da nação.

 

Quando, deputados diversos, partem sem um mínimo de escrúpulos para cima de um Juiz com objetivo claro de defender um refinado corrupto como Luiz Inácio Lula da Silva, sem um mínimo de escrúpulos, de vergonha no seu procedimento, alguma coisa está errada no pais.

 

Não vou cometer a veleidade de afirmar que o ministro Sérgio Moro é um herói. Herói é quem morre, se imola, pela pátria, sacrifica o que resta de sua vida para servir de exemplo às gerações vindouras. Temos muitos raros heróis, mas, justiça se faça, não temos ninguém, nenhuma pessoa mais honesta, mais honrada no país do que a figura respeitável de Sérgio Moro, embora Lula se julgue merecedor de tal reconhecimento, embora preso como ladrão.

 

Que país é este?

 

 

 

 


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Justiça para todos

03/08/2019

 

Os recursos públicos deveriam ser empregados, exclusivamente, no bem-estar da coletividade, através do saneamento básico, educação, saúde, segurança e transporte de massa.

Espalham pelo Brasil milhares de empresas estatais, federais, estaduais e municipais. Agora mesmo o governo do Espírito Santo criou uma empresa estatal para comercialização do gás, extraído aqui. Por quê?

Acho que o dirigente público (são loucos pelo poder) imaginam que o chamado recurso público, advindo da arrecadação de impostos, é abundante como as tempestades de verão ou as cinzas e gases expelidos pelas erupções vulcânicas, desde que o mundo existe (ou se formou).

Em lugar nenhum do mundo, existe almoço de graça. Alguém tem que pagar a conta, sai do bolso de alguém e, esse alguém, chama-se povo, contribuinte, que recolhe dinheiro de forma obrigatória, através de impostos.

A instrução básica, em qualquer país do mundo é gratuita, mas, quem quiser uma escola de melhor qualidade para seus filhos paga mensalidade, e o que aqui ocorre, mas, originariamente, os estabelecimentos de ensino têm que recorrer ao SPC, SERASA, ou outros órgãos, para se protegerem do mau pagador que, invariavelmente, contam uma história diferente ao Procon.

Agora mesmo a UFES- Universidade Federal do Espírito Santo diz que vai entrar num processo (pacote de cortes) que irá afetar até a segurança do campus, num país marcado pela violência, até dentro das salas de aula, onde reportagens têm mostrado o vandalismo com que são submetidos todos estabelecimentos universitários do país, exatamente pela mais absoluta falta de educação de uma ponderável maioria. Em toda linha de ensino do país, inclusive universitário, há excesso de vandalismo, da mais absoluta falta de princípios básicos de educação, daí a importância de se cobrar o ensino superior no país, para que não se formem bandos e inteiramente desnutridos em conhecimentos básicos.

O Brasil precisa ser passado a limpo. O que existe no país, hoje, de mais grave, é a impunidade. Há uma terrível falta de uma justiça séria, para todos.

 

 

 


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