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Promessas: "Eu sou eu..."

01/06/2018

 

Está perto de começar a “novela” das promessas, dentro do calendário eleitoral e que se repete de dois em dois anos, com os candidatos anunciando aos quatro ventos, o que pretendem fazer.

 

Já participei de muitas reuniões com candidatos, que querem ser ouvidos pelos empresários sobre suas “plataformas”, o que vão fazer, pouco se importando que suas mentiras não levem nada a sério.

 

Numa dessas entrevistas com um candidato a prefeito de Vitória, ele falou que ia transformar a região portuária, na área central de Vitória numa espécie de “Puerto Madero”. Puerto Madero é a transformação da velha estrutura portuária de Buenos Aires, na Argentina, num dos pontos mais sofisticados de lazer da capital portenha. O nome Madero vem do engenheiro Eduardo Madero, responsável pela magnífica obra que, com o passar dos anos foi, abandonada pelo governo e, finalmente, colocada à venda, sendo arrematada por um grupo francês por 8 bilhões de dólares, que transformou aquela orla num dos mais caros complexos de lazer e negócios empresariais da Argentina, com amplo sucesso.

 

Outro sábio, que veio depois, naturalmente sem vermos o “Puerto Madero” sair da promessa, afirmar que iria construir “escadas rolantes” para os morros de Vitória. Brinquei com aquela autoridade, que se elegeu com suas mentiras, que ele deveria fazer uma para a área de turismo, a mais importante de todas. Ele achou minha conversa interessante e perguntou qual seria minha sugestão, para a escada do turismo. Respondi-lhe, meio rápido: “Pra lua”...

 

Pontes, túneis, metrôs de superfície, centros os mais avançados no campo do ensino, duplicações de rodovias, tudo que é impossível de ser realizado, pela mais absoluta falta de dinheiro, é prometido, pouco se importando seus autores pelo que poderá acontecer.

 

É incrível, assistirmos 16 trabalhadores em jardinagem tirando mato em um canteiro de pouco mais de 20 metros quadrados, onde mal e porcamente deveriam estar trabalhando, no máximo, dois.

 

É espantoso que a Secretária de Turismo do Estado tenha 70 empregados. É muita gente, para pouco turismo.

 

Nossa capital, Vitória, tem sido vítima de uma presepada interessante da nossa PM. Invariavelmente à noite, quando é intenso o tráfego na Enseada do Suá, grupos de militares, na altura da entrada para a Terceira Ponte, fecham uma pista da região, entre 18 e 20horas, a título não sei de que, atrapalhando o trânsito, provocando um grande engarrafamento. Acho que esses militares querem gozar com a cara dos que por ali precisam passar. Será que essa gente, em nome de uma segurança estúpida, não entendem que está atrapalhando, dificultando a vida de quem vai para casa?

 

Já imaginaram, com um sistema de segurança sério estaríamos no paraíso?

 

 


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Tragédias brasileiras I

31/05/2018

Sempre explico, não tenho nenhuma preocupação com o que venham pensar de mim, pelo que escrevo. Aliás, não me preocupa a vida alheia, muito embora a chamada pessoa pública, por suas condições, é alvo da crítica dos que exercitam na função de jornalista.

Nasci sob a égide do Estado Novo, quando o maldito senhor Getúlio Dorneles Vargas imperava como ditador, com seus bandidos à tiracolo.

Parece, quem viveu daquela época até à presente data, por ideias curtas ou por ser efetivamente oligofrênico (deficiência de memória), não se recorda que o Brasil não tinha usinas hidrelétricas, tinha grupos diesel geradoras de energia e, sua distribuição, também era de responsabilidade de grupos anglo-canadenses, sempre juntos, dominando o mundo, como o sistema de transporte de massa, que era feito pelos bondes ou tremes da Leopoldina, por concessão do governo brasileiro ao grupo estrangeiro, num processo de pagamento à segurança que o governo inglês concedeu á  Família Real portuguesa, quando expulsa de Portugal por Napoleão Bonapaete.

O Brasil não tinha nada. Faltava açúcar, alho, batata inglesa, cebola, arroz, faltava tudo, que vinha de fora. Mal e porcamente aqui tinha farinha de mandioca e feijão.

O governo de Getúlio foi uma espécie de câncer monumental, atrapalhando nosso desenvolvimento. Getúlio voltou, depois de deposto em 1945 e, conseguiu eleger o marechal Eurico Gaspar Dutra e, logo em seguida, voltava ao Governo, desta feita eleito pelo voto direto. Foi uma tragédia acabou suicidando-se, com um tiro no peito.

Sei que, se o Brasil estava no atoleiro, no atoleiro continuou, com Juscelino Kubiteshck de Oliveira, depois veio Jânio Quadros, um maluco e, daí para frente disparou, precisando vir a intervenção militar, porque Jango, Brizola, Almino Afonso e outros queriam estabelecer aqui um sistema meio cubano, tipo socialismo caboclo, permitindo a intervenção militar, o que salvou o Brasil.

Os 20 anos de Movimento Militar foram maravilhosos para o Brasil e seu povo. A corja comunista não gosta que diga isso porque foi a grandeza do Brasil no período militar, de maior desenvolvimento da nação.

Infelizmente assistimos governos como o de Luiz Inacio Lula da Silva, Dilma e, agora Temer. Não há quem suporte tamanha crueldade e ainda falam que Lula pode voltar a ser candidato.

Falta a certo tipo de gente, ao menos, o senso do ridículo.


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