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A desfaçatez.

31/08/2020

 

Tenho convicção plena, não só pela idade, mas por falta de ambições maiores, jamais almejo, jamais serei candidato a cargo público, nenhum, no que me resta de existência.

 

Lastimo profundamente que (inclusive eu) não tenhamos capacidade suficiente para repudiar, com nosso voto, os candidatos que os partidos políticos nos apresentam, como se todos nós, fossemos uma cambada de despreparados, sem capacidade de raciocínio e aceitamos tudo o que nos empurram, os partidos políticos que grassam no país como ervas daninhas.

 

Primeiro, por indução e escolha votei no sr. Luciano Rezende que, nas observações do professor Antonio Chalhub, um dos melhores urbanistas do país, votei era o melhor e, sub-repticiamente ajudei na campanha da eleição do sr. Luciano Rezende, para prefeito de Vitória, com base nas afirmativas do amigo urbanista, que fez mais do que eu, pela eleição do homem das ciclovias. Remediar erros eleitorais não adianta, após o resultado das urnas. O negócio é esperar uma nova oportunidade, mas, novamente, por falta de opção, por saber que vinha como candidato e sujeito a ganhar o ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas, apoiado pelo então governador Paulo Hartung, preferi optar por ajudar a reeleger o professor Luciano Rezende. Diz a verve brasileira que, “urubu quando está sem sorte, o debaixo caga na cabeça do de cima”. Foi o que aconteceu com a reeleição do sr. Luciano Rezende.

 

Aliado às conveniências “socialistas” do outro professor, Renato Casagrande, voltando ao governo pelas inconsequências partidárias nacionais, imagina só, com o franco apoio do Partido Comunista do Brasil, trazendo como companheira de chapa uma moça do PCdoB, com a responsabilidade, pelo fruto de uma fatalidade qualquer, assumir o Governo do Estado do Espírito Santo, um pequeno território que sucumbe à ineficiência, como uma espécie de maldição, a governadores que são de uma ineficiência absoluta, sem um mínimo de ideal, de ideias, de princípios administrativos, nada que se pudesse aproveitar.

 

Agora, ao final de seu mandato, quando as luzes se apagam, apagam num melancólico “final de feira...”, vem a história da retomada do armazém de propriedade do Governo da União para estocar os cafés existentes nos velhos armazém do extinto IBC, a fim de que aquele espaço, localizado, próximo ao aeroporto, para ser levado a leilão, para fazer caixa para o tesouro, há 16 anos terrivelmente roubado por uma corja de ladrões que infestaram os mais elevados cargos da Nação, e estão aí, flanando, como gente que nada deve à justiça. É um país infeliz.

 

Abandonado à própria sorte, o velho armazém, próprio federal, tomou o nome da saudosa Carmélia M. de Souza, pelo muito que fez pela cultura da cidade que ela tanto amou. Nos oito anos de administração da Ilha de Vitória, o sr. Luciano Rezende só pensou transformar a cidade rodeada das temíveis favelas que a cercam numa Roterdam e a suas vias para o trânsito de bicicletas, o seu “curral” central, conhecida como Leitão da Silva, numa futura Wall Street, esquecendo-se de que, na Volta de Caratoira existe um galpão, abandonado à própria sorte, que a municipalidade recebeu em comodato para implantar o “Teatro Carmélia”, sem nenhum compromisso com a cultura, respeito ao prédio cedido e, pior, à homenageada.

 

Cheio de arroubos autoritários o sr. Luciano Rezende, com a revolta dos meios culturais com relação à sua desfaçatez para com o teatro, prometeu tomar todas providências para reverter a decisão do governo federal, na retomada de sua propriedade, prometendo TOMBAR o Carmélia. Deve ser pilhéria, brincadeira ou querer fazer o capixaba de besta.

 

De volta à verve popular. Prometem se apresentar como candidatos à prefeitura de Vitória os srs. João Coser e Luiz Paulo Vellozo Lucas. Estamos livres do Sr. Luciano.

 

Será que existe tanta falta de candidatos melhores? Somos pobres em tudo, não de promesseiros.

 

 

 


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Destruidores dos sentimentos nacionais.

30/08/2020

 

Em qualquer país do mundo, por onde passou realizando obras públicas, a  empreiteira brasileira ODEBRECHT, ficou conhecida como sinônimo de CORRUPÇÃO, trazendo para nós, brasileiros, a pecha de ladrões, muito embora 95% da população, a extraordinária maioria do povo é, reconhecidamente, honesta, mas entra no círculo vicioso pelo exemplo da minoria de 5% que integra o formidável conjunto dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário que, com raríssimas exceções, o que é verdade, compostas de notórios espertos, e a maioria de refinados ladinos.

 

Por mais modesto que seja, o indivíduo brasileiro, quando é alçado ao poder,  com a   irremovibilidade ou por eleição, ou favor político , aliada à incapacidade de produzir as mais vagabundas leis que a nação ostenta ou “decidir”, sobre de forma imoral, cada qual, além de se transformar num protótipo de ditador, fica possuído do dom da sabedoria e da verdade .De analfabetos, mentecaptos,  se transformam em sumidades, sábios, em tudo, até nas ciências físicas e naturais e, assim, ungidos de arroubos caudilhescos, desgraçam com a nação, massacram o povo através da compra do voto ou da chamada cornucópia do favoritismo oficial, mediante os concursos mal e porcamente conduzidos ou da imposição da aprovação de nomes desprovidos de conhecimentos jurídicos, falidos moralmente para os postos mais elevados da magistratura nacional, só porque sustentam viés políticos pouco recomendáveis e, no cargo, cometem os mais infames desmandos, mercê de uma Constituição atulhada de burrice autoritária, que dá poderes a quem não deveria tê-los, e castra os poderes de quem, ai, deveria exercê-los, mas são impedidos de atuar, devido às decisões supremas e monocráticas! Coisa do Brasil...

 

Pelo que ouvi e li, os sábios que estão no comando do Senado, Câmara dos Deputados e Supremo Tribunal, juntos, com a TV Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Lula, Zé Dirceu, Stédile e outros empanturrados pelo poder caudilhesco, alardearamque o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, por não estar deixando mais ninguém roubar os cofres públicos, “é o responsável pela morte de 100 mil brasileiros, pelo coronavirus”. Com todos os efes e erres: puta que pariu! Que autoridade tem esses “sábios” para afirmarem tal estultice? O presidente da República está berrando a plenos pulmões há quase 120 dias, que apliquem cloroquina (quinino) à população infectada e, uma chusma de “especialistas”, sob o comando da TV, que quer ser dona da verdade, impondo ao país as imoralidades de suas novelas, objetivando a destruição da família brasileira, sob a imaginação burra que vai fazer prevalecer esta estupenda mentira, em verdade. Não dá para suportar tamanha desonestidade.

 

Cada um de nós, com um pouco de sentimento de brasilidade, com o que nos resta de amor ao país, à família que temos, que são as razões de nossas existências, devemos exercitar o que nos resta ainda de dignidade, de respeito ao país em que nascemos, aos filhos que temos, para banir essa gente do poder. É insuportável o que essa corja pratica sem nenhum respeito à inteligência alheia.

 

Nada dura para sempre. Está na hora de destruirmos essa canalha. Aliás, está passando muito da hora...  Vamos exercitar o poder do nosso voto.

 

Coragem!!!   

 

 

           


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