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A vinda de Bolsonaro

26/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.



Saindo dia 14.11 último pelo Aeroporto “Eurico de Aguiar Salles”, em Vitória, com destino a Córdoba, na Argentina, um povaréu inusitado enchia o saguão com chavões populistas, pela chegada do deputado federal Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República, ainda sem partido definido.

A candidatura do sr. Bolsonaro é uma questão de determinação pessoal, dentro do pressuposto de que, para combater um demagogo de esquerda, neste caso o sr. Lula, precisa surgir um de direita, e o único que se atreve é o corajoso Jair Bolsonaro.

O quadro político nacional é o pior possível. Todos possíveis e pretensos candidatos a alguma coisa política, principalmente a presidência da República estão comprometidos com um processo de malversação de recursos públicos e, na linguagem da “boca maldita”, nem o sr. Bolsonário escapa ileso da fúria da maledicência.

As redes sociais, hoje mais poderosa mídia via internet “exigem” a volta dos militares ao poder, para dar jeito na desenfreada corrupção que tomou conta do país onde, só um Castelo Branco ou um Garrastasu Médice podem dar jeito...

A via mais própria para se dar “jeito” no Brasil, realmente seria a mambembe democracia em que vivemos. Mas quem seria o candidato a ser acolhido pelas mais diversas correntes sociais através do WhatsApps: a intervenção militar ou as urnas, com Lula ou Bolsonaro?

Aparentemente o sr. Bolsonaro se afigura como a solução mais viável, mas não nos parece que seja o “salvador da pátria” com a turba que o acompanha. É preciso ter cuidado para que não entremos em frustrações, como aconteceu com o sr. Collor de Mello, “o Diabo das Alagoas”, que prometeu uma coisa e acabou se atolando na merda, até às suas narinas, terminando na cassação do seu mandato.

O assanhamento dos que festejavam a chegada do sr. Jair Bolsonaro ao aeroporto da cidade de Vitória no dia 14 de novembro último, saudando-o como o futuro “salvador da pátria”, nos deixou uma dúvida: poderá dar certo? Duvido! Lembro-me bem quando era candidato a presidência da República o hoje senador Ronaldo Caiado, quando surgiu, na propaganda, montado num cavalo branco, dentro de uma visão mediúnica de Francisco Xavier, de que o “salvador da pátria” brasileira chegaria montado num cavalo branco.

Dentro do processo demagógico em que vive o país. O sr. Ronaldo Caiado não perdeu tempo. Quebrou a cara...

 

 


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Rumo ao precipício

25/11/2017

 

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

Qualquer decisão, agora, sobre candidatura a qualquer cargo eletivo  é uma perda de tempo. É preciso deixar chegar maio ou junho do ano que vem, para pensar melhor em um acerto de contas com o eleitorado. Ninguém sabe o que vai acontecer com o Brasil, politicamente falando...

 

Queiram ou não, o governador Paulo Hartung é um político hábil, esperto, sabe o terreno em que pisa e não se entusiasma muito com palpites alheios.

 

Não sei do porque, figuras “ilustres” da política querem arranjar um candidato à presidência da República para o sr. Hartung ser o vice, como se ele se meteria numa aventura dessa, tendo um aprendiz de populismo barato como o apresentador da Globo, Luciano Huck, neste caso estimulado pelo sr. Armínio Fraga que, parece, não entende muito de política. Antes, quiseram que o sr. Hartung fosse o vice na chapa que seria encabeçada pelo ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa. Dá para desconfiar de tantos oferecimentos.

 

Confesso, não sei como o Brasil, politicamente, estará em maio/ junho de 2018. A persistir a ladroeira política que aí está, mais ou menos “inabalável”, com os ladrões políticos aplicando os mais absurdos golpes para continuarem roubando, vai dar merda! Não tem um brasileiro consciente da situação atual que não prefira um golpe militar. É ruim? É horrível, mas todo mundo está querendo. Quando eu falo todo mundo, trata-se da maioria, porque numa roda de dez, sete pessoas querem o golpe, o que vai ser ruim, mas esse povo sair as ruas em protesto é capaz de tudo.

 

Estamos assistindo os criminosos do MST incendiando fazendas. Essa coisa vai chegar a um ponto que não tem condições do governo ou qualquer outra força segurar que os acontecimentos graves que estão sendo suscitados nas redes sociais não aconteçam.

 

Quem quiser levar o governador Paulo Hartung pelos caminhos que ele não deseja percorrer, perde tempo. O que ele vai ser mesmo é candidato à reeleição. Pelo que se comenta, seu concorrente mais sério será o prefeito de Vitória, Luciano Rezende, tido como candidato natural, já que todos que passam pela prefeitura têm pretensões ao governo do Estado. Uns com mais outros com nenhuma chance...

 

Acho que essa colocação em evidência do nome do governador Paulo Hartung como candidato a vice-presidente da República nas chapas dos possíveis candidatos Luciano Huck ou Joaquim Barbosa ou outro qualquer, não engrandece o governador. Por que vice? Não deveria ser ao contrário? Quem está conversando com o eleitorado brasileiro sobre tal assunto?

 

 

Estão querendo empurrar o governador para o precipício.  

 

 

 

 


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