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33 anos depois

29/10/2018

 

Tive a honra de servir, na condição de secretário particular, ao governador Christiano Dias Lopes Filho, um dos políticos mais sérios, honrados que nosso Estado tem tido.

Por circunstância natural, participei ativamente de todas atividades governamentais do sr. Christiano Dias Lopes Filho, desde sua eleição indireta na Assembleia Legislativa até os últimos instantes de seu trepidante governo. Impressionantemente honesto.

A primeira visita oficial, do sr. Christiano Dias Lopes Filho, ainda como governador eleito do Estado, foi ao então presidente da República, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, a quem levou três pedidos: o primeiro foi objetivando o Exército ceder ao governo do Estado o major Romão, sediado no 38º BI, em Vila Velha, para ser seu Secretário de Segurança Pública.

O presidente Castelo Branco indagou do porquê ele escolhia o major Romão. “Porque sou amigo dele, tenho confiança nele e preciso que me ajude no governo.

Sem titubear o marechal presidente ponderou: “Se o senhor for realmente amigo dele, poupe-o, arranje outro. Não prejudique a carreira dele, que o senhor diz ser seu amigo. Se não tiver jeito, peça que ele passe para a reserva remunerada, que poderá fazer de sua vida o que bem entender. Qual é o outro assunto?

O sr. Dias Lopes pediu a intercessão do presidente para que o Espírito Santo fosse incluído como integrante da Sudene, ou criasse um instrumento de desenvolvimento para o Espírito Santo. Telefonou imediatamente para o ministro Hélio Beltrão, para fazer o que fosse possível. Deu em nada, pela recusa de governadores da região, a começar por José Sarney, um bom filho...

O terceiro pedido foi para que o presidente Castelo Branco determinasse o fim de seis quilômetros de estrada de chão, no lugar denominado Morro do Côco, divisa do Estado do Rio de Janeiro com Espírito Santo, onde se eternizava uma obra que não acabava nunca, já apelidada, naquela época (Brasil indecente), de “enrica empreiteiro”. O presidente convocou à sua presença, na hora, o marechal Juarez Távora, ministro de Viação e Obras Públicas, na ocasião, pedindo que o sr. Dias Lopes relatasse o “caso”, o que foi feito. No final, determinou ao ministro: “Dou-lhe 60 dias para por fim à imoralidade”, em 30 dias estava solucionada.

O IBGE diz que temos 72% da nação compostos de portadores de analfabetismo funcional, ou seja, microcéfalos, que sabem ler, mas não sabem explicar ou traduzirem, ou ensinarem o que leram. No período de 1964 a 1985, quando se instalou no poder, cinco presidentes militares, o Brasil teve um desenvolvimento de 50 anos. Éramos a 60ª economia do mundo, passamos para o 8º lugar. Depois de 85, passamos a ser governador por antros de ladrões. Agora, devemos ser salvos por Jair Bolsonaro, um capitão reformado do Exército, quase morto em praça pública, para salvar a nação dessa corja.

 

 

 


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Façanha democrática

28/10/2018

 

Dia 28 de outubro está próximo. É a data marcada para nos livrarmos pra sempre do PT, PSDB e outras indecentes siglas partidárias. Os candidatos que concorreram a qualquer tipo de eleição no Brasil, não se elegerem ou não se reelegerem, estarão encerrando suas carreiras políticas, para felicidade da nação brasileira e, mais precisamente, seu povo.

Se Jair Bolsonaro for eleito, o que espero, com 70% dos votos válidos de um povo cansado de ladroagem, o sistema político nacional irá mudar, já muda muito tarde...

O país, sua sociedade, está diante de quadrilhas e mais quadrilhas de ladrões que, com o passar do tempo, se estabeleceram através de um loteamento dos negócios públicos. Covas, Quercia, Guimarães, Montoro, Maluf, Barros, Guimarães, Odebrechet, Itáu, etc. e tal, e outro e mais outros mais, que existem na nação mais corrupta, mais imoral do mundo.

Recentemente, o país está assistindo, assim como que por encanto, o surgimento de dois malucos, loucos, ensandecidos por justiça. Não há sinal da existência na história recente da humanidade, em qualquer parte, a presença de um magistrado, como Sérgio Moro, condutor do processo Lava-Jato e um político da coragem, da determinação de Jair Bolsonaro, capaz de dizer: “Não faço acordo com nenhum político. Quem quiser me apoiar, que o faça, vote em mim, sem interesse. Se tiver interesse, não vote em mim. Quero me eleger pela vontade popular e não de grupos”. Ou esse cara é muito louco, ou determinadamente corajoso, audaz, resoluto, tanto que, quase foi morto com uma facada em praça pública, quando era carregado por multidão, em Juiz de Fora.

Esse cara está prometendo fazer uma revolução no Brasil, para acabar com toda sorte de privilégios, os mais imorais cartórios, onde despontam as maiores figuras da imoralidade pública nacional. Se Bolsonaro não executar 30% do que está prometendo, me permitam dizer uma palavra grosseira, rude, indecente, estamos irremediavelmente fodidos.

Você, caro leitor, talvez não teve tempo de avaliar a profilaxia moral que a presença de Jair Bolsonaro na política nacional propiciou ao povo no dia 7 de outubro em curso, mandando velhos grupos políticos para casa e, muitos, com o término das imunidades, deverão ir para cadeia, para se juntarem a Lula, que só a persistência de Sérgio Moro foi capaz de tal façanha, a mais importante da nossa história política.

Eu acho que o povo brasileiro acordou. Você não pode, infelizmente, mandar todas pessoas imprestáveis, ladronas, corruptas, de uma só vez para a cadeia ou para o cemitério (deposito de insubstituíveis), mas foram 55% mandados aos cuidados das profundas dos infernos. Que fiquem por lá...

 

 

 


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