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A globalização

01/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Na história da globalização, todos estamos saindo ganhando e ao mesmo tempo, perdendo. O mercado de tudo virou um leilão e, dentro dessa modalidade de comércio, o negociante troca alhos por bugalhos, diante da rapidez com que as negociações passaram a ser executadas e, ao meio dessa confusão toda, o desequilíbrio dos preços dos produtos vendidos no chamado mercado livre, competitivo.

O avanço tecnológico do mundo a partir de década de 80 foi algo que não se podia imaginar, mas certos tipos de doenças, como a febre amarela e outras transmissíveis, como a Aids não foram erradicadas ou não encontraram o antídoto necessário para inocular as pessoas, simplesmente porque os laboratórios farmacêuticos, caso colocassem no mercado produtos ou vacinas capazes de curar doenças, como fazem os índios secularmente, certamente que essa fantásticas organizações farmacêuticas não existiriam.

Mais de 50% dos remédios produzidos no mundo são os chamados placebos, não valem nada, levam os pacientes imaginarem que estão sendo conduzidos a um tratamento sério.

No caso da proliferação de medicamentos falsos, fantasiados como importantes, as autoridades brasileiras têm desenvolvido importante trabalho, até nas nossas vizinhanças sulamericanas, onde imperam as falsificações e a chamada indústria e o contrabando.

Surgiu no mercado, faz algum tempo, uns remédios chamados de “naturais”, contra os quais os laboratórios tem feito uma formidável campanha, perseguindo mesmo, de forma impiedosa os “fabricantes”. O negócio é que os produtos, para diversos tipos de doenças tidas como incuráveis, são tratadas com procedimentos simples, sendo que, como o caso dos problemas de artrite reumatoide, o remédio é um espetáculo. Ninguém, fica mais com problema de coluna, tomando apenas três comprimidos de forma regular, após o almoço ou jantar.

Dentro de especificações sérias, o Governo, através do seus órgãos controladores, deveriam estudar o assunto com mais cuidado, porque, em certos casos, a sociedade está sendo ludibriada por produtos que não servem para absolutamente nada!

Em certos casos, a globalização só veio para atrapalhar.

 


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Salvando a Justiça

31/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O dia 24 de janeiro de 2018, desde a instituição do Brasil como República, esta foi a data mais importante, depois de 7 de Setembro, dia da nossa Independência como Nação, pelo restabelecimento (soerguimento mesmo) da Justiça Brasileira.

As esperanças da sociedade brasileira repousavam no julgamento realizado por três desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região – Leandro Paulsen – Revisor da Lava Jato na corte e presidente da 8ª turma (47 anos); João Paulo Gebran Neto – Relator da Lava Jato na corte – 53 anos; e Victor Laus, 54 anos) que, após a longa sessão de julgamento, do mais famoso processo contra um ex-presidente, por corrupção, no processo Lava Jato, presidido pelo Juiz Federal Sérgio Moro, que tinha condenado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para cumprir pena de 9 anos e seis meses de prisão, acabou com a pena que lhe fora imposta para 12 anos e um mês de prisão. O ex-presidente pode recorrer para o próprio Tribunal Regional Federal que reformou a decisão do Juiz Sérgio Moro, aumentando sua pena.

Lula está sendo julgado por crime de corrupção por ter recebido um apartamento tríplex no Guarujá, importante município balneário de São Paulo, por ter sido denunciado pelo Ministério Público Federal sob a acusação de recebimento de propina no valor de R$ 3,700 milhões da OAS, como parte de acertos do PT em contratos na Petrobras (A quantia corresponde à reserva de um tríplex em Guarujá (SP) e armazenamentos e transporte do acervo do ex-presidente).

A condenação de Lula é, queiram ou não, um dos pontos mais importantes na história da Justiça Brasileira. A jovem turma de desembargadores federais que julgou o ex-presidente prestou um dos maiores benefícios à moralidade pública da nação. A imposição da timidez que se estabeleceu no país sobre tudo e sobre todos ainda se constitui numa vergonha, numa chaga, num câncer social sem precedentes. É preciso extirpar essa chaga indecente da corrupção desenfreada.

É preciso que todos nós avaliemos o trabalho realizado no dia 24 de janeiro de 2018 realizado por três magistrados federais pertencentes à 8ª turma do TRF-4, especializada em matéria criminal.

“É de todo lamentável que um ex-presidente seja condenado criminalmente, mas a causa disso são os crimes por ele praticados e a culpa não é da regular aplicação da lei.” Palavras do Juiz Sérgio Moro, na sentença que condenou Luiz Inácio Lula da Silva a 9 anos e seis meses de prisão, reformada para 12 anos e um mês pelos desembargadores do TRF-4.

 


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