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Mudança de rumo.

01/06/2019

 

Ao meio das manifestações a favor do governo Bolsonaro, foi ouvida, também, ruídos contra o governo Casagrande, que se aboletou no Governo do Estado e passou a trazer um punhado de gente de fora, sem o exame detido de suas tradições, ocasionando o que estamos assistindo, de fazer com que tenhamos pena do término do governo Paulo Hartung onde, pelo menos, tínhamos a presença de um governante mais prudente, na escolha dos seus auxiliares, comprometido com a governabilidade.

 

Qualquer observador, por menos atento que seja, com relação à desordem na segurança pública do Estado sabe que existe uma rejeição ao chamado comando, que veio de fora, sem conhecimento do Estado, numa demonstração de que, no Espírito santo, não tem gente capaz de tratar a delicada questão com mais eficiência. A impressão que o governador Renato Casagrande tem dado é a de que, as pessoas de fora, consideradas derrotadas politicamente em suas origens, não possuem nenhuma afinidade com o Estado, aportando aqui por conveniência, por interesse partidário, como se fossemos uma ilha vagabunda, tipo Cuba ou algo semelhante

 

Não é ser contra, por ser simplesmente contra pessoas de fora, que vieram para “auxiliar” na administração estadual. De atividade partidária reprovada nas urnas, encontraram abrigo aqui, na terra de cegos. No Estado do Espírito Santo o presidente Jair Bolsonaro, embora contasse com a franca oposição ao seu nome pelo governador Renato Casagrande, teve duas vitórias retumbantes, tanto no primeiro turno, como no segundo, de nada adiantando o apoio aberto do governador à figura do candidato do PT, Fernando Haddad, que teve uma derrota fragorosa em todos municípios do Estado.

 

Embora seja um homem de completo desconhecimento dos problemas de economia e do desenvolvimento do Estado, o professor Renato Casagrande está na contramão da história política nacional, remando contra a maré e fadado a fazer um governo de quinta categoria.

 

Recente, ao ver o deputado federal Amaro Neto, anunciar que começou a trabalhar para ser candidato ao governo do Estado, procurou atraí-lo para disputar, proximamente, a prefeitura de Vitória, com o término do mandato do prefeito Luciano Rezende, diante do compromisso que tem de fazer Luciano seu próximo candidato ao governo estadual, partindo para uma disputa pelo senado, diante da inviabilidade da candidatura à reeleição da senadora Rose de Freitas.

 

Pode ser, por falta de opção, que o sr. Renato Casagrande tente se eleger para o senado mas, como estamos um pouco longe ainda e ele amarrado ao PCdoB, não tenha condições de se eleger, ao menos, porteiro do cemitério de Castelo, município de sua origem, no sul do Estado.

 

 

 


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A força das ruas

31/05/2019

 

Quem se der ao trabalho de avaliar (sem paixões) as manifestações populares de apoio às ações desenvolvidas até agora pelo governo Jair Messias Bolsonaro há de considerar que foram impressionantes, espontâneas, onde multidões participaram ordeiramente na defesa de um governo eleito legitimamente, quase liquidado por uma facada às vésperas do pleito e que promete mudar o Brasil.

A vitória de Bolsonaro calou a oposição, embora a mídia contrária afirme que o Congresso Nacional não vai ligar para o clamor das ruas, vai manter uma agenda própria, diferente do Palácio do Planalto, como se quisessem desconhecer a verdade dos fatos.

Mas, o que mais impressionou mesmo nas manifestações populares do dia 26 de maio último? Foram multidões do Norte e Nordeste se levantarem em apoio ao governo Bolsonaro, numa espécie de basta a uma oposição despropositada, que só pensa em corrupção.

Preste atenção a classe políticos brasileira. Busque ouvir a voz das ruas, mude de comportamento, a hora é de mudança e, se não mudar por bem, vai ter que mudar por mal. Chega de corrupção, de atraso, de bandalheiras, de banditismo desenfreado, de corrupção indomável. A sociedade brasileira quer mudança.

Acidentes políticos ocorrem. O que aconteceu no Brasil em 1964, foi um acidente político muito grave na nossa história, onde o povo foi às ruas pedir às Forças Armadas que colocassem um fim ao processo de transformar o país numa república comunista, como queriam João Goulart, Leonel Brizola, Almino Alfonso e muitos outros inocentes inúteis, tipo Ulysses Guimarães, notórios aproveitadores dos cofres públicos, ladrões de primeira classe.

Está na cara, sem rodeios, as mudanças políticas introduzidas no país após a posse de Jair Bolsonaro. O pior cego é aquele que não quer ver. Se a teimosia e a burrice prosperarem, com essa gente oposicionista querendo testar os brados das ruas, vai perder tempo e pode provocar uma ruptura institucional de graves consequência.

A classe política ainda não entendeu que Bolsonaro representa o espirito das mudanças que tanto se espera, bem como a figura emblemática do magistrado Sérgio Moro, hoje Ministro da Justiça e com a responsabilidade de continuar um impressionante trabalho desenvolvido como juiz federal no processo Lava-Jato.

Analisemos friamente como Norte e Nordeste, historicamente submissos aos governantes corruptos instalados no país após 1985 souberam demonstrar seu cansaço diante de gente tão ordinária.

Resta agora o governo de Jair Messias Bolsonaro tomar consciência de suas responsabilidades e, com equilíbrio e seriedade, acertarem o país, falando menos e agindo mais.  

 

 

 


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