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Reconstruindo a cidade.

05/10/2021

 

Quem passa pela área central de Vitória, a capital do Estado, suas principais e velhas avenidas, tem a impressão que a região foi esquecida, de propósito, até que se aniquile totalmente. Não temos autoridades conservacionistas.

 

Pelos anos anteriores, onde pontificaram administrações descompromissadas com o passado, o trabalho que vem sendo desenvolvido pela administração do prefeito Lorenzo Pazolini está merecendo uma atenção especial com objetivo claro de restaurar o Centro, inclusive permitindo a realização de obras nos velhos casarios abandonados, para que voltem a funcionar com certos tipos de atividades.

 

Um excelente reforço que a cidade vem recebendo é através da sua Guarda Municipal que está em todo canto, com excelentes resultados, principalmente com relação àquelas pessoas que vinham para os sinais pedir ajuda, muitos notadamente aproveitadores, fingindo-se de necessitados e os grupos de drogados amontoados debaixo das marquises.

 

A incapacidade administrativa de governantes anteriores permitiu o favelamento criminoso, onde hoje se homiziam bandidos os mais perigosos, afrontando os passantes. Tem área que a Polícia não vai.

 

Não pode o prefeito Pazolini acabar com os problemas que encontrou do dia para a noite, mas está buscando com sua coragem e determinação acabar com a bagunça que encontrou, e não foi pouco.

 

Agora, recente, com o Sindibares, representado pelo seu presidente Rodrigo Vervloet, o prefeito Pazolini assinou um acordo para revitalização dos bares e restaurantes, até permitindo desconto para frequentadores, o que se constitui num estímulo ao trabalho.

 

Qualquer cidade que se preza prima pela vida noturna, seus bares e restaurante. O mundo, em termos, é um botequim, alegre, divertido, faz parte da vida, da cidade e das pessoas, frequentadoras, mormente a juventude.

 

Vitória e Vila Velha estão sendo sacudidas por novas administrações municipais, novas lideranças políticas, mais inteligentes, mais dinâmicas, trabalhando de acordo com o gosto da população.

 

 

 

 

 

 


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Acerto de contas I.

04/10/2021

 

“Devo e não nego. Pagarei quando puder. Se cobrar, apanha; se não cobrar, perde... “ Essas sempre foi a linguagem dos maus pagadores e, notadamente governo, políticos!

 

O governo Federal tem uma dívida pública da ordem de perto de quatro trilhões de reais, pelo menos é o que dizem os registros públicos.

 

Na verdade, desde que o país foi descoberto, devemos. A igreja Católica montou a Guerra do Paraguai com objetivo de destruir o governo de Solano Lopez porque fechou as igrejas católicas, que usurpavam (roubavam) seu povo. Através da Inglaterra juntaram forças militares do Brasil, Argentina e Uruguai (Tríplice Aliança), para lutarem contra Solano, sozinho e seu povo. Pagou o Brasil, por um acordo de 100 anos, dívida pública contraída para proteção, da Inglaterra, do governo português, dívida que foi extinta na década de 60, pelo governo do Movimento Militar, tendo à frente o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.

 

Agora, uma reunião conjunta entre o Ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente da Câmara, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, do Senado, o governo, através de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), pretende saldar uma dívida de R$ 39,9 bilhões, reservando para pagar precatórios, ou seja, as dívidas com reconhecimento final pelo Poder Judiciário mas lamentavelmente, além de mais, não sabemos, quantos bilhões ficarão por aguardar acordos e decisões judiciais e dinheiro orçamentário para pagar.

 

Há 100 anos, diziam os mais antigos do que eu, que a dívida do Brasil era “impagável”, o que não deixa de ser uma triste realidade, onde todos nós pagamos pesados tributos para que continuemos pobres, porque há de se convir, o governo detesta comunidade rica.

 

Vamos ver até onde caminham as coisas. A impressão que tenho é que o Brasil, seus dirigentes, não têm solução. Seremos sempre a pátria de usurpadores.

 

E ainda torcem para Lula voltar. Deve ser brincadeira.

 

 

 

 

 

 


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