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Conselhos

25/07/2018

 

Outro dia dei uma idéia, aqui, de se transformar o inconcluído Cais das Artes, num Centro de Convenções e que tivesse, anexo, algumas atividades culturais, como um centro de exposições e, assim, teríamos numa área privilegiada uma grande sala de convergências em benefício do turismo de negócios de nossa capital.

 

Dizem os mais antigos: se conselho fosse bom, seria vendido... Teimosamente insisto em dar conselhos às nossas autoridades, as vezes pouco dispostas a andar pelas nossas ruas, vendo as coisas que se eternizam no abandono, para olharem com certo interesse uma formidável área que começa a ficar no abandono, o velho aeroporto de Vitória que, não demora, aparece um maluco para pregar-lhe um nome em sua parede, ou os “sem teto”, para invadi-lo.

 

O velho aeroporto poderia ser entregue à iniciativa privada, também para servir de um grande centro de exposição, já que, devido sua proximidade com a pista do aeroporto Eurico de Aguiar Salles, novo, não pode ser utilizado para grandes construções, edifícios residenciais ou atividades comerciais.

 

Não pode é tais áreas ficarem nas mãos do governo, porque falece às autoridades públicas tempo para imaginarem a necessidade do desenvolvimento econômico das cidades, dos municípios.

 

Outro dia, uma senhora, não sei se para me agradar, disse que apreciava muito o que eu escrevia, porque era tudo que ela e muita gente queria dizer, mas não tinham a necessária coragem. Respondi-lhe que essas coisas me custavam muito caro, porque muita gente não de gosta de ouvir e muito menos ler a verdade. Adoram coluna social...

 

O mais grave problema brasileiro é a burrice de grande parte da sociedade, pela falta de conhecimentos básicos. Se nossas autoridades soubessem o peso que tem a inteligência das pessoas, a liberdade que ela enseja às pessoas, o princípio de acuidade em selecionar coisas e pessoas, o Brasil seria outro.

 

O país atravessa uma das piores fases de sua história pública. Não tem um Poder Público se entendendo com o outro. A barafunda reinante no Supremo Tribunal é um exemplo triste para a parcela da sociedade que tem capacidade para discernir, mas não tem número, não tem conjunto para decidir, porque a maioria é composta de alienados, de analfabetos funcionais, os chamados oligofrênicos.

 

Algumas pessoas, com mais capacidade de raciocínio estão preocupadas com o processo de africanização do Brasil, da alienação de seu povo, notadamente dos frequentadores de seitas malucas que surgem ao sabor da cuca dos malucos que se dizem “enviados por Deus” para nos salvar...

 

Acorda gente!

 

 


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Um bode expiatório.

24/07/2018

 

Governador do Estado com três mandatos (cumprindo o último), o sr. Paulo Hartung, incluído merecidamente entre os melhores governadores que o Estado teve nos últimos tempos, tentou, através de uma entrevista exclusiva, para A GAZETA, no último domingo, explicar do porque está deixando de concorrer à reeleição, dando como motivo maior um possível surto de populismo, com a eleição do sr. Jair Bolsonaro para a presidência da República, onde ressalta: “O ambiente no país está ruim, a população está irritada com tudo o que viu, e com muita razão. Mas isso cria as bases para um surto populista ”, referindo-se ao candidato Sérgio Bolsonaro, e “tem gente dizendo que é como o Trump, nos EUA.”

 

Não vamos desmerecer a opinião do governador Paulo Hartung mas, parece-nos, que ele não está temeroso com a eleição de Bolsonaro, como nunca esteve com a eleição de Sarney, Fernando Henrique, Lula, Dilma e a sucessão de Temer, um semelhante aos demais...Fazendo de Bolsonaro um “bode expiatório” para não concorrer a reeleição.

 

A bem da verdade e, se tivermos eleições em outubro próximo, dificilmente quem está no poder se reelegerá. Devem ocorrer reeleições e até eleição de continuidade, mas será um negócio difícil e, por circunstâncias naturais, se candidato for à reeleição o governador Paulo Hartung, pelas circunstâncias da política nacional, dificilmente se reelegerá. Mesmo que seja para pior, a maioria vai preferir experimentar sangue novo.

 

É inadmissível que repitamos reeleições como a de Lula e Dilma. É um escárnio, um ultraje à dignidade nacional. Essa gente pilha os cofres públicos, dão um atestado de populismo indecente, imoral mesmo, e ainda deseja voltar, de dentro das grades, como querem uns atacados do vírus da mediocridade.

 

O governador Paulo Hartung, com relação ao Brasil, teve um diálogo triste com a reportagem de A GAZETA: “O país tem que acertar suas contas. Esse desajuste nas contas vai virar hiperinflação. O país está gastando RS 150 bilhões a mais do que arrecada. E o mundo está se afastando do Brasil. E o mundo está começando a achar que a gente não vai reencontrar o caminho.”

 

Sempre faltou inteligência aos nossos governantes, que imaginam os recursos públicos como inesgotáveis! Vejam como malas e mais malas de dinheiro andam por aí, espalhadas pelo chão, sem um mínimo de respeito, nunca se roubou tanto no  mundo. Sob o grito de ordem imbecil, “o petróleo é nosso”, aventureiros da pior qualidade, refinados ladrões pilharam a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, tudo que encontraram pela frente, afora o empreguismo desenfreado. Vejam que só o Estado do Espírito Santo tem 60% de servidores públicos inúteis: uma simples Secretaria de Turismo tem 71 servidores. Não tem país que suporte tal sangria.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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