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Convite: vamos enterrar a burrice.

09/05/2020

 

Um veemente apelo ao eleitorado brasileiro, especialmente do Estado do Espírito Santo: vamos enterrar a burrice, minha gente!

 

Trazido pelo vento, na cueca de um chinês ou desapercebido turista, desembarcou no Brasil o tal coronavírus (COVID-19), que anda fazendo um estrago por aí, principalmente aviltando a burrice dos governantes que, no caso dos governadores de alguns estados, como o nosso, capitaneado por São Paulo, querem tirar do poder, à força, o presidente Jair Messias Bolsonaro, por um único motivo: matou a esquerda e não está deixando ninguém roubar.

 

Acho que foi por infelicidade nossa, capixabas, a eleição do sr. Renato Casagrande. Quem votou nele não imaginou (nem com reza ruim) ele iria importar para o nosso Estado um conjunto de comunistas que, sem qualquer vivência com a nossa terra, com a desgraça do coronavírus, esse bando de fora veio para estabelecer regras (o melhor seria dizer cagar regras)  como deve funcionar as atividades empresariais, notadamente o comércio de bens, serviços e turismo.

 

Pois bem! O Estado do Espírito Santo tem, 84% de sua arrecadação montada exclusivamente, na base do ICMS. O Estado do Espírito Santo é importador de tudo para o consumo de sua população. Não produz feijão, arroz, milho, alho, cebola, nada que seja integralmente para a mesa capixaba, exceto hortifrutigranjeiros, em parte, e café.

 

Os comércios de bens, serviço e turismo podem ser chamados de galinha dos ovos de ouro para a sobrevivência do Estado e do seu conjunto de funcionários públicos (estaduais e municipais), onde povoam 62% superiores às reais necessidades do Estado, com um agravante, percebendo salários superiores 8 (oito) vezes aos empregados na iniciativa privada. Não sei por que cargas d’água o governador Casagrande e seu conjunto de estranhos à vida capixaba querem impor um ridículo RODIZIO nas diversas atividades de comércio de bens, e serviço. Turismo, nem se fala, o governador não imagina o filé que perde com o abandono do turismo.

 

A economia do Estado está à beira do precipício com esse amontoado de burrice de cerceamento das atividades econômicas, sob o pretexto de impedir aglomerações. Como, aglomerações, de uma sociedade sem dinheiro, se amontoando desde  madrugada nas portas das agências da Caixa Economia Federal e das lotéricas para, receber um auxílio que esta sendo pago pelo Governo Federal?  Proíbe-se das pessoas irem ao banho de mar e sol. Andarem pela orla à noite e, para fechar com chave de ouro a impagável burrice, o prefeito de Vitória quer apagar as luzes, para que o povo não sai de casa e facilitar, sem dúvida, a ação da marginalidade. É a velha história, dizia Dª Anna: “ Meu filho, o sujeito quando é burro, pede a Deus que o mate, e o diabo que o carregue...”

 

Ou enterramos esta monstruosa burrice ou vamos assistir a insolvência de um Estado, em virtude da morte, de março até a presente data, de 271 pessoas de coronavírus. E as outras centenas de mortes? Ninguém liga importância? Será que essa gente está raciocinando? Vieram de Marte?

 

Vamos guardar na memória esse triste retrato da incompetência, auxiliada por gente de fora, sem nenhuma ligação com nosso Estado.

 

Um viva ao Senhor Renato Casagrande...

 

 

 


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Cavando a própria cova

08/05/2020

 

Montou-se um negócio político no Brasil, por uma classe política de poucos escrúpulos, que tem como objetivo desmontar um governo constitucionalmente eleito mas que não atende aos requisitos populistas implantados no país, sob os auspícios de um grupelho metido a populista, mas que, na verdade, vem pilhando a Nação há muitos e muitos anos, ou melhor, desde que saiu do poder o presidente João Batista Figueiredo, o último militar do Movimento Militar de 1964.

A eleição de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República foi uma tragédia para o bando de esquerdopatas acostumado às benesses dos cofres públicos, das negociatas, dos conchavos, das roubalheiras, o que temos assistido com esses desfiles de ladrões que envolvem até importantes magistrados nacionais, para nossa vergonha.

Eleito Jair Messias Bolsonaro, um golpe extraordinário da maioria do eleitorado nacional contra os esquerdopatas ladrões, desde antes de sua própria eleição, em plena campanha, arranjaram um assassino, na pessoa de Adélio Bispo de Oliveira que quase teve sucesso com sua facada, não contando com o pronto atendimento médico ao candidato, salvando-lhe a vida. Esta foi a grande tragédia das esquerdas.

Eleito, contrariando a mais vergonhosa campanha pela grande imprensa nacional, Bolsonaro estabeleceu a ordem: “aqui ninguém rouba”, o que o povo mais queria ouvir.

Com a chegada do coronavírus da China, provocando uma tragédia mundo afora, teve sua ação destruidora esbarrada nos países latinoamericanos de temperatura ambiental temperada, onde a vida do coronavírus e mais curta do que em qualquer parte do mundo, atingindo sua ação pessoas com problemas de deficiência imunológica, sendo que dia 04.05 o COVID-19 matou no país 7.321 pessoas, sendo que no Estado do Espírito Santo, 123, não pelos bonitos olhos do governador Renato Casagrande e muito menos dos esforços da Secretaria de Saúde, mas graças à temperatura ambiental no território capixaba.

O tempo passa. Demora, as vezes, mas passa e vamos assistir o governo do Estado dizer que foi sua ação, suspendendo as atividades empresariais que evitou mais mortes. Se mais mortes houvesse, seria melhor, para exigir mais recursos reparatórios do governo federal que, apesar dos pesares, organizou um projeto social de ajuda aos menos favorecidos, que nenhum governo composto por xiitas teria condições de executar em tempo record.

Casagrande, Dória, Witzel, Caiado, os malucos do PT, a turma do quanto pior melhor, toda essa gente está cavando sua própria cova, para se enterrar politicamente.

Assisti o governador Renato Casagrande na TV, gesticulando com um semblante irradiando felicidade pelo ajoelhamento do empresariado aos seus pés, implorando para trabalhar, e ele, insensível, sabe que o Estado vai entrar numa profunda decadência, terrível depressão econômica, porque ele e seus auxiliares foram incompetentes para, como fez o governador de Minas Gerais, ser racional. Paraná, Santa Catarina e outros festejam a reabertura das atividades econômicas e, no Espirito Santo, genuflexos, aos pés do governador, pedindo para trabalhar, empregados e patrões, padecem.

O tempo passa...

 

 

 


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