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Questões da Justiça

30/05/2018

 

Do que tenho podido ler – leio incansavelmente, a mais importante fórmula de se absorver conhecimentos – nunca vi, em nenhum país do mundo chamado de civilizado, que reunisse coisas ruins como no nosso Brasil.

O país precisa de um choque, um grande trauma, onde deveria morrer muita gente. Para se proceder uma limpeza, mudar procedimentos, precisa se dar um fim as parcelas de segmentos humanos que atrofiam o desenvolvimento econômico nacional. Para sustentação da sociedade a base é a sustentação da economia.

Vamos por parte, pelas coisas mais importantes. O país precisa ter uma “senhora justiça”, uma justiça que seja um espelho, um negócio muito sério, que não deva sair criticado com nosso Sistema Judiciário. Quando os membros da Justiça – como um todo – se prestam para digladiar diante das câmeras de TV, cada uma (Justiça) com seu canal de aberrações cinematográficas, é sinal que o mundo está para se acabar.

A justiça mostra, na TV ou nos seus próprios atos, suas entranhas, suas garras. A proliferação de justiças no Brasil é um negócio incomum nos países desenvolvidos, organizados. Nenhum país tem uma justiça Trabalhista como nós temos; nenhum país tem a proliferação de tribunais, até justiça eleitoral, afora os cartórios, o mais indecente sistema burocrático do mundo para arrecadar dinheiro e até dar uma ponderável parcela do que arrecada para custear a vaidade de magistrados, que possuem seu club privê! E o Brasil.

Os sistemas Executivo e Legislativo fedem, pelo que produzem de ruim, como se a sociedade fosse um lixo, que tivesse obrigação de suportar todas mazelas que lhe são impostas. O que está acontecendo no Brasil com seus poderes Legislativo e Executivo é uma indecência, um ultraje ao regime democrático, que engatinhamos nele e não sabemos se merece respeito, ser seguido.

O sistema político não permite sua própria renovação. Seus membros mais ordinários resistem “heroicamente” aos puxões de orelhas que lhe são impostos pela justiça, onde as decisões são de uma fragilidade vergonhosa, haja vista e falta de critérios na manutenção de prisões.

Agora mesmo vem de Brasília a informação de que, para forçar o pagamento de dívidas, os juízes de primeira instância de diferentes locais do país tem determinado a suspensão do passaporte e até da carteira de habilitação dos devedores.

Não interessa. O direito de ir e vir é sagrado e, a não ser aos indivíduos condenados e presos devem, enquanto cumprindo pena, ficarem com os documentos suspensos, mas devolvidos assim que estiverem em liberdade.

Não tem povo que resista a tamanho ultraje.

 

 


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Notícias de um amigo.

29/05/2018

 

Devido a grande amizade que sempre nutri com o engenheiro e notável administrador Chrisógono Teixeira da Cruz, vez por outra, alguém me pergunta: ”As notícias do Chrisógono?” e, invariavelmente, digo, “não sei!”, porque na verdade não sei mesmo, e tenho pavor em saber. Não posso admitir que uma pessoa válida, de um raciocínio lógico impressionante, o melhor prefeito que Vitória já teve, tenha um AVC e fique paralisado há meses sobre uma cama, em seu apartamento, rodeado do carinho de familiares. Tenho certeza que não era esse fim de vida que alguém como Chrisógono merecesse, imaginasse...

 

Vários anos, com uma precisão extraordinária, nos reuníamos em almoço: Américo Buaiz, Crisógono, Cariê, eu e, as vezes, Arthur Carlos Gerhardt Santos e, quando vinha de Londres tomar ares em Vitória, o empresário Jônice Tristão. A morte de Américo nos abalou muito. O mais sentimental do nosso grupo sempre foi o Cariê mas, teimosamente, resistimos a ausência do amigo Américo, até que numa manhã despertamos com o AVC do caro amigo “Português”, como era tratado carinhosamente no grupo, que falava mais de coisas pessoais, pitorescas, do que propriamente a vida alheia ou de política, a não ser casos tidos como graves.

 

 

Chrisógono e eu, temos outro amigo em comum, o fascinante Philadelfo de Almeida Freitas, o homem que mais entende de bomba, para qualquer tipo de atividade empresarial. Amamos o Philadelfo, pela sua inteligência, sorriso cativante, pela seriedade com que trata as coisas, os negócios. Philadelfo falou, tá falado!



Todas as vezes que o Philadelfo me surge, me trás notícias de Chrisógono, curtas informações, porque me privo apenas do dever de ouvi-lo, por não querer saber desse tipo de informações sobre um dos mais caros amigos que tenho. Cariê diz sempre: “Cris” é inigualável!!”



Enquanto resistimos ao tempo, vou aproveitar para marcar um almoço com o estimado Cariê, o mais brilhante, se não o mais notável amigo que alguém possa ter.



Vamos aguardar o desfecho do sofrimento do velho e querido “Cris”, que já não nos conta mais suas façanhas da mocidade.



Raios, por que pessoas como Chrisógono, o melhor amigo do mundo possa sofrer tanto?

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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