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Coronavírus (o fato novo).

02/02/2020

 

Sem querer ser alarmista. O mundo está diante de um problema virótico grave, talvez a ocorrência epidemiológica da mais extrema gravidade, dezenas de vezes pior do que o do acontecimento “febre espanhola”, que dizimou milhares de pessoas. Caso as previsões venham ser confirmadas.

 

De Wuhan, na China, centro industrial com mais de 30 milhões de habitantes, teria um contingente humano em torno de 2,8 milhões de infectados pelo coronavírus, desconhecido em sua composição, muito menos que tipo de corrente aérea que o trouxe e que já teria matado em torno de 112.000 pessoas, e está se espalhando pela Terra.

 

Quando uma nação determina a paralização de importantes centros populacionais, suspendendo suas atividades empresariais, impondo a segregação das pessoas em suas residências, é um negócio preocupante.

 

Não existem explicações ainda, como o vírus se tornou transmissível, ou se sua transmissão rápida ocorre exclusivamente através das correntes aéreas, o que aumenta  sua gravidade. Separar pessoas, segrega-las, até, é fácil, mas é muito difícil impedir a propagação de vírus através de correntes aéreas. Não se tem informações de acontecimentos semelhantes.

 

Para não alarmar o mundo, os chineses estão procurando manter o maior sigilo sobre o assunto, inclusive número de mortos e intensidade da doença, quando as pessoas são atingidas. As redes sociais têm passado filmes de ataques fulminantes em pessoas, até em aeroportos, estabelecimentos comerciais, etc. Mas o governo chinês tem lá seus inimigos também, doidos por fazer propaganda contrária às ações governamentais.

 

No momento, todo cuidado é pouco. Quanto menos ajuntamento de pessoas em lugares sem ventilação adequada, deve ser evitado, como a principal observação a ser seguida. Ainda não existem maiores recomendações a não ser evitar aglomerações, ambientes fechados, todo mundo respirando o mesmo ar, sem renovação. Evitar o calor intenso também é muito importante, até que as informações sobre o coronavírus se tornarem mais claras.

 

 

 


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Solidariedade espontânea

01/02/2020

 

É a velha história. Quando o indivíduo é acometido pelas chamadas tragédias naturais, tempestades, furacões, tufões, maremotos, terremotos, vendavais, como as recentes chuvas que ocasionaram um dos maiores estragos da economia capixaba e estados vizinhos, os atingidos pela chamada “má sorte” tentam se agarrar com tudo que encontram pela frente, como tábua de salvação.

As mais importantes fontes de reivindicações, talvez as mais serias que existem no mundo, desde o começo da era industrial, a partir de 1800, ocorrida na Inglaterra, são os sindicatos, quer de empregados, trabalhadores e do patronato, no chamado campo das reivindicações sociais.

Quando explodiu a enchente em Iconha, com o transbordamento do seu rio, destruindo o que encontrava pela frente, lojas comerciais que dão o maior resultado econômico ao município e ao Estado, foram destruídas pela força das águas e os empresários começaram a bater na porta de sindicatos patronais, das federações do Comércio, da Indústria, da Agricultura, únicas caixas de ressonância das aspirações de uma coletividade desesperada, vítima de um acontecimento inusitado, que jamais esperavam.

Ocorre que as tragédias de Iconha se espalharam por diversos municípios, em igual ou superior intensidade distribuidora, como os casos de Cachoeiro de Itapemirim, Castelo, Iúna, Alfredo Chaves, Colatina, Linhares, Baixo Guandu, etc.

Totalmente impotente para atender todas demandas por socorro, auxilio, as entidades de classe saíram dos seus esquecimentos por parte dos empresários, para se movimentarem, através da seriedade de suas reivindicações, pedindo ao governo do Estado como prefeituras e até ao Governo Federal a postergação no recolhimento de tributos, financiamento a juros reduzidos, o que passou a ser feito através do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banestes, Sicoob e outras instituições, diante da sensibilidade governamental, ao meio das tragédias.

De modo próprio, sem precisar ser convidada, a Federação do Comércio e seus sindicatos filiados, SESC e SENAC, em conjunto com outras entidades sindicais, segmentos religiosos diversos, Maçonaria, todos se juntaram no mais impressionante abraço de solidariedade, para atender os reclamos das populações atingidas e, daí a pouco, vem clamores de Minas Gerais e Rio de Janeiro, também atingidos pelas mesmas catástrofes.

O momento é de extrema cautela. Ninguém pode avaliar com precisão o volume de recursos necessários para reparar os dados provocados pela natureza, mas de uma coisa podemos nos ufanar, da solidariedade humana, do conjunto de assistentes sociais do Mesa Brasil, órgão assistencial do SESC, para o atendimento às famílias mais carentes, por determinação do presidente da Fecomércio, José Lino Sepulcri, passou a comandar a distribuição de gêneros alimentícios com as populações necessitadas, as mais carentes.

O momento é difícil, dramático, mas com a solidariedade de todos, os estragos serão recuperados, as dores amenizadas.

 

 

 


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