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Falta do que fazer

24/06/2019

 

Certa feita, um candidato a prefeito de Vitória, com muito pouca coisa na cabeça para dizer aos eleitores, dentre outras besteiras declarou que iria transformar os armazéns do Cais do Porto da capital num projeto tipo “Puerto Madero”, de Buenos Aires, Argentina, onde um grupo francês arrematou os armazéns e, com gastos fantásticos, transformou a região portuária, abandonada, num dos maiores projetos turísticos daquele país.

Outros projetos malucos, como túneis, pontes, elevados, escadas rolantes, teleféricos, metrô de superfície, lanchas para transporte marítimo entre Vitória, Vila Velha e Cariacica rolam desde o desaparecimento do velho sistema que foi mantido pela Central Brasileira de Força Elétrica, entre Vitória e Vila Velha, que deixou de circular, após o termino da concessão que a empresa mantinha, até ser absorvida pela então Escelsa.

Vitória é uma ilha com 42 quilômetros quadrados, sendo que 60% de sua área estão tomadas por perigosas favelas, onde se homiziam terríveis meliantes.

 

Já vi e ouvi, e li, a promessa de transformar a av. Leitão da Silva, em obras intermináveis ao longo de 12 anos, que, quando o trabalho de reforma estiver pronto, será transformada numa espécie de Wall Street, o centro financeiro de Nova York. Quanta sandice...

Virou moda transformar ruas apertadas com generosas ciclovias, numa capital onde não existe vocação para o transporte por bicicletas, a não ser por parte de uns doidos, que se atrevem ao suicídio, devido a violência do trânsito, mas o número de ciclistas em uso nas ciclovias nunca será importante para merecer dispêndio como os recursos em obras para sua execução e pintura.

Nós, brasileiros, nunca seremos conduzidos por uma classe política inteligente. As vezes fico imaginando, como tivemos presidentes como José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Dilma! Como essa gente sem um mínimo de conhecimentos, surgiu? Corja de espertos. Alguns, refinados larápios.

A chamada Ponte do Príncipe, mais conhecida como Segunda Ponte, está com sua estrutura frágil roída pelo tempo e pelo relaxamento com grande risco. O dia que ela desabar, vai ser uma merda, porque a região Sul da capital vai perder sua mais importante ligação com o continente. Se nossos dirigentes não possuem a necessária capacidade para terminar 200 metros da av. Leitão da Silva, povoada de respeitáveis bandidos que afrontam o sistema policial, por que desgraçar com a av. Rio Branco, onde, de hora em hora, deve passar um ciclista?

Hoje, o grave problema é andar de bicicleta na Praia do Canto, em Vitória, propriamente, onde os assaltos proliferam e ninguém detém os bandidos. E temos a história ridícula do nosso “Puerto Madero” e muitas presepadas. Deixa pra lá...

 

 

 


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A imprensa (como ela é )

23/06/2019

 

O Brasil será uma grande nação o dia em que 72% de sua população deixarem de ser analfabetos funcionais; o dia em que o Art. 5º da Constituição Federal, que diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, for realmente respeitado; o direito de propriedade não se transforme nessa farsa que aí está; que o Congresso Nacional não seja esse amontoado de ladrões que ninguém dá jeito...

 

Dizia meu pai: “o capeta guarda papel velho”, é verdade. Tenho mania por “armazenar” papel velhos e, realmente, me torno um verdadeiro capeta, revirando-os.

 

Tenho às mãos um exemplar da revista Veja, edição 2130, ano 42- nº 37, de 16 de setembro de 2009. Sua capa traz uma bola representando o Globo Terrestre, sendo esculpido num bloco e, na sua base está escrito: “nasce o mundo pós crise”, uma formidável mentira e, do lado: Especial – 32 páginas – o exemplar contem 186 páginas – Crise – Porque o Brasil foi o último a entrar e o primeiro a sair. Economia – Os emergentes superarão os ricos em cinco anos. Comércio Exterior – Quem compra e quem vende o que para quem. Guerras – Por que matam uns aos outros. Saúde – de que morrem. Migrações – quem vai de onde para onde. Viagens – quem voa mais. História – por que o fosso que separa o Brasil dos EUA vai ficar menor. Nunca vi tanta mentira reunida num único exemplar.

 

No seu número 38, de 20 de setembro de 2017, agora com suas já magras 102 páginas, traz na sua primeira página uma cabeça, humana num fundo preto, indefinido, tendo nos olhos o símbolo da Bandeira do Brasil, o Cruzeiro do Sul, e as seguintes chamadas para as matérias do interior: República de quadrilhas – Temer é denunciado pela segunda vez, e a polícia o acusa de liderar o “quadrilhão” do PMDB. A prisão dos irmãos Batista fecha o cerco em torno da JBS e, ESCLUSIVO - A delação de Palocci: Lula recebia pacotes de 30,40,50.000 reais e, mais:

 51 milhões de Gedéeis– a PF suspeita que os pemedebistas tinham um “banco clandestino” e, Vitória das trevas –A lamentável história da exposição de arte cancelada em Porto Alegre (a Veja acha que pornografia da pior qualidade deve ser considerada como “arte”...

 

De cabo a rabo, a revista Veja, no decurso de apenas oito anos armazenou um atestado eloquente de mentiras, de fracassos, de deturpações absurdas da história. Não tem sentido...

 

Precisamos da união do povo brasileiro para pormos um fim nessa formidável tragédia montada pelo PT e “companhias”, que tentaram estabelecer o sistema socialista no Brasil, impedido pelo juiz Sérgio Moro e um grupo de procuradores, com apoio da Polícia Federal, que desbaratou as mais imorais quadrilhas de ladrões que ostentamos por muitos anos.

 

Se não tomarmos pé da situação, toda essa canalha de ladrões retornará ao poder, para saqueá-lo de vez, com o apoio de certo tipo de imprensa.

 

 

 


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