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Sistema Americano

31/01/2019

 

Não tenho nada contra ou a favor dos norteamericanos. Acho que eles têm muitas coisas boas e outras tantas ruins, mas, justiça seja feita, são altamente inteligentes e práticos, a começar pela sua Constituição, uma das com menor texto do mundo, com uma assertiva firme, definitiva, no seu artigo 1º: “Todos são iguais, perante a lei. “ a Constituição brasileira de 1988, a mais volumosa do mundo, diz um monte de coisas mas não cumpri nenhuma...

Já estive nos Estados Unidos umas cinco a seis vezes, que me deram oportunidade de conhecer como agem os americanos, a começar pelas filas nos seus restaurantes, nas entradas dos teatros, cinemas, casas de diversões diversas. Ninguém tem privilégios, velhos, crianças, brancos, pretos, paraplégicos, nada. Todos são obrigados a entrar na fila o tempo necessário para chegar ao caixa. Seu sistema de saúde é caro, mas é eficiente e o ensino é aberto a todos que queriam estudar, tenham condições de buscar uma bolsa de estudos, sempre à disposição, pelas grandes empresas, que oferecem bolsas e descontam o oferecimento no pagamento do Imposto de Renda. Todas autoridades nos Estados Unidos são eleitas pelo voto direto, dentro das eleições gerais: Só tem cargo vitalício, os membros da Suprema Corte. Todos cargos públicos são demissíveis ad nutum, ou seja, quando termina o mandato do presidente da República (na esfera federal) e nos estaduais ou municipais (condados), ficando a cargo do novo chefe do Executivo renovar os contratos. No Brasil, reina a perpetuidade e tem uma Justiça do Trabalho, ou uma Justiça Eleitoral para ninguém botar defeito...

Todo mundo sabe que o sistema Bolsa Família brasileiro é uma fraude, vergonhoso. O programa de Reforma Agrária é uma aberração (vamos falar sobre ele brevemente). Sobre o Bolsa Família Ameriano, o amigo Teodiano Bastos me manda suas informações, para que os leitores entendam o que é um país organizado.

“Conheça detalhes sobre cada um deles (com exceção do Brasil, que ocupa a nona posição no ranking do FMI) a seguir:

Estados Unidos: auxílio para alimentação

Direito de imagem Getty Images Image caption Programa americano paga benefícios a idosos e crianças de baixa renda cegos ou com alguma outra deficiência.

O principal programa social dos Estados Unidos é o SNAP (Programa de Assistência Nutricional Suplementar), que ajuda pessoas de baixa renda a comprarem comida. É um programa federal, executado por agências locais, que beneficia mais de 20 milhões de lares. O valor médio pago por mês em 2018 para cada beneficiário é US$ 125 e, para cada lar, US$ 252. Os valores se mantiveram estáveis nos últimos quatro anos. O benefício custará quase US$ 56 bilhões neste ano. O SNAP é concedido aos lares com recursos e ativos de até U$ 2,2 mil.

O governo do presidente Donald Trump propôs mudanças na legislação, passando a exigir que pessoas com até 60 anos trabalharem para ter direito ao benefício, comumente chamado de “selos de comida”. No caso de desempregados, também há programas de seguro-desemprego, operados por cada um dos Estados.

Por conta do impasse político criado com a proposta de mudanças do SNAP, o Congresso americano ainda não aprovou a nova lei agrícola (Farm Bill), que financia o setor e o programa de nutrição. Parte da lei expirou no final de setembro e o restante irá expirar em 31 de dezembro.

A imprensa americana estima que pelo menos 2 milhões de pessoas poderão ter o benefício do SNAP cortado ou reduzido caso a proposta de Trump seja aprovada.

O programa Renda de Segurança Suplementar – Suplemental Security Income (SSI) - paga benefícios a adultos e crianças com deficiência ou pessoas acima de 65 anos com poucos recursos (ativos de até US$ 2 mil para um solteiro ou US$ 3 mil para um casal, considerando conta bancária, poupança, carro etc). No ano passado, o valor da ajuda mensal era de US$ 735 para um solteiro e de US$ 1,1 mil para um casal.

Há outros programas nos Estados Unidos, como a assistência temporária em dinheiro para famílias pobres e sem emprego (Temporary Assistance for Needy Families- TANF), com critérios e benefícios definidos pelos Estados. Alguns Estados exigem, para conceder o benefício, renda equivalente a menos de 50% da linha da pobreza, enquanto outros aceitam valores acima disso. Há uma contrapartida de horas de trabalho mensais, que podem ser serviços à comunidade, formações, ou empregos subsidiados no setor público e privado.

China: mudanças desde 1990

O país implementou 12 programas de assistência social. Alguns foram criados há várias décadas, mas eles ganharam força após uma reforma da assistência social no início dos anos 90, que passou a incluir nos programas de transferência de renda pessoas aptas ao trabalho.

Um deles, com versões urbana (“Urban Dibao”), e rural (“Rural Dibao”), garante recursos mínimos de subsistência às famílias de baixa renda, independentemente da capacidade para trabalhar. O sistema beneficia todos os lares do país que vivem abaixo da linha da pobreza. Shangai, a cidade mais desenvolvida do país, foi a primeira a implementar, em 1993, o Dibao urbano nos novos moldes que beneficiam a todos.

O Programa Dibao é nacional, mas em razão das disparidades entre áreas urbanas e rurais e entre províncias do país, os governos locais definem os padrões de ajuda, ou seja, os benefícios variam de uma região para outra, mas não normalmente calculados em função da linha da pobreza na localidade.

Em Pequim, por exemplo, a linha da pobreza é de 900 yuans por mês (R$ 500). Se uma pessoa ganhar apenas 700 yuns (R$385), o governo completa os 200 yuans que faltam para atingir a renda mínima de subsistência.

Na média, o “Urban Dibao” equivale a um quinto ou um sexto da renda per capita das cidades. Em Pequim, a renda média per capita é de 5,3 mil yuans (R$2,9 mil).

Nas áreas rurais, a linha de pobreza média do Dibao é de 312 yuans (R$172), mais do que o dobro do valor em 2010, segundo a ONU.

Há um outro programa nas áreas rurais, o “Wubao”, que fornece alimentação, roupas e cuidados médicos, além de ajuda financeira para moradia e até para enterros."

 

 

 


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A "premessa"

30/01/2019

 

A história é antiga, faz parte das lendas nordestinas: “O menino, a mulher, o homem e o burro”.

Ia por uma estrada poeirenta, rumo à cidade grande, um casal, relativamente velho, um menino de uns cinco anos, trepado num burro. Ao se aproximarem de um lugarejo, a moledaca que jogava bola de pano, num terreiro, vendo a cena começou a gritar impropérios, reclamando que não só o menino, mas a mulher também, deveria estar montada no burro. Com medo de ouvirem novos xingamentos, pararam de baixo de uma árvore, para a mulher montar também. Mais adiante, outro bando de moleques reclamava que a mulher e o menino estavam trepados no burro, e um ancião, a pé, vinha atrás, marchando, quase desfalecido. Pararam novamente e, de pronto, todos subiram no lombo do burro, que mal suportava,a carga.

Légua e meia de caminhada, nova vaia da molecada, protestando contra três pessoas trepadas no “pobre” muar que, resfolegando, os conduzia. Resolveram os três apear e saírem puxando o burro. Perto da cidade grande, nova vaia, agora em protesto contra o pequeno garoto a pé, no sol escaldante, e o burro forte, leve e solto, que poderia muito bem-estar carregando o menor...

Aos gritos da molecada, sem saber o que fazer, a mulher botou a saia na cabeça, para tapar o sol, e falou para todos: os apupadores: “É premessa”, esquecendo—se de que estava” desprevenida!” A molecada deu outra vaia...

A história do menino, a mulher, o homem e o burro se assemelha um pouco ao que está acontecendo com o governo do presidente Jair Messias Bolsonaro. Desde o dia que tomou posse, fez o primeiro discurso, de improviso, a imprensa não o poupou. Achava que ele deveria dizer uma porção de coisa a mais, sobre economia, problema sociais e tudo mais; que sua mulher quebrou o protocolo, falando primeiro em sinais de libra; que não teve jantar, só um coquetel mixuruca servido ao corpo diplomático; críticas às declarações de uma ministra, que falou que agora o homem veste azul e a mulher, rosa, num atestado eloquente de falta do que fazer, como a tentativa de jogar ás costas do presidente os problemas relacionados com seu filho, senador Flávio Bolsonaro, sem prova concreta.

Eu acuso! Que fez a imprensa nesses anos todos, durante os governos de José Sarney, de Fernando Collor de Mello, (criação da GLOBO), Fernando Henrique Cardoso, um frutacor que ninguém sabe o que ele quer ou pretende ser e, finalmente, Lula e Dilma, que desgraçaram com a economia nacional e transformaram a nação no centro da corrupção mundial.

Ex-presidente preso, ex-presidente com mandato cassado por impeachment, presidente do PT, tesoureiros diversos, ministros diversos, tudo com cheiro de latrina de presídio, pela inconsequência que cometeram. A Família de Lula é uma gracinha.

O sr. Jair Bolsonaro já afirmou que os atos do seu filho são de sua responsabilidade, enquanto Lula nega todas desgraças que cometeu, com seus amigos de partido. “É premessa” também?

 

 

 


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