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O muro das vaidades.

08/11/2021

 

O quadro político brasileiro está totalmente desorientado, após a eleição “surpreendente”, para os que se julgam donos do Brasil, de Jair Messias Bolsonaro e a prisão, pela primeira vez na nossa história, de um presidente da República e 71 dos seus mais importantes “companheiros” de farra, sendo que o mais sabido deles foi Sérgio Cabral.

 

Depois que Jair foi eleito, alguns seus companheiros, mordidos pela “mosca azul” ou pelas desenfreadas emoções do poder, foram apontados por espertos aventureiros como possíveis candidatos à presidência da República e, no meio dessa fartura de ilustres enfeitados estão os verdadeiros ‘queimados”, mesmo que incensados pela mídia que, ao invés de noticiar fatos, inventam noticiários laudatórios aos que querem estampar, embora momentaneamente, suas propagandas antecipadas no “muro das vaidades”, como bem citou o vaidoso (e pseudo candidato, também) Paulo Hartung, que prometeu largar a política, pela falência de sua credibilidade junto aos companheiros que abandonou sem maiores considerações.

 

Há um interesse de se “fabricar” candidatos, como Lula, Sérgio Moro, Rodrigo Pacheco, (o mais novo candidato a Cristo), João Dória, Datena e até outros que surgiram e desapareceram na corrente da pandemia que surgiu com o coronavirus.

 

Esses balões de ensaio, de candidatos de grupelhos sem maiores significações de caráter popular, fazem parte da verve política brasileira, à falta de líderes de verdade, brotados ao sabor da indignação popular, como Jair Messias Bolsonaro.

 

Nada como um dia atrás do outro. Vamos assistir, a partir de Lula, todos desistindo de concorrer com Bolsonaro, pela mais completa falta de adesão popular, porque foram líderes fabricados ou porque o povo não vai votar mais em político ladrão.

 

Convenhamos, sejamos decentes. Teríamos condições, coragem, para entregar um carrinho de vender pipocas ao comando do “professor” Lula ou um dos seus companheiros de xilindró?

 

O “muro da vaidade” criado pelo sr. Paulo Hartung, não vai caber tanta gente. Vai cair sob o peso da mediocridade.

 

 

 

 

 

 


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O ciclo das guas.

07/11/2021

 

Tem pessoas que deixam se influenciar por qualquer bobagem, até que, não dando o dízimo à sua igreja, não ingressam no” reino do céu”.

 

Não é apenas no Brasil, os sistemas de comunicação se atrevem até dizer que “pode faltar água no mundo”. Pois tem quem acredite em tal invencionice.

 

Lá na Europa, principalmente, vem uma campanha cerrada contra o Brasil, com empresas propondo a suspensão de aquisição de nossos alimentos, pelas queimas na Amazônia. Vocês já viram os europeus reclamarem que o Brasil exporta produtos minerais a preços incrivelmente imorais? Não, ninguém viu e a grande mídia nacional engorda com as propagandas das mineradoras e fazem campanha sobre a nossa agropecuária.

 

O dia que faltar água, vai faltar vento, Sol e a vida de tudo. Há seis bilhões de anos, calculam os cientistas, ocorreu uma fantástica explosão, que criou o mundo que habitamos. A presença do ser humano tem em torno de seis mil anos que ele anda sobre duas pernas. O ser humano tem pouco ou quase nenhum cuidado com a natureza? Tem. Pode, um dia, o ciclo de vida na terra ser extinto? Pode. Daqui há quantos anos? Impossível ser previsto.

 

Recente, grande parte do país atravessou um período de seca enorme. Reza, nada adiantou, a não ser que a caprichosa natureza mandasse chuva, como aconteceu recentemente, aqui e em grande parte do mundo, inundando importantes cidades nos cinco continentes. Alguma novidade? Nenhuma. Apenas caprichos da natureza. Ela que é a força poderosa que move tudo, de forma imprevisível, às vezes, com seus terremotos, maremotos, vulcões, furações. Etc. quem controla a natureza? As forças das águas e do vento.  Não misturem no comando da natureza mais do que isso, coroando com a presença do Sol, o grande rei!

 

Acima de 11 quilômetros do nível do mar existe uma camada invisível, uma espécie de área rarefeita de ar, que não permite a evaporação da água para o infinito. Parem de acreditar em tolices. O mundo é redondo.

 

 

 

 

 

 


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