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Falta tudo II

30/09/2018

A política brasileira será sempre o que estamos vivendo, onde a tarefa principal do governante é aumentar impostos e contrair empréstimos para fazer face ao pagamento da brutal folha do funcionalismo público e a preciosidade das aposentadorias dos que nunca trabalharam em prol do desenvolvimento da economia nacional.

Estamos situados num país, o quarto, em extensão territorial mais promissor para a produção de alimentos, por exemplo, podendo produzir, devido a variedade climática, incidência de sal, duas ou até três produções de milho por ano, arroz, trigo, soja, feijão, batata, alho, cebola e, estranho, afora o café e a soja, não produzimos nenhum alimento, principalmente arroz, feijão, milho, alho, cebola, batata, trigo, suficientes para o abastecimento interno, para matar a fome do povo brasileiro, mas compomos no universo mundial os maiores gastadores de recursos (dólares, euros, moedas de diversas origens) em viagens internacionais; não produzimos uma agulha, que não tenha procedência chinesa e, graças à incompetência dos nossos dirigentes, terras e mais terras nacionais estão sendo adquiridas por empresas chinesas para produzir alimentos aqui no Brasil.

O Estado do Espírito Santo está no meio do universo brasileiro de importador de alimentos para o sustento de sua população. Invariavelmente a mídia informa que este ou aquele supermercado recebeu grande partida de alho ou cebola, fazendo despencar, no mercado, os preços dos mesmos produtos produzidos no Brasil!

Outro dia, os caminhoneiros paralisaram suas atividades. Não se avaliou com a necessária isenção do porquê os caminhoneiros promoveram uma estupenda greve. Simplesmente porque os preços pagos pelos combustíveis subiam diariamente, não podendo suas tabelas de cobrança de fretes funcionarem, sem grandes prejuízos. Temos os combustíveis mais caros do mundo, os caminhões produzidos a preços estratosféricos, porque temos os maiores impostos do mundo, a classe política e o sistema de governo e o judiciário os mais caros do mundo, e se aumentam de forma indecentemente abusiva, e ninguém pode falar nada.

Estamos em vias da realização de eleições no país, com perspectiva de grandes mudanças e, pelo que se depreende, elas serão tão grandes que poderão provocar uma revolução, mormente se o PT não eleger seu candidato à presidência da República, como promotem CUT, MST e mais um bando de incapazes travestidos, por interesse, de vermelhos, comunistas, mas sem a necessária disposição de promover o desenvolvimento econômico e social da nação. Como, com essa gente, poderemos sonhar com a produção de alimentos para sustentar uma sociedade que vive nas filas, nas portas de Loteria Esportiva, mantida pela Caixa Econômica Federal, para ilusoriamente fazer sua fezinha?

Que Brasil “nós” queremos?



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No país do Lava-Jato

29/09/2018

 

A história dos povos, da democracia, da liberdade, em todos os tempos, ainda não registrou algo semelhante, parecido (até na Itália, com a famosa Camorra) como os processos do Mensalão e do Lava-Jato no Brasil, onde quem instituiu a corrupção, a pilhagem generalizada dos cofres públicos, não foi facções criminosa, mas partidos políticos, que se estabeleceram com suas bancas de rapinagens em ministérios, autarquias, bancos e empresas públicas, como se donos fossem delas.

Por corrupção estão presos vários dirigentes partidários do PT e seu chefe máximo, o ex-presidente Luiz Inácio lula da Silva, um caso excepcional na nossa história, afora outros que mereciam ter a mesma sorte (sorte para a sociedade em se livrar deles...), num dos processos jurídicos mais vergonhosos que se tem notícia.

O que é espantoso, é como tribunais de Justiça os mais importantes e até a nossa Suprema Corte permitem que um político, reconhecidamente sem escrúpulos, recorra 17 vezes, ora pela sua liberdade, ora para ser candidato à presidência da República, e ainda existem processos em andamento.

Outro dia, deixou a equipe da Lava-Jato, no Paraná o procurador Carlos Fernando Lima, mestre em direito pela Cornell Law Schoool, nos Estados Unidos, estava nas investigações desde as etapas iniciais em 2014 e atuou em fases relativas ao ex-presidente Lula, hoje trancafiado por 12 anos e um mês e, amanhã, quem sabe?

Se o caro leitor se permitir à curiosidade em compulsar a história dos povos e, mais detidamente a brasileira, não irá encontrar algo semelhante à nossa justiça. É incrível, como se permite a transmissão de reuniões ridículas, eivadas de subterfúgios jurídicos os mais imorais, como os da nossa Suprema Corte, através da TV!

Será que aqueles senhores togados, uns de espessas barbas, certamente para esconder um pouco a vergonha; outros de cara limpa, lisa, enfrentando o desdém da sociedade pelas mais claras e objetas decisões, como a de mandar para as ruas o criminoso José Dirceu, um trânsfuga, que fez operações plásticas para se esconder, bígamo, audaz formador de quadrilhas de ladrões, solto às vésperas das eleições, para fazer política?

Ao pedir seu afastamento da força-tarefa da Operação Lava-Jato o procurador Carlos Fernando Lima, teve uma corajosa expressão de despedida do posto: “Talvez seja melhor entregar a chave dos tribunais para (o ministro) Gilmar Mendes”.

Ou surge um Jair Bolsonaro para, corajosamente, dar o pontapé inicial na reforma que a sociedade brasileira almeja ou entreguemos de vez este pobre país a um farsante como Lula e seus asseclas, para ver onde tudo vai dar...

 

 

 


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