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Um bom exemplo.

07/05/2020

 

Contrariando os péssimos exemplos de administrações municipais pelo país, o município de Guarapari, além de estar com o pagamento em dia dos seus servidores, continua tocando obras importantes, como a do Hospital municipal, abertura de avenidas de ligação da BR-101 com a Praia do Morro e a limpeza das praias, através de um trabalho da Secretaria de Defesa Civil, coisa que não se vê nem nos municípios maiores do Estado, como os da Grande Vitória.

 

A determinação do prefeito Edson Magalhães fez com que, de modo ordeiro, sem pressões, o comércio do município vem sendo aberto com o necessário cuidado recomendado pelas autoridades sanitárias e o Ministério Público, fazendo com que a cidade volte à sua rotina normal, o que a municipalidade espera para os próximos dias.

 

É preciso que os administradores públicos, a começar pelo governador do Estado, compreendam que a vida econômica do Espírito Santo é mantida com 84% da arrecadação de impostos das áreas do comércio de bens, serviços e Turismo. Temos pouca indústria   e muito pouca agricultura, afora o que resta ainda de café, com preço muito baixo no mercado internacional. Não temos outros cultivares por não termos governantes com cultura voltada para a agricultura.

 

A pouca divulgação do trabalho que o prefeito Edson Magalhães, é por medo de sua concorrência, de se dar ênfase a um trabalho persistente, corajoso que, na verdade, suplanta a tudo de errado e autoritário que vem ocorrendo no Espírito Santo.

 

Não se sabe do porquê, com o freio estabelecido no desenvolvimento dos municípios do país, por uma decisão do Supremo Tribunal Federal, os municípios ficaram a reboque dos estilos populistas e autoritários de governantes metidos a socialistas de ocasião, pulando fora dessa condição estúpida o governador de Minas Gerais e, em muitos casos, prefeitos corajosos como o de Guarapari, preocupados com o desenvolvimento de suas cidades.

 

O empresariado do comércio de bens, serviço e turismo está de joelhos, por determinação de governadores que estão pouco lixando para a economia do país.

 

Podem quebrar a nação, mas vão quebrar a cara também. Esses esquerdopatas, que nunca construíram nada, tem pavor de administrador tipo Edson Magalhães.

 

 

 

 


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Intromissão indébita III

06/05/2020

 

A política partidária no Brasil é um dos negócios mais sórdidos do mundo. Não existe nada igual, semelhante, ao menos. Tudo se compõe de aproveitadores da pior espécie, cada qual querendo permanecer eternamente no poder, até que o diabo o leve às profundezas, sendo eleito como um ditador.

Surge no cenário político um maluco que entendeu ser seu direito concorrer à presidência da Repúbllica, mandando a velha imprensa fofoqueira, corrupta, à merda, buscando a formação de uma rede social de comunicação, por onde mereceu apoio para se eleger. Pintaram e bordaram para atormentar sua candidatura, até com as mais estapafúrdias pesquisas de opinião pública, cada qual mais mentirosa do que a outra. Vendo que todos os intentos roíam por terra, resolveram mandar matar o candidato e, para tanto despacharam um tal de Adélio Bispo de Oliveira que, interrogado, declarou que “foi enviado por Deus” para cometer o crime. Toda essa canalhice montada para matar Jair Messias Bolsonaro todo mundo conhece mas, estranho. Todo mundo conhece mas não se chega a resultado nenhum. Por que será?

Dizem as más línguas de Brasília que uma das causas do presidente Jair Messias Bolsonaro destituir o ministro da Justiça, Sérgio Moro, de forma sumária, está a questão relacionada com as declarações do quase assassino Adélio Bispo de Oliveira, seus advogados caros e um inquérito que teria sido mal e porcamente conduzido por um delegado da Polícia Federal.

Demitido Sérgio Moro do Ministério da Justiça, juntamente com o superintendente da Polícia Federal, parece que o céu de Brasília despejou um pedaço do seu teto na cabeça da oposição que, sem ter nada o que fazer, passou a fazer uma série de exigências e movimentos devido a exoneração de um ministro, o homem do Lava-Jato, como se fosse um semideus, um negócio caído do céu, que não pudesse ser demitido. Uma sacanagem, reclamaram outros.

Bolas, Fernando Heriquen Cardoso demitiu 70 ministros; Lula, demitiu 74 e, Dilma, com toda sua “sabedoria”, demitiu 89. Bolsonaro na rabada da fila com apenas 5 ministros demitidos.

Quem tem alguma coisa com isso, que Fernando Henrique, Lula, Dilma ou Bolsonaro demita alguém? O cara se eleger presidente da República com uma carta branca que o povo lhe deu, mediante suas promessas da campanha. Não vamos procurar saber motivos que levaram nos governos anteriores, a demitir tantos ministros, assessores dos mais variados matizes.

Seja lá o que tiver acontecido com a avaliação do senhor Sérgio Moro pelo presidente da República, só a eles interessa o motivo. Vamos pressupor que o novo ministro da Justiça, André Mendonça, seja menos linguarudo, menos fofoqueiro, como parecia ser o sr. Moro. Mas por traz, era outro homem.

Coisas da política.  

 

 

 


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