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Prazo de validade vencido.

06/11/2021

 

A primeira vez que ouvi a expressão “nada dura para sempre”, foi dita por minha mãe, na década de 40 (século passado), quando meu pai foi preso pela Polícia Política (DEIP) do regime do Estado Novo, sob o mando do facínora Getúlio Vargas, em virtude da morte, por enforcamento, do modesto produtor rural Manoel Justino, em protesto pela forma arbitrária de se cobrar impostos no Brasil.

 

A expressão, “nada dura para sempre” vinha reformar a máxima de que, um dia, “a verdade prevalecerá”, dentro de outra máxima de que “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acaba...”

 

As expressões acima vêm a propósito das indignidades que são praticadas neste momento da história política nacional, em que um homem só, Jair Messias Bolsonaro que, empurrado por manifestações seguidas de extraordinários contingentes humanos tem tido a necessária prudência de não se deixar levar pelo “entusiasmo” das multidões para destruir a corja de malvados que encontrar pela frente.

 

A prudência de comportamento do presidente Bolsonaro impedindo que a massa humana passe por cima, destruindo os obstáculos à sua frente, impeçam que corra um mar de sangue na nação, o mais grave de todos, numa história de 521 anos (desde a descoberta da nação), que nunca experimentou um CHOQUE, com uma profunda ruptura social.

 

Vem aí, o que ninguém perceba, a sabedoria dos que compõem as nossas Forças Armadas, que entendem que, só através dos preceitos legais, com eleições permanentes e fiscalizadas para que não ocorram esbulhos das urnas, será possível mudar o comportamento corrupto de homem público, pela sabedoria do povo, na hora de votar.

 

O povo brasileiro, 80% do conjunto de 220 milhões de brasileiros é honesto, se exaspera, as vezes, querendo o uso da força bruta, mas pode ter um preço muito mais caro do que a ladroagem, a pilhagem aos cofres públicos que, políticos, sob a proteção de Luiz Inácio Lula da Silva e uma inconsequente justiça, com o apoio de ponderada  maioria do Congresso Nacional, ávidos por dinheiro, precisam ser destruídos com a necessária cautela, dentro daqueles princípios “rezados” pela minha saudosa mãe: “nada dura para sempre”, ou da minha avó materna Virgínia: “En la vida, todo se acaba...”.

 

A passividade com que o presidente Jair Messias Bolsonaro suportou as indignidades praticadas contra sua pessoa, através de uma CPI do Senado Federal taxando-o de forma estúpida como “genocida”, por um bando de senhores que, numa nação séria, deveriam estar presos para o resto dos seus dias.

 

Prudente, determinado, mais equilibrado do que se imagina, Jair Messias Bolsonaro vai promover, com sua determinação a destruição da classe de ladrões dos cofres públicos, com o apoio do povo e das Forças Armadas, muito mais sensatas, prudentes do que se imagina. É a nossa segurança verdadeira.

 

 

 

 

 

 


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O custo dos encargos.

05/11/2021

 

Afinal, uma notícia muito importante. No site do Gabinete do Prefeito de Vitória foi publicado uma informação de que, no exercício de 2022 o município da capital terá uma economia de R$ 80 milhões na sua folha de pagamento.

 

Eu afirmo com toda sinceridade, nunca li ou ouvi notícia semelhante em toda minha existência. Sei que ano a ano as receitas públicas federais, estaduais ou municipais se aumentam ao sabor do vício de se aumentar impostos para promover-se o empreguismo. Sabe-se, por exemplo, que as prefeituras de um modo geral possuem um terço do espaço necessário para abrigar todos seus funcionários. Quem paga essa maldita conta somos todos nós, consumidores, moradores das cidades mal e porcamente dirigidas.

 

Seria bom que os municípios, estados e a própria União tivesse administradores decentes. Vejam a própria União, o Governo Federal, a guerra que o presidente Bolsonaro trava com aqueles que, acostumados à cornucópia do favoritismo oficial (a roubalheira desenfreada), lutam desesperadamente para tirá-lo do poder. Sinceramente, não sei como ele resiste a tanta indignidade. Vai romper, tenho certeza.

 

Os casos dos senhores Lorenzo Pazolini, em Vitória, Arnaldinho Borgo em Vila Velha, Euclério Sampaio em Cariacica e Edson Magalhães em Guarapari, parece que são impulsionados por uma mola para trabalhar, construir coisas ou até acabar obras que começaram e não tiveram prosseguimento.

 

As chuvas torrenciais que caíram sobre a capital Vitória, abriram uma cratera num entroncamento importante, da Leitão da Silva com Misael Pedreira da Silva. O buraco (a cratera) amanhece, estorvando o tráfego de veículos na região. No dia seguinte, a cratera tinha desaparecido como por encanto. Coisa de mágica administrativa, nos dias presentes, quando se sabe que a av. Leitão da Silva levou perto de 15 anos em obras, quebrando comerciantes ali instalados e assistindo-se surgir no seu centro, uma ciclovia que, raramente passa uma bicicleta.

 

Dá gosto, hoje, percorrer as ruas de Vila Velha. O prefeito está se transformando num verdadeiro achado, pelas transformações que está implantando. Sem falar no sumiço que deu aos “tartarugos”.

 

No caso de Cariacica, sua principal avenida, o chamado centro econômico do município, a av. Expedito Garcia, parecia um amontoado de lixo, um negócio vergonhoso, inacreditável. Quando assumiu a prefeitura do município estive com o prefeito Euclério Sampaio para dizer-lhe o que representava a Expedito Garcia para economia do seu município. Ele respondeu simplesmente: “Eu sei. Vamos chegar lá. Aguarde! ”. Olha, como diz o empresário José Antonio Pupim, presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Cariacica – Sindilojistas, “um verdadeiro milagre”, o que fez o Euclério para revitalizar a avenida.

 

No caso de Guarapari, que está sendo preparada para o verão que se aproxima, para receber um milhão e meio de turistas, com obras realizadas que nunca imaginamos, temos que felicitar o sr. Edson Magalhães.

 

A mágica do prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini , economizando 80 milhões na folha de servidores municipais ano que vem, quando o administrador se conscientiza de que quem paga a conta da insensatez é o contribuinte, quem ganha são os habitantes.

 

Coisa nova na política capixaba!

 

 

 

 

 

 


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