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O voto silencioso.

28/09/2018

 

Pelo que observo, a classe política, quem tem mandato, parece que não está observando, pelas manifestações públicas, que haverá uma grande mudança no quadro político nacional.  Dizem que a alteração na composição do atual quadro da Câmaras dos Deputados será de apenas 40%, se muito. Estou apostando em 60% ou mais, pelo que dizem as praças, onde grita-se por mudanças. Entretanto, creio, o processo será, seletivo, onde os melhores, não “contaminados”, devem perdurar.

 

Há, um chamado voto silencioso, aquele que o eleitor, com medo, não diz em quem vai votar e vota pelas mudanças.

 

Dentro das manifestações populares e das pesquisas esquisitas que rolam por aí, a votação do candidato do PSL, Jair Bolsonaro será surpreendente. Para mim, como observador, todos os números que apontam para ele e as tendências de três dos seus opositores dizerem, em suas propagandas, que estão no segundo turno, faz parte do surpreendente esperneio. Jamais, o candidato Alkmin sairá da quarta posição em que se encontra. Se não desistir de concorrer, numa pressuposição tola de dar seus votos para Ciro Gomes, vai ver acontecer uma coisa: Bolsonaro eleito em primeiro turno no dia que um imbecil lhe deu uma facada no meio da multidão, quase levando-o à morte.

 

Soltem Lula e coloquem-no no lugar do Haddad que, assim mesmo, ele irá perder. Não existem condições que façam Lula voltar a governar o Brasil. Essa lenda que ele tem 35% dos votos hoje, é uma grossa mentira, quando desponta com 85% de rejeição. Que diabos de levantamento é esse?

 

Continuo reafirmando que duvido muito de eleições no dia 07 de outubro, dentro da realidade nacional em que vivemos. A vitória de Bolsonaro será tão grande que Lula, quando sair da prisão, vai para seu recanto munido de uma garrafa de pinga, recolher-se a  sua ignorância. Bolsonaro vai ter o necessário equilíbrio para ajudar a reorientar a América Latina, ao colocar o Brasil no lugar que ele merece, promovendo, a partir daí, uma geopolítica de unidade das sociedades do chamado Code Sul, para promover o desenvolvimento sustentável das nações e dos povos circunvizinhos.

 

Com a necessária cautela, Bolsonaro irá afastar, com elegância, a influência chinesa no território nacional, graças ao empenho de Lula e Dilma.

 

Se ocorrerem eleições, preparem-se para os acontecimentos. Vamos conhecer o exercício da força, em benefício do Brasil.

 

Usem o voto silencioso, para eleger Bolsonaro e todos aqueles que você deseja eleger como novos representantes.

 

A estupenda maioria quer mudanças. Fim à velhacaria...

 

 


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Inversão de valores

27/09/2018

 

Outro dia li a proposta da Findes em privatizar o Banestes que, outrora, foi Ruralbank, um banco com ramificação em todos municípios, voltado para o incentivo à produção de alimentos, daí sua denominação rural.

A vocação do Banestes como um “grande” banco é uma tolice, quando ele, na realidade deveria ser um instrumento regional de incentivo à produção, ter forte ligação com o setor produtivo rural, para que o Estado saia dessa inanição agropecuária, como se o Estado, sua sociedade, pudessem viver de vento!

Além do café o Estado não produz nada mais, disponível na cadeia alimentar para a mesa de sua sociedade.

Estabeleceu-se uma mania burra, no Brasil, que quem se atira a produzir alguma coisa é um maldito, um idiota, que precisa ser explorado.

Fora alguns produtores médios, a pequena propriedade, a chamada agricultura familiar, que poderia ser importante na ocupação das terras do interior, não merecem incentivo, auxilio, como antigamente, quando tínhamos um gigante como Guilherme Pimentel à frente da Secretaria da Fazenda, um Napoleão Fontenelli e outros que dedicavam todas suas energias ao incentivo da cultura da terra. Vieram outros estudiosos depois, como Pedro Burnier mas, os demais vocacionados apenas para se candidatarem a algum cargo, impondo aos produtores sistemas burocráticos perversos de cobrança de percentuais sobre a produção de tudo que a pessoa pudesse plantar, sem oferecimento de um sistema de zoneamento da produção, com o apoio do crédito subsidiado, como se produzir alimentos fosse um negócio sem maiores considerações.

Saúde, Educação, Segurança Pública, saneamento básico, incentivo á produção de alimentos, deveriam ser um grande programa de governo.  Os caras querem incentivar, aqui, fábrica de tratores, caminhões um monte de coisas que são produzidas em outros estados de forma abundante, até no exterior, em valores de mercado quase dois terços mais baratos. O Espírito Santo não tem vocação industrial. Temos aí o SICOB com amplo sucesso, um sistema de cooperativa de crédito importante. Por que não fazer o mesmo com o Banestes, com perto de 80 anos de existência? Por que não junta -ló à política de incentivo do Bandes? O Bandes foi criado como fomento a novas cultivares, não foi para fomento industrial.

Não inventem a roda, por favor, ela foi inventada a 300 mil anos e não há mais forma de arredondá-la, mais do que está. Pensemos na agricultura de subsistência. O Espírito Santo não produz feijão, arroz, cebola, para suprir as panelas dos capixabas. Cabeça foi feita para pensar.

 

 

 


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