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À beira do abismo

21/11/2018

 

 

 

Não é fácil administrar. A GAZETA publicou reportagem sobre o estado lastimável em que se encontra a Delegacia Especializada Antissequestro, localizada na Praia do Suá, na capital do Estado. O prédio foi interditado pela Defesa Civil chamada para comprovar as rachaduras existentes no prédio de três andares, colocando em risco seus ocupantes, devendo ser transferida dentro de 90 dias. Risco difícil de ser sanado...

 

O problema exclusivo, das dificuldades do país, estados e municípios, com suas dívidas cavalares, é um negócio que sobresiste há 518 anos no Brasil: 1) o roubo desenfreado; 2) a puta burocracia; 3) o empreguismo desenfreado; os administradores (em todos poderes) mais corruptos do mundo, daí existirem organismo públicos funcionando em espeluncas, como a Delegacia Antissequestro da Praia do Suá, na Ilha de Vitória, no Estado do Espírito Santo.

 

Tenho questionado uma canalhice que sempre existiu, algumas por gozação, propriamente, outras que nos custam caro, como o anunciar frenético de atrações impressionantes, de investimentos para terras capixabas, um negócio que jamais existiu na grandeza anunciada. O que esses anúncios imbecís nos trazem é uma marginalidade dos estados vizinhos do Espírito Santo, deportadas para nosso território. Por incrível que pareça, 90% dos delinquentes que estão pilhando diariamente a sociedade, promovendo roubos de toda ordem, estourando portas de estabelecimentos comerciais com carros roubados, tudo isso faz parte do anunciar idiota que estamos nos transformando numa sucursal dos Emirados Árabes e, foi assim, que quase vimos Fernando Haddad se eleger presidente, para dar prosseguimento na miséria implantada pelo PT no país e em vários estados e municípios, por onde ele passou. Na Bahia e em Minas Gerais tais organizações partidárias passaram como imensos tratores, destruindo o que encontraram pela frente.

 

Nunca imaginei ver um órgão policial, importante como qualquer outro, ser mostrado à sociedade que paga impostos absurdos, os maiores do mundo, um retrato tão displicente da irresponsabilidade administrativa no meu Estado.

 

O problema mais grave da nação brasileira é o empreguismo desenfreado e a irregularidade com os gastos com servidores e a montanha de corruptos pelos gabinetes oficiais.

 

Quando um país tem um seu ex-presidente preso, por corrupção, outro que gosta de ser chamado de presidenta com mandato cassado por golpe do Congresso Nacional, para quem não se coaduna com essa indecência, para não dizer imoralidade, o único jeito é morrer de vergonha.

 

É o que se pode chamar de Estado infeliz.

 

 


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O diabo na política.

20/11/2018

 

Estamos na iminência da posse de um novo presidente da República, com a eleição do sr. Jair Messias Bolsonaro, se não o matarem antes- já se livrou da primeira tentativa.


Como todo dirigente escolhido em país grande, o sr. Bolsonaro ainda não teve tempo de escolher meia dúzia de seu corpo de auxiliares. Dizem que está checando os nomes dos candidatos, para ver se estão envolvidos com falcatruas, um negócio muito difícil no Brasil depois de 1985. Antes, os chamados corruptos poderiam ser classificados como aprendizes de ladrões de galinhas, comparados hoje com as dezenas de malas, cuecas, aviões e até a compra de banco no exterior, para guardar propinas. Um país suigeneres...

 
Vez por outra ecoa aqui e ali uma informação sobre nomes que estariam sendo escolhidos para comporem os primeiros e segundos escalões do governo de Jair Bolsonaro. Não é uma tarefa fácil, depois que inventaram a propina e do surgimento do processo Lava Jato, com perto de quinze dezenas de políticos e empresários presos, trancafiados em penitenciárias e até em cela especial na Polícia Federal, em Curitiba, onde o “professor” Lula está ficando desesperado em ver o sol nascer quadrado...

 
Sabe-se, o nosso país tem 62% do funcionalismo público, em todos os níveis – federal, estaduais e municipais – inteiramente desnecessários e, pasmem, um número superior na inatividade, provocando um gasto maior de recursos públicos do que o número que está em “atividade”.


Vivemos no único país do mundo onde o funcionalismo público tem a chamada estabilidade e irremovibilidade. Temos 69 obrigações fiscais e parafiscais que consomem 37% das nossas rendas, em forma de impostos e, pasmem, 73 autarquias, cartórios os mais indecentes, órgãos controladores das nossas vidas, dos nossos negócios, muito piores do que as 69 obrigações fiscais e parafiscais. Uma licença ambiental, um fiscal da vigilância sanitária, um “especialista” em edificações de uma prefeitura ou do Corpo de Bombeiros podem ocasionar desastres financeiros irreparáveis à economia da iniciativa privada, o motor do desenvolvimento econômico e social do país.


Berram, esperneiam, arrancam os cabelos, vociferam, praguejam, tentam impedir que Bolsonaro assuma o poder, porque querem transformar está pobre nação numa imensa Venezuela. Bolsonaro passou a ser o demônio em forma de gente, porque a facada de um louco não o tirou do pleito, se elegendo num leito de sofrimentos.


Destacadas figuras da política, empresários diversos, dão declarações as mais estapafúrdias acerca do possível staff do governo Bolsonaro.


Será que o diabo é tão feio assim como estão pintando?

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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