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Um país de espertos

22/11/2017

 NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.



Somos muito pobres! Não avaliamos (nossos dirigentes) a importância do Brasil, suas potencialidades; é a falta de inteligência para compreender que a nação não pode ser espoliada, vender suas matérias primas in natura, pela incapacidade de processá-la, industrializando-a, para ganha valores agregados, com a prestação de serviço.

Vejam que, a base da economia nacional repousa no agronegócio. Não imaginamos que os produtos agrícolas que produzimos de forma abundante para exportação, é quase toda vendida in natura. Achamos que já ganhamos muito, com que venda in natura.

Tudo no Brasil é caro, o que se produz aqui. Entretanto, no exterior aquilo que produzimos é vendido por um terço ou pouco mais, do valor no mercado brasileiro, lá fora.

Somos, como dizem, a 8ª economia mundial, mas não passamos de um grande país vendendo sua produção de grãos in natura, por incapacidade de processá-la... Que mágica burra é essa?

Quem tem a curiosidade de sair do país, faz comparações absurdas do que existe aqui e existe lá. O atraso brasileiro reside na mais absoluta falta de educação de sua sociedade. Ninguém quer estudar, quer passar de ano, ter um diploma ao sabor de cotas as mais absurdas, que não ensinam nada. Temos as piores estradas do mundo, graças à incapacidade dos nossos “técnicos” em fiscalizarem seus melhoramentos, suas construções. O asfalto brasileiro se derrete com as primeiras chuvas de verão ou se deterioram com o peso dos transportes porque o subsolo não foi devidamente compactado, construiu-se a rodovia sobre um leito podre. É o Brasil...

Os processos do mensalão e do Lava-Jato mostram ao mundo a podridão política nacional. Na Arábia Saudita, agora mesmo, o “monarca” de plantão, assumindo o poder em substituição ao pai decrépito e senil que veio a desaparecer, mandou prender irmãos, parente diversos, ministros os mais ordinários, que se transformaram em maiores milionários do mundo, pilhando os negócios à base do petróleo, única fonte de renda do país, pela notória aparência de enriquecimento ilícito.

No Brasil, nossos presos políticos por corrupção continuam pilhando os cofres públicos de detrás das grades ou nas prisões residenciais, para onde vão com suas tornozeleiras eletrônicas que não funcionam, mostram que estão em lugar que o aparelho não assinala.

 

Resumindo essa ópera toda que desembucho, tudo isso que acontece no país faz parte da imensa burrice da nossa sociedade, aliada a falta de escrúpulos, da tendência criminosa de nossa sociedade, dos chamados “intelectuais” que batem palmas para essa corja de ladrões. 



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Gravidade econômica I

21/11/2017

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Os dados são absolutamente oficiais, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e referem-se a levantamento realizado em 2016.



O Brasil tinha 7 milhões de empresas. Com a crise, 2.800.000 (dois milhões e oitocentos mil) empresas fecharam suas portas, causando um desemprego da ordem de 14.000,000 (catorze milhões) de pessoas. Pouco mais de 1.500,000 de micro e pequenas empresas fecharam, com seus CNPJs cancelados. Efeito de crise? Só?



Das perto de três milhões de empresas que cerraram suas portas, nenhuma delas voltará a operar sob a mesma propriedade. Não se pode avaliar quando 20% da parcela de 14 milhões de desempregados voltarão a conseguir emprego equivalente de onde saíram. A maioria buscará meios e modos indiretos para sobreviver num país que tem os piores índices econômicos do mundo e está na posição das 10 maiores economias mundiais porque comercializa matéria prima in natura, as chamadas commodities sem beneficiamento.



Temos cooperativas agrícolas no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul que são mais importantes do que qualquer indústria instalada em solo brasileiro, menos a Petrobras, que não sei como os ladrões não acabaram com ela...




O Brasil tem o maior conjunto de servidores públicos do mundo, nos três níveis – federal, estaduais e municipais – e temos o maior mecanismo burocrata do mundo, afora as vergonhosas 69 obrigações fiscais e parafiscais que qualquer tipo de investidor tem que cumprir anualmente para manter o maior sistema burocrático do mundo.



Não existem luzes no fim do túnel. Não há esperança à vista, do surgimento de uma liderança que seja capaz de levantar a banheira da moralidade e a maioria o seguir. Temos o sistema dirigente mais corrupto da face da terra e, interessante, continuam roubando.



Vale assinalar que, embora com todas dificuldades, o agronegócio no Brasil é o que salva a nossa mambembe economia, a despeito de não termos um decente sistema de financiamento da produção, um zoneamento agrícola, armazéns reguladores, incentivo à produção, vias decentes (temos os piores) e um decente instrumento de proteção ao proprietário rural, que vive sob ameaça de grupos criminosos fantasiados de MST, que tem como objetivo único destruir a democracia mambembe que sobrevive em virtude do medo que essa gente tem das Forças Armadas.



O quadro da livre iniciativa nacional é o mais desastrado possível e, para sobreviver, tem que viver de embromação e até de sonegação. Foi por isso mesmo que 1.500,000 micro e pequenas empresas tiveram seus CNPJs cancelados.

 

 

 FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 

 

 


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