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Uma visão do futuro

20/10/2019

 

Raros homens públicos brasileiros tiveram uma visão do futuro do País, de sua sociedade, como um todo. Dentro dos métodos dos colonizadores, o “espírito empreendedor” deles era explorar ao máximo os recursos naturais do território recém descoberto, até sua exaustão, daí sermos até ontem (pode ser que hoje mude) somos exportadores de matéria prima in natura e, interessante, o que de mais precioso existente, os recursos minerais, ainda são transferidos para o exterior a preços imorais, pela nossa incapacidade de gerar a multiplicação do uso da mão de obra abundante, beneficiando o que mandamos quase de graça.

Vou falar do Estado do Espírito Santo porque o conheço bem, sei de suas potencialidades e, como sei também, porque ele, como o Brasil, não se desenvolvem, pelo excesso de burocracia, de sinecuras, impostos abusivos e um sistema burocrático de se extorquir impostos, para sustentar uma massa de servidores públicos, entre desnecessários e inúteis.

De todos municípios do Estado, raros se salvam da madorra do atraso e do subdesenvolvimento econômico, cultural e moral, a partir do meu São Mateus, capengando de forma lastimável, porque meu povo não sabe votar. Raramente, acerta. Depois, faz uma cagada...

A máquina burocrática administrativa brasileira, montada na roubalheira e no empreguismo, gerou o famoso Estado do Lava Jato. É um negócio impressionante, que atinge TODOS os escalões da República. Vou te contar: que merda...

Há mais de 50 anos escrevo sobre as potencialidades do desenvolvimento turístico do município de Guarapari, onde mais de um terço da população do Espírito Santo frequenta-o assiduamente; e mais de um milhão de turistas ocorrem para suas belezas naturais anualmente, sendo que muitas, atraídas pela sua radioatividade, um negócio surpreendente, que deveria ser explorado como métodos medicinais, para certos tipos de reumatismo.

Sem nenhum demérito para os prefeitos anteriores, alguns até velhos amigos, vizinhos mas, o esforço, a dedicação, o entusiasmo como do prefeito Edson Magalhães, é deveras contagiante, qualquer pessoa que acompanhar suas realizações fica animado com o futuro de Guarapari.

Não sou porta voz do prefeito de Guarapari, sou admirador do seu trabalho, da vontade férrea de fazer o melhor, a começar pelas escolas, um primor. Você conhece o administrador pelo carinho com que ele tem pela educação, a saúde, o bem- estar do seu povo.

Se os que gostam de Guarapari, como eu, gostam de apreciar as coisas, sentir uma visão do futuro, acompanhe com carinho o que está sendo feito ali, por um prefeito com modestos recursos, de uma arrecadação temporária, que flutua como a maré do turismo, mas com uma determinação de envaidecer qualquer um. O homem, se for ajudado por todos nós, vai longe. 

 

 

 


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Ensino a distância

19/10/2019

 

Novidade!!! Dados do Censo da Educação Superior, revelam que, em um ano, 120 mil estudantes migraram do ensino presencial para a educação à distância (EAD).

A medida é vista com desconfiança por parte dos conselhos profissionais, a EAD registrar índices elevados de evasão. O número consta de estudo feito pelo Semesp (entidade das mantenedoras de ensino superior), com base nos microdados do Censo da Educação Superior feito pelo Inep, instituto ligado ao MEC.

Não sei quem estabeleceu essa ideia de estudo por “telepatia”, no Brasil. Se o sujeito, indo à escola, mal e porcamente aprende alguma coisa, como se preocupar com um ensino à distância? Tudo no Brasil encontra uma fórmula de enganar, de ludibriar. Conhecemos as faculdades de fim de semana, formando gente que nunca aprendeu, nada, chegando na prática se desmoralizando.

O ensino à distância requer perseverança, força de vontade para vencer, amor ao saber. Não podemos desmerecer o valor de muito jovem que se aferra a tal prática com verdadeira devoção, mas isso é um em mil, se muito...

Como, em um ano, cursos à distância roubam 120, alunos presenciais? Deve ser uma brincadeira, um negócio sem grandes responsabilidades, mostrando o fracasso da educação no Brasil.

Estabeleceu-se um critério, meio idiota, de que o servidor público conta vantagem sobre os demais, desde que tenha um curso superior, daí a fábrica de diplomas que se estabeleceu no país, numa pressuposição de que a compra de um “canudo” pode trazer a felicidade de alguém sem qualquer pendor para o que não estudou...


O que me impressiona é como mudam as regras educacionais no Brasil. Será que existe realmente tanta dificuldade em se estabelecer uma norma só, no exercício da educação brasileira?

Em qualquer lugar do mundo as universidades são centros de ensino respeitáveis. No Brasil estamos vendo onde reside realmente a esculhambação, a transformação vergonhosa dos nossos centros educacionais, numa tremenda irresponsabilidade.

Será que tem jeito? Não demora muito tudo vai ser à distância... até o sexo...

 

 

 

 


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