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Repelindo invasores

28/01/2018

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Sorriso, município essencialmente agrícola de Mato Grosso, amanheceu no último fim de semana agitado, com bandoleiros denominados de Sem Terra avançando pela estrada com objetivo de invadir uma propriedade produtiva, que fica à margem da rodovia.

Alertados, proprietários rurais da região também se armaram de paus e pedras para enfrentar a turba invasora. O resultado foi realmente fantástico e inusitado: os invasores desapareceram, evaporaram-se como que por encanto.

Amparado por políticos que se intitulam de esquerda, religiosos tão ordinários como eles, num país da mais completa ausência de autoridade e justiça eficientes, essas situações só serão resolvidas com o império da bala. Não tem outro remédio para ser aplicado, infelizmente.

Não existe no mundo desenvolvido casos de formação de quadrilhas de invasores de terras, de marginais da pior espécie que, apoiados por autoridades inescrupulosas pensam que podem tudo, destruir plantações, queimar equipamentos, residências, roubar gado, tudo em nome de uma suposta doutrina socialista que querem nos empurrar de qualquer maneira.

Não podemos imaginar como terminará esses episódios políticos malditos da Venezuela, da Bolívia, do Equador, da Guatemala e outras regiões miseráveis que nossos políticos petistas querem imitar.

Outros casos de revolta, por parte de proprietários de terras invadidas estão surgindo, mas precisam surgir mais, bastante, com muitas mortes, para se acertar o Brasil dessa maldição estúpida, de violação dos diretores de propriedade, coisa que Lula gosta muito...

A sociedade brasileira não pode ser apenas uma expectadora dessa situação estúpida, de esbulho do direito de propriedade, praticado por uma marginalidade improdutiva, inconsequente, despreparada que apenas quer pilhar o que encontra pela frente, para poder vender, usufruir do que encontra para abandonar.

O Brasil está sendo vítima de desequilibrados mentais, de refinados safados que apoiam regimes tipo Fidel Castro para poder aparecer, ganhar prestígio para pilhar a sociedade.

Esses defensores de minorias exóticas, compostas de ladrões da pior espécie, precisam ser repelidos de forma violenta também, pela sociedade.

A classe rural brasileira precisa se unir em torno de objetivos comuns, repelindo com toda força, até sem amor à própria vida, para mostrar que o direito de propriedade precisa ser respeitado.

 

 


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As quadrilhas do Brasil

27/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

O fato ocorreu dois ou três meses após a morte de Ulysses Guimarães, num vôo de helicóptero, num fim de semana badalado numa daquelas ilhas paradisíacas do litoral entre Rio de Janeiro e São Paulo. Junto, também, morreram o ministro Severo Gomes, sua mulher e dona Mora, esposa de Ulysses.

Vinha eu da Alemanha, com embarque no aeroporto internacional de Munique, em companhia de minha mulher. Ao me aproximar do balcão, para marcar passagem, fui abordado por um senhor que dizia ser diplomata e estava embarcando sua mãe, sra. Nair Figueiredo, senhora octogenária, para o Rio de Janeiro e indagava se nós poderíamos fazer o favor de permitir que sua genitora fosse o mais perto de nós, para não ficar muito só, durante o vôo.

Por sorte nossa e da dona Nair, fomos sentados em poltronas anexas, o que permitiria uma convivência com ela durante todo o trajeto, com o agravante de que nós, também, iriamos ficar no Rio de Janeiro, como destino o bairro do Leblón. Dona Nair residia em Copacabana.

Aparentemente, dona Nair parecia viver no mundo da lua, bem distante dos fatos políticos do Brasil. O filho não gostava de colocá-la a par dos problemas nacionais, para ela não se aborrecer. Como éramos ignorantes com relação à idade e aos conhecimentos da senhora, que nos pareceu ter uma memória radiante, fértil mesmo, começamos a colocá-la a par das informações de que Collor de Mello teve o mandato cassado. A mulherzinha não se surpreendeu. “Que bom! Esse infeliz demorou até muito. É filho de gente muito ordinária, lá das Alagoas. Falou sobre Arnon de Mello e outros casos. Quando citamos a morte de Ulysses Guimarães, Serero Gomes, sua mulher e dona Mora, dona Nair ficou exultante. “Mas que safra maravilhosa! Que beleza de acidente! Ulysses, Mora, a família dessa gente detém a exploração da Caixa Econômica Federal. Eles é que mandam e desmandam ali. A família da Mora é quem detém a concessão para imprimir aqueles boletos das loterias da Caixa. Estão podres de rico” e foi desfilando as trapalhadas de Ulysses e toda a gente do PMDB e acrescentava que a política nacional era comandada por três quadrilhas: A do PSDB, do PMDB e a do PT. Não se podia avaliar ainda qual era a pior, mas certamente elas estavam destruindo o Brasil. E acrescentava que a quadrilha mais genial era a do PSDB, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso.

Hoje, com a sucessão de trapalhadas na política nacional, onde o rabo dessa gente toda está à mostra - PSDB – PMDB e PT – não se sabe quem é pior. Melhor não existe.

Dona Nair Figueiredo, que não era parenta do general Figueiredo, mas o achava muito honrado, deve está se divertindo, na tumba...


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