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O uso do quinino.

05/02/2021

 

Conheci, na minha meninice, três suíços que se estabeleceram na Serra do Oratório (Hoje Boa Esperança) com uma fazenda com uma diversidade de plantio e criação de porcos, onde fabricavam alguns derivados e o que eu sentia ser uma das melhores linguiças do mundo, ou que eu tinha comido, até então.

 

Eram os irmãos Fridolino, Elvécio e Luiz. Até a década de 70 me aparecia o Elvécio, que veio se estabelecer, com a família em Nova Venécia, mas que perdi o contato após seu falecimento, como a sua família.

 

Elvécio era o mais falante, mais extrovertido, foram eles que relataram a meu pai a morte de Manoel Justino, um proprietário rural, vizinho, que se enforcou devido uma apreensão do seu único cavalo para transportar suas mercadorias até o porto de são Mateus. Archinimo Motta foi o fiscal responsável pela apreensão do animal e a carga de bananas, levados em hasta pública, para pagar o Imposto Territorial Rural, devido por Justino. Sem o animal, sem dinheiro, preferiu dar termo à vida do que continuar vivendo num país onde a mais importante função do chamado servidor público e multar, cobrar impostos, para os grandes roubarem.

 

Certa feita, conversando com o Elvécio, ele dizia que o Brasil seria “essa mesma esculhambação”, porque o brasileiro só pensava em carnaval, futebol e Oh! Fazendo um sinal com o polegar, representando o gole de cachaça. O tempo passou e, diante desse vergonhoso ponto a que chegamos, onde as mais analfabetas autoridades se transformaram em sábios, notáveis infectologistas, cientistas mesmo, cagando regras sobre a praga do coronavirus, determinando, através de medidas estúpidas, que as pessoas se isolem, fiquem imóveis, dentro de suas casas, suportando a estupides de uma máscara para respirar o gás carbônico que expele com a respiração constante e ofegante, como TV malhando, por ordens de governadores, sem um modesto conhecimento de política sanitária, médica ou farmacêutica para determinar como o povo deva se proteger: “usem máscaras”.

 

Era menino em são Mateus, quando, com mais dois irmãos (Gontran e Virgínia) contraímos tifo, na linguagem do médico Raimundo Guilherme, um vírus ou bactéria produzidos por regiões pantanosas. Sei que morreu muita gente, na época.

 

Cera noite, morre não morre, Dr. Guilherme disse para meu pai que iria tentar um tratamento à base de cloroquina e azul metileno. Preparou o remédio, que eram umas capsulas amarelas, fabricadas pelo laboratório alemão Bayer, mandando, em seguida preparar um banho de folha de pirangueiras, para despejar aquela infusão quase fervendo numa enorme bacia e nos socar ali dentro, provocando um tremendo suador. Era o chamado “choque térmico”, para acabar com a febre.

 

Toalhas de banho e cobertores enrolaram e colocaram os três irmãos sobre uma cama de casal, como se fosse trouxa de pano, apenas com o nariz de fora, para respirar.

 

Dia seguinte, começamos a acordar e pedindo café com pão, para matar a fome. Ouvimos Dr. Guilherme dizer, dias depois que o quinino (remédio extraído de uma planta) tinha um poder grande de inoculação, que poderíamos ficar imunizados para o resto da vida. Dr. Guilherme estava absolutamente certo.

 

Vários médicos, nacionais e estrangeiros, aconselharam ao presidente Jair Messias Bolsonaro a distribuir quinino com a população. Persistentemente o presidente aconselhou a distribuir quinino, sendo martelado por vozes imbecís. Depois, quando a desgraça estava feita, passaram a aconselhar quinino para a população se proteger e mentir sobe aconselhamentos do presidente.

 

A maldade que se pratica contra o presidente da República é um negócio doentio, nojento e acabam lhe dando razão porque o homem é de uma tremenda sorte para destruir seus desafetos. Os atos estão mostrando, mas com a imprensa que nos resta, dando o contra.

 

 

 


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Nada como o tempo

04/02/2021

 

"Nada como o tempo, para ensinar às pessoas; nada resiste a ele, pelo seu poder de conservar a verdade e destruir a mentira. ” Dizia minha mãe, diante dos fatos que marcavam a existência de uma gente muito ordinária, lá no meu São Mateus.

Já se passaram 36 anos que deixou a presidência da República o último militar, originário das forças da Cavalaria do Exército, João Batista Figueiredo, que engoliu, pela aprovação do Congresso Nacional, a lei da anistia dos políticos banidos pelo Movimento Militar de 64. Figueiredo tinha um costume de ser franco com a realidade dos fatos e teve oportunidade de afirmar, na ocasião, que o povo brasileiro iria ter vergonha dos políticos que viessem a assumir o poder depois do ciclo militar ao pelo término do seu mandato na presidência da República.

A tragédia brasileira começou exatamente no dia da saída do presidente Figueiredo do poder, quando o presidente eleito, Tancredo Neves (o melhor presidente da República da história brasileira, porque eleito, morreu sem assumir o poder) e, por imposição de Ulysses Guimarães tomou posse o vice de Tancredo, José do Sarney, tomando o poder em assalto, sem ter direito, quando o certo seria, iminente, o presidente do Congresso assumir e convocar novas eleições.

Não vamos voltar ao passado, com todas trapaças ocorridas na administração do formidável José do Sarney. Nada depois de Sarney prestou no Brasil, de governantes. Até que vem a história “nada como o tempo, para ensinar às pessoas que nada resiste a ele”.

Assistimos no poder as tragédias com Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma e Temer. Foram 32 anos de tragédia nacional. Roubaram tanto, mas tanto, tanto que é impossível mensurar a grandeza da ladroagem. Essa corja de ladrões foi impiedosa, brutal, com o nosso país. Estamos assistindo, de cabo a rabo, a grande tragédia que busca uma sobrevida com a presidência de Jair Messias Bolsonaro. Até o assassinato desse visionário que está no poder impedindo que roubem mais, aconteceu e, publicamente, figuras da oposição almejam a morte de Bolsonaro, para ter um fim o suplício que uma poderosa canalha está passando, por não poder roubar os cofres públicos.

Recente, quase assistimos uma grande tragédia nacional, com a eclosão de um golpe que seria promovido pela ação do povo, para destruir os sistemas políticos e judiciários, se persistisse, o Congresso Nacional, sob manobras do presidente Rodrigo Maia e apoio de ministros da Suprema Corte, para dar o impeachment a Bolsonaro.

Nada com um bom recado ou um aconselhamento à prudência, de última hora. Aconselharam o Congresso a recuar. Foi o que aconteceu, não sei se para o bem ou para o mal do país, mais autores enfiaram o rabo no meio das pernas.

Os militares sabem que Jair Messias Bolsonaro e as Forças Armadas propriamente ditas, têm 82% de aprovação da sociedade, que compreendeu, em dois anos de lutas, como roubaram o Brasil.

Nada como o tempo...

 

 

 


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