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O carro elétrico.

28/08/2019

 

Há uma resistência dos mais diversos setores públicos para que o Brasil fique bem distante da produção do carro elétrico, total ou parcialmente. Fosse possível, para essa gente, voltaríamos ao carro de bois ou “fordeco”...

 

Assistimos, faz pouco tempo, dirigentes políticos dos mais variados matizes pilharem de forma impiedosa, até, a Petrobras, a maior empresa estatal nacional e a única que está dando lucro e distribui royalties para que governadores e prefeitos gastem em suas farras, num dos mais vergonhosos processos de corrupção do mundo.

 

Algumas nações, como a França, começou a produzir seu carro totalmente elétrico, pela mais absoluta necessidade de banir os veículos alimentados por combustível fóssil . Outros países, como o Japão, a Suécia, Alemanha, os próprios Estados Unidos, se movimentam para colocarem em linha comercial o carro elétrico, não para agradar os ambientalistas de plantão, mas por entenderem que o petróleo é finito, em tempo que não se pode avaliar direito, mas que seu uso, sempre nobre, deverá ser utilizado na produção de produtos químicos, para a indústria farmacêutica, etc.

 

No Brasil, a questão são os “derivados” da venda do petróleo, os royalties, que alimentam a fornalha das gastanças de estados e municípios , que consomem fortunas sem qualquer objetividade.

 

Vamos assistir, por muito tempo, um grande esforço, para que não surja os carros elétricos das nossas montadoras. Quem sabe, o Congresso Nacional ou o Supremo Tribunal podem baixar um “decreto” proibindo que o país venha a produzir carros elétricos, enquanto se extrair petróleo, porque a farra de estados e municípios não pode acabar, muito menos o vício dos políticos em pilhar a Petrobras.

 

Ainda mais caro do que o convencional, o carro elétrico tende a ficar mais barato, à proporção que forem aperfeiçoando sua bateria que, num futuro, passará a armazenar mais energia. Hoje, o custo da energia para abastecer um carro elétrico não é superior a R$ 6 reais, quando um carro de grande potência gasta pouco mais de R$ 200,00 com gasolina. Outro fator importante são as pessoas utilizadas para montagem de um veículo elétrico, que tem diminuição de peças móveis, que se desgastam, em cerca de 70%, em relação ao modelo elétrico, que também ficará mais leve.

 

Até agora só encontraram um problema para o carro elétrico, que é a sua ausência de barulho nas vias públicas, o que pode provocar mais acidentes. Um pouco mais é conversa, para o brasileiro não ter o carro elétrico dos seus sonhos o quanto antes possível, pra não fazer economia, para os políticos gastarem à seu modo...

 

 

 


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Radares e educação

27/08/2019

 

Os problemas do presidente Jair Bolsonaro são diversos: os que lhe movem oposição não admitem que ele cumpra o que prometeu: acabar com as mazelas que desgraçam com o país, nos envergonha perante os chamados centros civilizados.

Um dos primeiros atos do presidente foi dar um fim aos chamados radares eletrônicos (ou barreiras de redução de velocidade) colocados nas rodovias federais. Qualquer motorista, por menos esclarecido que seja, sabe que se trata de uma sacanagem com quem dirige e que, ao invés de prestar atenção na condução do veículo, tem que ver onde, na curva, o radar está escondido, para flagrar o infrator.

Acho que, em certos tipos de cruzamento, os radares são necessários mas, se você vai de Colatina para Baixo Guandu e se depara com 16 radares na estrada, como diz o presidente, tem um negócio errado...

Em países um pouco mais civilizados do que o nosso, em certas áreas, de velocidade moderada, a placa está lá informando a velocidade que o veículo pode percorrer. Se ultrapassar, o sistema eletrônico o flagar e cobra a multa, mandando a conta para sua casa. Países mais avançados em educação para o trânsito, como Alemanha, onde não existem radares, os motoristas são ducados nas escolas. É possível que cheguemos a tanto daqui a uns 200 anos, e olhe lá.

É meu ponto de vista: os radares eletrônicos nas rodovias nacionais se constituem numa vergonha. Estou plenamente de acordo com todos pronunciamentos e atitudes do presidente Jair Messias Bolsonaro sobre o assunto, inclusive pela extinção dos radares móveis, escondidos no mato, nas curvas, para surpreender os motoristas incautos.

A educação para o trânsito deve existir, com certeza, mas devem existir rodovias decentes. Só os estados de São Paulo e Paraná possuem rodovias dentro dos padrões internacionais.

O problema brasileiro – tenham paciência – é um só, a impunidade aliada à mais vergonhosa coletividade de servidores públicos desnecessários e com estabilidade no emprego e ganhar até 12 vezes mais do que um trabalhador da livre iniciativa.

Não será um único Bolsonaro com sua equipe, a melhor nos últimos 30 anos, que irá consertar o Brasil. Precisamos de uma sucessão de Bolsonaros, Sérgio Moro, Paulo Guedes e muitos outros, corajosos, determinados, para endireitar o Brasil.

Vamos ajudar na desesperada luta de Bolsonaro para consertar o Brasil. Jamais ele conseguirá, sem nossa ajuda.

 

 

 


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