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A força estúpida contra Moro

29/01/2020

 

Na história política do Brasil, em todos os tempos, não tinha surgido ainda uma autoridade judiciária com a capacidade, a coragem, a determinação e até mesmo a persistência do juiz federal Sérgio Moro, para enfrentar os mais perigosos facínoras da política brasileira, grupos audazes de ladrões, acostumados a mandar matar quem obstacular seus caminhos, para se eternizarem no poder.

Lá de Curitiba, no Paraná, surgiu um magistrado, acompanhado de uma dúzia de procuradores e um corpo de policiais federais para colocar na cadeia os ladrões dos cofres públicos que surgissem.

A coragem, a determinação e a competência do magistrado Sérgio Moro fizeram com que aparecesse um político doido, em maluco, determinado, para enfrentar um dos mais impressionantes processos de corrupção surgido no mundo e prometeu exterminá-lo. Surgiram políticos os mais diversos, a começar por Fernando Henrique Cardoso, para dizer que Jair Messias Bolsonaro jamais se elegeria, seguido por outros que gracejavam das promessas do deputado inexpressivo que prometia, se eleito fosse, mover todas as forças nacionais para impedir a ladroagem. As coisas foram tendo um crescendo, até que apareceu um bandido, não se sabe de onde, para dar uma facada no candidato Jair Messias Bolsonaro, quando ele era carregado às costas por seguidores, em plena campanha eleitoral, numa praça de Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 6 de setembro de 2018.

Bolsonaro foi eleito e a primeira coisas que fez, e o fez muito bem, foi convocar o juiz federal Sérgio Moro para assumir o Ministério da Justiça. Todas forças políticas de esquerda, até a imprensa se voltaram contra o governo e, mais exatamente, contra o juiz, por ter aceito o cargo.

Nunca se assistiu algo semelhante no país. O ministro da Justiça, Sergio Moro se constitue, queiram ou não, na maior expressão humana da Nação, nos mais variados sentidos. Não há forma de se discutir sua seriedade, sua honestidade de propósitos, sua determinação, mas a imprensa, as chamadas forças de oposição inventam todas mentiras possíveis e imaginárias para desconstruir a imagem do ministro, como se ele fosse um inconsequente, um mentiroso, um interessado em ser ministro do Supremo Tribunal ou até mesmo futuro candidato a presidência da República. E daí?

Recente, a revista Veja, sem dúvida um dos periódicos mais importantes do país, trouxe na sua capa a figura do ministro Sérgio Moro, feita em forma de estátua de gesso, com o título: “Desmilinguindo-se”. Não refiz minha assinatura de Veja e, sem seus jornalistas principais, quem está se desmilinguido é a própria revista, que dificilmente irá para frente, mesmo com a mudança de dono irá sobreviver. Pode até voltar a escrever nela um dos melhores jornalistas do Brasil, J. R. Guzzo, que não voltarei a comprar a revista Veja.

Nenhuma força política destruirá Sérgio Moro. 

 

 

 


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A força da natureza

28/01/2020

 

Acabamos de assistir um episódio provocado pela força bruta da natureza, com enchentes provocando mortes e destruições em diversos municípios de estados brasileiros e, mundo afora nevascas impiedosas, terremotos, vulcões em erupção, maremotos, etc.

Desde que o mundo começou a ser povoado a humanidade passou a conviver com tais episódios e, mesmo sua constância, como a morte de seres humanos, não nos acostumamos com tais acontecimentos, como coisa anormal fosse.

Ao longo dos tempos o homem tem provocado o desmatamento nas proximidades dos rios, lagos e mares, quer como abertura de espaço para suas edificações, plantios, utilização para fogo ou madeira para construção, pouco se importando com o futuro, não tomando qualquer providência para conter a erosão provocada pelas chuvas torrenciais que levam porções consideráveis de argila para o leito dos rios, provocando seu assoreamento, responsável direto pelas enchentes.

Temos ainda as estúpidas lagoas de acumulação de rejeitos de minério e terra, provocando tragédias como a de Brumadinho, em Minas Gerais, matando centenas de pessoas e provocando um imenso desastre ecológico, atulhado o rio Doce e efluentes com milhares de toneladas de lama.

Desastres provocados pela natureza ocorrerão sempre, pela sua força bruta mas, pelo menos, sua intensidade poderia ser domada, se a capacidade de raciocínio lógico fosse ocupada para as coisas serem bem feitas, como o caso das lagoas de acumulação de rejeitos ou o assoreamento dos rios e lagos. Não se pode fazer nada no Brasil de hoje sem uma licença do meio ambiente, como o desassoreamento dos rios e lagos ou até pintar a fachada de uma casa, sem que o tal do meio ambiente aprove. Temos que repensar o Brasil para que instituições que possuem a finalidade de promover o empreguismo não sejam um estorvo ao desenvolvimento. Proteger o meio ambiente é dever de toda pessoa educada, mas não pode organismos públicos, que vivem de recursos públicos, pagos por todos nós em forma de impostos, sejam contrários ao desenvolvimento econômico e social.

Não pode, tragédias como as que ocorreram agora mesmo em municípios do Sul do Espírito Santo servirem para que o governador Renato Casagrande surja de botas novas, todo elegante, de pá vazia em punho para ser fotografado, após críticas de que não tivera a necessária pressa de convocar o auxílio das Forças Armadas para ajudar no socorro às vítimas das inundações, e prometer processas que o criticava.

O que as autoridades devem fazer é pedir que sejam elaborados planos para amenizar as enchentes, sejam feitos canais seguros de evasão de águas torrenciais. Não adianta, a natureza, quando cisma, não tem jeito.

 

 

 


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