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Dia 15.03 (Uma data decisiva)

06/03/2020

 

Não adiantam dissimulações, querer aparentar que a tal de “democracia” brasileira vai muito bem, quando na verdade cada grupo partidário, a seu modo, mesmo invertendo direitos constitucionais, quer mandar no país, como se estivéssemos numa terra de ninguém...

Contrariados por não terem condições de colocar seus afilhados em pontos chaves da administração Federal, o presidente do Senado Davi Alcolumbre, com seu vizinho presidente da Câmara, Rodrigo Maia querem derrubar o veto do presidente Jair Messias Bolsonaro aposto num artigo da Lei Orçamentária que cabe os congressistas a “modesta” quantia de 30 bilhões de reais para aplicarem em projetos de suas bases eleitorais. Sinceramente eu não sei que nome dar a esse tipo de regime que quem arrecada impostos, quem controla as finanças nacionais, pode ficar a mercê de embusteiro da pior espécie, da política nacional.

Não há um artificialismo político na crise entre os três poderes da República. Cada qual, a seu modo (poder) está chutando o balde da forma que lhe convém, querendo ser o dono da razão, enquanto o presidente da República está contando com uma poderosa força da maioria da população a seu lado, estimulando-o a agir em defesa dos interesses nacionais.

Está sendo convocada, pelas redes sociais, uma manifestação nacional em defesa do Governo Federal. Não se pode avaliar, hoje, os rumos que a nação tomará. Se concretizar realmente o golpe do Congresso, ao veto à institucionalização do “orçamento legislativo”, colocando o presidente da República de joelhos. Vai acontecer alguma coisa de grave na vida da nação. Há uma campanha espontânea, aberta, contra o Congresso Nacional e, por tabela, contra o Supremo Tribunal Federal. Está vindo do povo. As Forças Armadas têm reagido com a nobreza de caráter que é possuidora contra qualquer incentivo a um golpe militar, mas não se pode avaliar até onde chegará a pressão da população.

Com receio de um movimento que pode gerar um trauma muito grande na sociedade brasileira, Lula foi despachado pelos seus asseclas para a Europa para dizer que toda essa merda que está ocorrendo no Brasil, presentemente, não é de sua responsabilidade e muito menos do PT e todas agremiações de esquerda que o apoiam, mas que cabe culpa ao presidente Jair Messias Bolsonaro e ao ministro Sérgio Moro, a quem chamou de mentiroso numa reunião na França e foi vaiado fragorosamente, pelos presentes.

Está no ar a incerteza. Se o Congresso rejeitar o veto do presidente da República, vai ocorrer fatos desagradáveis. Já acontece muito tarde. É preciso colocar o Brasil nos trilhos...

 

 

 

 


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A falência da mídia I

05/03/2020

 

Dá a impressão que é por absoluta falta de conhecimento do processo de circulação de periódicos (jornais e revistas) no Brasil, tamanha preocupação que formuladores da imagem do presidente Jair Messias Bolsonaro têm, sobre o que sai na imprensa escrita.

Em princípio, o brasileiro, em termos gerais, não gosta de ler e, quando lê, uma parcela está mais preocupada com o noticiário de futebol e crimes do que outra coisa.

Há uma tremenda defasagem entre a circulação dos jornais no Brasil, na década de 80, com relação a 2020, quando os jornais passaram a ser aniquilados, em suas tiragens, pela explosão das redes sociais, haja vista que elas, as redes, elegeram Ronald Trump, nos Estados Unidos e Jair Messias Bolsonaro no Brasil, mesmo com toda pressão da mídia escrita e televisada.

A chamada mídia televisada tem pouca importância porque o chamado telespectador não guarda muito o chamado noticiário tendencioso ou distorcido, a fórmula com que busca atingir certas personalidades e está preservando a de refinados ladrões dos cofres públicos.

Globo, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo estão em estágio final de liquidação, o que é muito ruim para um país, sua sociedade mas, em princípio, a chamada imprensa escrita se aliou a grupos políticos, a chamados movimentos de esquerda, sem imaginar que vivemos numa democracia e, pressupõe, que democracia diz respeito a liberdade. Essa gente anda puta da vida com a vitória de Jair Messias Bolsonaro mas, imagina, que o povo brasileiro quer ver o país transformado numa Venezuela, Cuba, numa Bolívia qualquer...

Não existe grupo econômico no país com suficiente poder aquisitivo para suportar a circulação de um jornal com independência de verdade, para falar o que for direito, correto, como noticiário a favor ou contra o governo. Tratar Lula, Dilma, Temer, Sarney, Fernando Henrique como bons moços, cidadãos que merecessem respeito, fossem amantes da liberdade, é coisa muito difícil. O povo, através das redes sociais, sabe quem é essa gente. O problema do presidente Jair Messias Bolsonaro e seu grupo é que eles vieram para o poder para consertar o Brasil. Não estão permitindo que roubem e, olhem lá, não estão com medo de enfrentar cara feia, grupos de baderneiros. Políticos de quinta categoria.

O problema da imprensa nacional é muito complicado: falta de leitores em número suficiente para formar um negócio seríssimo: OPINIÃO PÚBLICA.

Quem está lendo jornais? Revistas? É de dar pena, mas é verdade.

A opinião pública está formada por uma fabulosa rede social, onde sai muita besteira e coisa séria também. O pior é que estão acreditando nela.

 

 

 


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