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Casos de Saúde.

26/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Saúde e Educação sempre marcaram a trajetória da humanidade, daí o desenvolvimento que o mundo tem experimentado. É incrível que, nos tempos modernos em que vivemos, 11 mil pessoas aguardam até dois anos por cirurgia no SUS.

 

Recente, solicitei apoio de um médico, amigo, em Linhares, para operar uma pessoa que padecia com uma hérnia e não tinha condições de esperar seis meses, o que era previsto, para ser operado em Vitória.

 

Existe um acúmulo muito grande de pacientes originários de Minas Gerais e Bahia que são trazidos para a Grande Vitória e despejados nas portas dos hospitais públicos para serem tratados, complicando o sistema que já é altamente deficiente para atender os doentes do Estado. Como abrigar de outras regiões?

 

Do jeito que andam as coisas, torna-se impossível sua regularização. Não existem recursos disponíveis para atender o número crescente de doentes nas filas por espera. No caso dos remédios, agora existem as decisões judiciais que mandam o INSS adquiri-los até no exterior, para atender os mais diversos tipos de reclamantes. Como podem o Estado deficiente ou a nação em apuros econômicos atender?

 

Com o acúmulo de gente dos mais variados pontos dos estados limítrofes, que para aqui acorrem, o sistema de saúde não dá conta, daí as pessoas amontoadas nos corredores, a espera de uma vaga que as vezes não chega e acaba morrendo pela deficiência no atendimento. Pessoas com braço quebrado, por quatro, cinco ou mais dias esperando um simples atendimento, é um negócio doloroso.

 

A desordem econômica em que vive a nação. As terríveis distorções por que passam as administrações públicas em todos os níveis, aliada à irresponsabilidade gerencial, tudo isso nos dá uma triste certeza: o Brasil dificilmente terá         jeito, se continuar nessa desordem política, sob a batuta de um amontoado de ladrões que, de dentro do Congresso Nacional, bolam as mais indecentes medidas jurídicas para se safarem da prisão.

 

Uma simples manchete de jornal informando que 11 mil pacientes aguardam até dois anos para fazer uma operação, dá exatamente a dimensão da tragédia em que vivemos.

 

 

O país, o estado brasileiro não suporta o peso da máquina burocrática que sustenta, a ineficiência de mais de 50% do funcionalismo público; um sistema policial ineficiente e viciado e que precisa urgentemente ser reformulado. Precisamos de competência e coragem.

 

 


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Marginalidade impune

25/01/2018

 

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Quem tem a cabeça no lugar, pensa no país, no desenvolvimento nacional, na família, quer uma nova ordem para o Brasil. A impressão que temos, como sociedade, é que todos estão loucos! Não se pode ir às compras, a um banco retirar ou guardar dinheiro, a uma simples praia, para se divertir com os amigos, tomar um banho de mar ou mesmo tomar uma condução, que pode ser vítima de um assalto, de uma bala perdida, de um sequestro, tornando a vida um negócio desagradável.

Agindo com a necessária prudência, determinação, num ato de proteção à coletividade, o Ministério Público Estadual solicitou o cancelamento de um tal de Orla Folia, na praia de Itaparica, em Vila Velha, onde ocorreu um tremendo tumulto, com ferimento em pessoas mas, a prefeitura de Vila Velha não cumpriu a ordem do Ministério Público para cancelar o que se transformou em tragédia.  

A Secretária de Cultura, Esporte e Lazer de Vila Velha diz que a ordem do Ministério Público Estadual chegou com atraso, a tal Orla Folia, com suas tragédias já tinha ocorrido.

Esses ajuntamentos não são civilizados. É preciso uma nova ordem nacional, onde alguém seja responsabilizado com severidade diante do não cumprimento da ordem de uma autoridade, responsável pela proteção à família, aos bons costumes.

A praia deixou de ser um local de lazer, de boa convivência para se transformar num antro de marginais, de bagunça, diante da fragilidade do sistema policial que não pode estar em todo canto. Há uma falência moral de uma ponderável parcela da população, por falta de educação, de punição exemplar, pelo desrespeito aos direitos individuais.

Não sei como pode ocorrer uma mudança no sistema de segurança pública, para punir aqueles que impedem o direito de ir e vir. As determinações do Ministério Público precisam ser cumpridas, respeitadas à risca.

A fragilidade do aparelho policial, comprometido com um processo de greve totalmente irregular, ferindo os princípios constitucionais; as irregularidades administrativas sob o patrocínio de governantes irresponsáveis, tudo isso impõe a mudança da ordem pública. O Brasil não pode caminhar para esse estado de deterioração moral diante da fragilidade das leis que não punem adequadamente.

 

As coisas no país não andam em sentido reto, uniforme, como seria preciso. A insegurança geral em que vivemos, mete medo e podemos nos transformar em futuro próximo em um país que ninguém quer visitar, investir, pela ação da marginalidade. 



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