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Simplesmente irresponsáveis

21/07/2018

 

Semana passada o trânsito de Vitória, a capital do Estado, deu um nó, quem vinha pela Av. Vitória ou Beira Mar não sabia explicar porque o trânsito não andava, mas as rádios e as chamadas redes sociais informavam que os motoristas de ônibus pararam na Av. Jerônimo Monteiro, pontes, nos dois sentidos, etc., um negócio que começou 7 horas da manhã e se prolongou até 11 horas. Coisa de doido...

 

Explicavam os noticiários que o motivo da paralisação era a divergência entre as chapas que concorriam às eleições no Sindicato dos Rodoviários.

 

Estamos no Brasil, onde essas aberrações podem ocorrer, devido à mais completa ausência de um negócio importante, chamado de Polícias, que deveria prender essa gente irresponsável que faz da nação o que bem entende, sem um mínimo de aviso, pelo menos para que ninguém vá às ruas, para ter prejuízo.

 

Falta-nos um negócio sério, muito sério mesmo, chamado de educação. Lá em Curitiba, Paraná, tem um sujeito preso por diversos motivos, dizem que por corrupção e uma porção de coisa mais. Esse camarada, por um desses lamentáveis lapsos de memória da sociedade foi eleito presidente da República por dois períodos e, largando o poder, participava do seguinte sob a ótica de que teria sido responsável pela eleição de sua sucessora, dando tudo numa profunda tragédia moral, que sacode esta nação que, parece não ter jeito.

 

Esse casal de malfeitores, que esteve na presidência da República e causou um profundo mal ao desenvolvimento econômico e social do país, coisa que vai durar uns 100 anos, promoveu um monstruoso desemprego, promoveu um dos mais estúpidos processos de corrução e de empreguismo, que pode promover a africanização do Brasil, tornando-nos um povo miserável, sem capacidade de desenvolvimento.

 

Como, pode uma nação ir para frente se um conjunto de trabalhadores, responsáveis pela movimentação do sistema de transporte coletivo de uma cidade, parar o trânsito nas suas principais vias e fica tudo por isso mesmo, da forma mais irresponsável do Planeta Terra!

 

Tem 100 dias que uma importante via, onde se situa a Polícia Federal em Curitiba, porque Lula está preso naquela sede, que um bando de desocupados está ali acampado, no meio da avenida, para todo dia dar “boa noite presidente Lula”, “bom dia, presidente Lula”.

 

Será que tudo isso está certo? Raios, quem vai concertar esta nação, onde reside uma estúpida confusão na sua Suprema Corte?

 

 


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O caso polonês

20/07/2018

 

Contam as lendas que o diabo não é tão feio como se pinta. Quem diria, que viria da Polônia, país situado no centro norte da Europa, exatamente no meio, entre a Europa Ocidental e a Federação Russa, com aproximadamente 40 milhões de habitantes, predominantemente católicos (91,6%) tem um sistema de governo democrático, de acentuado comportamento autoritário, se revezando com a esquerda, aposentar, de uma cacetada só, mais de duas dúzias de magistrados.

 

Dentro da turbulência que tem marcado sua trajetória política, os conflitos internos tem abalado vez por outra a vida dos cidadãos poloneses, como agora, presentemente, quando o governo acaba de realizar um expurgo na Suprema Corte, afetando a independência do Judiciário.

 

A aposentadoria forçada de 27 dos 73 juízes da Suprema Corte e a criação de uma câmara disciplinar judicial são os últimos de uma série de passos adotados pelo Partido Lei e Justiça, de extrema direita, para controlar o Judiciário. Durante muitos anos o partido criticou os juízes, qualificando-os de obstrucionistas e velhos comunistas. Após a chegada ao poder em 2015, o partido assumiu o controle do Tribunal Constitucional, que tem como função garantir que as leis não violem a Constituição e dar autoridade ao Ministério da Justiça sobre os promotores. Os juízes têm denunciado assédios e intimidações, sem muito sucesso.

 

Não se sabe ainda os verdadeiros caminhos, os rumos, a serem adotados pela política na Europa Ocidental, já que outros países começam a adotar comportamentos autoritários, pelos seus governantes escolhidos por partidos de extrema direita, como o caso da Hungria, país que vive também sobre o temor dos movimentos de imigrações.

 

Na verdade, as esquerdas, mundo afora, começaram a sofrer uma espécie de campanha das direitas, considerando o fracasso de suas lideranças. Mais ou menos é o que está acontecendo na América Latina, onde está ocorrendo uma onda para derrubar os chamados líderes esquerdistas no poder, que nada possuem realmente de esquerda, se constituindo em grupos de refinados ladrões, capazes de tudo para permanecerem no poder, a qualquer custo, como o caso da Venezuela e Bolívia, tendo perdido as últimas eleições o presidente do Equador, Rafael Correa, exilado na Bélgica, e que tem seu pedido de prisão decretado no seu país.

 

No Brasil, o mais importante país do Hemisfério Sul, a Suprema Corte também começa a sofrer pressão de forma generalizada da população através das redes sociais, que estão promovendo grandes movimentos contra a Suprema Corte do Brasil, pelas suas vinculações políticas com o PT de Lula, podendo provocar a mesma turbulência que estamos assistindo na Polônia.

 

A nossa Suprema Corte que se cuide.

 

 


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