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Um viva a 31 de março de 64

31/03/2019

 

Ou fui transportado para outro planeta quando estava dormindo ou estou assistindo um bando de loucos, querendo se transforma em dono da verdade, como Lula. (Lula é de um cinismo revoltante...) ou, realmente, estabeleceu-se estado geral de paranóia...

Em 1964, há exatamente 55 anos, a sociedade brasileira, estimulada pela Igreja Católica (várias religiões) saiu às ruas conclamando as autoridades militares para que tomassem uma providência, para banir o comunismo que já estava dentro do governo.

Foram as passeatas da “Família com Deus pela Liberdade” que fizeram com que um simples Movimento Militar, ganhasse as ruas das mais importantes cidades do país, fazendo com que os governantes travestidos de comunista, sob o comando de João Goulart, Leonel Brizola, Almino Afonso e outros sabidos, saíssem correndo, se refugiando no Uruguai, em suas estâncias, assim como outros, lambedores da sola de Fidel Castro, saíram esbaforidos com destino a vários países, não porque foram como exilados políticos, mas porque se acovardaram com medo da vitória do movimento, da presença do Marechal Humberto de Alencar Castello Branco no poder, eleito pelo Congresso Nacional, ao considerar vago o cargo de Presidente da República, com a fuga de João Goulart e, foi assim que o Brasil ganhou o primeiro estadista de sua história, um homem totalmente voltado para o país, tirando-o da ridícula posição de 60ª no PIB entre as nações, trazendo-a para o honroso 8º lugar do maior PIB do mundo.

O Brasil não tinha telefone, linhas de energia, meios de transportes decentes, faltava educação, rodovias, serviços essenciais e tudo mais necessário a um país decente.

Agora, quando se comemora o 55º aniversário do Movimento Militar de 1964, no dia 31 de  março, uma tal de Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, reagiu à orientação do presidente Jair Bolsonaro aos quartéis para que celebrem a “data histórica”, quando um movimento militar derrubou, com um susto, apenas, o governo do comunista de João Goulart, Brizola, um fanfarrão, fugiu para o Uruguai vestido em roupas de mulher, até a calcinha, para ficar bem caracterizado...

Foi exatamente o Movimento Militar de 1964 que transformou o Brasil numa grande potência, principalmente no campo agrícola.

Todo brasileiro de vergonha na cara tem que ir às ruas agradecer aos governantes militares da época – Castello Branco, Costa e Silva, Garrastazu Médice, Hernesto Geisel e João Batista Figueiredo o que fizerem pelo Brasil.

Término o movimento Militar de 1964, num golpe de mágica, os banidos pelo Movimento Militar, que fugiram, tomaram o poder e o transformaram nesta merda que aí está, sendo recuperado por Jair Messias Bolsonaro, se deixaram.

Vamos mostrar no dia 31 de março, domingo. O que representam as Forças Armadas do Brasil para todos nós.

Vamos enfrentar essa corja improdutiva. Viva o Movimento Militar de 1964.

 

 

 


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Reforma difícil I

30/03/2019

Cada grupo, a seu modo, tem um ou muitos interesses e até privilégios na reforma da legislação da Previdência Social. Quem paga a monstruosa conta é a chamada iniciativa privada, quem promove o desenvolvimento da nação, quem dá emprego.

Não é de ontem, existem no Brasil várias modalidades de Previdência Social. Para a classe trabalhadora, de modo geral, uma inconsequência; uma para o funcionalismo público; outra para o Poder Judiciário; outra para o Executivo e outra para o Legislativo e outra para os Militares. Ao meio dessas discussões estéreis, dentro da multiplicidade de lideranças políticas nacionais mais equivocadas, cada qual, a seu modo, diz como seu grupo quer, mas ninguém avalia que quem paga a conta, quem contribui para que o Estado exista, quem trabalha na iniciativa privada, continuará tendo a pior remuneração, ao se aposentar.

O grave problema brasileiro é a falta de educação, de conhecimentos para discutir os problemas da sociedade. Se um pequeno grupo entende da gravidade dos problemas sociais, do crescimento da ineficiência da máquina administrativa, da usurpação de recursos por parte de impressionantes quadrilhas que assaltam os cofres públicos sem a menor cerimônia, como resolver os problemas sociais se a justiça é a parte mais interessada?

O Brasil tem, à primeira vista, 70 obrigações fiscais e parafiscais. É impossível um empreendedor seguir 100% essa maldita cartilha de obrigações. O mais requintado escritório de contabilidade claudica nas suas orientações rotineiras ao empresário, para que ele possa estar totalmente em dia com suas obrigações e, além das 70, existem tragédias como a Justiça do Trabalho, Justiça Eleitoral, Corpo de Bombeiro Militar, CREA, OAB, CRM e muitos penduricalhos que ajudam a empobrecer a nação, não prestam efetivo serviço à Coletividade, apenas engordam grupos de apaniguados pela “sorte”, como as quase 400 inúteis empresas estatais.

Diante dessa tragédia toda, perguntam os que têm dificuldades do exercício do raciocínio lógico: “Por que o Brasil é a 8ª economia do mundo? ”

Porque somos os maiores exportadores de commodities minerais e agrícolas do mundo, in natura; esfolamos o couro dos nativos com os mais absurdos impostos do mundo. O custo da energia elétrica no Brasil é um negócio infame. Qualquer bem de consumo durável no Brasil é mais caro, de três a quatro vezes ao semelhante vendido além de nossas fronteiras.

Todos os Estados gastam 80% do que arrecadam com folha de pessoal ativo e inativo e não tem condições para promover o desenvolvimento.

Milagre? Não existe.

 

 

 


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