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Só a morte

26/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

Ordinariamente, as cidades refletem quem mora nelas. As vezes me pergunto: quem foi o sábio que disse a asnice que Vitória está em terceiro (?) lugar em qualidade de vida no Brasil! Será?

Olhem bem, sou nascido em São Mateus, moro em Vitória desde a década de 50 e, sinceramente, tenho lutado para avaliar se o que dizem é realmente verdade ou não passa dessas gozações capixabas... Viver é ver Vitória (Marrien Calixte), ou “Esta Ilha é uma Delícia”, Carmélia Maria de Souza, ambos velhos amigos que já se foram. Tudo por gozação...

Tenho um amigo, professor Antonio Chalhub que, reputo, como um dos melhores urbanistas que temos. Quando falou-se em “Linha Verde”, ligando a Praia de Camburi a lugar nenhum, ele falou para mim: “Vai dar em merda”. Foi dito, foi feito! No trecho correspondente à Linha Verde” não vai dar um grande movimento de coletivos para trafegar, mas vai embaralhar o trânsito porque a maioria é de automóveis.

Nossos especialistas em tráfego não entenderam que a Grande Vitória tem três horários de pico, no trânsito: de 7:00 às 8:30; de 11:30 às 13:00 horas; de 17:30 às 19:30 horas. Salvo algum acidente ou buraco inesperado aberto em ponto estratégico, provocam engarrafamento. Quem passa por algumas avenidas da Grande Vitória a noite não deve parar em sinal fechado. Passe o mais rápido possível, para evitar assalto. Vivemos também a tragédia da insegurança.

Um estudo sério, de alguns pontos da região, do excesso de sinal de trânsito, melhoraria muito o tráfego nos horários de pico. Todos nos sabemos que a chamada Praça do Cauê é um entrave ao trânsito da Terceira Ponte mas, cadê coragem? Quem mora na Ilha do Boi ou vai ao Shopping Vitória almoçar sofre para passar no sinal ali instalado. Parece que a demora ali é pura sacanagem que fazem com os moradores ou usuários do Shopping Vitória. Que fazer?

Na av. Saturnino de Brito, na Praia do Canto, tem sinal que permite passar apenas três veículos. O quarto, passa com o sinal fechado e a felicidade é não ter guarda de trânsito, para permitir passar o quarto...

Vou ainda descobrir quem foi o artista que inventou esse negócio de qualidade de vida para Vitória; do porque o grande centro comercial do passado, que foi a Vila Rubim, vive no abandono. Em qualquer lugar decente do mundo, a sala de visita começa pelo mercado, onde o povo vai às compras.

Minha mãe dizia: “Só a morte dá jeito nisso tudo...”

 

 


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Nem só na Serra!

25/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Em certa parte de sua “Divina Comédia” Danti Aligieri diz que “o caminho do inferno está cheio de boas intenções”.

No fundo, todos nós somos bem intencionados, ou para o bem ou para o mal, somos, depende do ânglo em que somos olhados...

Dia 06.03.2018, sob o título: “Tinha que ser na Serra”, comentei sobre uma lei aprovada pela Câmara Municipal (nº 4.691) que institui gratuidade em eventos esportivos e culturais para policiais militares, civis, bombeiros, guardas civis municipais, agentes da secretaria do Estado da Justiça e agentes de trânsito, mediante apresentação da Carteira de Identidade Funcional. Além disso, a lei garante meia-entrada para seus dependentes, em eventos na Serra.

Não posso negar a “boa intenção” do autor da lei para com seus colegas militares mas, a que custo vai custar ao bolso da iniciativa privada? Fosse nos estabelecimentos municipais, vá lá...

Dizem que o vereador está zangado (nem sei seu nome) e promete me processar. Deve ser direito dele...

Essas coisas tendem a dar trabalho.

Em 2004 a Assembleia Legislativa do Estado do Espírito Santo instituiu, através da Lei 7.737 a ½ (meia) entrada em locais públicos de cultura, esporte e lazer para doadores de sangue e órgãos. No art. 3º da citada lei dizia: Para efeito desta lei são considerados doadores regulares de sangue em todos os estabelecimentos mantidos pelas entidades e órgãos da administração pública e privada do Estado do Espírito Santo (NR) (Nova redação dada pela Lei nº 10.396/2015)

Através da ADIN Nº 3512 – a lei foi declarada improcedente (DOU de 23/02/06 e 01/08/06).

Constitui-se numa indignidade as estúpidas mudanças de nome de ruas, avenidas, logradouros públicos diversos, como querem fazer agora com o Aeroporto de Vitória, designado por lei como “Eurico de Aguiar Salles”, e que querem nos empurrar, na sua parte nova, que levou 14 anos para ser construída, o nome do falecido senhor Augusto Ruschi.

Ao sabor dos interesses mais estúpidos, até do esquerdismo canhestro que vive o país, mercê da falta de tradição de ponderável parcela da sociedade, acham que mudar nome é coisa banal, mas não sabem o prejuízo que dão as empresas para acertar seus novos endereços nos órgãos da Receita Pública, correios, etc.

Quando o legislador não tiver nada o que fazer, não precisa inventar a roda (foi inventada a 300 mil anos), nada. Pega o seu celular, e vá ver mulher pelada.


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