Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Antro de bandidos I

26/05/2018

Em tempo não muito distante um bairro longe da capital do Estado, com uma rua só, no município da Serra, Jacaraípe, um bucólico balneário à beira mar, na região Norte da capital do Estado, se transformou hoje no centro de maiores homicídios do Estado.

O problema de Jacaraípe é fruto da imaginação dos nossos dirigentes que, imaginando que a região iria se transformar num grande centro empresarial, com grandes indústrias, foram anunciando grandezas que jamais poderiam existir, com foco na propaganda do Estado, a região propriamente, se transformar num poderoso, centro industrial, onde brotariam empreendimentos de toda natureza.

O resultado foi que, em alguns projetos industriais que careceram da presença de muitos braços, a força de atração trouxe mais gente do que era necessário e, sem condições de emprego, essa gente passou a delinquir, a matar para roubar e as estatísticas não perdoam, quando apuram essa formidável tragédia que estamos assistindo.

Vejam, as estatísticas oficiais revelam que, no período de janeiro a abril de 2018 ocorreram 414 assassinatos no Estado. A maioria desses bandidos é originária de Minas Gerais e Bahia, meio a meio, o páreo é duro, entre os estados limítrofes que empurram seus bandidos para o Espírito Santo, pela fragilidade do seu sistema policial.

De acordo com o delegado chefe do Departamento Especializado em Homicídios Proteção à Pessoa (DHPP), José Lopes, ofereceu as seguintes informações, pela alta criminalidade: “O primeiro é a questão policial: Todos sabem que em dias de final de semana a polícia atua em regime de plantão. ”

“Logo, os bandidos acreditam que estão mais livres para poder agir. O segundo fato está relacionado ao alvo dos bandidos. As vezes uma pessoa já recebeu uma ameaça de morte de um desafeto, mas por achar que o domingo é um dia de lazer, esquece a situação, acaba morrendo num acerto de contas”.

A Grande Vitória é, na realidade, um grande depósito de bandidos. É gente ordinária dos mais remotos pontos, sendo que Minas Gerais e Bahia nos privilegiam com maior número. Até bem pouco as informações de estatísticas davam que eles, os bandidos daqueles dois estados, preenchiam perto de 90% das vagas nos presídios.

A criminalidade chegou a um ponto que só com a instituição da prisão perpétua ou pena de morte poderemos minorar a situação. Dizem os entendidos em criminalidade que pena de morte e prisão perpetua não resolve os problemas da criminalidade. Acho que estão certos: nada resolve os problemas brasileiros. Só um terremoto, destruindo tudo...

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Prédios públicos

25/05/2018

 

A destruição de um edifício em São Paulo, por incêndio, tomado por “moradores sem teto” foi uma tragédia que poderia ser perfeitamente evitada, se nossas autoridades fossem responsáveis pela administração dos negócios públicos.

O edifício em questão era do governo federal e foi cedido à Prefeitura da capital paulista através de um comodato. Pelas características arquitetônicas do prédio, todo de vidro, poderia servir de uso para repartições diversas. Foi sede de várias coisas, inclusive da Polícia Federal na cidade de São Paulo. Jamais, poderia ser ocupada por sem teto, diante das características da obra que não serviam para moradia.

Pelo Brasil tem milhares de edifícios públicos, principalmente, abandonados a própria sorte, cedidos ou adquiridos pelo poder público que, realizaram bons negócios, ou receberam “boas doações”.

Aqui em Vitória, a capital do Estado, institutos de pensões do governo federal – IAPI, IAPC, IAPETEC, etc., estão aí desafiando administradores públicos em mostrar que sabem administrar.

Estamos diante de um bando de irresponsáveis, espertos diversos, que não só receberam edifícios para sua transformação em residências populares mas, premidos pela incompetência ou pela falta de recursos para reforma-los, permitem que sejam ocupados de qualquer maneira...

A cidade grande traz esses problemas de incapacidade de administrar o gigantismo. Foi o que aconteceu com o Brasil, que teve a capacidade de eleger Lula duas vezes e Dilma, mais duas. É muita incapacidade administrativa junta, para desgraçar com o país.

Sob os auspícios do populismo, da incapacidade gerencial ou até mesmo da falta de visão para o futuro, os administradores públicos, infelizmente são premidos pelo continuísmo, da falta de escrúpulos com a coisa que administra mas, presentemente, pela questão do continuísmo. Não sabendo fazer nada, se apegam ao poder de qualquer maneira, fazem miséria, no campo da promessa e, como tomam conta dos partidos políticos, não permitem a mudança de lideranças. Nada resiste à corrupção e à demagogia dessa gente sem escrúpulos.

De uns tempos até esta parte, os administradores públicos deram para construir grandes edifícios, chama-os até de Palácio Disso, Palácio Daquilo e, no meio disso e daquilo, a brutal corrupção, as petrobras da vida, os bancos oficiais afundando em atos de desmoralização. É o caso de se perguntar: até que ponto iremos assistir tudo isso sem um mínimo de reação? Vale o sacrifício, ter essa democracia vagabunda?

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   1973 1972 1971 1970 1969 1968 1967 1966 1965 1964   Anteriores »