Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



A hora da onça beber água

26/09/2018

 

Minha mãe dizia que “o tempo é o senhor da razão”. Nada melhor do que deixar o tempo passar e ficar aguardando os acontecimentos.

Na história política do Brasil ocorreu um fato interessante no governo de Juscelino Kubitechek de Oliveira, que sofria uma campanha impertinente, da corrupção existente na sua administração, alcançando vários colaboradores seus. O tempo passou e Juscelino, com justificada razão, apontou o general Henrique Lott como seu candidato à sua sucessão.

Lá atrás, vinha o ex-prefeito de São Paulo, Jânio Quadros, um maluco, bêbado contumaz, com a vassoura empenha como instrumento de propaganda, prometendo varrer o palácio do Planalto, da sujeira que Juscelino ia deixar.

Foi assim, de forma surpreendente, que Jânio Quadros teve uma espetacular vitória sobre Lott.

A eleição de Jânio Quadros foi uma tragédia. O homem era um inconsequente metido a popular, quando na verdade era um autoritário metido a besta e tão corrupto como qualquer outro político de má fama...

Com a cara cheia de cachaça, Jânio Quadros mandou uma correspondência ao Congresso Nacional, na ocasião presidido por Ranieri Mazzili, renunciado à presidência da República. Formou-se uma comissão de parlamentares para ir até a presença de Jânio, em Mato Grosso, para convencê-lo a permanecer no cargo e, até dessa comissão participava o ex-governador capixaba e deputado federal, Carlos Lindemberg. Tudo foi desfeito com a atitude do deputado federal Dirceu Cardoso, outro capixaba, que pegou a carta renúncia de Jânio e leu-a da tribuna da Câmara, oficializando a renúncia: Não teve jeito, tiveram que esperar o vice -João Goulart retornar da China, onde, dizem, foi aprender o que era comunismo, para aplica-lo no Brasil, em companhia do seu cunhado, Leonel Brizzola, Jango assumiu o governo como uma espécie de “rainha da Inglaterra”, reinava, mas não governava. Quem governava era o tal do primeiro ministro Tancredo Neves. O sonho durou pouco. Não demorou que Jango e seu cunhado, em companhia de Almino Afonso e outros comunas tiveram que sair correndo, transformando o país numa grande merda, o que ocasionou a tomada de poder pelo Movimento Militar em 1964, transformando o Brasil, a 60ª economia do mundo, na 8ª, dando ao Brasil um desenvolvimento tão vertiginoso que, quando os militares deixaram o poder, em 1985, éramos a 8ª economia do mundo.

Com a saída dos militares do poder, estamos assistindo o governo da turma Lava Jato, uma formidável tragédia, com desenlace previsto para o dia 7 de outubro de 2018. Vamos aguardar os acontecimentos. Prometeram destruir o Brasil se Lula fosse preso. Não aconteceu nada. Vamos aguardar os acontecimentos.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Sem promessas.

25/09/2018

 

Nos debates com candidatos ao pleito de 7 de outubro próximo, as reivindicações sociais estão voltadas para mais saúde, educação e combate à violência.


Há uma tremenda desordem nesses três campos importantes, responsáveis pela tranquilidade de todos nós.

Confessemos, sem constrangimentos, a falência nos campos da saúde, educação e segurança pública,  ocasionada pela baixa remuneração dos responsáveis por tais atividades.

Chegamos a um ponto no Brasil que, embora os impostos sejam absurdos, a burocracia um sistema incontrolável, os recursos que sobram são modestos para manter, por exemplo, um sistema de segurança eficiente, a tranquilidade de um professor ou de um profissional de saúde, que precisam de fazer “bicos” para sobreviverem com dignidade, com suas famílias.

Os meios de comunicação mostram diariamente o estado de abandono em que se encontram hospitais, escolas e o sistema de segurança pública, onde esta esbarra sempre na deficiência da legislação penal, para punir a delinquência que assusta.

Que propostas nos trazem os candidatos a postos os mais diversos para termos um pouco de paz social? A base para o desenvolvimento de uma sociedade, uma nação são: uma boa educação, uma excelência em saúde e um absoluto estado de direito, o império da lei.

Cada sucessão governamental, no país e nos Estados, acumula somatório de erros, no campo do desenvolvimento econômico e social. Padecemos de uma falência brutal, no campo da infraestrutura para o desenvolvimento, com a multiplicidade de obras paradas. Aqui na nossa capital, as obras que são desenvolvidas na av. Leitão da Silva se eternizam, gerando prejuízos para estabelecimentos comerciais que tiveram de encarrar suas atividades pela impossibilidade dos fregueses chegarem ás suas portas. Obras e mais obras são começadas e não terminadas. Os sucessores nas administrações públicas se transformam em inimigos, do antecessor e da sociedade, porque abandonam tudo. As obras se eternizam, as vezes formidáveis elefantes de concreto sem grandes utilidades para formar a riqueza da coletividade.

Nenhum candidato, até agora, deixou claro seu programa de como combater a violência, como priorizar a educação e a saúde, como trabalhar para organizar o estado para seu desenvolvimento sustentável. O Estado do Espírito Santo só produz café. Na cadeia alimentar, não produz nada para o sustento 100% de sua população, ou melhor, não produzimos nada. Quem produz, pelo pouco que produz, se desencanta com as exigências do maior sistema burocrático do mundo. Os maiores impostos do mundo.

 

 

 

 

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2035 2034 2033 2032 2031 2030 2029 2028 2027 2026   Anteriores »