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A crueldade do traficante de drogas.

04/11/2021

 

Os amigos de verdade nunca morrem nas nossas mentes. Tenho um amigo, falecido, embora bem-sucedido nos seus negócios, carregou às costas com impressionante coragem um fato ocorrido na sua família, um filho, misteriosamente consumido pelas drogas.

 

Me deparei com o amigo, certa feita, dentro de um supermercado onde fui comprar um vinho português, para dar de presente à uma pessoa, quando fui obstaculado pelo amigo que veio me abraçar, num prolongado amplexo mútuo, parecia até eterno, pela força, numa forma de me transmitir a sua dor interior, mas que era visível pelos seus cabelos brancos, com prenúncio de uma velhice antecipada pela dor.

 

Eu sabia a tortura que consumia o velho companheiro mateense, pela história do filho, a sua determinação em livrá-lo das peias da prisão, pela ação de uma justiça, insensível que, ao invés de manter o traficante enclausurado, prende o delinquente, o consumidor de drogas, como se ele fosse culpado da maldade humana...

 

É certo que meus argumentos sobre a tragédia daqueles que têm um ente querido envolvido com o tráfico, embora não seja traficante, precisa de uma chance para se recuperar.

 

Meu amigo morreu amargurado pela dor, pela vergonha, pela insensatez de um jovem passível de recuperação, mas que foi mantido dentro de uma “máquina” de produzir monstros, a prisão. Os julgadores não possuem sensibilidade pelas tragédias humanas.

 

A tragédia do Brasil, como de resto o mundo, aturdido pelo comércio (o tráfico) de drogas tem aumentado de maneira impressionante. O sistema policial brasileiro (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil) vem redobrando seus esforços, apreendendo toneladas e mais toneladas de entorpecentes das mais diversas procedências. Prender consumidores e aqueles que, por necessidade ou por medo servem como “condutores”, “mulas” para cartéis e traficantes, precisa ser olhado com outros olhos, para não serem vítimas da própria injustiça.

 

Por felicidade, não tenho, na minha família ninguém envolvido com drogas ou com o tráfico delas. O que me move é o entendimento que tenho que a justiça não seja aplicada na questão com o necessário cuidado, para não criar monstros enjaulados.

 

 

 

 

 


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Atraindo invejosos.

03/11/2021

 

A duras penas, sob o impacto da maldição dos invejosos, que nada constroem ou só sabem criticar as realizações alheias, o prefeito de Guarapari, Edson Magalhães vem construindo um hospital de verdade, na sede do município, de dar inveja realmente a qualquer administrador municipal, de municípios com renda superior até ao seu, mas onde os administradores são pouco afeitos ao empreendedorismo.

 

A despeito de tudo, até da pressão contrária dos medíocres, as obras do hospital de Guarapari avançam, e em breve estará pronto para uso. Uma esperança que se transforma em realidade.

 

O que fazem alguns metidos a donos de Guarapari odiarem tanto seu prefeito, até prejudicando o desenvolvimento do município? Pura inveja de quem realiza a maior obra da história da Cidade Saúde, o que nunca se imaginou ser possível, como a maravilhosa obra das praias do Morro, Três Praias, dos Namorados, das Virtudes, Areias Pretas, até a orla, com seu excelente mercado?

 

Que falta mais para Edson Magalhães realizar? A nova ponte sobre o canal e o sonhado aeroporto, para Guarapari se rivalizar com a capital do Estado, mas com um aeroporto que ele sonha com vôos internacionais…

 

Guarapari vive do turismo. Ano por ano o número de frequentadores aumenta e torna-se necessário a realização de obras de melhoramento e embelezamento. Edson não constrói barracos, realiza empreendimentos duradouros, daí a beleza de hospital que brota da terra sob seu comando.

 

Tem quem gosta e quem não gosta dos elogios que dou às obras do prefeito Edson. Ninguém é perfeito, e ele também não o é, mas tornou-se o prefeito mais importante e empreendedor da história dos municípios do Espírito Santo.

 

Pedir não paga imposto. Que essa gente de pouco escrúpulo pare de atormentar o prefeito de Guarapari, permitindo que ele trabalhe. Quando terminar seu mandato (na vida tudo se acaba), vamos fazer força para arranjar um substituto à altura das realizações que o Edson Magalhães executou, calado, sem presepada, como todo trabalhador que se preza.

 

 

 

 

 


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