Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Perturbação econômica.

22/08/2018

 

Há, no momento nacional, um problema grave com a economia do país. Não há dinheiro e, pasmem, continuam roubando. Não tem jeito. A cada dia que passa, numa sucessão incrível, novos roubos são descobertos, novos engravatados se apossam de recursos públicos e não tem Lava-Jato que dê jeito.

 

Tenho dito sempre que o problema mais grave do Brasil, de sua sociedade, não é político, é da Justiça. Com um Código de Processo Penal, frouxo, um amontoado imbecil de varas onde os processos caminham lentamente anos e anos e, ao final, acabam perdendo a validade por decurso de prazo, a não ser a poder de suborno, nada pode andar direito.

 

Tenho sido acoimado de revolucionário, idiota, nazista, uma porção de coisas mais, porque entendo que o país vai explodir numa guerra civil, com muitas mortes, para poder, depois, seguir seu rumo mas, lamentavelmente, essa tal de “guerra civil” não tem prazo para começar, apenas um dia ela terá que ocorrer, para quem estiver vivo.

 

Não podemos permitir que a idiotice latino-americana faça com que o Brasil se transforme numa republiqueta sob o comando de um socialismo “marca barbante” da pior qualidade. O quadro político nacional é ruim, meio ordinário. De dentro da prisão um sujeito se candidata à presidência da República, diz que foi preso por perseguição política e, se não permitirem, “as elites” que seja candidato, promover uma revolução e, aí, aqui para nós, o que vai dar para mim e muita gente assistir o começo de uma nova nação, livre de muitos pilantras, refinados vigaristas que, fingindo-se de bons moços, partem para a criminalidade que para pilhar o Estado, sem nenhum escrúpulo.

 

Não sei para quem apelar, mas acho que deveríamos construir uma rede de comunicações sociais para induzir o eleitorado para votar em candidato que nunca foi eleito para cargo nenhum, numa espécie de loteria política, para ver se seremos premiados com uma figura nova, sem estar conveniado com um bando de crápulas, que destroem a nação.

 

Vejo que tem muita gente dizendo que vai votar nulo. Não cometam tal asneira. Vamos escolher, não será difícil escolher, quem nunca se elegeu, que tem capacidade e poderá fazer muito mais, pelo menos não estar acostumado a roubar, já é um negócio novo, importante, pode render bons frutos.

 

O negócio é aguardar os acontecimentos, aquele momento político que tanto atrasa esta nação, seu desenvolvimento, sua educação, as eleições sem critério.

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Hartung e a política

21/08/2018

 

O mundo político é uma caixa de surpresas. Imaginei, sinceramente, que o governador Paulo Hartung realmente não tivesse disposição para concorrer novamente ao Governo do Estado. A pobreza é um negócio enervante. Dirigir um Estado sem dinheiro, sem perspectiva de desenvolvimento, arrecadar impostos para pagar a folha do funcionalismo e os que estão na inatividade é, realmente, um esforço administrativo inútil.

 

Imaginei, até, por ser o governador um guerreiro, destemido até, jamais abdicaria da vida política por um simples desejo de parar de lutar, por estar farto da má política.

 

Não estou e não quero me comparar ao governador Paulo Hartung mas, certa feita, “ao meio da canalhismo fascinante” disse a meu pai que preferia viver no meio dos índios, lá no distante Amazonas, do que ver a política nacional nas mãos de gente ordinária.

 

Quem tem um pai de sangue espanhol não interrompe o que ele diz, escuta e absorve o que ele ensina. “Olha, rapaz. Você está errado. Nunca se acovarde. Luta como homem de verdade. Morra, mas não fuja. Você é brasileiro, aqui nasceu e aqui você tem que lutar, contra tudo e contra todos. Siga seu instinto. Não permita que te intimidem. Seja homem. Se puderes, embora sendo pobre, ficar o cavalheiro desses judas, em cujas podridões as almas somem, terás, meu filho, uma existência nobre. Se não puderes, ouve, não te iludas, despreza a vida, morre como um Homem.”  Esses conselhos do meu velho e querido Mesquita Neto, estão dependurados num quadro na minha biblioteca. Foi o espírito maçônico mais notável que encontrei na minha existência, companheiro de Paulo Gomes, pai do nosso governador Paulo Hartung Gomes, o homem que declarou no lançamento do anuário de A GAZETA de 2018, que estava deixando de ser político, para fazer política com pê maiúsculo, sem se intrometer nas questões partidárias.

 

Efetivamente a política nacional é degradante. Não é só no Brasil que a política é degradante, nojenta. Paulo Hartung não pode deixar de ser político, principalmente depois que exerce vários mandatos e, por três vezes o de governador do Estado, onde, justiça se faça, passa como um homem raro, ético, decente, com quem se pode conversar, acreditar no que diz. Não é um homem vulgar, um qualquer. Merece respeito.

 

Gostaria, sinceramente, de ver o sr. Paulo Hartung senador, discursando em defesa do Brasil, do Estado, com a costumeira impetuosidade que o caracteriza, a mesma que salvou o Estado de uma indecente greve da Polícia Militar.

 

A história capixaba registra o sr. Paulo Hartung como um homem corajoso, um homem de bem. Hartung não é qualquer um.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2017 2016 2015 2014 2013 2012 2011 2010 2009 2008   Anteriores »