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Acesso o estopim da bomba.

23/09/2019

 

Vamos ser bem claros, explícitos, com a situação em que se encontra o Brasil. Em qualquer país decente do mundo, o Congresso Nacional dita as normas legislativas, as leis que comandam a Nação. Os poderes têm que trabalhar em harmonia, para que a democracia, o chamado estado de direito flua. As coisas no Brasil estão caminhando em sentido inverso: o Supremo Tribunal Federal quer ocupar os lugares dos poderes Executivo e Legislativo, inverter o sistema jurídico para um regime de exceções à sua moda, daí a tragédia que se avizinha.

 

Acaba de ser apresentado no Senado da República uma proposta para abertura de uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar o desvio de conduta, não apenas da Suprema Corte, mas de próprios ministros que se julgam donos do poder e que todos devam respeitar suas decisões, mesmo que elas sejam as mais absurdas possíveis. Aliás, pelo que falam especialistas em questões de direito, raros membros da Suprema Corte merecem estar na função de ministro, por não entenderem patavina de função que exercem, daqui a questão que enfrenta o país.

 

Para ter credibilidade, isenção nas suas decisões, a Suprema Corte deveria ter homens munidos de autoridade tal, competência realmente excepcional, nas questões jurídicas, do direito, em termos irrepreensíveis por quem quer que seja. Na verdade, alguns ministros perderam completamente a credibilidade, se julgam deuses, poderosos em excesso, esquecendo-se de que, quem os aprovou em sabatina. O Senado, pode destruí-los, é está parecendo que vai acontecer o que se imagina, ou vai acontecer o que parece pior a quem tem a necessária sensatez: o movimento revolucionário capaz de trazer graves prejuízos à nacionalidade. Qualquer processo revolucionário, fede à anormalidade constitucional. As coisas devem sempre serem resolvidas através dos princípios constitucionais. Quando eles não são respeitados, principalmente a partir da Suprema Corte, só o rompimento da harmonia constitucional poderá colocar a ordem no lugar ou, se aparece um maluco, metido a dono do mundo, virar uma puta ditadura, não se sabendo de qual lado.

 

Não me parece que está sendo fácil buscar no seio da Suprema Corte a união que o país deseja para marchar com seu sistema democrático esdrúxulo, inconsequente onde, cada poder se julga dono dos demais.

 

O mês de agosto, conhecido através dos tempos como “o mês do desgosto”, parece ter deixado para setembro um desfecho um tanto ou quanto inconsequente, de previsões catastróficas. Nunca, na história brasileira a classe política, o Senado da República teve a necessária coragem de propor, de forma explícita, a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito contra a Suprema Corte. É o fim da picada...

 

Acenderam no Senado o estopim da bomba que pode dilacerar a Suprema Corte. Parece que a proposta tem a unanimidade do apoio nacional, dos que não acreditam mais na maioria dos ministros.

 

 

 

 


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O decidido Capitão Assunção

22/09/2019

 

Não o conheço pessoalmente, apenas através do noticiário que, agora chega, através de sua indignação, diante do brutal assassinato de uma jovem, Maiara de Oliveira Freitas, ocorrido recentemente no município de Cariacica, vizinho à capital, Vitória, por dois encapuzados, provocando a ira do indignado, deputado estadual, Capitão Assunção que, discursando da tribuna da Assembleia sobre o cruel episódio, disse que daria, do seu próprio bolso, 10 mil reais para quem matasse o assassino de Maiara.

O crime foi uma brutalidade, de uma sequência dos que ocorrem aqui, um negócio sem limites, e não acontece nada com os criminosos. A Grande Vitória, o conjunto de municípios que formam sua região metropolitana, se transformou numa das mais perigosas do país, onde quem tem juízo se esconde dentro de suas casas, com medo da bandidagem que “deita e rola” numa indecente tranquilidade.

O Capitão Assunção, que me parece ter a seu favor uma impressionante unanimidade da população indignada com a violência, passou a receber uma campanha sistemática daqueles que pregam direitos humanos para bandidos, de grupos outros que gostam de aparecer e por outros motivos, alguns até de natureza política e, mais, de certo tipo de imprensa.

Sou um dos indignados, a favor do Capitão Assunção. Não estou preocupado se ele queira ou não meu apoio, minha adesão, como milhares que o apóiam, mas estou a seu lado, firmemente defendendo o direito dele se indignar contra um brutal assassinato, da impunidade em que vivemos, como se ele, eu, milhares de pessoas, que dizem favoráveis à sua atitude, de premiar com 10 mil reais quem provar que matou o assassino da jovem Maiara.

Engraçado, bandidos promovem assassinatos diariamente e, quando uma pessoa, com a necessária coragem, se mostra propenso a oferecer recompensa pela captura de um bandido, morto ou vivo, surgem aqueles que, parece, ou gostam ou têm medo de bandidos, ou nunca tiveram sob ameaça de um revolver, uma arma qualquer.

Bandido bom, é bandido morto! Infelizmente o Brasil não tem pena de morte. Chegaremos lá um dia, se a barbárie continuar solta, como reclama o Capitão Assunção, indignado com o crime que campeia à solta e não se toma uma providência. Que está acontecendo no Brasil?

Dizem que os contrários às declarações do Capitão Assunção assim agem porque ele é do PSL, o partido do presidente da República, que pensa exatamente igual a ele e da maioria da população indignada com o banditismo que nos assusta.

A região do Estado que alardeiam possuir a melhor qualidade de vida do país (só pode ser gozação), padece com um banditismo intolerável. É preciso que alguém, com a coragem do Capitão Assunção, se levante para protestar. Tem meu apoio.

 

 

 

 


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