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Vergonha nacional.

25/04/2019

 

Causa um certo mal-estar a presença, em cada esquina, ou sinal de trânsito, alguém pedindo esmola, outros vendendo um papel qualquer, como “filho de Jacó”, amendoim torrado e os infatigáveis equilibristas, jogadores de facões, bolas, sei lá quais mais instrumentos...

 

Tudo isso é reflexo de uma crise econômica atrelada à incompetência dos administradores públicos que não possuem a necessária competência para administrar as cidades

 

Em pontos estratégicos da cidade, debaixo da marquise da velha sede do Tribunal de Justiça, na Cidade Alta, bem próximo à Catedral Metropolitana, grupos de viciados se amontoam, não podem ver um carro passar à noite em velocidade reduzida para quase deixarem ser atropelados, com objetivo de parar o veículo.

 

Essa gente que estorva quem passa, cria mal estar com seu vício, até mesmo os que praticam o malabarismo, as vezes perigoso, com seus facões, em busca de alguns trocados, essa pobre gente precisa passar por um processo de ressocialização, um tratamento um tanto ou quanto decente, humano, por parte das autoridades que não têm mãos a medir, para empregar seus apaziguados, como agora por parte do governo Casagrande e que vinha ocorrendo nas prefeituras do Estado, onde o sujeito é “importado”, não porque tenha méritos nos cargos que vem ocupar, mas por serem protegidos por uma sigla partidária que foi escorraçada pelo voto…

 

O que tenho estudado de economia de mercado, sempre fui ensinado que o crescimento econômico e social de uma coletividade se dá pelo seu crescimento vegetativo (nascem mais do que morrem) e essa gente nova que chega,  nasce, estuda, cresce e ingressa no mercado de trabalho para produzir, gerar riqueza, construir a grandeza nacional.

 

Estamos ultrapassando os 40% de carga tributária e uma carência vergonhosa nas áreas de prestação de serviços públicos.

 

Outro dia, um velho empregado, aposentado, sofria com problemas na bexiga e, embora a indicação do seu médico, de urgência para operá-lo, demoraria no mínimo seis meses. Conseguindo uma alma caridosa , um desses médicos que  vieram ao mundo para amparar os necessitados, que conseguiu a vaga para operar o ex-empregado.

 

As filas nos corredores dos hospitais, de gente empilhada, esperando um quarto vagar, curtindo dores e até mesmo abandono, faz vergonha.

 

Será que as autoridades que dão tanto emprego a gente de fora, para não fazer nada, porque existe um fantástico número de servidores inúteis, não se apiedam desses necessitados?

 

Será que esses “administradores” públicos não tem vergonha?

 

 

 


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A enquete

24/04/2019

 

Com a tragédia que atingiu o coração da França e aos que amam aquele maravilhoso país, o incêndio que destruiu parte da famosa Catedral de Notre- Dame trouxe o que pensar. Como, a obra mais importante da velha nação, com mais de 800 anos de existência, que suportou a Revolução Francesa, duas grandes guerras e a ação predatória de bandos de alucinados jovens que não respeita nada que encontram pela frente, pode ser vítima de um incêndio pavoroso, que teria sido provocado por um curto - circuito nas instalações de um elevador da empresa que estava prestando serviço nas obras de revitalização da Catedral.

 

Quem não conhece a chamada verve (a veia criativa de pilhérias dos capixabas) da nossa gente vai ficar sabendo que, às primeiras horas da noite do Brasil, já circulava nas redes sociais capixabas e ganhavam assas a seguinte Enquete: Qual obra será concluída primeiro? 1- Notre- Dame; 2- Cais das Artes; 3- Leitão da Silva?

O resultado foi surpreendente. A extraordinária maioria disse que a Catedral de Notre-Dame será concluída primeiro. Depois, veio um voto para a Leilão da Silva, com a seguinte observação: se contar com ajuda do governo do Estado. Nenhum voto para o Cais das Artes.

Da França, traumatizada com o desastre que destruiu grande parte da sua famosa Catedral num incêndio, empresários os mais diversos, empreendedores de vários países, governantes estrangeiros, em instantes, assomaram com ofertas de patrocínio, em dinheiro, da Ordem de R$ 3,5 bilhões, o que irá permitir que, nos próximos 5 anos, a imponente igreja, construída há 50 metros de distância do chamado ponto geodésico da França, ou o ponto central da nação, tenha uma rápida recuperação, para continuar sendo o ponto mais visitado do mundo.

 

A fabulosa quantia de R$3,5 bilhões, prometidas pelos mais importantes doadores, é uma demonstração de confiança, de responsabilidade, daqueles que não querem que a França fique privada, por mais tempo, do seu mais importante ponto de turismo.

Enquanto isso, nós, capixabas, ostentamos, dentre dezenas, duas obras que se arrastam. O Cais das Artes, pela sua grandiosidade e incapacidade do Governo do Estado concluí-la. A segunda, a av. Leitão da Silva mostra um verdadeiro atestado da nossa pobreza, da nossa incapacidade de levar a bom termo a construção de uma via que, com a morosidade de suas obras, desgraçou com a vida de dezenas de empresários.

Vamos esperar o tempo passar e ver o que vai acontecer.

 

 

 

 


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