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A morte do Ibope.

01/02/2021

 

 

Podem até dizer que não foi, mas, a morte do Ibope – Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística teve como responsável seu descrédito pela mais absoluta falta de credibilidade pelo seu trabalho, como de todos organismos de pesquisam, por não se aterem à realidade dos fatos apurados, sempre buscando torce-los dentro dos objetivos do interesse do contratante e não da realidade da informação.

 

No mundo, todos institutos de opinião pública são contratados com um objetivo, conduzir a sociedade para o lado oposto ao que ela quer realmente seguir.

 

“Quem tem cara de besta, é burro”, diz velho adágio nordestino. Uma ponderável maioria, sem objetivos de vida muito claros ou definidos têm medo de seguir suas próprias convicções, com receio de errar. O caso da eleição de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República desmoralizou TODOS institutos de pesquisa. Ninguém acertou, por nítidos interesses comerciais, políticos e sociais, os “resultados apurados”, simplesmente porque eles apontavam na vitória insofismável do candidato que prometia por um fim na corrupção. “No meu governo ninguém vai roubar. Se roubar, vai para o pau de araras”, e está cumprindo o que disse e vai atormentar a vida dos ladrões dos cofres públicos.

 

A força desesperada com que o jornal Folha de São Paulo inventa informações sobre um tal de impeachment de Bolsonaro é grotesco, risível, pela mais absoluta falta de substância, como suas pesquisas que o presidente cai nas pesquisas, como se o Datafolha, como o Ibope, que perdeu sua credibilidade pudessem atestar ou não a credibilidade de alguém.

 

Os dados sobre a credibilidade de Bolsonaro, suas aceitações pela opinião pública são tão fantásticas que jamais eles terão coragem de revelar, porque se trata de um negócio arrasador.

 

Há um movimento da velha mídia, televisão, jornais, revistas para que surja um fato novo, um projeto de assassinato do presidente Bolsonaro, para ver se o homem que não está deixando roubar, desapareça do mapa político.

 

Impetuoso, corajoso, destemido, desaforado, grosseiro, podem dizer o que bem entenderem de Jair Messias Bolsonaro. É assim que o povo quer, um presidente macho que não fica com mi mi mi dependendo de uma corja de político que busca apenas seu enriquecimento.

 

Não tem Supremo, não tem Congresso, não tem ninguém, com suficiente coragem a força para desmontar o governo de Jair Bolsonaro. Se surgir, a República cai e não sabemos o que poderá acontecer.

 

Inteligentemente Bolsonaro está promovendo seu partido político, o Aliança. É com o seu Aliança que ele vai desmontar o sistema político corrupto brasileiro.

 

 

 


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A corrupo no Brasil (e no mundo)

31/01/2021

 

Diante do caos social, político e econômico em que se situa o Brasil, como observador que sou, desejo expressar minha opinião, pouco me importando dos que não gostarem dela.

Em termos relativamente precisos, o Brasil tem 220 milhões de habitantes. Desse volume de seres humanos, em torno de 25 milhões praticam a corrupção, enriquecem ao poder de tal prática, o que não é nenhuma brincadeira. Requer prestígio, tempo e coragem. Corruptos e corruptores são capazes de tudo.

A corrupção campeia pelo mundo e não é defeito só do brasileiro, ao contrário, possui o mundo povos tidos ou metidos a importantes que sentam sobre o próprio rabo e ficam puxando o do vizinho...

No caso brasileiro – o grave caso brasileiro – é que segmentos mais importantes – ou dirigentes – da sociedade são, por tradição, corruptos. O caso do Rio de Janeiro que já foi o centro dominante do país, de onde emanou o poder central da República por muitos anos, até sua “transferência” para Brasília, secularmente foi dominado pela corrupção. Desde o advento da República, um pouco antes até, para denunciar a corrupção nasceu em Londres, sob os auspícios de brasileiros considerados revolucionários, que editavam lá no Reino Unido uma imprensa que depois de 40 e até 50 dias depois de impressa, vinha escondida, camuflada em navios e era distribuída pela nação até então conhecida como província de Portugal, quando muitos brasileiros foram mortos deportados, banidos mesmo, por lutarem pela liberdade.

Quando compulsamos a história e começamos a registrar datas de 100, 150 anos atrás parece um tempo enorme mas, politicamente falando, 150 anos atrás foi ontem e, um pouco mais atrás, exatamente em torno de 1816, o então jornalista Hipólito José da Costa fazia editar em Londres, sob sua direção, o “Correio Brasiliense”, longe da Mesa Censória e da Intendência Geral de Política de Lisboa” e, as vezes, meses depois era distribuído, a começar pela vila do Recife, embora ali se situasse o mais importante empório comercial da faixa marítima nordestina do Brasil. Esses sonhos de liberdade a partir de 1815, nascido em conjunto com o fim da escravidão, quando surgiram os chamados primeiros mártires e, alguns como Tiradentes, morto simplesmente como “exemplar”, processo de intimidação para outros que desejassem seguir suas ideias de liberdade.

Antes, muito antes, a corrupção no Brasil já existia, o aproveitamento de parte da sociedade, dos detentores do poder, quando passaram a explorar, como tributo, o que se presumia um quinto da renda dos empresários, para manter a Coroa. Hoje – o Brasil é um país bastante estranho – a base de cálculo de imposto, taxas e emolumentos da arrecadação no Brasil, para manter à “tripa forra” a classe burocrática, a maior e mais corrupta do mundo, está em torno de 37%, afora as 71 obrigações fiscais e parafiscais, para manter os mais vergonhosos “cartórios”.

Nesses nossos sonhos de liberdade, ás duras penas, conseguimos eleger Jair Messias Bolsonaro presidente da República. Só um golpe de muita sorte, com o surgimento de um movimento revolucionário de verdade ou um partido novo, como o Aliança, com a participação da maioria do povo brasileiro, em condições de votar, para desmontar nosso maior antro de corrupção, pelo volume dos seus componentes, o sistema legislativo brasileiro – em geral- e depois a reorganização do Judiciário.

Negócio difícil de acontecer...

 

 

 


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