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Presumíveis candidatos.

19/07/2018

 

Nosso vizinho Chile, tem nas suas diretrizes partidárias, candidato à presidência da República tem que ter, ao menos, um curso superior.

 

Lá no meu São Mateus costumavam dizer que, “um burro carregado de livros, passa por doutor”... mas não é o caso do Chile, um dos países líderes da América Latina em desenvolvimento econômico e social.

 

Não é um preconceito do chileno contra os notoriamente desletrados, mas é duro você entender que, elege-se, seguidamente, pessoas como Lula, Dilma e outros “artistas” , para presidente da República, para, o Congresso Nacional, que não sabem escrever um o, a não ser na areia, quando se assenta pelado...

 

Lá atrás, não muito, elegeram lá no meu São Mateus, para prefeito, um baiano conhecido por Amocin Leite, tremendamente analfabeto de pai e mãe, como diz Lula e, por incrível que pareça, salteadamente, elegeram-no para quatro mandatos. No último, foi cassado pela Câmara. Uma verdadeira ignorância no poder.

 

Tem o caso de letrados no poder, até metidos a intelectuais, que passam em brancas nuvens, mal e porcamente permitem que outros administrem para eles, preferindo mais viajar, gastar dinheiro público, roubar, sem nada produzir.

 

Recente, nosso governador Paulo Hartung anunciou que não vai concorrer ao quarto mandato, tendo indicado, antes, cinco companheiros como possíveis sucessores: César Colnago, André Garcia, Erick Musso, Amaro Neto e Sérgio Vidigal. Dos cinco apontados apenas os srs. César Colnago e Sérgio Vidigal têm experiência administrativa na área pública. Não se conhece os conhecimentos dos demais em área administrativas, nem públicas e muito menos privada.

 

Tomara que não ocorram eleições mas, se ocorreram, creio que em termos de conhecimento administrativo o vice-governador César Colnago seria o melhor nome e por ter mais jeito de se compor com os chamados contrários, já que em política o fator mais importante é saber somar. Para tanto, o conhecido político tem um carisma especial.

 

Devemos encarar a saída do sr. Paulo Hartung como natural, desejo próprio de não concorrer, diante da balburdia nacional que ele conhece muito bem e sabe que, só um trauma muito grande o Brasil pode entrar nos trilhos mas, na verdade, ninguém aposta no que pode acontecer daqui para o fim do ano. Se não acontecer nada, mas nada mesmo, se tudo continuar no mesmo, será uma grande merda, para todos nós.

 


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Nossa classe dirigente

18/07/2018

 

Nada dura para sempre, mas esse tal de sempre está demorando muito em acabar...

 

De 2013 a 2016 o Brasil viu desaparecer as carteiras assinadas de perto de 14 milhões de desempregados nos diversos setores de atividades, uma monstruosa tragédia. Desta parte até a presente data, mais ou menos, foram recuperados em torno de um milhão e trezentos mil empregos.

 

Quem não é empregador, não tem empresa, não tem empregados, não sente ou, quem sabe, sente porque tem pessoas da família desempregadas.

 

Nos meus comentários em AGAZETA do dia 21 de novembro de 2017 escrevi comentário sobre a situação do desemprego no país e, de lá pra cá a coisa continua na mesma. O quadro econômico piorou e tudo que representa de sistema dirigente do país apodreceu, e vai piorar mais.

 

Vamos comparar os dados de novembro de 2017 com a atualidade brasileira:

 

Os dados são absolutamente oficiais, do IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e referem-se a levantamento realizado em 2016.

 

O Brasil tinha 7 milhões de empresas. Com a crise, 2.800.000 (dois milhões e oitocentos mil) empresas fecharam suas portas, causando um desemprego da ordem de 14.000,00 (catorze milhões) de pessoas. Pouco mais de 1.500,000 de micro e pequenas empresas fecharam, com seus CNPJs cancelados. Efeito de crise? Só?

 

Das perto de três milhões de empresas que cerraram suas portas, nenhuma delas voltará a operar sob a mesma propriedade. Não se pode avaliar quando 20% da parcela de 14 milhões de desempregados voltarão a conseguir emprego equivalente de onde saíram. A maioria buscará meios e modos indiretos para sobreviver num país que tem os piores índices econômicos do mundo e está na posição das 10 maiores economias mundiais porque comercializa matéria prima in natura, as chamadas commodities sem beneficiamento.

 

Temos cooperativas agrícolas no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul que são mais importantes do que qualquer indústria instalada em solo brasileiro, menos a Petrobrás, que não sei como os ladrões não acabaram com ela...

 

O Brasil tem o maior conjunto de servidores públicos do mundo, nos três níveis- federal, estaduais e municipais- e temos o maior mecanismo burocrata do mundo, afora as vergonhosas 69 obrigações fiscais e parafiscais que qualquer tipo de investidor tem que cumprir anualmente para manter o maior sistema burocrático do mundo.

 

Não existem luzes no fim do túnel. Não há esperança à vista, do surgimento de uma liderança que seja capaz de levantar a banheira da moralidade e a maioria o seguir. Temos o sistema dirigente mais corrupto da face da terra e, interessante, continuam roubando.

 

Vale assinalar que, embora com todas dificuldades, o agronegócio no Brasil é o que salva a nossa mambembe economia, a despeito de não termos um decente sistema de financiamento da produção, um zoneamento agrícola, armazéns reguladores, incentivo à produção, vias decente (temos os piores) e um decente instrumento de proteção ao proprietário rural, que vive sob ameaça de grupos criminosos fantasiados de MST, que tem como objetivo único destruir a democracia mambembe que sobrevive em virtude do medo que essa gente tem das Forças Armadas.

 

O quadro da livre iniciativa nacional é o mais desastrado possível e, para sobreviver, tem que viver de embromação e até de sonegação. Foi isso mesmo que 1.500,000 micro e pequenas empresas tiveram seus CNPJs cancelados.

 


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