Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Mortos vivos.

27/01/2020

 

Felizmente ou infelizmente está ocorrendo uma tragédia um tanto ou quanto silenciosa no mundo, fruto, naturalmente do que se pode chamar de violenta transformação nos meios de comunicação de massa, com a chamada mídia (imprensa escrita e televisada), sendo substituída pelas denominadas redes sociais onde, naturalmente existe o desagradável fator das notícias mentirosas, chamadas de fake news, onde a “guerra” é generalizada.

 

Sem se aperceber de que era vítima dessas mudanças de comportamento da mídia, o ex-governador Paulo Hartung, ao invés de abrir as janelas do Palácio Anchieta, onde se enclausurou, afastando-se até dos amigos mais próximos, permitindo o avanço político do seu antagonista Renato Casagrande que, levado ao poder com sua participação, sentindo-se traído, fez tudo para retornar ao poder, pelo menos para não dar fim à obra do Cais das Artes, que começou e não terminou, fazendo com que lhe tomasse o poder seu colega de promessas inconcebíveis, Renato Casagrande.

 

Agora, metido a promover uma “escola” de formação de novas lideranças políticas, o sr. Hartung, juntando-se a outra múmia da política nacional, sr. Fernando Henrique Cardoso, querem porque querem,, introduzir na política, como candidato a presidência da República, o apresentador de programa de auditório da TV Globo, Luciano Huck. Será que essa gente misteriosa não tem pena do país? Qual a ideia que esses sábios derrotados fazem do que vai na cabeça do povo?

 

Deixem o rapaz com seus programas de auditório, divertindo seu público, sem intrometê-lo nos negócios da República, lastimavelmente destruída por bandos de inconsequentes.

 

O sr. Hartung que já conduziu o Estado em duas oportunidades, não foi um governante ruim, engasgou-se com uma obra que jamais deveria ter começado, o “famoso” Cais das Artes que, convenhamos, derrotou-o como administrador, por ter imaginado criar algo que o deixará marcado como ineficiente, no campo do planejamento de obras públicas. Um “museu” para ele.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Os estertores da oposição

26/01/2020

 

A começar pelo finado Ulysses Guimarães, MDB, que para felicidade do povo brasileiro já morreu, num desastre de helicóptero, em Angra dos Reis e nunca mais seu corpo apareceu, como castigo da natureza, muitos outros políticos, como Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Lula, Zé Dirceu, Zé Genuíno, Dilma e tantos outros perniciosos que nunca deveriam ter nascido, para o bem da Pátria, sobre existem! Fico imaginando, à culpa de que castigo, o país tem suportado tanta gente ordinária na política e no poder?

Anda por aí, fagueiro, com semblante afogueado, como que acometido de um ataque de raiva, apoplético, o inconfundível, “professor” Luiz Inácio Lula da Silva, um desvairado, pregando uma revolução, tipo do que está acontecendo na Venezuela, no Chile, na Colômbia, na França, sei lá onde mais, com o objetivo de destruir os governos com mais oposições, pregando que o mesmo aconteça no Brasil, “onde não pode um “militar” estar no poder”, como se o senhor Jair Messias Bolsonaro tivesse sido conduzido ali por um golpe, como a tomada de poder no Brasil, concebida por Ulysses Guimarães, para levar ao governo José Sarney, vice de Tancredo Neves, que não chegou a tomar posse, morrendo antes de uma inflamação generalizada no aparelho digestivo.

Montou-se no país um verdadeiro quartel de ladrões, um assalto a todas instituições públicas, de forma generalizada, como se essa gente, sem um mínimo de escrúpulos fosse dona do país, contaminando todos os poderes e, para felicidade nossa, apesar de todas artimanhas montadas por Fernando Henrique Cardoso, não conseguiram destruir, convencer as Forças Armadas a serem corruptas.

A surpreendente vitória de Jair Messias Bolsonaro, quase morto por um facínora altamente ligado a essa agente, misterioso, que quase provocou a destruição total do Brasil, caso fosse eleito o pau mandado Fernando Haddad, como desejava Lula, preso, de traz das grades, por corrupção.

Com o apoio de uma imprensa viciada, tendenciosa, implacável com o processo de mudança que ocorreu no Brasil, assistimos o Supremo Tribunal Federal soltar Lula, numa decisão inédita, impossível, para que ele continuasse a delinquir, pregar um processo revolucionário contra um governante legitimamente eleito e que está promovendo uma destruição em todos atos criminosos praticados no Brasil desde 1985, após a morte de Tancredo Neves.

Antevejo, se por acaso esse desqualificado senhor tentar fazer do Brasil uma Venezuela, vamos assistir um negócio muito feio, profundamente triste, mais essa corja não voltará ao poder.

Em um ano de poder Bolsonaro mudou tanto, mas tanto, que o Brasil está sendo aplaudido de pé, pelas transformações que está sofrendo, principalmente ao processo de corrupção, de limpeza moral do país, o que está enlouquecendo os ladrões.

País difícil...

Na verdade, estamos assistindo os estertores de Lula, sua morte política, o desaparecimento de uma oposição nefasta ao país.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2279 2278 2277 2276 2275 2274 2273 2272 2271 2270   Anteriores »