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O dio como herana.

02/11/2021

 

Nos quase três anos à frente do Governo do Estado do Espírito Santo o “professor” Renato Casagrande, como no primeiro mandato, vem acumulando ódios dos que os elegeu contra sua pessoa e naqueles que o cercam.

 

Com objetivo de atrair para si um populismo inconsequente, de esquerda, arranjou como vice uma candidata do PCdoB, o que foi um desastre e, para culminar, imaginou que trazendo gente de fora para dirigir o Estado, ilustres desconhecidos, sem titularidades profissionais reconhecidas, a não ser rotulo de “comunista” cubano, resultou nisso que aí está, num autoritarismo com mais vocação de combater o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, do que principalmente gerir os negócios públicos com equilíbrio, vendo  seu candidato espetaculoso à presidência do Banestes (o banco do Estado) ser preso na hora de tomar posse. O “cubano” secretário da Saúde é o que coroou de autoritarismo sanitário as atividades econômicas do estado, com encerramento de atividades de centenas de empresas e a perda de milhares de postos de trabalho, gerando desconfiança em todos setores da administração pública, até no seio da Polícia Militar, ao não cumprir as promessas que fez na campanha. No setor médico, foi uma tragédia.

 

Praticamente ao término do terceiro ano do segundo mandato, sem realizar uma obra digna  de nota, de real interesse público, o governador Renato Casagrande montou uma verdadeira oficina de ódio contra seu governo e, mais exatamente, contra sua pessoa, fazendo com que possíveis aliados, mesmo afirmando que tem muito dinheiro para gastar na campanha política não conseguiu sensibilizar alguém para ser seu candidato a vice, um novo aliado político, ao contrário, afasta quem convida, por saber que dificilmente ele se elegerá para qualquer coisa, lhe restando como esperança ser candidato a senador, em substituição à moribunda Rose de Freitas, totalmente desarticulada da vida pública capixaba.

 

Para salvar sua pele o governador quer arranjar um companheiro de chapa mais voltado para a direita, abandonando sua vice de esquerda, que teve o cuidado de marginalizá-la sutilmente, ressabiado pelas besteiras que cometera.

 

Assistindo o estágio pandêmico do coronavirus desaparecer, somando as tolices que cometera numa pressuposta  ação populista, ameaçando os que queriam trabalhar com cerceamento de suas liberdades, até passear nas praias desertas, mas se chocando nas filas das agências  das casas lotéricas ou da Caixa Econômica Federal para receber a ajuda disponibilizada     pelo governo Bolsonaro, que promoveu ajuda humanitária para uma população desvalida que ficou desempregada, diante de uma pressão moral irresistível, sob o estigma da propaganda “fique em casa”.

 

Como seu governo, o estado pandêmico alarmante, por força da propaganda oficial se encerrando, o governador Renato Casagrande pode jactar-se de ser o único governador do Estado que vai deixar o ódio contra sua administração e a si próprio, como herança.

 

 

 

 

 

 


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Mais uma obra inacabada.

01/11/2021

 

Tem uma turma de gozadores à margem da política capixaba que gosta de fazer hora com a cara do eleitorado, como se ele fosse um perfeito idiota.

 

No final do primeiro mandato o governador Paulo Hartung, teve um “sonho”. Contratou um arquiteto cachoeirense, Paulo Mendes da Rocha, para fazer um projeto do que seria o Cais das Artes, o “Louvre capixaba”, sem avaliar que Vitória, a capital do Espírito Santo, e muito menos o Estado não possuem recursos suficientes para levar adiante um projeto de tal envergadura e muito menos para dotá-lo de obras de arte, já que seria um museu na expressão exata do termo.

 

O sucessor do sr. Paulo Hartung foi o sr. Renato Casagrande, que prometeu finalizar a obra que, logo em seguida, parou, apodrecendo sua estrutura e até algumas “obras” ao sabor da maresia, uma vez que parte da construção está dentro da maré, violentando todos princípios do Plano Diretor Urbano, que, estando na prefeitura o petista João Coser, facilitou tudo, junto à Câmara, para que o projeto visionário saísse do papel.

 

Casagrande passou quatro anos no poder e não tocou a obra e, de volta, Paulo Hartung passou mais quatro, voltando outra vez o governo às mãos de Casagrande, nesses processos misteriosos de um Estado que, parece, faltar candidatos com notório saber...

 

Hoje, ninguém sabe qual será a sorte do “caixotão” (apelido que deram ao projeto de Paulo Mendes da Rocha), pela mais absoluta falta de dinheiro para torna-la realidade.

 

Como teimosia e burrice não dão em poste, o ilustre professor Renato Casagrande resolveu construir uma ponte de tela pendurada na Terceira Ponte, com proposta de inauguração ano que vem. Dizem que a ponte metálica vai ter um imenso puçá pendurada que, quando o sujeito for se suicidar, cairá dentro dela, onde será içado pelo Corpo de Bombeiros. Negócio maluco!

 

A construção metálica avança a passos de cágado, debaixo da Terceira Ponte onde, creio, seria mais prudente colocarem avisos “Proibido suicídio”, do que realizar uma obra que irá se arrastar através dos tempos, como o “caixotão” de Paulo Hartung, sem utilização.

 

O que há de mais estranho nessas obras todas, inacabadas, faraônicas, inúteis, é que seus idealizadores querem continuar no governo. Parece que o eleitor capixaba está armado, contra as ideias de retorno dessa gente.

 

 

 

 

 

 


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