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Sodoma e Gomorra

24/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Assédio sexual. Que raios significa isto nos tempos modernos? Ao sabor da onda de crimes hediondos praticados nas mais variadas partes do mundo, se recorrermos à idade média, à Roma Antiga, dois mil anos antes da chamada era cristã, as Messalinas eram famosas, os bacanais, a putaria generalizada e, creiam, continuam ocorrendo nos dias presentes, em países os mais avançados do mundo, como o Japão, apenas para ficarmos no mais importante, dos importantes.

Há muitos anos deixei de ir às praias, pela incapacidade de participar de ajuntamentos, da falta de educação coletiva. Tenho muito livro para ler, muito serviço de jardinagem e obra para fazer no meu quintal. Com a idade dobrando ou triplicando, vem a utilização do tempo em atividades mais essenciais à vida. É mais frutificante.

Raramente vou aos shoppings centers ou a supermercados. Comumente fico espantado com a simplicidade das mulheres, com suas fartas bundas provocativas à mostra, como que buscando a cobiça do macho, se mostrando propositadamente. Para quem está mais pra lá do que pra cá, como eu, pode parecer que esse tipo de provocação feminina não tira muito o olhar antigo, ao contrário, lamentamos que no “nosso tempo”, que vai um tanto ou quanto longe, não tivessemos tanta facilidade. Nas praias, o negócio chega a ser desesperador.

As circunstâncias da modernidade tecnológica nos obrigou a utilizar os modernos telefones celulares, com o WhatZapp e outros aplicativos interessantes. Me deparei com um negócio inteiramente inusitado, como diz o mineiro, a fartura de mulher nua. Se o sujeito não estiver muita noção de suas responsabilidades, passa o dia e vara a noite vendo pornografia da mais impressionante qualidade, remetidas dos mais distantes pontos do mundo.

Diante do tremendo espetáculo de nudez, da impressionante realidade que os vídeos nos mostram, não tem religião que segure com seu freio as bestialidades que estão ocorrendo. A onda de “religiosos” prevaricando é um assombro. Os pastores tarados, religiosos os mais safados, abundam na praça...

Essa pataqueira que circula por aí, com depoimentos os mais cínicos sobre assédio, não passam de um modismo para aparecer. Gente que está “encalhada” e que não tem mais o brilho da juventude, quer punir quem sai cantando as mulheres provocantes que circulam por aí.

Outro dia chegou um sujeito desesperado, que tinha encontrado sua mulher com outro. “Eu vou matá-la”, berrava. Deixa essa coisa pra lá, rapaz, aconselhei. Arranja outra e manda a que tens para os infernos. Pouco tempo depois estava de volta, com a cara metade. Tudo pouca ou meia vergonha.

Lembrai-vos de Sodoma e Gomorra, por favor...

 


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Notas sobre um crime.

23/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Começa o julgamento de um dos crimes mais bárbaros, estúpido, praticado nos últimos tempos no Espírito Santo, engendrado pelo policial civil, Hilário Frasson e seu pai, Esperidião Frasson, responsáveis pela contratação de três criminosos para executarem a médica Milena Gottardi, ao sair do hospital em que trabalhava, às primeiras horas da noite.

 

O crime, não tem defesa, diante das provas irrefutáveis de que Hilário agiu de modo frio e calculado, ao contar com a ajuda do seu pai, três bandidos para executar a esposa, de quem estava separado e por quem curtia um ciúme doentio.

 

Constam, no rol de testemunhas desse crime horrendo, apresentadas pelo advogado de defesa Homero Mafra, de Hilário, duas figuras curiosas: um padre e um desembargador! Padre Luchi está espantado por ter sido convidado para ser testemunha de defesa de um criminoso.

 

Defender criminoso, por mais brutal que ele seja, desumano e cruel, sempre aparece um advogado, dentro do princípio que existem pessoas capazes de tudo, por dinheiro mas, que testemunhos poderiam oferecer um padre e um desembargador em favor de um criminoso? Não tem raciocínio que permita imaginar o que tais figuras poderiam alegar diante de cruel realidade.

 

Não será com influência de testemunhas que se safarão ilesos de um crime hediondo perpetrado contra uma jovem indefesa por bandidos que planejaram matá-la com tantos requintes de maldade, inda mais sabendo-se que Hilário é ainda, desgraçadamente, um policial civil pago pela sociedade para planejar o assassinato de sua própria mulher, junto com seu pai, envolvido em outros crimes.

 

A morte de Milena Gottardi entrou para a história dos crimes bárbaros registrados no Espírito Santo. É preciso que essa gente desprezível mofe na cadeia até o fim de seus dias, remoam a estupidez que cometeram. Na cadeia é o lugar adequado para bandidos de tal ordem ficar, já que não temos o exercício salutar da pena de morte para extirpar criminosos de tal quilate das vistas da sociedade.

 

A Justiça há de realizar um excelente trabalho para coroar os serviços da Polícia Civil, ao prender em tempo record os criminosos.

 

 

Não há testemunhas que possam diminuir a pena de bandidos tão asquerosos. Por mais que se queira incutir na sociedade que Hilário Frasson era um homem doente, que mandou matar sua mulher por ciúme doentio, nada disso adiantará diante da crueldade, do tempo em que levou para montar como perpetrar tal crime, para que os criminosos ficassem ilesos. Agora, arranja-se um padre e um desembargador como testemunhas. Vamos ver até onde chega essa pantomina diabólica.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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