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O bem comum.

22/05/2018

 

Por circunstâncias naturais, de ser de procedência Ibérica, os originários de lá e da Europa, de um modo geral, não devem se expor muito aos raios solares, especialmente no verão e, como no Brasil é verão o ano inteiro, para evitar dar menos trabalho ao cirurgião plástico e amigo Alberto Colnago, vou raramente à praia.

 

Causa-me surpresa as desavenças políticas entre o prefeito de Vitória, Luciano Rezende e o governador do Estado, Paulo Hartung, sobre assuntos diversos, em termos administrativos e, especialmente, com relação à CESAN, onde aparece o Poder Público Municipal de Vitória informando que as nossas praias estão poluídas, impróprias para o uso, devido a despejos de esgoto sanitário na maré. Os que sabem que a informação é uma espécie de briga de “frequentadores de campanário” interiorano, onde pouco ou nada tem nada para fazer, mas, outros que desconhecem a briga, fogem para os municípios vizinhos, num prejuízo muito grande para a imagem de Vitória, a capital do Estado e seu turismo, onde só temos praia.

 

Em política, tem um negócio muito sério, de bem comum. O bem comum é aquele que se torna generalizado em favor da comunidade que habita o território sob a égide de governantes inteligentes que, embora não se unido politicamente, se unem com a necessária altivez em favor da comunidade que representam.

 

Não costumo imiscuir em particularidades, para saber quem disse do outro o que não devia, mas, creio, em favor do bem comum, as antipatias pessoas devem ser colocadas de lado, até à boca das urnas, onde as divergências devem ser discutidas por aqueles que teem obrigação de votar, escolher novos dirigentes.

 

Não estou preocupado com o que esses senhores irão pensar da minha intromissão em seus interesses políticos ou partidários, mas minha obrigação é defender o bem comum, sou uma espécie de promotor público, da imprensa, com obrigações sérias e interesse maior da sociedade que gosta de ir à praia, tomar banho de mar, independente dos meus problemas de pele, que não podem minimizar o interesse da maioria.

 

Vitória só tem belíssimas praias, para oferecer a seus cidadãos. Gostaria que aqui tivesse múltiplas atividades voltadas para o turismo, mas a única que temos é abordada de forma pejorativa pela autoridade municipal, que detém o chamado poder de polícia, para enfrentar os inimigos dos seu munícipes.

 

Não sei se existe alguém capaz de promover uma conciliação entre partes tão antagônicas, mas, nos parece, diante do exposto, que só as urnas serão capazes de definir tal pendência. Que seja para o bem comum.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Os oligofrênicos II

21/05/2018

“A burrice é uma merda! Acompanhada da pobreza dependente de favores, se transforma em tragédia”, dizia meu pai, no tempo do “queremismo”: “Queremos Getúlio”, e a massa ignara torcia, para ver o ditador reeleito, agora pelo voto direto.

Getulio Vargas foi um infame, um mostro, como ditador, como amigo e muita coisa. Transformou o Brasil num território seu e, sua reeleição foi uma tragédia, que o levou ao suicídio. Melhor seria se não tentasse a eleição, após ter elegido o seu então ministro da Guerra, Eurico Gaspar Dutra.

Estamos assistindo, presentemente, um batalhão de oligofrênicos, nas proximidades da Polícia Federal, “velando” a prisão de Lula em Curitiba. Se a persistência vencer a burrice, vai ser um longo período de frio e trevas para percorrer por um bando de pessoas, a soldo não se sabe de quem para, às sete horas de manhã, gritar: “Bom dia Presidente Lula”. Às dezoito horas outra saudação: “Boa Noite presidente Lula” e, assim, essa turma custeada por dinheiro que o Lava-Jato ainda não encontrou, está se postando às proximidades da Polícia Federal, em Curitiba, numa demonstração insolente de endeusamento a um homem que destruiu a economia nacional e, sem dó nem piedade, conseguiu com seu carisma eleger uma substituta ideal em analfabetismo, a "professora” Dilma, uma das expressões mais oligofrênicas que se poderia imaginar, que assumiu a presidência da República.

Ao meio dessa pobre gente, submetida aos caprichos daqueles que dormem em camas fofas, a maioria está ali por necessidade, ganhar alguma coisa, já que está com todas despesas pagas e pode participar de outros turnos de vigília.

Aos olhos do mundo, o que podem imaginar, vendo um bando de pessoas aparentemente humilde, promovendo a adoração de um dos maiores destruidores do patrimônio nacional.

O que me impressiona no Lula é a sua cara de pau, sua coragem de enfrentar a imprensa internacional com uma fantástica quadrilha de ladrões sob o manto de sua administração.

Admirar Lula como nordestino pobre, retirante analfabeto, que chego a presidência da República? Nada disso. Lula é um sádico, um presepeiro, um homem alucinado pelo poder e, creio, o poder irá mata-lo, porque ele não suportará por muito tempo a prisão.

Enquanto tiver dinheiro, pão com mortadela, essa turma de oligofrênicos vai suportando o frio curitibano. Quando menos se espera, esse pessoal pobre vai debandar, simplesmente porque suportar o frio é de uma crueldade irritante.


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