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Muito tempo depois...

15/11/2018

 

Se o eleitor brasileiro parasse hoje de eleger políticos para os mais variados cargos, até presidente da República, com objetivo de renovar a classe política, sepultar todos, precisaria em torno de 75 anos, três gerações e, concomitantemente, instituir-se uma escola para formação de novas lideranças, com adoção de um currículo com moral, civismo e vergonha na cara.

Vejam bem, estamos saindo de um dos pleitos mais acirrados já ocorridos no Brasil, com o surgimento de um candidato (não tem nada de extrema direita como dizem os pseudos de esquerda, (mais para delinquentes do que políticos de esquerda), com objetivo de denegrir a imagem do opositor, que se elegeu sozinho, sem dinheiro, sem imprensa e com um partido mixuruca, desconhecido, mas com um papo firme, propondo mudanças.

Nós, brasileiros, somo cruéis aproveitadores, negligentes com a pátria, principalmente, sem qualquer paixão ou amor pela verdade, desonestos por excelência. Vejam que, um poste, um senhor de pouca estrutura intelectual (um para o outro), no caso do sr. Haddad, empurrado por Lula, um corrupto engaiolado, quase elegeu seu pupilo, mesmo com a audácia de Jair Bolsonaro, enfrentando toda gastança do candidato lulista, apenas explorando a ânsia do eleitorado consciente por mudanças.

Em termos, 55% da classe política nacional foram substituídas por gente nova, num atestado de mudança nunca ocorrido no país. Tenho a impressão, pela cara dura que tem, conversa rápida, sem enfeitar para encompridar discurso, dizer besteiras, o sr. Jair Bolsonaro, com o grupo de auxiliares que está juntando em torno de sua pessoa, vai mudar todos conceitos que temos contra a classe política ordinária que possuímos.

Não se muda as coisas do dia para noite. O tempo sempre foi o senhor da razão, como dizem os mais velhos, os mais pés no chão. Nós precisamos de muita educação, muita determinação para mudar o povo brasileiro.

Quem já andou por Israel, teve oportunidade de ver, apenas com o gotejamento de água na raiz da planta, trazida, através de elevatórias do rio Jordão, tira o chapéu para o israelense. É muita coragem, muita capacidade, muita dedicação, produzir alimentos no deserto.

Podemos ter uma cultura desenvolvimentista no Brasil, fertilizando o Nordeste miserável, fazendo-o produzir até três safras de alimentos por ano, como feijão, milho, arroz, verduras diversas, aproveitando o Sol e a irrigação, necessária. Na verdade, não há interesse político, para ter o nordestino independente, mas miserável, improdutivo. Sinceramente, gostaria de ser alguém influente na área de agricultura, para promover nosso Nordeste o maior produtor de alimentos do mundo.

Bolsonaro promete essa façanha.

 

 

 


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Do paletó à cueca

14/11/2018

 

Na noite de quarta para quinta-feira (dia 08.11.2018), o Senado Federal aprovou, por 41 votos a 16, um aumento de 16% dos ministros do Supremo Tribunal que, com sua utilização em cascata, para todos tribunais, sinecuras diversas, causará um rombo na economia da União e Estados da ordem de R$ 4 bilhões por ano, no momento que o país atravessa um dos períodos mais críticos de toda sua história, às vésperas da posse do novo governante.

Já explicamos uma porção de vezes que, dos recursos que os governos arrecadam, 40% são para pagamento de folhas salariais. O restante são obrigações diversas e, apenas 2% são investidos.

 

Além de ser a mais ineficiente do mundo, a justiça brasileira é a mais cara. A multiplicidade de justiças, as mais absurdas existentes no Brasil são, acima de tudo profundamente mercenárias, loucas por dinheiro, daí o aumento de 16% obtido através do Senado, onde precisou ser afastado da relatoria da Comissão de Assuntos Econômicos o senador capixaba Ricardo Ferraço (PSDB) que, sobre o assunto, afirmou: “Não há previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Portanto, prosperar com esta matéria é uma violação clara ao art. 169 da Constituição Federal”, defendeu o Senador.

No plenário, o senador capixaba foi destituído da relatoria da matéria, que passou para o senador Fernando Bezerra Coelho (PSMD-PE), cujo parecer era favorável à aprovação da matéria. Cada maluco no seu “poleiro”!

O senador capixaba, Ricardo Ferraço, votou pela rejeição da matéria, pelo impacto que o chamado “efeito cascata” poderá gerar de prejuízo. O senador apontou um impacto de R$ 4 bilhões, nas contas correntes nacionais.

E complementa o senador Ricardo Ferraço: “E ai vale perguntar: como farão os Estados quebrados e falidos do Rio de Janeiro? O Rio Grande do Sul e Minas Gerais? Porque existe o efeito cascata”, destacando, também, o impacto deste aumento em relação aos limites de gastos com pessoal e da lei de Responsabilidades Fiscais (LRF). A senadora Rose de Freitas, foi a favor do aumento e Magno Malta estava ausente, (nossos senadores capixabas).

Atribui-se à decisão do presidente do Senado, Eunicio Oliveira, DEM, perdedor da reeleição, a questão de “pauta bomba” que está lançando com objetivo de desestabilizar o governo Bolsonaro, por ter sofrido campanha no seu Estado, como de resto do país, pela não reeleição de candidatos.

Na verdade, a tragédia brasileira está na falta de educação política, o desamor ao país. Não existe judiciário no mundo que perceba salários iguais aos da magistratura brasileira, considerada a mais cara e a mais ineficiente dentre todas, com seus auxílios moradia, paletó, gravata, cueca, camisa engomada, 20 ou mais assessores, carro, alimentação farta e engraxate disponível 24 horas. O dia que o Brasil for para frente, tem que dar um fim a toda população que hoje vive, depois que todos morrerem. Antes, não tem jeito.

 

 

 


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