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Caem as mscaras I

31/10/2021

 

O Rio de Janeiro é a terra do carnaval e, de lá, vem o anúncio que as máscaras surgidas com o coronavirus deverão ser abolidas nos chamados espaços públicos.

 

O Brasil se transformou no maior “celeiro” de sanitaristas. Cada governador, inteiramente divorciado dos problemas de saúde de suas comunidades, com a pandemia, o dinheiro abundante, auxiliados pela decisão do Supremo Tribunal como “condutores” da política sanitária, substituíam o próprio Ministério da Saúde. O que está se apurando em termos de escândalos, com desvios de recursos federais para as áreas de saúde, é um negócio muito sério e o “bicho” vai pegar...

 

Comprovadamente as máscaras nunca protegeram a saúde humana do coronavirus, um negócio que está no ar, flutuando e que a fórmula mais eficaz de combate-lo é as pessoas circulando em espaços abertos, na corrente de ar. Promoveu-se o enclausuramento das pessoas, a suspensão das aulas, a suspensão da comercialização de bens, serviço e turismo, com um prejuízo incalculável, provocando maior número de mortos, suicídios, desempregos, quebradeira generalizada e milhões de pessoas com seus negócios irrecuperáveis.

 

Agora, o anúncio do relaxamento do uso de máscaras no Rio de Janeiro vem bem nas proximidades das festas de fim de ano e do carnaval, onde o povo que gosta de sol, mar, carnaval e futebol não vai suportar sair por aí mascarado.

 

Na verdade, o que vai cair é a máscara do político. Os fabricantes de máscaras reagem, através de suas influências, para que a proibição da circulação de pessoas com máscaras se prolongue por mais um tempo, impondo uma atitude que nunca teve sentido.

 

Esse pessoal que aí está, para tomar mais dinheiro do Governo Central será capaz de tudo, até de “encomendar” uma monstruosa onda de coronavirus especialmente para o Brasil, com objetivo de destruir o mito Jair Messias Bolsonaro.

 

 

 

 

 


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A sndrome do caranguejo.

30/10/2021

 

Nós, brasileiros, vivemos num país surrealista. Todo conjunto nacional, ou seja, em torno de 220 milhões, falam a mesma língua. Não temos um dialeto ininteligível, de um Estado para outro e, a unidade da língua e do território nacional parece um negócio indestrutível, muito embora alguns velhacos queiram vender aos estrangeiros a nossa Amazônia Legal.

 

Compomos, na região Centro-Sul, uma espécie de “guerra de comadres”, à beira do córrego, lavando roupas sujas; nos damos bem, mas, na hora de dividir os resultados, somos inimigos mordazes.

 

Desde as Capitanias Hereditárias nossas divisas com o grande Estado de Minas Gerais foram “roídas” através da chamada força bruta. Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo não permitiam a prosperidade do Espírito Santo. Imprensado numa parte da costa brasileira de significativa e estratégica importância, o Estado do Espírito Santo sempre foi obstaculado em seus sonhos de grandeza. Nunca tivemos rodovias decentes, as BR 101 e 262 são ainda uma desgraça, verdadeiros caminhos da morte, mas, incrível, não permitem as suas duplicações, com medo de que mineiros, baianos, cariocas e paulistas para aqui acorram!

 

Ainda agora lutam as autoridades dos municípios de montanhas, que ficam à margem da BR-262 para que ela seja duplicada. Cada governo que se sucede, promete duplicar, mas acaba a determinação em mais uma conversa de políticos sem palavra. Não temos um plano de desenvolvimento nacional. Nosso turismo, é uma piada!

 

Assustam as mortes na BR-262. Única medida que pode atenuar tais acidentes, é a duplicação, mas, parece, ela ainda não faz parte das determinações do presidente Jair Messias Bolsonaro. Acho que só virá com nova “revolução”!

 

As autoridades municipais capixabas, dos municípios de montanha, Domingos Martins, Marechal Floriano, Venda Nova e Viana, têm contado com a simpatia das autoridades da Polícia Rodoviária Federal, até com a possibilidade de se estabelecer uma divisão da rodovia, com o uso de cones, ao longo da rodovia federal que corta os municípios de Domingos Martins e Viana, o trecho mais perigoso, para que os veículos, nos fins de semana, com a diminuição do transporte de cargas, tenham seus riscos atenuados.

 

Os paliativos são impensáveis, além da duplicação, mas, parece, não temos um poder político capaz de convencer as autoridades federais que existimos, que precisamos movimentar riquezas, pessoas para as atividades de turismo, e como está não é possível.

 

Devemos lutar contra essa maldita “síndrome de caranguejo” que emperra o desenvolvimento da economia nacional. Vejam, foram 180 anos consumidos com projetos, iniciativas e recursos, para a transposição das águas do rio São Francisco. Vocês não sabem a força do coronelismo para impedir tal façanha. Nem Lula teve peito de realizar a obra tão falada no seu tempo, mas Bolsonaro conseguiu.

 

É preciso uma verdadeira integração nacional, uma espécie de geopolítica interna, onde a unidade de todos permitirá uma maior prosperidade.

 

 

 

 

 


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