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Deixem Sérgio Moro em paz

16/06/2019

 

Em depoimento não muito recente o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, a respeito da movimentação financeira do PT, declarou que o partido tem recursos armazenados, para fazer política por 30 ou mais anos.

A história das nações, pelos menos a contemporânea, não registra a presença de um magistrado determinado, audaz, honesto, intransigentemente responsável, como o juiz federal, hoje ministro da Justiça, Sérgio Moro. Com o apoio de um grupo de procuradores e da Polícia Federal do Paraná, após ver o Brasil ser sacudido no Supremo Tribunal Federal, sob ação do ministro Joaquim Barbosa, com o processo Mensalão, agindo independemente, como a história do procurador americano Eliot Ness cercou o bandido Al Capone até prendê-lo, não o fez devido aos assassinatos promovidos através das mãos de terceiros ou dos roubos praticados pelos seus capangas, mas pelo seu enriquecimento ilícito, através da comprovação de suas declarações ao Imposto de Renda.

A história do processo Lava-Jato, denominação instituída por Sérgio Moro para identificar a impressionante quadrilha de ladrões dos cofres públicos, um dia será contada para a posteridade, onde estão presos presidentes da República como Luiz Inácio da Silva, Temer, ex-ministros todo poderosos como José Dirceu, José Genuino, presidentes do PT e muitos outros, foi devido a ação determinada do Juiz Federal Sérgio Moro, elevado a ministro da Justiça de um governo impossível de ser admitido na atual conjuntura nacional, o de Jair Messias Bolsonaro.

O vazamento de informações sobre conversações mantidas entre o juiz Sérgio Moro e o procurador federal do processo Lava-Jato, Deltan Dallagnol, assanhou os criminosos da oposição, inclusive “companheiros” de Lula, preso por corrupção, com objetivo de inviabilizar seu processo criminal sob alegação de que um “site”, o Intercept, divulgara frases de gravações existentes entre conversações do juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol, que “inviabilizaria” processos do Lava Jato, inclusive sobre Luiz Inácio Lula da Silva, preso numa delegacia da Polícia Federal, em Curitiba.

Ladrões apanhados com apartamentos, sítios, dinheiro em volumes impressionantes, contas no exterior, instituições públicas saqueadas, como a Petrobras, Correios, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNDES e muitos e muitos outros, contas no exterior, montanhas de dinheiro devolvidas por países, da conta de ladrões dos recursos públicos, tudo isso cairia por terra, como querem os defensores do maior conjunto de ladrões dos cofres públicos do mundo?

Vai um conselho: Deixem o íntegro Sérgio Moro e os procuradores do Lava Jato em paz, para evitar uma explosão nacional. Nada resistirá ao ímpeto popular de uma nação fragilizada pela ação de refinados ladrões, se a honra de um magistrado como Sérgio Moro for atingida. Deixem o Moro em paz. Uma questão de conselho!

 

 

 


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A explosão da delinquência.

15/06/2019

 

Está ficando difícil circular pelas ruas da capital do Estado. Praças, ruas e avenidas estão sendo tomadas por perigosos meliantes, drogados, gente desocupada nos sinais pedindo dinheiro e fazendo ameaças, quando repelidas, porque ninguém está aguentando mais assédio.

 

Uma onda de marginais, desocupados das mais diferentes linhagens, tomaram conta da região do Parque Moscoso. A antes tranquila Praça Misael Pena tem amanhecido atulhada de desocupados, gente perigosa que afronta estabelecimentos, quer comida, quer dinheiro, impedindo que as pessoas circulem livremente.

 

Perdemos a tranquilidade e já não sabemos mais para quem apelar, muito embora as autoridades parecem convencidas de que vivemos numa ilha paradisíaca, com muitas novidades, menos povoada por uma marginalidade assustadora.

 

Que lei, a imprensa da terra nesta segunda-feira última deve ter ficado horrorizado com os fatos denunciados, casas atingidas por rajadas de metralhadora, assassinatos, roubos, furtos os mais diversos. Para quem apelar? Temos ouvido de autoridades preocupações com a situação, dando a impressão de que ela irá piorar, pela mais completa falta de autoridade para reprimir o que chamam de criminalidade em cadeia, impossível de ser contida.

 

O quadro de marginais que se localizaram praticamente o dia inteiro na Praça Misael Pena, sem que surgisse um policial para exame da situação, ao menos para afugentar aquela gente perigosa, aconteceu e, à noite, a chuva fina que caiu na região foi a salvação, para mandar a marginalidade ir embora.

 

Os anúncios abusivos de crescimento da economia do Estado, de abertura de novos empreendimentos, sem que se transformem em realidade e, provoca esse adiantamento, a expectativa de que novas oportunidades de empregos surgirão, provoca levas de pessoas em busca de ocupação e, não a encontrando, passam a delinquir, daí a tragédia em que estamos metidos.

 

A “magia” do prefeito Luciano Rezende , de transformar o  município de Vitória no paraíso dos ciclistas, onde todo mundo passaria a ser adepto nas “magrelas”, a “moda” está se transformando numa verdadeira tragédia dos poucos usuários, que não pilhados nas vias públicas, até movimentadas, onde meliantes audaciosos, com um simples empurrão, tomam a bicicleta à vista de todos, numa audácia constrangedora.

 

O quadro de delinquência é assustador. As pessoas estão perdendo o interesse de ir à rua, preferindo as prisões, em que se transformaram suas residências. É o fim da picada...

 

 


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