Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Provincianismo

14/10/2019

 

Vamos esquecer os nomes, para não criar susceptibilidades, ciúmes, mas nosso Estado ainda não perdeu a mania de ser uma província, sempre contrária ao poder central, a seus dirigentes.

Em política (o mundo anda de cabeça para baixo), depois que se conhece o resultado das eleições, não precisa saírem por aí, uns beijando os outros mas, pelo menos, elegantemente, buscando o desenvolvimento regional.

Presentemente, como em outras oportunidades, estamos vivendo na contramão da história. Flagrantemente, nossos dirigentes estaduais se mostram como se fossem “inimigos do rei” e, assim, o que poderiam atrair de benefícios do chamado centro do poder, são repelidos por má conduta, por andarem em más companhias.

Não sei se é porque temos uma tremenda vocação para bajularmos caudilhos, ditadores, gente da pior espécie, sei que somos tremendamente contrários ao desenvolvimento, temos pavor que nossos vizinhos enriqueçam, mas gostamos da ideia de sermos ricos, daí a devoção que temos com relação aos Estados Unidos, mas odiarmos seus governantes. Nossa imprensa, tão provinciana como nossos políticos, tem pavor ao presidente Trump, como se ele fosse o pior sujeito do mundo mas, por outro lado, querem usufruir das benesses que gozam o povo americano. Raios, o que queremos?

Qualquer imbecil, por exemplo, sabe que o derrame de petróleo em correntes marítimas foi com objetivo de prejudicar o Brasil, a imagem do governo de Jair Messias Bolsonaro, foi dos dirigentes da Venezuela. Comprovadamente, as amostras de petróleo provam que a origem é Venezuelana. A nossa imprensa silencia de forma vergonhosa, só porque não pode dizer que a origem do derrame de petróleo foi ideia dos americanos e, principalmente é do presidente Donald Trump ou, quem sabe, da própria Petrobras, a mando do presidente Bolsonaro, para sujar o governo venezuelano. Porca miséria...

Até ontem, por exemplo, os “nossos” dirigentes capixabas, sob o comando do “professor” Renato Casagrande, não deu um passo, meio passo, em direção ao governo Bolsonaro, ao contrário, atulha o Estado de gente de fora, seus colegas metidos a socialista, em detrimento da excelentes técnicos capixabas, principalmente nas áreas de Segurança, Saúde e Educação, preferindo que o Estado seja conduzido por alienígenas sem qualquer vínculo com o Espírito Santo, com ideias socializante, ou estatizantes.  

Compomos, assim, o chamado espírito provinciano, de sermos contra ao poder central, só porque somos incapazes de fazer um bom relacionamento, em favor do nosso desenvolvimento. Continuamos à marcha ré...

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

O povo está com raiva

13/10/2019

 

Através de uma política equivocada, mercê do surgimento das chamadas redes sociais de comunicações, a sociedade está buscando uma espécie de desforra, do chamado homem público inescrupuloso.

“Lula livre”! Pois soltem o Lula, para ver o que vai acontecer. Garanto que, jamais ele andará livremente pelas ruas, o que está acontecendo como muitos políticos apanhados pelo Lava Jato (e as vezes até não, como o caso do ministro do STF, Gilmar Mendes, que até no exterior, nas suas andanças, não pode passar pelas ruas de uma cidade onde ninguém tem imunidade, a não ser o presidente ou primeiro ministro...

O político, quando se elege, de analfabeto de pai e mãe, como Lula, se transforma em sábio, conferencista, economista de primeira linha, dão conselhos a signatários estrangeiros, mas não podem percorrer vinte metros de rua movimentada, sem ouvir os maus desprimorosos epítetos.

O problema mais sério dos nossos homens públicos é que eles pensão que nunca vão morrer, e que são insubstituíveis, manipulam os partidos, serão eternos candidatos, até morrer...

O problema do chamado homem público (tem raras exceções) é imaginar que nunca vão morrer, vão ficar pra semente e, se morrer, vão para o céu com tripa e tudo...Quando perde a eleição, parece que vão morrer, ou até surgir uma sinecura para ocupar.

Pode ser que o eleitor, nas circunstâncias de hoje, do país, onde o comando publicitário está ao sabor das redes sociais, onde você do jeito que recebe pode postar, espalhar o que recebeu, acrescentar mais informações e, com a necessária seriedade, colher excelentes benefícios.

Tivemos, recente, duas espantosas demonstrações de força das redes sociais, as eleições de Donald Trump, nos Estados Unidos, e a de Jair Messias Bolsonaro, no Brasil. Pintaram e bordaram com Trump, inventaram mil e uma manobra com pesquisas as mais indecentes, verdadeiramente imorais, afirmando que ele não se sagraria presidente, fosse qual fosse o candidato à presidência da República. Está aí dando trabalho, como o americano gosta!

Bolsonaro deu uma tunda inteligente, usando apenas, por nada ou pouco coisa, as redes sociais, que parece, caminham num crescendo desesperador, para a classe política.

Como a propaganda é a base do negócio, espero que as redes sociais divulguem exaustivamente as pedradas que a classe política está levando pelas ruas, os que estão sendo apedrejados, são os que roubaram, são apanhados pela justiça, o Lava jato. Esses merecem o que estão recebendo. É o protesto de quem vota.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2227 2226 2225 2224 2223 2222 2221 2220 2219 2218   Anteriores »