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Buenos Aires é aqui mesmo

24/08/2019

 

Vez por outra alego aqui, o Estado do Espírito Santo, pelas suas características geográficas, pela capacidade produtiva de seus imigrantes, se tivesse governantes, seguidamente, voltados para uma política de desenvolvimento econômico e social, como Florentino Avidos, Jerônimo de Souza Monteiro, Carlos Lindenberg, Jones dos Santos Neves, Christiano Dias Lopes Filho e Arthur Carlos Gerhardt Santos, o último da fila, com o necessário raciocínio de empreendedores, voltados para o futuro, o nosso Estado poderia se assemelhar hoje a uma pequena Suíça.

Quem anda pelo interior do Estado, notadamente pelos municípios localizados na cadeia de montanhas formada pela Serra do Mar fica impressionado como esse pessoal, com tão modesto auxílio das autoridades governamentais, no campo da prestação de serviços essenciais, empreendam, plantam, criam fábricas, hotéis, sem um mínimo de reconhecimento.

Subindo à serra, com destino à fronteira com Minas Gerais, a partir de Domingos Martins, onde a colonização alemã se instalou, passando por Venda Nova do Imigrante e ramificações, ser— penteando pela BR-262, uma das rodovias mais perigosas do país, vai dizer que imigrantes alemães, italianos, pomeranos, poloneses e outros, como romenos, instalados, sem um mínimo de assistência ou apoio decentes, vai dizer: estamos diante de um bando de loucos. Esses anônimos desbravadores construíram o que temos.

Estou em Guarapari, com propriedade, desde a década de 50. Raros governantes entenderam que o município, pelas sus areias radioativas, servindo para curar uma porção de tipos de reumatismo, pela beleza de suas praias, se constitui, com esforço inaudito, a partir dos empreendedores no campo da Construção Civil, como a porta de entrada do turismo do Estado do Espírito Santo. Tem quem venha diretamente para Guarapari, ou pelas rodovias mal e porcamente cuidadas ou pelo aeroporto de Vitória, desconhecendo o resto do Estado, a própria capital.

Confesso que, eu mesmo, depois de tantos anos, desconhecia, até bem pouco tempo, as belezas de Buenos Aires, uma montanha que está distante das praias de Guarapari apenas cinco minutos de carro. Subindo a serra, em apenas 10 minutos, o viajante alcança 750 metros de altura, numa das regiões mais bonitas do Estado. Vales que temos vontade de morar ali, consumir o que nos faltam de dias, pela extraordinária beleza.

Ali, empreendedores solitários se localizam com alambiques, produzindo excelentes cachaças, licores, restaurantes, criação de ovelhas, importante fábrica de sucos e conservas e condôminos residenciais de perguntar: Onde estou?

É preciso conhecer, onde se desenvolve um dos mais importantes projetos de desenvolvimento do Estado, graças às mãos de empreendedores anônimos, de uma administração municipal que precisa ser ajudada, pelo seu empreendedorismo.

O problema do brasileiro é não dar a devida importância ao que tem, indo buscar lá fora o que deveríamos trabalhar para termos os melhores locais do mundo. Lá de cima de Buenos Aires você vai ver um Brasil diferente.

 

 

 


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O Golpe das esquerdas.

23/08/2019

 

Há um desespero visível, de grupos parlamentares de esquerda querendo derrubar o Governo Bolsonaro. A meta é apoiada pela imprensa que, sem dinheiro, perdeu o rumo e vai morrer de fome, porque nem nos Estados Unidos, onde os interesses políticos e econômicos são enormes, a imprensa está bem das pernas, está buscando alternativas.

 

A questão brasileira se prende exclusivamente com relação a manutenção de grupos da mídia como “Folha de São Paulo”, o “Estado de São Paulo” e o “Globo”.

 

O resto é coisa pequena, sem expressão. Ganhar a eleição sem apoio da mídia foi o grande Golpe de Bolsonaro, ainda mais com a derrota de 50% de velhos parlamentares, todos enterrados, em covas bem rasa...

 

A segunda questão, surgida agora, foi com a ecologia, com as queimadas da floresta amazônica. Grupos europeus – França, Alemanha e Noruega – principalmente, retiraram seus apoios financeiros que financiavam “grupos de proteção da Amazônia”, por interesse próprio, como se fosse uma, espécie de donos do  nosso território, contando, para tanto, com a imprensa faminta de recursos.

 

Nenhum, país do mundo tem, igual ao Brasil possui, recursos naturais. Se varrermos essa corja de entreguistas, o Brasil será em futuro próximo uma das principais economias do mundo, o que será um desastre par a Europa, principalmente.

 

Deixem o Brasil em paz. Alemanha, França, Inglaterra, Noruega, devem se preocupar com os seus problemas, suas baleias, seus desiguais, incontroláveis.

 

O golpe engendrado por agentes políticos e jurídicos para transformar o Brasil numa República Parlamentarista caiu por terra. As Forças Armadas não aceitaram tal golpe. O STF que se cuide.

 

A situação brasileira é muito tensa.

 

 

 


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