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A Nomenklatura

30/01/2021

 

Wikipédia – a enciclopédia livre, e traz o seguinte verbete: “Nomenklatura – (palavra derivada do latim) – era como se definia a “burocracia” ou a casta dirigente da União Soviética e trabalhadores com cargos técnicos, artistas e outras pessoas que gozavam da simpatia do Partido Comunista”.

 

O caro leitor, tão antigo como eu, deve se recordar, se bom observador, da chamada burocracia brasileira, que veio desde a implantação do Estado Novo, instituído pelo ditador Getúlio Dornelles Vargas, o chefão da maior chusma de coçadores de saco de toda a história da vida pública brasileira.

 

Terminado o regime comunista soviético, em 1989, ao final do Século XX, devido as revoltas que se estabeleceram nos chamados países satélites, notadamente na Geórgia, provocando a abertura estabelecida pelo primeiro ministro Mikhail Gorbachev que, praticamente foi expulso do poder pelos chamados “novos nacionalistas”, sob o comando de Boris Iéltsin que foi elevado a primeiro ministro, provocando a mudança de regime e da própria bandeira nacional e o hino.

 

Com a queda do regime comunista soviética, espalharam-se pela Europa, mais notadamente na Inglaterra, a figura de famosos bilionários, que ostentavam o comando da “nomenklatura” soviética. Gigantes do petróleo, do armamento e outros ramos de significativa importância, fora os que se escondiam nos mais luxuosos centros de verão europeu, notadamente na França e Espanha.

 

A história nos conta a derrubada do sistema montado no Estado Novo de Getúlio Vargas que terminou após a Grande Guerra, em 1945, com o surgimento de notáveis ricaços, que viviam à sombra do poder, se enriquecendo com as negociatas com recursos públicos. Com a queda de Getúlio, veio a eleição do general Eurico Gaspar Dutra, um bobão, manobrado pela mulher, que carregava a alcunha de “Santinha”, mas de Santa não tinha nada...era muito brigona.

 

Ressurgiu Getúlio das cinzas, cinco anos depois, com seu “queremismo”, com o slogan “Bota o retrato do velho outra vez, bota no mesmo lugar...”, com o recrudescimento das denúncias sobre a corrupção no seu governo – o chamado “mar de lama” apontado pelos jornalistas Carlos Lacerda e Hélio Fernandes -  até que Getúlio cometeu o ato mais importante de sua atribulada existência, dando um tiro no coração na manhã do dia 24 de agosto de 1954, suicidando-se. A “nomenklatura” brasileira não foi extinta com a morte de Getúlio, ao contrário, após muita luta, recrudesceu no chamado “ Regime JK”, abreviatura do mineiro Juscelino Kubitschek de Oliveira. Dizem as más línguas, nascera no município de Anchieta, no Espírito Santo, filho ilegítimo de um padre.

 

A construção de Brasília, a grande obra de JK fez nascer (ou renascer?) Os chamados “donativos” de 10%, a mágica para os empreiteiros obterem favores públicos, como execução de obras ou obter financiamentos bancários.

 

Após Juscelino veio do Movimento Militar de 1964, quando o Brasil saiu de uma mísera posição do 60º PIB do mundo para o 8º, mas tudo terminou em 1985, com o término do mandato do último presidente militar, João Batista Figueiredo, que veio a falecer com dificuldades financeiras.

 

De 1985 até 2018 o Brasil se transformou num dos mais corruptos territórios do mundo, num estágio de delinquência pública que Jair Messias Bolsonaro, o homem que não está deixando ninguém roubar, promessas de campanha feita, quase foi morto por um “enviado do deus petista” trazendo esse inconformismo de várias classes da “nomenklatura” ladrona da República Brasileira, que não sabemos onde irá parar.

 

O “slogan” que mais se ouve ou se escreve, por parte da imprensa aliada à nossa “nomenklatura” é impeachment de Bolsonario.

 

O dinheiro é a grande atração da canalha. Agora, querem o impeachment de Bolsonaro, por não estar deixando ninguém roubar.

 

 

 

 


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Privilgios.

29/01/2021

 

Tenho sobre minha mesa uma plaquinha com os seguintes dizeres: “Se você não for capaz de expor o seu problema em cinco minutos, eu certamente não poderei ajudar a resolvê-lo”.

 

Não existe necessidade de reuniões com duração superior a 30 minutos, nem para discutir o parto da montanha”, que são nossos legisladores e a própria justiça.

 

Depois de certa idade, se o sujeito for muito afeito à leitura, como eu e outros, e tiver muita consciência do Universo, ele pode dizer que sabe tudo e dispensa sua participação de reuniões, as vezes cansativas, pela burrice dos interlocutores ou pela maneira de se perder tempo e dinheiro com nulidades ou lastimáveis adulações ou elogios.

 

Às vezes me imagino como um político. Não daria certo, porque faria tudo diferente do que está aí.

 

Eu não sei como, um bando de idiotas, por exemplo, no meio até empresários, artistas, professores e oportunistas (vigaristas sociais) que pregam o comunismo. Sem saber o que é comunismo, adoram Fidel Castro e bajulam o governo através de incentivos fiscais, Lei Rouanet, sinecuras públicas para viverem coçando o saco, sem um mínimo de cultura, de conhecimento.

 

Aí, sonho com uma legislação banindo essa corja para Cuba, por exemplo. Não resistiriam uma semana, diante das necessidades.

 

As vezes discuto (pregando no deserto) as 71 obrigações fiscais e parafiscais que fazem do Brasil esta grande merda que ele é, com seus cartórios, estatais as mais estúpidas, sistema financeiro safado e patifes empresários e suas empresas corruptas, tipo Odebrecht.

 

Que país é este? De que galáxia corrupta nos mandou esse vírus que fez proliferar a raça humana no Brasil? Viemos mesmo da África?

 

Se o Brasil continuar com esse dirigismo maluco, corrupto, essa mistura de política disforme, sem ideologia, sem método, sem cultura, estaremos, em pouco tempo, irremediavelmente perdidos.

 

 

 

 

 

 

 

 


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