Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Um programa sem definição

27/03/2019

 

Governar não é ir lá no quintal da vó, colher goiaba e sair por aí. O negócio é trabalhoso e, dificilmente o governante vai reunir um conjunto de 10 ou mais homens destemidos, capazes de enfrentar todas diferenças que encontrarem pela frente.

Está perto de completar 100 dias de governo do sr. Jair Messias Bolsonaro, o que vale dizer que, dos 100 dias, passou pelo menos 30 fazendo repouso e se submetendo a cirurgias, em consequência de uma facada que recebeu de um meliante quando era carregado às costas por simpatizantes, em Juiz de Fora, Minas Gerais.

A vitória do sr. Bolsonaro foi a vitória de um povo, sofrido, enojado do processo de corrupção que assolava o país.

O novo presidente, vem realizando um trabalho muito sério, com objetivo de cumprir as promessas de campanha, de consertar o país de todas patifarias impostas à sua sociedade no decurso de anos sob a ação de grupos de assaltantes, bandidos da pior espécie.

O certo é que, o Brasil precisa de reformas urgentes, mas a base de todas reformas é a da Previdência Social. Ninguém está avaliando que a reforma proposta pelo governo é para quem se empregar daqui para frente, onde, quem quiser, pode migrar para o sistema novo, como ocorreu com a instituição do FGTS.

O sr. Bolsonaro tem pela frente 70 obrigações fiscais e parafiscais para acertar, para reduzi-las a meia dúzia, o que é um tremendo esforço, inclusive lutar contra os que não aceitam que mexa no seu “queijo”, o que é um negócio sério. Além disso tem um monte de penduricalhos que empobrecem a nação, emperram seu desenvolvimento, instituições absurdas como as Justiça Eleitoral, do Trabalho, cartórios os mais indecentes e as estatais que abrigam imorais cabides de empregos.

Concentra o governo Bolsonaro, neste exato momento, em convencer os retrógrados políticos de que, sem a reforma da Previdência Social, o país quebra, podendo provocar uma ruptura das instituições que vivem aboletadas em torno do Tesouro Nacional, mamando.

Como tudo na vida, até mesmo na política, muda da noite para o dia, pode ser que caia uma chuva de juízo na cabeça dessa gente maluca, mostrando que o país pode enfrentar graves consequências.

Mas se por um desses surtos de burrice chover cangalhas, aí não tem jeito. Vamos ter que suportar as consequências da mediocridade.

Sem aprovação da reforma da Previdência, o sr. Jair Bolsonaro não pode colocar em execução seu cronograma de desburocratizar o país.

Haja paciência...

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Gastos públicos revelados.

26/03/2019

 

Quem passou pela manhã de dias atrás, pela Av. Vitória, uma das mais movimentadas artéries da capital do Estado, podia notar que, num canteiro com menos de 20 metros quadrados, se acotovelavam, “trabalhando”, nada menos do que 16 trabalhadores, cortando grama e limpando o canteiro. Quanto custa tal serviços aos munícipes?

A GAZETA, na sua edição de domingo, dia 10 de março, informou que o Estado tem, no seu orçamento, reservado R$ 10,2 bilhões para pagamento da folha de pessoal em 2019, com 54,2 mil servidores e membros ativos. E os inativos?

 

Capengando, financeiramente, de pires na mão em busca de recursos federias ou na ânsia desesperada pelos royalties da exploração do petróleo, o estado de pobreza do Espírito Santo é o retrato do Brasil, exposto à sanha de cruéis administradores que exerceram a magia do empreguismo como forma de sobrevivência política.

 

Todos poderes estão atulhados de chamados servidores públicos, que percebem salários, em certos casos, 16 vezes maiores do que os empregados na iniciativa privada e sujeitos ao recolhimento anual de 70 obrigações fiscais e parafiscais, para terem serviços de péssima qualidade, como se tais prestadores estivessem fazendo caridade. Só o Poder Executivo tem 47.481 servidores ativos.

 

O contribuinte brasileiro tem a má fama de não gostar de pagar impostos. Ninguém gosta de pagar e não receber nenhuma retribuição de volta, numa sangria que vai em torno de 40% daquilo que qualquer pessoa ganha em troca do seu trabalho.

 

O Brasil é um país de contrastes. Certa parcela da sociedade, que se diz politizada, adora ditadores cubanos, venezuelanos, bolivianos, nicaraguenses, detesta os Estados Unidos, mas, adoram morar lá, mesmo sabendo que é onde mais se exige esforço no trabalho, maior assiduidade e produtividade, tem suas fronteiras, seus portos e aeroportos invadidos por ondas de desocupados, amam o imperialismo, como uma espécie de paixão... Estranho...

 

A liberdade é um negócio muito sério e poucas pessoas se apercebem como ela é importante. Só num país com plena liberdade pode ter uma imprensa livre, como faz A GAZETA, publicando dados tão irretorquíveis, absolutamente verdadeiros, mostrando como o Estado brasileiro é perdulário com o que arrecada. Como é ineficiente administrativamente no trato com recursos arrecadados, as vezes delapidados pela corrupção.

 

O valor de uma imprensa está exatamente no exercício de sua liberdade de informar, com a mais absoluta clareza, fiel aos fatos.

 

Os gastos com o pessoal inativo, em 2019 serão da ordem de R$ 3,1 bilhões, daí as obras públicas que só saem nas promessas...

 

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2126 2125 2124 2123 2122 2121 2120 2119 2118 2117   Anteriores »