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Anistia- negocio sério

21/01/2019

 

Não foi a primeira e certamente não será a última, que PMs, fortemente armados, agora sob a batuta do governador Renato Casagrande, tomam conta da saída da Ilha do Boi, importante bairro da ilha de Vitória, onde não tem favela, apenas moradores, o único hotel cinco estrelas da capital e o clube Italo – Brasileiro, onde raramente tem festas, para revistar veículos que por ali passam, a partir de 7 horas da manhã, obrigando motoristas a soprar bafômetro.

Nunca é bom discutir com policiais. Eles pensam que todos cidadãos são iguais e que o dinheiro para pagar seus salários cai do céu, tamanho o desprezo com que tratam as pessoas. Como, um morador que sai de casa às 7h30 para ir trabalhar, praticamente na porta de sua casa, é obstaculado pela polícia que lhe impõe 20, 30 minutos de aporrinhações, as mais diversas, até de soprar um bafômetro, mesmo sob alegação de que acabou de tomar o café para ir trabalhar.

Vejam o contraste. Os morros de Vitória estão infestados de bandidos os mais perigosos. No último dia 14 a região do Parque Moscoso, área central de Vitória, virou praça de guerra e, a história é que três pessoas morreram e dois ficaram feridos. Dizem, teve quem morreu porque estava no lugar errado e na hora errada, mas não dizem quem matou. Dizem mais, que as escaramuças, com rajadas de metralhadoras foram entre bandidos dos Morros do Moscoso e Piedade. Um forte esquema de segurança, por outro lado, cercava moradores à saída da Ilha do Boi. A troco de quê?

Vai para dois anos que mulheres dos policiais militares trancaram os portões dos quarteis e batalhões para que seus maridos não saíssem para prestar serviço. Despoliciadas, ruas e praças, ocorreu uma tragédia na chamada Grande Vitória, onde 219 pessoas foram mortas a tiro. Um mistério, ninguém foi acusado de tais crimes. O governo anterior tomou todas providências para punir os responsáveis pela greve mas, agora, o governador Renato Casagrande quer uma anistia para os “grevistas”, sob alegação de alguns que houve um excesso de punição aos responsáveis, sendo que os mais exaltados já foram despedidos. O novo governador, na campanha, prometeu anistiar os passíveis de punição, um trato político, ou meio ingênuo ou meio burro, porque de uma coisa estou certo, não se brinca com polícia, muito menos discuta com ela. Você não sabe o que pode lhe acontecer.

Não sei realmente em que lugar estamos vivendo. Paga-se caro para se ter um sistema de segurança pública, mas ela, ao invés de nos transmitir segurança, firmeza, respeito, nos inspira medo.

Estamos irremediavelmente perdidos com essa gente e ainda vamos engolir uma anistia. Lembrai-vos da anistia para os bandidos que queriam derrubar o movimento militar de 64. Acabaram nos postos chaves da política e quase destruíam o país, com suas roubalheiras.


 

 

 


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O verão em Guarapari

20/01/2019

 

A partir da década de 50, Guarapari começou a surgir como uma espécie de porta de entrada do turismo do Espírito Santo. As extrações das areias monazíticas de suas praias pela Mibra Ilmenita do Brasil S/A, uma empresa estrangeira, que carregava navios e mais navios com sacos de areia extraídas da Praia da Areia Preta, eram selecionadas e catalogadas para serem embarcadas. Desse conjunto de areias diferentes, radioativas, tenho cinco frascos com elas depositadas ali.

 A grande divulgação de Guarapari se deu no então governo Jones dos Santos Neves, que construiu a ponte sobre o canal e prosseguindo, a construção do Rádium Hotel, por um largo tempo transformado em cassino, obrigando a construção de um campo de aviação, em Muquiçaba.

O tempo passou, prefeitos se sucederam e poucos, raros mesmo, tiveram a dedicação do prefeito Edson Magalhães que, diga-se de passagem, foi o responsável pela modernização do município, possibilitando, principalmente, que a cidade recebesse um milhão de turistas dos mais diversos pontos do país, no presente verão.

É preciso que se compreenda que, qualquer cidade de pequeno ou até médio porte, como Guarapari, quando recebe um milhão de visitantes, sofre um baque enorme. Não há estrutura que resista tal impacto, a não ser que todos contribuam para socorrer a prefeitura que, vamos convir, precisa arrecadar, para poder atender as exigências do grande público que a procura.

Particularmente, eu sei a importância de Guarapari, muita gente sabe também mas, o número dos que ajudam é muito restrito. Agora mesmo o prefeito Edson Magalhães que instituir uma taxa a ser paga por cada passageiro de coletivo que entrar na acidade. Não é uma taxa exorbitante, tem que ser acessível, mas é uma forma de se arrecadar um pouco de quem vem se divertir na nossa cidade e precisa de maior segurança, maior limpeza, mais conforto, comodidade.

Guarapari tem o melhor e mais importante verão de toda sua história. Em tempo algum, a cidade recebeu tanta gente, daí o povoamento de casas que colocaram suas instalações como aluguel, à falta de hotéis e preços condizentes.

Participamos com entusiasmo do esforço do prefeito Edson Magalhães, de usa determinação em dar a Guarapari condições essenciais ao desenvolvimento.

O dia que tivermos a BR-262 devidamente duplicada, a BR-101, de Vitória à divisa com os Estados do Rio e Bahia também duplicadas, vamos ter realmente uma grande oportunidade de desenvolvimento social e econômico. O verão de 2019 de Guarapari está sendo/melhor de sua existência. 

 

 

 


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