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Sindicalismos de resultado

25/03/2019

 

O Sistema Sindical brasileiro é único no mundo em imperfeições. Essa montoeira de sindicatos de trabalhadores, existentes até à reforma trabalhista executada no governo Temer, extinguindo a obrigatoriedade da cobrança de um dia de trabalho anual dos trabalhadores de um modo, geral veio explodir com a vida de milhares de sindicatos.

Vejamos um caso interessante: para ser advogado, exercer a profissão, o indivíduo tem que se registrar na OAB, para ter sua carteira. Se não pagar a taxa anual, não pode advogar. O mesmo acontece com o médico, que tem que pagar sua taxa anual ao CRM, ao engenheiro, ao arquiteto, ao agrônomo, e assim pra  frente.

Está ocorrendo um protesto sobre a cobrança de tais taxas por parte de profissionais diversos, pelo valor absurdo e por nenhum serviço prestado.

Agora mesmo existe um grito muito grande sobre taxas abusivas que são cobradas por prefeituras, Corpo de Bombeiros, cartórios os mais diversos, simplesmente porque tudo se resume numa locupletação indébitas.

No caso da classe política, o sujeito se elege fazendo pregação até de santo homem, mas, depois que assenta o traseiro na cadeira fofa reclinável, no ar refrigerado, sai da frente, porque ele vai botar a bota para funcionar na bunda do eleitor.

Em qualquer parte do mundo tudo funciona como um relógio, preciso, cada coisa no seu lugar. Todos sabem como foram as reclamações dos novos dirigentes da OAB no Espírito Santo. Gastaram tudo, raspando as gavetas para o novo ocupante não encontrar nada.

Está certo. A prática imoral dos governantes distribuindo dinheiro do Fundo Sindical com Centrais Sindicais que nunca tiveram registro, com CUT, MST. MST e Ongs diversas, dá exatamente a monstruosa imoralidade que campeava. Destruir o sistema sindical com objetivo de punir, deixar à mingua centrais sindicais que nunca existiram, como os movimentos de trabalhadores, onde existia um processo de corrupção monstruoso. Nos parece uma irresponsabilidade, prejudicar o sistema sindical que vá lá! Trabalha corretamente.

 

Os sindicatos de trabalhadores ou da área patronal são vitais no campo das negociações e como consultores governamentais, como o são em todo mundo.

Estou meio distante para aconselhar o presidente Jair Bolsonaro para mandar estudar uma fórmula decente de sindicalismo, como o americano ou o francês, por exemplo. Seria prudente, e quem sairia ganhando era o governo, por estabelecer um sistema decente.

O resto é perseguição idiota.

 

 

 


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Que país é este?

24/03/2019

 

Francelino Pereira, ex-governador de Minas Gerais, diante das imoralidades da política nacional cunhou uma expressão que tem sido motivo de indagação até os dias presentes, mais do que nunca: “Que país é este? ”, bordão que todos nós repetimos, contra tudo e contra todos.

 

Qualquer nação que se preze tem uma Suprema Corte onde estão reunidos os homens mais notáveis em questões de direito, de justiça, convocados para decidirem assuntos que extrapolam à capacidade decisória de tribunais comuns e que chegam à última instância, para uma decisão final, como os casos de interpretações constitucionais.

Quando posso, digo sempre que não entendo de justiça, mas sou um mestre no direito. O direito é um negócio inalienável, não pode ser torcido ao sabor dos mais estúpidos interesses.

Dia 17 de março de 2018 multidões foram às ruas pedir o impeachment de ministros do Supremo Tribunal de Justiça do Brasil, por vários motivos que, analisá-los se tornaria um negócio humilhante para os que estão com suas ações (ou decisões) questionáveis pela sociedade brasileira, a partir de grupos de procuradores públicos que estão realizando um trabalho importantíssimo, nos chamados processos lava-jato, afora participações de procuradores os mais diversos espalhados pelo país, nas esferas federal e estaduais, com relevantes serviços prestados à moralidade pública.

As chamadas redes sociais de comunicação têm hoje uma fundamental importância no campo das pressões sociais. Não precisou de ninguém para convocar o povo para vir para as ruas em protestos monumentais em praça pública.

Qualquer observador da vida nacional fica estarrecido diante do desabafo histérico de algumas figuras do Supremo Tribunal Federal, a partir do ministro Gilmar Mendes, questionado pelas suas improbidades na posição de magistrado que ocupa.

 

Perante grande concerto de nações civilizadas que compõe o Brasil, principalmente agora, quando seu povo prudentemente se viu livre de governantes como Lula, Dilma e Temer, simplesmente imorais na nossa história política, que irão pensar de nós, povo, diante do estado de execração moral a que chegou nossa Suprema Corte?

Algumas vozes, bem autorizadas estão alertando de maneira severa o Supremo Tribunal Federal. É bom lembrar a esses magistrados sob a mira de protestos os mais violentos, que o Brasil não é uma Venezuela. Podemos ter acontecimentos desagradáveis, se esse pessoal não se comportar direito.

 

 

 


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