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Bara funda sindical I

20/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O sistema sindical brasileiro é único no mundo, como está estabelecido. Por culpa exclusiva do Ministério do Trabalho e Emprego o Brasil reúne, estupidamente, mais de oito mil entidades sindicais, onde o berço do sistema sindical universal, a Europa (Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, etc.) possuem pouco mais de uma dúzia.

 

A grande corporação de trabalhadores americana (Federação Americana do Trabalho) foi fundada em 15 de novembro de 1881 (Cavaleiros do Trabalho), tendo à frente o líder dos trabalhadores, Samuel Leffingwell, que permaneceu à sua frente até morrer.

 

O problema do sindicalismo brasileiro é imoral porque se transformou num negócio político. Surgiram os pelegos da CUT e mais outras “centrais” sindicais de sustentação ao governo Lula, braços armados do PT, para piorar o sistema sindical dos trabalhadores do Brasil, onde os rios de dinheiro que formaram o Fundo Sindical, através da arrecadação da Contribuição Sindical, criada para sustentação, virou balcão de negócios do governo para sustentar sinecuras (pelegos) sindicais, por tais centrais, o que levou o governo Temer, através da nova legislação (de reforma)  trabalhista, tornar a então Contribuição Sindical obrigatória (desconto de um dia de trabalho do trabalhador para seu sindicato de classe) em opcional, por parte do trabalhador. Como no Brasil ninguém gosta de contribuir com nada, daí a tragédia sindical. O objetivo do governo Temer foi o de matar a fonte de recursos que alimenta as centrais sindicais parasitas, que representam os interesses do PT, não dos trabalhadores, através da proliferação de seus sindicatos.

 

Discute-se hoje, se o Congresso Nacional tinha competência para extinguir a Contribuição Sindical, inscrita na Constituição, através de uma lei ordinária. Enquanto isso, sindicatos de trabalhadores esperneiam, com possibilidade de falecimento, pela ausência da fonte de sustentação, o que existe em qualquer parte do mundo.


Por outro lado, o sistema sindical patronal, montado através dos sistemas confederativos – CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo; CNI – Confederação Nacional da Indústria; CNA – Confederação Nacional da Agricultura e, mais recente, CNTC – Confederação Nacional dos Transportes de Cargas; vivem em expectativa.


A CNC – Confederação Nacional do Comércio se constitui na maior organização patronal do Brasil, graças ao cérebro inventivo do capixaba Antonio Oliveira santos, que a preside desde 1981, após a morte do presidente Jessé Pinto Freire. Antonio Oliveira Santos pretende deixar o cargo em novembro próximo. Pessoalmente, sou contra. Difícil preencher seu lugar.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

           


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Quando o homem deixa de ser homem

19/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A política tem algumas nuances indecentes, para não dizer imorais. O então governador Christiano Dias Lopes Filho tinha uns desafetos e, entre eles, um de quem me tornei “inimigo espanhol”, matei-o dentro de mim e dos meus familiares. O sr. Christiano Dias Lopes Filho sabia da minha aversão ao sujeito e até me apoiava.

 

 

 

Um belo dia o governador me chamou para um jantar, que trouxesse minha mulher. Botasse um terno e viesse...

Na noite do jantar, quando saí do elevador, na residência do Palácio Anchieta, a primeira figura que ví foi a do político que o tinha matado dentro de mim. Dois passos diante da porta do elevador, dei um sinal com a mão, pedindo a aproximação do governador, onde travamos o seguinte diálogo: “Venha cá, você quando convidar pessoas para jantares, almoços, reuniões, precisa alertar o convidado sobre quem foi convidado também. Não tenho condições morais de me sentar à mesa com este tipo que aí está, com quem briguei por sua causa.” Rindo, o governador disse que eu levava minhas inimizades muito a sério e chamou o camarada para que dessemos um aperto de mãos, pondo fim aos nossos aborrecimentos. O cara veio e, ao pedido do governador eu fui direto: “Vou morrer sem te dar a mão, sem imaginar que você existe. Passe muito bem, governador, com suas amizades...”

Rodei nos calcanhares, peguei minha mulher pelo braço e fomos embora. O governador Christiano Dias Lopes Filho morreu, dizendo que eu era um dos melhores amigos que ele tinha.

Quando assisto esse saco de gatos (ou ratos?) que se transformou a política brasileira, essa lata de caranguejos, como diz meu velho amigo Augusto de Aguiar Salles, perco a fé no Brasil.

Outro dia li entrevista do sr. Fernando Henrique Cardoso, na Folha de São Paulo, do dia 7 de março, um primor de estupidez, que retrata o seu esquerdismo idiota e elogia o Lula, um merda, que tomou o país de assalto com o seu PT, transformando o país nessa imensa privada de ladrões da pior espécie, onde ressalta: “Participei das greves, todo esse negócio... o Lula vem dali, e ele é um negociador, um líder sindical. Nunca foi esquerda, não foi mesmo. Nem de direita. Era um homem pragmático que tinha um lado, que era o lado do sindicato”. Quer dizer o Fernando Henrique, acha que Lula era um anarcosindicalista, um sindicalista que nunca trabalhou, perdeu um dedo da mão esquerda e passava descomposturas até em Fernando Henrique, Sarney, Collor de Mello e outros que o ajudaram a desgraçar, como ele, a economia nacional.

 

Sempre achei o sr. Fernando Henrique Cardoso um merda esquerdista. Na decrepitude da vida, um puxa saco do Lula. Por quê os homens as vezes deixam de ser homens?



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