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Quem viver, ver!

29/10/2021

 

O ano de 2022 será o ano da inconsequência. Todas as forças políticas tidas como oposição ao Governo Central firmarão um pacto: para destruir Bolsonaro, mesmo que para tanto resulte em destruir o Brasil. Esse pessoal, essa mistura de oposicionistas com refinados ladrões engendrarão as fórmulas mais mirabolantes, mais impossíveis, para reconquistar o poder. Eles adoram roubar.

 

A eleição de Jair Messias Bolsonaro foi um acidente grave na política nacional. Em tempo algum imaginaram que um deputado federal, saído lá das “trevas”, totalmente desconhecido da grande massa viesse se eleger para o cargo mais importante da República, batendo todas lideranças que surgiram à sua frente. Não encontraram um nome capaz de confrontar o mito que surgia, nem mesmo o quase assassinato que perpetrou-se contra ele o arrefeceu de sua determinação, ganhar a eleição para impedir que roubem a nação. Essa tem sido a trilha perseguida por Jair Messias Bolsonaro.

 

A impressão que se tem é a de que, as chamadas “forças políticas nacionais|”, contrárias ao desenvolvimento nacional, se uniram numa terrível cruzada, com apoio da justiça e da imprensa velha e insolente, para destruir o mito. Vai ser uma guerra inesquecível e vai vencer quem o povo quer, e ele está preparado para uma batalha que pode resultar em tragédia.

 

O uso de impressionante volume de recursos públicos por grandes estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, espalhando por outros, até o pequenino e pobre Espírito Santo, para combater Bolsonaro de forma impiedosa, como nunca se viu, simplesmente porque ele é uma ameaça aos ladrões da pátria. Desde que o Brasil foi descoberto, que seus cofres públicos são pilhados por audazes ladrões. As obras públicas necessárias não saem porque os recursos são desviados. Há uma ânsia por roubar desmedidamente que não temos classe dirigente igual no mundo, com a volúpia da ladroagem.

 

Temos que formar um pacto de honra, mudar essa gente, escolhendo quem nunca foi eleito, para mudar a política nacional. Não serão escolhidos homens probos, na sua totalidade, de uma só vez, mas a mudança será importante, dessa classe dirigente corrupta que aí está.

 

 

 

 

 

 


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Vivendo e desaprendendo.

28/10/2021

 

A respeito do desenvolvimento das sociedades (dos povos), meu pai dizia que o indivíduo, medianamente inteligente, observador, perspicaz, tem por obrigação ser amanhã mais inteligente do que hoje. “Só os microcéfalos não aprendem mais do que os esforços mecânicos que aprenderam...”

 

Embora me considere um sujeito perspicaz, relativamente inteligente, meus conhecimentos de tudo involuíram. Não compreendo mais os sábios cientistas que estudaram os processos imunológicos, nossas autoridades constituídas, o sistema judiciário nacional que, em termos, deveria ser o centro da estabilidade social.

 

Se percorrermos os chamados valores da nossa história – a história de uma nação é a conjugação dos fatos mais importantes da nacionalidade -, não vamos encontrar, no mundo, uma nação onde o povo se sujeite à ação de autoridades tão inescrupulosas.

 

Nesse tempo todo que tenho vivido, não encontrei algo semelhante aos sistemas político, econômico, jurídico e social em que vivemos no nosso país.

 

Eu sei que a corrupção está dominando o mundo, mas nunca vi algo tão corrupto como os homens públicos brasileiros, atingindo a própria justiça. Temos o pior sistema tributário e fiscal do mundo. Já tivemos perto de 40 moedas (padrão monetário) diferentes, desde a República. A economia se deteriora a cada dia, ao sabor da inflação e da corrupção.

 

Não dá para entender como autoridades tidas como importantes se amesquinham diante dos ladrões, dos traficantes. É um negócio feio que nos leva ao desaprendizado do que seja honra, palavra, decência.

 

Como, um jovem de 20/30 anos pode acreditar que tenha futuro? Com o sistema corrupto sob o império da desigualdade social?

 

Fui criado sob uma máxima de que a cor da pele não serve como um atestado de dignidade humana. O caráter do indivíduo é que forma sua personalidade. No Brasil de hoje (ou de há muito tempo?), quanto mais corrupto, mais idolatrado, mais poderoso. Lástima... os exemplos estão aí.

 

 

 


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