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A difícil luta de um homem

23/01/2020

 

Já completou um ano que a chamada imprensa nacional (nos seus estertores de final de vida) vem malhando de forma impiedosa e até cruel o presidente Jair Messias Bolsonaro, sua família e seus ministros, com objetivo de destruí-los, para que o pais continue no atraso que o atormenta de forma secular, não só pela incapacidade gerencial de seus dirigentes, mas pela forma com que veem pilhando os chamados cofres público, onde estão guardados os recursos originários do massacrante sistema fiscal e tributário que espantam nosso desenvolvimento.

Nos únicos quase trinta minutos que estive com o presidente Jair Messias Bolsonaro, antes de ser esfaqueado em praça pública na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, disse-lhe que deveria ser mais comedido ao adiantar o que pretendia fazer, porque armaria a oposição que ia surgir contra ele, de dentro do Congresso Nacional, onde se reunia o que há de pior em matéria de política corrupta no mundo. O candidato Jair Messias Bolsonaro parou um instante para refletir e continuou, “é meu estilo e dificilmente mudarei” e, efetivamente não mudou, piorou, até.

O Brasil tem 70 obrigações fiscais e parafiscais, uma monstruosidade, afora organismos para espoliar o contribuinte, além de criar uma espécie de “estado socialista”, onde o objetivo é extinguir a iniciativa privada. Temos no país indecentes “cartórios” onde se assentam castas de viciados senhores, em processos imorais, impressionantes feudos, como o Supremo Tribunal Federal, que pode ser tudo, menos uma corte de fazer justiça. Como acabar tudo isso?

Se o governo do senhor Jair Messias Bolsonaro e sucessores do seu tipo de pensamento sobreviverem da sanha maldita da torpe política nacional, conseguirão desmontar essa plutocracia, sob o comando dos que vivem no mais imoral sistema de vitaliciedade e irremovibilidade do mundo.

Um dia o Brasil vai explodir. Não será com um governo de Jair Messias Bolsonaro que vamos ver o fim de impressionante imoralidade criada ao sabor da burrice de um povo que não sabe votar para se livrar e da ação dos burocratas no poder.

Das 70 obrigações fiscais e parafiscais existentes no Brasil, das 380 empresas estatais que acumulou em seus quadros assaltantes dos mais variados matizes, das autarquias que atrasam o desenvolvimento da nação, a inconsequente Justiça do Trabalho, até agora o Sr. Bolsonaro nada conseguiu desmontar, pela falta de participação, da vontade da maioria do chamado Congresso Nacional, sempre voltado para seus interesses pessoais.

O silêncio é de ouro...

 

 

 


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Radares e cartórios.

22/01/2020

 

Não sou contra os chamados radares (ou barreiras eletrônicas) colocadas em rodovias federais, estaduais ou municipais, por ser bonito ser do contra. Existem pontos que é preciso frear o ímpeto de motoristas, mas nas rodovias, a simples advertência de perigo, para diminuir a velocidade, seria muito mais importante do que o instrumento eletrônico escondido, para pilhar o motorista incauto que, dirigindo, olhando para frente, não se apercebe que do lado direito de sua mão não tem um aviso da existência da barreira de controle de velocidade.

 

O motorista que vem a uma velocidade superior a 80, 100, 150 quilômetros, quando se aproxima do radar, ele diminui a velocidade do veículo à exigência do aparelho, para não ser multado, mas, incontinente, imprime velocidade para recuperar o tempo que teve que diminuir a marcha em que dirigia, aumentando o consumo de combustível.

 

Acreditar em estatísticas no Brasil é a mesma coisa que acreditar em promessa de políticos. Dizem que, sem os radares nas estradas, as multas caíram em 60%. Que bom! Deveria ter caído 99%, por elas serem injustas, a não ser aquelas em locais de grande movimentação, onde a prudência manda que se tenha cautela. Em torno do Arco do Triunfo, em Paris, por exemplo, a velocidade mínima para os veículos é de 60 quilômetros. Em qualquer cidade de avenidas confortáveis, a velocidade mínima para um veículo é de 80 quilômetros horários.

 

O presidente da República, ao assumir, determinou a extinção dos radares das rodovias federais, provocando ações na justiça daqueles que são contrários às suas ideias, sem examinar que, embora a afoiteza do presidente, sua medida foi justa com relação à pulverização de radares nas nossas rodovias, como ele contou, da Barra da Tijuca a Paraty, tinha 13 radares. Era realmente um “festival”.

 

A falta de racionalidade no país, dificilmente permitirá a extinção dos abusos. Existe coisa mais indecente do que os chamados cartórios? Por que tais desgraças resistem aos tempos, só no Brasil, quando até Portugal acabou com eles?

 

 

 

 

 


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