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Questões de direito I.

14/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

Discute-se, vez por outra, que o Espírito Santo é o único Estado da Federação onde os supermercados não funcionam aos domingos. No mundo, em raros países, os supermercados funcionam aos domingos. Na Europa, apenas na França os supermercados funcionam quatro domingos por ano. Tivemos notícias de quem alguém morreu, passou fome, porque os supermercados no Espírito Santo não funcionam aos domingos?

A Acaps – Associação Capixaba de Supermercado congrega todo sistema de supermercado do Estado e, os Sindicatos do Comércio Varejistas de Gêneros Alimentícios filiados à Fecomércio-ES são de uma unidade exemplar.

Uma pesquisa (é feita anualmente) promovida pela Acaps nos dá conta de que 96% dos supermercadistas querem que suas lojas fechem aos domingos. Os empregados no comércio, por seu turno, adoram a medida.

Tem quem entenda que seria justo facultar quem quisesse trabalhar domingo, fosse permitido funcionar. Seria muito bom, meia dúzia abrir aos domingos e o restante permanecer fechado. Entendam o procedimento dos supermercadistas, adepto do não funcionamento de suas lojas como corporativistas, ditatoriais ou coisa semelhante. E daí? Quem sabe dos interesses de funcionar ou não é dos supermercadistas e, para tanto, a maioria quase absoluta não deseja funcionar e, assim, resguarda a obrigação de funciona para todo mundo nos dias de semana, ou quando interessa à maioria.

Inadvertidamente, colocam a “opinião pública” como fatos de pressão para compelir os supermercados a abrirem suas portas. Quem foi que disse que “opinião pública” vai às compras? Quem arruma todos os dias 20 mil, 40 mil itens ou mais, nas prateleiras (gôndolas), revisando diariamente mercadorias vencidas, mantendo tudo em ordem para o consumidor exigente? É a opinião pública?

O meu direito vai até esbarrar com o seu. Estabelecemos aqui, por imitação, a semana inglesa (não trabalhar aos sábados). Que obrigação temos para imitar os ingleses? Por que não trabalhar nos sábados até às 18 horas? Todo mundo!

 Alegam que o governo baixou um decreto estabelecendo o comércio de gêneros alimentícios como essenciais. Quem foi que disse que não é? Não pode, contudo, o governo baixar um decreto estabelecendo obrigatoriedade para os supermercados abrirem aos domingos. Quem sabe de suas dificuldades, do seu bolso, são os supermercadistas.

A função precípua das organizações de classe é proteger o que decide sua maioria. Ninguém, nenhum setor, a opinião pública, têm o direito de obrigar o supermercadistas a ter prejuízo. Deixem que trabalhem como podem e como querem. Ditadura é bom?

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Da roda ao desalento

13/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Não adianta reinventar a roda. A história nos conta que, há mais de 3.500 anos. a.C na Suméria (Mesopotâmia) ela teria sido usada num carro fúnebre, de madeira, numa espécie de prancha – tábua central, com um eixo.

No discurso dessa velha história da roda, que tem sido reproduzida nas mais variadas formas, em preciosa rigidez para uso dos veículos mais modernos, principalmente de corridas, numa comparação esdrúxula o ser humano, se mudou, foi muito pouco.

Na década de 40/50 o Brasil foi berço das mais expressivas personalidades políticas mas, no meio delas, existiam famosas ratazanas, como as que povoaram os 15 anos de Getúlio Vargas, no seu famoso Estado Novo. Apeado do poder, voltou, eleito e, no meio do caminho de seu período negro, sob o regime de uma tênue democracia, preferiu o suicídio do que suportar as denúncias formuladas por audazes políticos da oposição, como Carlos Lacerda, quase morto numa emboscada ao chegar na residência de um amigo, no Rio de Janeiro.

O Brasil do PT, PMDB, PSDB, PC do B, PDT mais 30 e muitas siglas, de José Sarney até a presente data, pós último governo do Movimento Revolucionário de 64, se transformou num dos mais indecentes antros de corrupção da história de todas nações livres. O assalto praticado por essa gente aos cofres das instituições públicas, bancos oficiais, a delapidação da Petrobras, sob a ideia chula que “o petróleo é nosso” e o dinheiro dela muito mais. Calcula-se que, de seus cofres, com as mais indecentes negociatas, foram surrupiados R$ 24 bilhões, sempre sob o refrão do “petróleo é nosso” e seu resultado também...

Dos escândalos do mensalão ao Lava-Jato, onde estão envolvidas 600 personalidades do mundo do crime oficial, o chamado homem político entrou num processo de deterioração moral que não há processo de reabilitação que seja capaz de trazê-lo a um estágio de decência. Costuma-se dizer que, o melhor presidente do Brasil, depois dos militares que estiveram no poder, após o movimento de 64, foi Tancredo Neves, que morreu antes de assumir, mas que nos legou um desastrado senhor José Sarney, que ainda resiste ao tempo...

Difícil dizer hoje se esse caos político em que nos encontramos perdure até as próximas eleições. Só uma mão muito forte, poderosa, com apoio popular, poderá reerguer esta nação, mas todos velhacos, corruptos, ordinários em circulação terão que ser afastados. Presume-se que, devido à inapetência para escolher o melhor, o povo brasileiro, ao menos 50% da classe política atual será renovada. Vamos trocar seis meia dúzia. Fica tudo igual. Quem vai ter piedade do Brasil?


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