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Os militares no poder.

19/01/2019

 

Qualquer observador, se prestar alguma atenção sobre o processo político nacional, sabe que, com raras exceções, que existem, o chamado homem público brasileiro, não merece nenhum respeito, diante da apuração de processos como o mensalão, Lava-Jato e outros que, deixaram um saldo de figurões presos, como ladrões.

 

À moda deles, esses assaltantes de cofres públicos, cometeram tanta imoralidade, tanta roubalheira que perderam o governo, foram derrotados por um capitão da reserva remunerado do Exército, que teve o atrevimento de se lançar candidato, lutar bravamente, através das chamadas mídias sociais, contra o sistema da grande mídia, a exemplo do que fez, nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump, que ganhou as eleições fazendo sua campanha, enquanto jornais e TVs trepavam nas suas costas, torcendo pela sua derrota.

 

No dia seguinte de sua posse como presidente, Bolsonaro começou a sentir até onde vai o ódio que lhe devota a imprensa, as aleivosias que levantam contra a composição de militares no seu ministério, como se militar fosse um ser esquisito, não fosse brasileiro, não tivesse consciência do que é administração pública.    

 

O sr. Jair Messias Bolsonaro não pode falhar, sair da linha, mostrar titubeios diante dos graves problemas nacionais. Tudo que a mídia quer, que está perdendo rios de dinheiro, com sua presença no poder, é vê-lo derrotado. Escrevam aí: aconteceu, para a oposição atual ao governo Bolsonaro uma imensa tragédia, o desmonte do sistema para implantar um modelo ditatorial como o da Venezuela, desgraçando com o país.

 

Não tem um militar que esteja no Governo Bolsonaro que seja um estorvo ao próprio sistema de governo ou ao desenvolvimento nacional. Todos são altamente politizados e conhecedores da problemática nacional, como a esquerda queria chegar ao poder, e ainda quer. O transtorno para os chamados “socialistas” foi tão grande, como um choque que uma pessoa toma quando despenca de cabeça do décimo andar de um edifício e está prestes a se esborrachar no chão.

 

Os militares são a garantia do governo Bolsonaro, a garantia do Brasil, de sua sociedade, que ficou livre de uma das mais indecentes corrupções que o mundo já assistiu.

 

É bom que essa gente fique sabendo, a mídia, por exemplo, que gosta de inventar moda, trepada na mentira. O Brasil vai ter que entrar nos eixos, vai bolir com muita gente, mas será necessário, para exterminar com o mais vergonhoso processo burocrático do mundo. 

 

 

                                                                                                                                    


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Rumo ao futuro.

18/01/2019

 

Como baratas voando, prenunciando chuvas, buscam assento nas áreas públicas, que lhe são mais próximas em “pensamento”, políticos e auxiliares os mais diversos, como se as instituições públicas servissem de refúgio da cornucópia do favoritismo oficial.

 

Todos nós, para o bem ou para o mal, somos constituídos de poços de ilusões. Sou nascido na década da ditadura de 1930, onde imperava o Estado Novo, sob o domínio de Getúlio Vargas, um dos mais sórdidos e nefastos ditadores que, na época, tinha a América Latina. Esse manipanso passou 15 anos no poder e, pasmem, se reelegeu, depois de ter eleito, em sua substituição, o marechal Eurico Gaspar Dutra, um militar simplório, correto, mas manobrado visivelmente pela mulher, d. Santinha...

 

No decurso dos últimos 60 anos o mundo todo, com o advento do grande crescimento dos Estados Unidos da América, foi se modernizando e, inclusive Portugal, saído da maldita ditadura salazarista, modernizou-se também, abolindo todos penduricalhos que pesavam sobre o desenvolvimento econômico e social. O salto para o futuro concebido pela Alemanha e Japão embora a pressão de seus inimigos da Segunda Grande Guerra é um feito espetacular e, mais fantástico, foi a compra ao governo soviético, da época, da derrubada do Murro de Berlim, a reunificação da Alemanha, sob a determinação do fabuloso chanceler Helmut Kohl, o segundo pai da Alemanha, depois do chanceler Otto von Bismarck. Kohl comprou dos soviéticos, com pagamento à vista, pela importância de US$ 320 bilhões de dólares, a reunificação da Alemanha, desde que, os soldados soviéticos deixassem livre o território da Alemanha Oriental.

 

Rebusquem a história do Brasil, de cabo a rabo. Desde a República, onde os mais estranhos senhores tiveram assento ao poder, cada qual pior do que o outro. O único verdadeiro estadista que teve assento na curul presidencial brasileira foi o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, o cidadão mais reto, mais decente e mais honrado que assumiu o poder da República Federativa do Brasil, eleito indiretamente pelo Congresso Nacional que, ao término do seu mandato, adulou-o, para quer se reelegesse, não aceitando, por ter concluído sua missão.

 

Seguiram-no Costa e Silva, Garrastazu, Médici e Figueiredo, indiscutivelmente sérios, mas nenhum determinado como Castelo Branco.

 

Se Jair Messias Bolsonaro, com seu ministério, cumprir realmente o que prometeu realizar, destruindo a burocracia e a roubalheira nacionais, teremos pela frente uma grande nação. Confesso, a classe política brasileira é tão imoral, tão indecente que pode provocar uma ruptura séria, se não permitir que o país avance para o futuro que todos almejamos.

 

 

 


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