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Desordem social

18/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Praticamente faltam onze meses para o sr. Michel Temer deixar a presidência da República do Brasil. Infelizmente, graças às práticas judiciais e da própria política nacional a sociedade tem que suportar esses tipos sórdidos que povoem o universo da vida pública brasileira.

De Sarney até a presente data tivemos as mais estranhas e estúpidas figuras à frente da nação. Que pecado pagamos por ter gente tão ordinária para nos dirigir. De Sarney até a presente data, o que se salvou, mais ou menos, foi o vice Itamar Franco, que substituiu Collor de Mello ao ser cassado seu mandato, pelos mal feitos praticados.

O “bonzinho” Fernando Henrique, até hoje posando de vestal, abriu a imoralidade comprando sua reeleição. Praticou-se contra o Estado uma estupidez de tamanho descomunal. O segundo mandato foi tão ruim que destruiu a pálida imagem que se tinha do primeiro, quando foi implantado o Plano Real. Meteu os pés pelas mão de forma tão audaciosa que permitiu a eleição e reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, o “professor” dos professores, o comandado pela esquerda internacional que luta desesperadamente para reabilitar o comunismo na face da terra. E olha que tem seguidores os mais imbecís.

É impressionante como Lula, o homem que peca pela omissão, ajudou a desgraçar o Brasil e até conseguiu eleger a pior figura do PT, Dilma Rousseff, uma analfabeta de pai e mãe, como ele, Lula, que fez do Brasil esta grande merda que aí está, chegando a nos oferecer como prêmio, pela nossa burrice, incapacidade de discernir, a figura um tanto ou quanto esotérica, fúnebre, de Michel Temer.

Por que padecemos dessa estranha burrice nacional? Será que não temos remédio, para termos partidos e homens decentes para governar o Brasil? Por que e por culpa de quem chegamos a essa ponto da nossa história?

As coisas são tão difíceis de serem entendidas que, estranho, o único homem que resta sobre os oito milhões de quilômetros quadrados do território brasileiro é Lula!

Não parece termos solução à vista, a não ser se a sociedade acorde do estado de letargia em que se encontra para tomar as rédeas da nação e impor uma mudança radical de administração.

Não podemos ter um país tocado ao sabor desse estado de corrupção endêmica que aí está, cada qual buscando se safar da melhor maneira possível da prisão, através dos mais estranhos artifícios, servindo o pais de vergonhoso exemplo para o mundo, como uma terra sem leis, sem justiça.

Vivemos ao sabor da mais estúpida desordem social.

 

 


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Foi há muito tempo ...

17/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

 

Teve um tempo que o Brasil teve excelente homens públicos, principalmente o Espírito Santo, que se notabilizaram, por exemplo, nos campos da Educação, Saúde, Agricultura e Política Fazendária.

No campo da educação, tivemos o professor Darcy Werther Vervloet, um dos mais seguros e estudiosos no assunto que, sob a tutela do governador Christiano Dias Lopes Filho, outro educador, realizaram um trabalho sem igual. Educação de verdade.

Na Saúde, tivemos o gênio de Hamilton Machado de Carvalho, um sanitarista de primeira linha, que montou o sistema mais avançado de imunologia da sociedade. Jamais tivemos um homem tão organizado e dedicado a saúde da população.

No campo do desenvolvimento agrário tivemos oportunidade de ter o sujeito mais avançado em agricultura do Brasil: Guilherme Pimentel. Se o Brasil fosse um país sério, o governo tivesse realmente boas intenções no campo do desenvolvimento, o Estado do Espírito Santo seria muito semelhante a alguns países europeus, à Suíça, por exemplo. Uma das maiores perdas da agricultura brasileira foi não usufruir ao máximo a capacidade de planejamento de Guilherme Pimentel. Coisas da vida.

Na história do Espírito Santo, até ontem, dois nomes se destacaram no campo da Política Tributária e Fiscal: Armando Duarte Rabello e José Teófilo Oliveira. Estudiosos no campo da arrecadação de impostos, de uma política tributária e fiscal consciente em busca do desenvolvimento do Estado e do país, esses homens quase raros marcaram suas presenças com honradez e brilho na condução dos negócios fazendários.

Acho que só as pessoas com notável saber deveriam ocupar cargos públicos, terem direito a concorrer. Num país com 72% de sua população composta de microcéfalos, analfabetos funcionais, não podemos caminhar com segurança para o futuro.

A política do compadrio, dos negócios escusos para se manter no poder, tem desgraçado com a nação. Hoje, o sujeito vai para um cargo público imaginando ser candidato a alguma coisa, fazer negócios escusos, indecentes barganhas, para continuar no poder. Devia ser proibido, nos chamados cargos executivos, o sujeito ficar com tramóias para ser candidato a alguma coisa.

O que é fato, profundamente lastimável, é que não se fabrica mais homens como Darcy Werther Vervloet, Hamilton Machado de Carvalho, Guilherme Pimentel, Armando Rabello e José Teófilo Oliveira. Foi há muito tempo...

 

 


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