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A divertida imprensa II

26/01/2021

 

Pode essa imprensa maluca que temos, caindo de podre, pelas suas insensatezes, publicar todas as asneiras a respeito das ações ou pronunciamentos do presidente Jair Messias Bolsonaro, mas, enquanto batem nele, sua popularidade cresce. Finge ignorar.

 

Agora mesmo, a Folha e São Paulo, que foi outrora um grande jornal, sob o título: “Militar decide se povo viverá na democracia ou na ditadura”, caiu de paus e pedras em cima do presidente Jair Messias Bolsonaro, que teria dito a frase.

 

Tenho a impressão de que existe na coletividade da imprensa nacional, ainda respirando, mesmo atingida por coronavirus, veio de Marte, pelas seguidas asneiras que produz. Esse pessoal, que perdeu a noção de fazer jornal, ignora o que pensa o povo.

 

Tem quem acredite em tudo, até em espiritismo, dizia um velho e terno amigo. A impressão que temos, a velha e banguela, a impressão que nos dá é que a façanha do comunismo um dia dominará as instituições nacionais e o povo, com toda sua liberdade capenga, por culpa da má gestão do Supremo Tribunal Federal, receba de braços abertos a introdução do comunismo como processo de direção do país.

 

A Folha de São Paulo, do saudoso Carlos Frias, um dos grandes padrões do jornalismo nacional, parece que perdeu o rumo de vez, como O Globo e o antes vetusto Estado de São Paulo, do velho Mesquita Filho, passando a integrar o time dos embusteiros que querem transformar, não se sabe ainda do porquê, o Brasil numa sucursal de Cuba ou da Venezuela.

 

Acho que, mesmo sabendo que a imprensa nacional se transformou num amontoado de promotores de sandices, jamais a sociedade brasileira deixará de se permitir a uma escravização, mediante o regime comunista.

 

Não será com um simples estalar de dedos que as chamadas forças políticas nacionais deixarão o “circo pegar fogo”. É bom não colocarem muito em evidência, na boca das Forças Armadas coisas que elas jamais ousariam dizer, como tendo recriminado o presidente Jair Messias Bolsonaro. Meia verdade não é nada decente.

 

Vamos assistir, ainda coisas divertidas no Brasil.


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Celeiro de delinquentes.

25/01/2021

 

 

É da índole do ser humano gostar de ser iludido. Estatisticamente falando não dá para estimar o número de pessoas que acreditam em Deus, diabo, céu, inferno, purgatório, espiritismo, e outras coisas mais absurdas (se é que possam existir mais do que a citadas acima).

 

Na Europa, Estados Unidos, inclusive no Japão, há uma política governamental para fixação do homem ao campo, através de subsídios, auxilio à produção, através do chamado zoneamento agrícola, onde o indivíduo é obrigado a plantar o que o governo financia e, quando o governo tem estoques reguladores satisfatórios, paga uma parcela para o ruralista não produzir, através do incentivo do zoneamento, mas, pode plantar o que bem entender, desde que seja sua reponsabilidade.

 

Esse tipo de subsídio, para fixação do europeu no interior, tem sido protestado de forma veemente por nossa classe política, diante da impossibilidade dos nossos governantes usarem tal método, sem que haja desvio de recursos públicos. Nos Estados Unidos ou Europa, como no Japão, o desvio de recursos públicos é tido como algo inconcebível e seus responsáveis são punidos com severas penas.

 

Assistimos, à falta de uma inteligência mais eficaz, o empobrecimento nacional diante da falta de perspectivas para a juventude que, desolada, abandona o interior e vai para a cidade grande se prostituir, se drogar ou delinquir, transformando-se em perigosos bandidos.

 

A burrice dos administradores públicos impedem que eles enxerguem como podem influenciar na fixação de uma juventude ao meio rural, sem a maldade do favorecimento de um emprego público, que amanhã os sucessores vão ter dificuldades de pagar o salário, as vezes diante de um quadro de corrupção desenfreada. Nossos administradores públicos municipais são incapazes de enxergar a desgraça que está acontecendo em seu derredor, quando milhares de jovens vão para os grandes centros, delinquir, sem nenhuma perspectiva de futuro. Estamos muito perto de uma grande tragédia.    

 

O incentivo ao desenvolvimento agropecuário é um dos negócios mais importante para a vida interiorana.

 

O brasileiro, geralmente, imagina que um emprego público e um diploma qualquer podem fazer a felicidade dele, mas desgraçam com a nação.

 

Um país sem rumo.

 

 

 

 

 

 

 

 


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