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Trapalhadas de Veja

12/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Tenho um grande amigo que, vez por outra me diz que não sabe como tenho coragem de continuar escrevendo. “Você é a única pessoa que ainda tenho coragem de ler, escreve o que gostaria de dizer, mas creio que essa sua mania é uma perda de tempo porque nenhuma força consertará o tragédia que se apoderou do país, onde TODAS instituições se transformaram em antro de corrupção”.

Até que concordo com o amigo mas, como dizia meu pai, o velho Mesquita Neto: “Se você se encolher, ficar amedrontado pelas ameaças, não valerá nada em ter vivido”. Então, dentro do propósito do meu pai, vou continuar escrevendo o que quero e o que penso, até morrer.

Moro com meu filho, Dan, médico dos mais brilhantes e humano, se preocupando com cada paciente que opera, que examina, mas que lê pouco os jornais e revistas que trago para casa,a não ser, as vezes, as notícias do seu flamengo e, nos fins de semana, a revista Veja, mas noto que sem muito entusiasmo. Passa os olhos. Hoje, confesso, estou me restringido aos jornais da terra. Prefiro ficar com as mentiras locais, as embromações do nossos políticos e a terrível máquina burocrática que, não sei como permitem, que empurra o Brasil para o buraco.

Uma dessas desilusões de imprensa veio no fim-de-semana com a leitura do nº 2555 de Veja, edição de 8 de novembro, quando trouxe na sua capa, como matéria principal, a afirmativa: “Política que assusta” – Com Lula e Bolsonaro liderando as pesquisas, ganha fôlego a busca por nomes de centro, como Luciano Huck e Henrique Meirelles e, ao fundo, metade dos rostos de Lula e Bolsonaro.

Dos Estados Unidos, ano passado, veio a notícia da eleição do novo presidente americano, do magnata Donald Trump, um sujeito arrogante, falando coisas que o americano de centro direita gosta: o nacionalismo americano, destruído em grande parte por Barack Obama, filho de muçulmanos que emigraram para os Estados Unidos deram seu primeiro governante negro, contrariando tudo que se pensava, em matéria de racismo, do povo americano. Donald Trump derrotou a mídia impressa e televisada e se elegeu com a internet.

Na comparação entre Lula e Bolsonaro, profundamente tendenciosa pela maior revista brasileira, Veja, mostrando sua influência, fala sobre possíveis candidaturas de Luciano Huck, um chato de galocha que apresenta um programa de ajuda que, parece, não engrandece muito ao ajudado... E, no meio de suas elucubrações sobre candidaturas, Veja lança Henrique Meirelles, o ministro da Fazenda, um fabricante de imposto e padrinho recente da ressurreição da CPMF, ex-presidente do Banco Central do Governo Lula e defenestrado por Dilma do poder, ressuscitado sob a égide de Temer, um traste político que temos que suportar até o fim.

Só uma revolução de verdade pode dar um jeito no país. Não confundam Bolsonaro com essa corja que aí está. Deixem o Luciano com seu programa medíocre para encher o espaço das tardes de sábado da Globo.

 


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Lixo a peso de ouro

11/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Chamam de pleonasmo, redundância, falar-se que o Brasil cobra os mais elevados impostos do mundo. No caso presente, do Espírito Santo, temos a energia elétrica mais cara da face da terra e, interessante, a de Colatina é a mais cara do Brasil.

O presidente dos Estados Unidos, sr. Donald Trum, acaba de propor alterações de alíquotas de impostos nos Estados Unidos que, em certos casos chegam a uma redução de 35%, tirando das costas dos consumidores americanos bilhões de dólares.

Por que jamais chegaremos às condições econômicas americanas? Pela nossa malfadada criação.

A ilha de Vitória, por relaxamento de seguidos administradores municipais e até mesmo alguns estaduais, tem os impostos mais elevados de todas capitais.

Agora mesmo o secretário do Meio Ambiente de Vitória, sr. Luiz Emanuel Zouain informou que o munícipio deve cobrar uma taxa para recolher o lixo das empresas que produzirem mais de 200 litros de lixo por dia, ou terão que coletar o próprio lixo. Mas, afinal de contas, para que serve a cobrança do IPTU?

Ostentamos, coisas ridículas, como a gasolina mais cara, do mundo, a consumida pelos aviões que pousam no Aeroporto de Vitória. Nosso Estado cobra imposto de quem colocar energia solar em fábricas, residências, como se o Sol fosse propriedade sua. O produtor rural planta, transporta sua mercadoria até o mercado e tem que pagar uma taxa para colher o que produziu. O sujeito compra mudas de palmito, de eucalipto, planta, quando vai colher, tem que pagar imposto ao estado sobre o que plantou.

O país, estados e municípios possuem 62% de funcionários inúteis. O Estado e municípios não possuem recursos para tocar uma obra até o fim, elas se arrastam anos e anos, numa imprevisibilidade gritante. Anunciam coisas impossível de serem construídas. Principiam e não acabam, exatamente porque tudo é feito a sopapo, sem nenhum planejamento.

O investidor não suporta o sistema burocrático brasileiro. Quando alguém diz que é contra a burocracia que impera no país, as portas se fecham para ele, como se fosse um inimigo do regime. O sujeito tem que ser de esquerda, nem que seja a porrada, porque o povo, na sua santa incapacidade de saber escolher, coloca no poder aqueles que se intitulam populistas, vão para as funções públicas promover o empreguismo.

Invariavelmente nossos administradores são sábios. Eles vão para o ar refrigerado e, parece, não querem nunca mais saír dele e, as vezes, apeados, arrotam grandeza, como Lula anda fazendo por aí. E ainda viram conferencistas.

 

Quando vai acabar toda essa tragédia que estamos vivendo?




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