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Sinecuras

11/11/2018

 

Há esperança. Dizem que o Brasil tem jeito. Encontramos um presidente sem rabo preso, sem estar condenado por qualquer tipo de falcatruas e, como não têm nada para dizer de Jair Bolsonaro, próximo presidente da República, a partir de 1º de janeiro de 2019, taxam-no como Hitler, por entender que todo bandido dever ser morto. Quem acha o contrário?

A determinação do futuro presidente é diminuir o que chamamos tamanho do Estado. Imagine, de cada 100 reais que nos tiram de impostos, 80 são destinados a pagar a folha do funcionalismo público (ativo e inativo). O Estado do Espírito Santo, por exemplo, tem 24 secretarias, autarquias diversas, empresas chamadas de direito público. Como todos estados, sinecuras diversas.

Na verdade, o Brasil precisaria ter apenas seis ministérios: Fazenda, Planejamento, Agricultura, Indústria e Comércio, Segurança Institucional e Defesa.

Pretende o novo presidente extinguir uma penca de ministérios diversos, entre eles, o do Trabalho, criando uma tremenda celeuma entre correntes cutistas diversas, onde assentam sinecuras diversas. A propósito da extinção do Ministério do Trabalho, me vem à lembrança a figura do presidente João Figueiredo. Murilo Macedo era ministro do Trabalho e levou ao presidente um fato gravíssimo: os servidores do Ministério do Trabalho entraram em greve, por tempo determinado. Figueiredo, com aquele jeitão seu, exclamou: “Qual o problema! O Brasil vai parar? ” Murilo disse que era a primeira vez na história o Ministério do Trabalho entrar em greve. O pessoal estava acampado na rua, em frente ao Ministério. Figueiredo pediu para Murilo tirar merecida férias. “Quando chover, os grevistas correrão de volta para o ar refrigerado, o conforto, o cafezinho”. Foi dito e feito. Na primeira chuva a greve terminou e o Brasil não se acabou...

Outro dia saiu que o país gasta R$18 bilhões com a Justiça do Trabalho e, nas suas decisões, os trabalhadores são beneficiados com apenas R$ 8 bilhões.

O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo. A maioria produzida é exportada in natura. A Argentina produz menos e ganha mais nas exportações, porque industrializa sua produção.

Vejam, não produzimos a maior parte vem de fora, trigo, arroz, milho, feijão, cebola, alho e outros produtos essenciais à alimentação do povo.

Não temos zoneamento agrícola, financiamento da produção de essenciais, mercado regulador, armazenamento, política de incentivo à fixação do homem ao campo e criticamos (nossos comunistas) que Europa e Estados Unidos incentivam a produção, a fixação do homem ao campo, como se tivéssemos alguma coisa, como o vizinho administra a vida de sua família.

Chega de sinecuras.

 

 

 


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Direitos I

10/11/2018

 

Por princípios, não discuto direitos. O Brasil tem uma das piores justiças do mundo. Temos justiça do Trabalho, Eleitoral, Esportiva, Militar, por que tanta justiça? Para manter monstruosas sinecuras? Cartórios aos montes, quase 500 empresas estatais, para serem pilhadas por políticos ladrões, audazes, como Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Correios e muitas e muitas outras? O Brasil é campeão de justiças inúteis, de monstruosos palácios para serem atulhados de gente. Temos o maior contingente de funcionários públicos do mundo. Dizem que 62% a mais do que o necessário.

Bom, no dia 28 de outubro, a duras penas, foi eleito presidente da República o deputado federal Jair Bolsonaro. Um patife, metido a doido, foi lá no meio da multidão e enfiou-lhe uma faca na barriga, quase matando-o. Socorrido por médicos da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Minas Gerais, foi salvo. Elegeu-se contra tudo e contra todos, usando redes sociais nas comunicações. Não foi a um debate com um “poste” empurrado por Lula de dentro da prisão, onde está preso por corrupção, gastando uma montanha de dinheiro e, para felicidade da nação, não a elegeu. O que seríamos se o sr. Haddad fosse eleito? A continuidade de uma tragédia política, covís de ladrões a continuar pilhando os cofres públicos?

Eleito, Bolsonaro forma do seu ministério com gente da melhor qualidade. Os perdedores contestam o surgimento dos nomes escolhidos. Raios, temos um ex-presidente preso por corrupção, um monte de ex-auxiliares, empresários diversos ganhando fortunas com obras através de concorrências fraudulentas e, porca miséria, com direito a contestar, até na justiça, a escolha de um Sérgio Moro? Que raios de democracia é esta que temos, onde os que perdem não aceitam a derrota? Agora, um bando de velhacos, a começar pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um ideólogo de esquerda metido a besta, arrotando uma sabedoria que não tem, como Lula, Dilma, José Dirceu.

Agora, após dez anos decorridos, a justiça do meu Estado condena um motorista (Wagner Dondoni), que, embriagado, preso com uma garrafa de vodka pela metade, dentro do carro, há 10 anos, matou, num acidente, uma família. O maldito está foragido, porque, apanhado pela Polícia, pagou uma fiança e fugiu. Tem processos na justiça rolando há 80 anos. Temos cartórios indecentes, para que processos, os mais diversos, mofem!

Quando aparece, não se sabe como, um candidato que promete acabar com uma centena e meia de cartórios, estatais as mais ordinárias, justiças indecentes, surgem os “democratas” que queriam transformar o Brasil numa formidável Venezuela, uma Cuba de tamanho desproporcional, desarmando uma população que votou num plebiscito para ficar armada, sendo enganada vergonhosamente, e ainda tentam matar o eleito que quer concertar toda essa imoralidade. Só no Brasil.

 

 

 


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