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Vamos pagar pelo ar que respiramos

21/01/2020

 

Em recente decisão, objetivando estabelecer a liberdade de comercialização, o presidente da República liberou o produtor rural para comercializar, diretamente com postos de combustível, o etanol que produzir, sem a intervenção do atravessador ou da Petrobras.

Mais recente, o presidente Bolsonaro tomou para si a decisão de impedir a criação de impostos de qualquer natureza sobre a captação de energia solar, através do sistema de células fotovoltaicas. Não sei do porquê, ainda, não se colocou um aparelho para mentir quanto de ar uma pessoa respira, para poder estabelecer um imposto. Sobre o consumo de tudo, cada indivíduo para viver no Brasil, só de impostos obrigatórios (70 obrigações fiscais e parafiscais), afora outras aberrações, paga perto de 40% de impostos diversos.

Um agricultor que queira produzir bananas no seu terreno, além de comprar as mudas, o adubo, pagar pessoal, dar empregos, sair por aí vendendo suas bananas, paga impostos. Em país nenhum do mundo o agricultor paga qualquer tipo de imposto do que produz. Onde o cooperativismo faz sucesso, pela sua organização, só daí para frente que as vendas pagam impostos.

No Estado do Espírito Santo cobra-se taxas para produzir a energia mais cara do mundo. No aeroporto de Vitória, graças ao ICMS, é vendida a gasolina para avião mais cara do mundo. Tem o Brasil o maior conjunto de servidores públicos do mundo. Só o ministério da Educação tem 600 mil servidores. Nossas Universidades Federais são as piores do mundo, é um lugar onde estuda quem quer, quem tem responsabilidade.

Outro dia um prédio desabou no centro de Vitória. Antigo, sem ocupação, porque é impossível ali colocar qualquer tipo de estabelecimento comercial para funcionar, porque as exigências municipais são tão grandes que inviabiliza a ocupação do imóvel e a cidade vira esse penico velho, por falta de estímulo do município, que estabeleceu, como medida prioritária, a construção de ciclovias.


 

 

 


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As cotas da discórdia

20/01/2020

 

Se o jovem, qualquer pessoa quiser desvendar do porque o Brasil é o país mais burocrático do mundo é só pegar a história da nossa colonização, dos nossos descobridores e ficar sabendo quem inventou o maldito carimbo, que atormenta a vida de 220 milhões de brasileiros, na atualidade, sendo que, responsável por toda essa desgraceira, somos todos nós, incapazes de escolher melhores políticos, pelo menos, mais honestos.

Os próximos concursos públicos do Estado do Espírito Santo terão 17% das vagas reservadas para candidatos negros e 3% para indígenas.

Acho, uma das coisas mais indignas, é o preconceito. Estabelecer diferenças, privilégios, divisões, por “raça”, cor da pele, é um erro. Todos nós somos iguais. Não existem raças humanas. A raça humana é única, não importando a cor da pele ou a riqueza ou a pobreza de cada um, mas apenas o saber. Não é desonra ser pobre, é desonra ser burro.

A “sabedoria” política estabeleceu que, através de artifícios vários, o servidor público, com um diploma de curso superior, sabe lá de que forma conseguiu, tem mais privilégios do que aqueles que nunca desejaram buscar um diploma, muito embora, na grande maioria das vezes, não tem condições de exercer a profissão na qual se formou, por que a escola que o formou é pior do que ele...

A disputa pelo saber, pela capacidade criativa, realizadora, é a coisa mais importante. O artífice mais importante da história da humanidade não é ninguém mais do que o pedreiro. Mal e porcamente sabendo as quatro operações aritméticas, constrói palácios, entende de cálculo estrutural como muitos engenheiros de primeira linha, exclusivamente pela prática, por ter aprendido realizando, muitos, lendo, aprendendo fazer ou numa escola como SENAI, uma das melhores do mundo.  

Criou-se uma ideia, uma mania, fruto da nossa incapacidade de raciocinar logicamente, que um simples diploma, de qualquer coisa, pode dar garantia de um bom emprego. Pode dar, mas não às custas do uso do raciocínio lógico, mas de um papel que lhe dá o direito de ser mais um peso morto no exagerado número do funcionalismo público brasileiro.

 

 

 


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