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Querem destruir o governo.

27/02/2020

 

O presidente Jair Messias Bolsonaro está sendo alvo de violenta campanha de desmoralização de sua administração, através de um conluio da velha e carcomida imprensa nacional e a classe política aproveitadora e corrupta.

 

O que leva essas parcelas da imprensa e a classe política ao pleno desespero, para atirar de todos os lados contra o governo? É possível que uma ponderável parcela ignore, mas uma grande maioria sabe. Terminaram as mamatas, a corrupção não foi totalmente extinta, mas no governo Federal, foi. Vai para ano e dois meses que não se lê ou ouve notícias de roubos nos cofres públicos. Em época alguma, no Brasil, fora do período do Movimento Revolucionário de 1964, se construiu tanto, se terminaram com tantas obras públicas, começadas e não acabadas. O exército Brasileiro, com seus engenheiros, com sua capacidade realizadora, amortecida por tantos anos pela má política socialmente, está mostrando ao Brasil como se constrói, sem corrupção.

 

O desespero das três forças no campo de comunicações, Globo, Folha de São Paulo e Estado de São Paulo ficaram isoladas das grandes fontes de publicidade do governo Federal, através do Banco do Brasil, Caixa Econômica, Petrobras e outras. O sistema montado por uma oligarquia comunista sob o pensamento político de Fernando Henrique Cardoso, seguido por Lula e Dilma, sofreu uma brusca interrupção no governo Temer, com a extinção da compulsoriedade das contribuições sindicais, que alimentavam as poderosas forças da CUT, MST e outros, está dando no que estamos assistindo. A grande vantagem do governo Bolsonaro é ter por trás o grande apoio da população, que passou a conhecer a roubalheira que praticam no país, através da ação corajosa do hoje ministro Sérgio Moro, e a aparente vigilância das Forças Armadas. Vai ser difícil derrubar Jair Messias Bolsonaro com essa conversa fiada, esse esperneio claro de comunista de aluguel, propondo até a morte do presidente, as ameaças mais descabidas, estúpidas e ordinárias.

 

A grande força de trabalho imposta ao Brasil pelo governo Bolsonaro está chegando a todos os cantos do território nacional. As realizações de obras se multiplicam numa velocidade impressionante. Passamos de 1985 até 2019 completamente estagnados. Quase destruíram com a Petrobras, desmoralizaram importantes organizações, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Correios, o que encontraram pela frente. Essa gente sem escrúpulos não pode voltar mais. O esperneio é visível, embora qualquer besteira que ocorra, a velha e carcomida imprensa transforma num imenso escândalo.

 

O Brasil está mudando. Vai mudar mais. Depende de todos nós, para banir essa gente ordinária do poder. O mundo está admirando a força, a competência do governo Bolsonaro.

 

 

 


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Recuperação do Rio Doce

26/02/2020

 

É a velha história: “Em matéria de mais ou menos, não há nada como ora veja”. Tem uns 40 anos, ou mais (?) que ouço falar na “recuperação do rio Doce. Tem mais de 400 anos, que se processa minerações no Estado de Minas gerais, usando a bacia do rio Doce como escoadouro dos resíduos de mineração que assoreiam o leito do importante rio, que foi até navegável, até o distrito de Mascarenhas, em Baixo Guandu, no Espírito Santo.

O problema brasileiro se resume em três coisas: incompetência, corrupção e uma tremenda falta de visão do futuro.

O chamado Vale do Rio Doce, desde os descaminhos do ouro retirado das Minas Gerais e mandados para Portugal, via colonizadores, e Vaticano, via religiosos, tipo Jesuítas, mortos e expulsos do país via ação do Marques de Pombal para aqui mandado para por fim ao roubo que a Coroa Portuguesa estava tendo, com o desvio do precioso metal para o Vaticano, através dos “santinhos do pau oco”, onde o ouro era escondido para tomar o caminho da Itália.

A destruição do Vale do Rio Doce se deu, através da mineração, jogando seus resíduos no rio, provocando o assoreamento, com a destruição dos mananciais até o crime maior, a destruição da lagoa de acumulação de Brumadinho, em Mariana, matando centenas de pessoas, num rompimento estúpido de uma de suas quase 50 barragens para receber rejeitos de minério de ferro e outras tantas, para receber rejeitos de outros tipos de mineração.

Uma das graves consequências, como o desmatamento de toda cobertura florestal do Vale do Rio Doce teve como responsável a implantação de Estrada de Ferro Vitória a Minas, para exportação de minério de ferro, primeiro pelo porto de Vitória, via Cais Eumenes Guimarães, em Paul, Vila Velha e, depois, a partir da década de 60, no grande porto de Tubarão, no Planalto de Carapina, no município da Serra, ES. Para implantar a Ferrovia, a Vale desenvolveu um programa de extrair a madeira para produção de dormentes, para construir a ferrovia e, depois, o que restou de madeira, para mover suas locomotivas. Quando a madeira acabou, vieram as locomotivas a diesel. A floresta estava destruída e a erosão promoveu o assoreamento do rio Doce, auxiliado pelos rejeitos atirados irresponsavelmente ao rio.

Hoje, falam novamente na recuperação do Rio Doce. No Governo de Christiano Dias Lopes Filho participei como integrante de uma comissão para tratar da recuperação do rio, quando falei que as providências importantes seriam de impedir que se jogassem rejeitos no leito do Rio Doce; implantar barragens de acumulação, com instalação de comportas, até a altura de Mascarenhas e uma política de saneamento básico, desde que se procedesse o desassoreamento e os esgotos que as cidades ribeirinhas despejavam nela, para possibilitar um maior aproveitamento da água para consumo humano.

Todo governo se repete a história de recuperação do Rio Doce. Simples fantasia. Nada mais. 

 

 

 


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