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Como mudar essas coisas?

17/01/2019

 

Quando se critica as mazelas construídas por segmentos da sociedade brasileira, a corrupção endêmica, o favoritismo oficializado, costumam creditar essa composição de sordidez aos nossos colonizadores portugueses. Nada de mais estúpido, de mais grosseiro. Nos 519 anos de descobrimento do Brasil, nenhuma nação do mundo, com 8 milhões de quilômetros quadrados, ostenta a façanha invulgar do legado dos nossos irmãos portuguese, de termos uma sociedade por inteiro, do Iapoque ao Chui, falando uma única língua. A mais remota povoação indígena fala a língua portuguesa. Ninguém pode negar esse feito extraordinário, essa unidade nacional aqui existente.

Na verdade, estabeleceu-se ao longo dos governos corruptos que aqui foram instalados, um sistema nefasto de parasitismo oficial, a começar pelo pior sistema judiciário do mundo, que precisa ser extirpado. Não tem povo, sociedade que ostenta um negócio tão perverso, tão nefasto, chamado de justiça, como a brasileira.

Surgiu, de meados de 1980 até esta parte, com ênfase nos últimos dez anos, através da internet, as chamadas redes sociais, inclusive, agora, responsáveis pelas eleições do sr. Jair Messias Bolsonaro, que vem colocando a nú, diversos segmentos sociais, principalmente a Justiça (o judiciário) e o sistema político nacionais.

Agora, recente, Mateus Bandeira (WhatsApp - (51) 99889.0030) lançou sobre o judiciário federal e o judiciário do Rio de Janeiro um conjunto de informações, que é um negócio assustador.

Vejam o que ele diz:

Vídeo WhatsApp: Mateus Bandeira. Sobre Judiciário Federal e Justiça Estadual do Rio de Janeiro

“O exemplo vem de cima, vamos começar pelo Supremo Tribunal Federal, que só tem 11 Ministros, mas um orçamento de meio bilhão de reais. São mais de 200 servidores por Ministro e os números impressionam. Garantindo a hospitalidade da casa e agenda de compromissos, há 194 recepcionistas e 85 secretários. Para um atendimento Gourmet são 24 copeiros e 27 garçons. A segurança e manutenção é assegurada por 293 vigilantes, 116 serventes de limpeza, sete jardineiros e seis marceneiros. E a boa comunicação com a sociedade fica por conta dos 19 jornalistas e cinco publicitários. Não, mas aí isso se justifica, os caras têm o filme tão queimado. Além disso algumas funções peculiares, como dez carregadores de bens e 29 funcionários responsáveis pela encadernação. Super moderno e digital, claro! O STF tem a sua disposição 87 veículos e 58 motoristas particulares, ao custo total de mais de 9 milhões de reais por ano. Sim porque com a remuneração média de 50 mil reais da Justiça Federal, os servidores não podem se locomover em seus próprios veículos. E pela mesma lógica ainda são agraciados com 15 milhões de reais para despesas médicas e odontológicas, 12 milhões para alimentação e participam de atividades gratuitas de yoga, massagem laboral e oficinas... Oficina de que? Nunca vi isso na minha vida... Oficina de respiração.

Se tu ficaste chocando com a remuneração do Judiciário Federal, isso não é nada perto da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, por exemplo. São 65 mil reais de remuneração média para em dia, o Estado que está á beira do colapso fiscal. Pior, o Tribunal tem restaurante e lanchonete exclusiva para Desembargador e servidor. E o inacreditável é que além disso, além do restaurante gratuitos, todos os juízes têm direito auxílio alimentação R$1.800 por mês. Eu posso te garantir que nos meus vários anos de consultoria para as maiores empresas do Brasil, eu nunca vi um VR de R$ 1800.

Pessoal, o Brasil é um país que tem 30 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. São 50 milhões de analfabetos ou semiletrados. Um território com mais de 60 mil homicídios por ano. Tu achas que as mordomias do Judiciário têm algum cabimento? Especialmente para quem já ganha em média 47 mil reais por mês? Bom, eu separei nos comentários links para matérias e artigos chocantes, sobre essa situação. E se tu também defendes o fim dessas regalias, o respeito rigoroso ao teto Constitucional e compartilhas da nossa indignação com esses números, peço que espalhe essa mensagem nas tuas redes.

Olá eu sou Mateus Bandeira e agradeço a tua audiência, a gente está mandando nossos vídeos por celular, então se tu quiseres receber é só mandar um WhatsApp nesse número (51) 99889.0030.”

 

 

 


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O Sistema S

16/01/2019

 

 

 

Tem uma quinzena que tomou posse na condição de presidente da República o sr. Jair Messias Bolsonaro. A impressão que dá, à nação, que já tem ano que ele está no poder, tamanha as agitações que tem provocado, até antes mesmo de tomar posse, como foi a debandada dos chamados “médicos’ cubanos, só por ele ter anunciado que iria rever os contratos assinados com a instituição de Cuba, que ficava com 70% dos salários dos médicos que aqui estavam sob contrato.

 

A fuga desesperada de 500 mil inscritos no Bolsa Família, depois do anúncio de que seria passado um “pente fino” para conhecer quem detinha os benefícios, é um sinal de respeito à determinação do eleito.

 

Pertenço, há mais de cinco décadas, a uma instituição do chamado Sistema S. O Sistema “S”, na verdade fora os chamados 4 “Ss”, constituídos inicialmente, há quase 70 anos – SESC, SENAC, SESI e SENAI. Os outros vieram depois, capitaneados pelo divisionismo ou a inveja que predominam na política nacional.

 

 

Sobre o propalado corte de 50% na chamada contribuição compulsória que os empregadores do comércio e da indústria participam para manter os sistemas sociais e de educação profissionalizante, em uma reunião, surgiu a informação sobre o propalado corte anunciado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de “50% ou 30% da receita do Sistema S, o que eu achava da afirmativa. Respondi que, entendia como uma posição correta, que o sistema não poderia continuar usufruindo de uma contribuição que compunha o chamado “custo Brasil” mas que, pela sua importância, a grandiosidade do Sistema, o governo deveria estudar um mecanismo de compensação e que, no meu entender, um mecanismo novo de administração do Sistema S deveria ser criado, através de uma Fundação de Serviço Social, tendo sido negligenciado um estudo institucional durante seus 70 anos de existência, dormindo sobre uma receita compulsória que vem sendo “roída”, de governo para governo, durante os últimos anos.

 

Conheço o ministro Paulo Guedes e, mais recente, fiquei conhecendo o presidente Jair Messias Bolsonaro. Guedes sempre foi um economista estudioso, determinado e se juntou ao presidente da República, outro determinado em colocar o Brasil exatamente nos trilhos da decência. Acho que, todos nós, somo obrigados a colocar os pés no chão e buscar o raciocínio lógico, sobre como eliminar o mais estupido, o mais imoral e inconsequente sistema burocrático do mundo.

 

Hoje, o Brasil tem 69 contribuições fiscais e parafiscais; 73 indecentes agências reguladoras de um monte de negócio, onde se assentam os mais torpes e autoritários burocratas, se não bastasse a nefasta justiça e o processo político mais indecente, que fazem do Brasil um país suigeneris.

 

O Sistema S tem escolas de formação profissionalizante como o SENAC e o SENAI, únicas e mais importantes do mundo, afora o sistema social invejável, formado pelo SESC e pelo SESI. Precisam encontrar um meio de preservá-los, sem contribuírem no peso tributário.

 

O Brasil precisa mais do Sistema S do que muito político imagina.

 

 

 

 


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