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Rasteira de perder o fôlego.

25/02/2020

 

O vice-prefeito de Vitória, Sérgio Sá, sozinho, contando com as hostilidades do prefeito da capital, Luciano Rezende e até do governador Renato Casagrande (todos PSB), juntamente com o deputado Sérgio Majeski, levaram uma tremenda rasteira, ao verem o vice-prefeito sair da convenção para escolha do futuro candidato, pelo partido, a prefeito de Vitória, por 60 votos a dois, dados a Majeski, preferido do prefeito e do governador. Sá está eufórico com a vitória. Majeski, p. da vida, com a derrota.

 

Os princípios democráticos no Brasil são tremendamente autoritários. Sabemos que o PSB, como o PT, PDT, PSOL, PCdoB e mais uma meia dúzia querem porque querem introduzir o socialismo no Brasil. Coisa de louco, com falta do que fazer.

 

Vice-prefeito, ex-secretário municipal, com muito prestígio dentro do seu partido, Sérgio Sá se inscreveu como candidato, pelo PSB, à prefeitura de Vitória. O “professor” Luciano Rezende, como retaliação, tirou o vice-prefeito da Secretaria, criando um grave constrangimento no exonerado que, sozinho, contra o governador, o prefeito e seu candidato, acabou derrotando seu opositor por 60 a 2, um negócio acachapante . No frigir dos ovos, Majeski, deputado estadual, foi traído pelo prefeito Luciano Rezende. Majeski é do PSB, mas Luciano prefere como candidato à sua sucessão o deputado estadual Fabrício Gandini .

 

O vício brasileiro de partidos com donos, promovendo imposições, nunca chegaremos a uma democracia decente. O político brasileiro precisa entender que essas coisas impostas, de cima para baixo, nunca deram certo. Não precisa ser um expert em política para notar que as administrações do governo Renato Casagrande e do prefeito Luciano Rezende, em Vitória, são desastrosas. Quanto menos um candidato carregar carimbo de quem está no poder, as costas,  melhor, como faz o vice-prefeito Sérgio Sá, que, após a votação expressiva de sua indicação a candidato, respondeu ao ser, perguntado: “Qual o projeto do PSB para Vitória? No que o PSB está insatisfeito com a atual administração”, respondeu: Não seremos oposição. Sou vice-prefeito, tenho mandato, vou discutir a cidade, vou apresentar as propostas que entendo ser as mais acertadas. “Já o deputado Sérgio Majeski, contrariado com a derrota, promete recorrer à justiça. A democracia brasileira é assim, quando o sujeito ganha, o perdedor pinta e borda para destruir o eleito, recorre até a Justiça.

 

Vamos ver, nesse imbróglio todo, se o futuro prefeito de Vitória vai transformar em que, as ciclovias do Luciano, já que as patinetes foram embora e as bicicletas estão no mesmo caminho. Mania de socialismo, de empurrar goela abaixo da população o que ela rejeita.

 

 

 


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Cuspe à distância.

24/02/2020

 

À falta do que melhor fazer com a boca, certas pessoas deveriam usar uma velha prática de infância, dos tempos de estudante, quando se apostava quem cuspia mais longe...

Na inauguração da nova sede da Justiça do Trabalho, em Vitória, discursando na ocasião o governador Casagrande, como diz a imprensa “defendeu a capacidade conciliadora da Justiça do Trabalho e criticou a falta de tolerância e diálogo da sociedade”. Que tipo de sociedade é essa que o governador conhece?

Falar é uma questão de fôlego. Pergunte o governador Renato Casagrande a seus parentes, donos da rede de Supermercados Casagrande, se estão satisfeitos com a Justiça do Trabalho. Se o sr. Casagrande tiver a audácia de dizer que eles estão felizes da vida com a Justiça do Trabalho, não perguntam ou está mentindo. Não pode ter no Brasil quem tenha empregado, pague 70 obrigações fiscais e parafiscais, suportar uma aberração de tal ordem.  Se um empresário o disser que “gosta”, prenda-o num manicômio. Está doido!!!

O Brasil é o único país do mundo que tem Justiça do Trabalho, um negócio “fabuloso”, eminentemente perdulário, inútil, que consome 80 (oitenta) bilhões de reais por ano, para manter sua máquina e, em termos, devolve, através de ações, trabalhistas, todas contestadas por empregadores, cerca de seis a sete bilhões de reais aos trabalhadores. Só quem é empregador sabe a formidável tragédia que é estar sujeito às ações trabalhistas no Brasil. É uma tragédia, mas o sr. Casagrande não conversou antes com seus parentes para fazer o discurso, de dentro do prédio suntuosos, de vidro e granito, construído com recursos de impostos.

O Brasil precisa ser passado a limpo. O país tem 70 (setenta) obrigações fiscais e parafiscais. Pelo menos, tem 62 que não deveriam existir, mas o corporativismo, a ganância de arrecadar, a perseguição cruel a quem emprega, o socialismo vagabundo, imbecil dos que estão em funções públicas, gozam, ganhando às custas de uma estabilidade e vitaliciedade indecentes, fruto dos recursos arrecadados na forma de impostos escorchantes, os mais elevados do mundo, não permitem essas aberrações fiscais e parafiscais desapareçam, parem de sustentar sinecuras.  Um vídeo produzido, recente, pela EMBRAER retrata como liquidam com o país, como somos infelizes e não distinguimos.

Está presente, no momento, o destempero do governador capixaba contra a fala do presidente da República, sobre a diminuição dos impostos, para baratear o preço dos combustíveis. O aeroporto de Vitória tem uma das gasolinas para avião mais caras do mundo. É bom para o Estado?

Eu sei que não vai dar para mim e, mais ou menos, 60% da população brasileira, inclusive, o governador Casagrande, ver o fim do consumo de combustíveis para mover automóveis e tudo ser transformado em carro elétrico no Brasil, para os administradores irem buscar os royalties do petróleo, para engordar suas festanças, lá nos quinto dos infernos...

É desagradável dizer, Infelizmente, que das 70 obrigações fiscais e parafiscais, pelo menos 62 deveria desaparecer, com Justiça do Trabalho e 418 empresas estatais (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobras) e mais o que for possível, que consomem a riqueza nacional para sustentar uma baita corrupção, a maior do mundo, afora a puta burocracia estatal.

É desagradável dizer? É.

 

 

 


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