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Uma nação no buraco

21/03/2019

 

 

 

A existência humana não deve ser contada por anos de vida, meses, dias, horas, mas por segundos, dizia meu pai, mostrando, na ocasião, que uma pessoa vivendo em média 72 anos, corresponde em torno de 196.179.148.8 milhões de segundos, a existência humana, uns vivendo menos, outros vivendo mais.

 

Se vivemos em segundos, morremos também em segundos. Nada de mais fugaz do que a existência humana. Quando o sujeito pensa que vai realizar alguma coisa, construir algo, se a burocracia permitir e a instabilidade econômica também, a vida acaba.

 

Tem perto de três meses que está no comando da Nação brasileira o presidente Jair Messias Bolsonaro. Praticamente, quase dois, porque um passou entre a vida e a morte num hospital, devido a facada que recebeu de um premeditado assassino que um laudo médico o atesta como louco, mas tinha conta bancária, pertenceu a partido político de esquerda, como milhares de idiotas espalhados por aí e que nunca tiveram, como ele, ímpeto esquizofrênico de assassino.

 

Tem ainda o sr. Jair Bolsonaro pela frente mais 45 meses de mandato, uma titica, para quem se dispõe a extirpar, o mais possível, as mazelas montadas nesta infeliz nação por uma cambada de governantes sem um mínimo de escrúpulos, incapazes mentais, useiros e vezeiros em rapinagem e, maliciosamente, encaminhando o país maravilhoso para a destruição, através de um populismo imbecil.

 

Os dados são do IBGE, tidos como oficiais. O Brasil tem 72% de sua população composta de analfabetos funcionais o que, cientificamente é conhecido como oligofrênicos, pessoas com deficiência do desenvolvimento mental, congênita ou adquirida precocemente, por deficiência alimentares, sífilis, etc.) sendo que 18 bilhões são impossibilitadas para exercer qualquer tipo de atividade que necessita de esforço mental, o chamado peso morto que a sociedade tem que trabalhar para sustentar, como querem que seja o quase assassino do presidente Bolsonaro.

 

A incapacidade gerencial de extraordinária maioria dos nossos dirigentes (todos escalões) –provocou as aberrações burocráticas que corroem o desenvolvimento nacional. É preciso ter coragem de afirmar que, as imigrações alemãs, italianas, sírios libaneses, poloneses, pomeranos, armênios, japoneses, etc., que povoaram o solo brasileiro após a libertação do braço escravo, levando o Brasil à 4ª nação mais produtiva do mundo, na produção de alimentos, principalmente, o Brasil de hoje, apesar da terrível oligofrenía de 72% de sua população, estaria liquidado.

 

Tentaram matar o presidente Jair Bolsonaro, porque ele deseja mudar esse quadro terrível de corrupção endêmica que assola a todos brasileiros.

 

 

 

 


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No país das tartarugas.

20/03/2019

 

O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, determinou que, a partir desta data, nenhum contrato para instalação de radares (redutores eletrônicos de velocidade) será renovado. Tem quem seja a favor da medida, tem quem seja contra. Por que não respeitar os contrários e aplaudir os que estão certos? Bolsonaro Acertou na mosca. É uma estupidez, tais redutores.

 

A colocação de barreiras eletrônicas de controle de velocidade em rodovias federais, estaduais ou municipais é uma CAVALICE. Quem foi que disse que redutores reduzem acidente? Quem é o autor de tal estultice? Reduzimos a velocidade para passar no redutor, e disparamos em seguida...

 

Um sociólogo e consultor em segurança viária, Eduardo Biavati criticou a medida. Direito dele! Mas ele afirmou: “Não conheço nenhum país no mundo em que se dispensou o uso da tecnologia para controlar os condutores nas rodovias. A velocidade é o fator principal de risco para a violência no trânsito. Quanto mais alta, maior a gravidade de acidentes e risco de morte.”

 

Não deve conhecer a Alemanha, onde não existem controles de velocidade, mas uma educação rígida para condutores de veículos, no país mais tecnológico do mundo e o berço do primeiro automóvel construído na face da terra.

 

Na Europa, nos Estados Unidos, no Japão, as leis são rígidas e as rodovias excelentes. Em torno do Arco do Triunfo, em Paris, a velocidade mínima é de 60 quilômetros por hora (velocidade mínima).

 

O engenheiro civil Renato Prandina ressaltou que não há estudos mais profundos que comprovam que radares reduzem acidentes. “Não há justificativa técnica para um trecho ter radares com velocidades diferentes, como Venda Nova (ES) e Manhuaçu (MG), trechos urbanos da BR-262. E isso acontece em várias BRs”.

 

O senador capixaba Fabiano Contarato, que atuou como delegado por alguns anos na delegacia de Delitos de Trabalho, foi diretor do DETRAN, no Espírito Santo, de onde demorou pouco, classificou o anúncio do presidente Jair Bolsonaro, de encerrar os contratos que permitem instalações de barreiras eletrônicas, como “retrocesso”, citando o aumento de mortes nas rodovias federais capixabas este ano, durante o carnaval. O Sr. Contarato pode entender de outras coisas, mas não de redutores.

 

O problema brasileiro, mortes nas rodovias, tem como responsabilidades maior em termos, as piores rodovias do mundo, sem acostamento, cheias de buracos e um radar em cada curva, escondido no mato, para surpreender o motorista incauto. Leis frouxas, justiça  pior e governantes delinquentes, irresponsáveis, muitos deveriam estar acompanhado Lula, na cadeia.

 

Vamos deixar de ser um país de tartarugas, inclusive nas administrações públicas. O professor Contarato pode discordar, direito seu. Fica em casa, talvez lhe seja mais benéfico, do que a vida agitada de Brasília, junto com as raposas velhas...

 

Boa Bolsonaro. Mostra a esses tartarugas que temos agora um presidente macho. Muda o Brasil, acaba com essa gente ruim...

 

 

 


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