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Trump e o aço

16/03/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, desde que assumiu o poder, há pouco mais de um ano, tem causado dor de cabeça e barriga também, em governantes e empresários. É que, na campanha, Trump falou que iria trabalhar pela volta do empreendedorismo americano. As empresas que se estabeleceram em países de legislação trabalhista frágil, como China, Índia, Malásia, Indonésia, seriam forçadas a reinvestir no país, pois iria provocar uma redução satisfatória em impostos federais, com objetivo de revigorar a economia, notadamente a indústria automobilística e eletroeletrônica.

A mais recente medida de Trump foi o estabelecimento de uma tarifa de 25% sobre o aço importado pela indústria americana, de qualquer parte do mundo.

Os Estados Unidos, grande consumidor de aço, depois da China viu o preço de suas importações crescerem devido aos subsídios que países produtores, como o Brasil, dão às suas siderúrgicas, para poderem exportar a preços compatíveis.

Certamente que a tarifa imposta pelo governo americano é prejudicial aos interesses de nações produtoras de aço, como o Brasil, mas o que Trump está visando é favorecer a economia americana, pouco se importando que reclamem de suas determinações. A América para os americanos...

O problema de algumas nações, notadamente o Brasil, é usurpar impostos os mais absurdos para poder vender as mercadorias que produz e, para negociar com os Estados Unidos, baixam suas alíquotas de exportação para poder ter resultado favorável. É um simples jogo de nações exportadoras, atrás de uma fatia de mercado, mas Trump é esperto e está pouco se incomodando com o susto do mercado, das reclamações que estão surgindo e que estão batendo às portas da OMC e outros organismos.

De país eminentemente exportador de montanhas de dólares, Trump quer que a indústria dos Estados Unidos se fortaleça, principalmente nos campos da produção de automóveis e de produtos eletroeletrônicos, que vai comandar o mundo na próxima década.

Trump quer a melhor tecnologia para os carros elétricos americanos. Enquanto o resto fica imaginando o que fazer com o desaparecimento do petróleo como combustível, os americanos se armam para, próximamente, dominar o mercado com carros elétricos, para ter, até 2030, a maior frota ecológica do mundo.

Sem rumo, os países exploradores da exportação de aço vão quebrando a cara.

 


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Estado difícil.

15/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Já escrevi 100 vezes, ou mais, sobre o Aeroporto de Vitória, até fui autor do pedido ao deputado Federal Marcos Vicente para colocar ali o nome de Eurico de Aguiar Salles, ex-ministro da Justiça ao tempo de Juscelino 10% e, realmente um dos homens raros, em inteligência e honradez, do nosso Estado.

 

Já me arrastaram, até, para ir ver as obras do “novo” Aeroporto, prestes a ser inaugurado, mas fujo sempre porque não gosto de participar desses convescotes políticos que só servem para nos iludir, enganar, pregar mentira.

 

Preguiçosamente, suas obras se arrastaram por 14 anos, com suspeitas sobre suspeitas de superfaturamento, com graves prejuízos para o país, para todo mundo que é brasileiro e aqui paga imposto.

 

Outro dia um velho amigo mandou-me um WhatsApp, mostrando que o Aeroporto Eurico de Aguiar Salles, a ser inaugurado proximamente, só tem uma pista de pouso, não tem a que chamam de auxiliar. Se ocorrer problema de interrupção da pista principal, a auxiliar não existe e os voos não chegam e não saem, até que o defeito seja reparado.

 

Os nossos políticos são de uma tremenda fertilidade. Desde que me entendo por gente ouço dizer que vão construir um Aeroporto novo, internacional até, nas terras de Setiba, no município de Guarapari. Como sei no país em que vivo, mormente no Espírito Santo, estado massacrado economicamente pelas proximidades de eixo Rio-São Paulo, onde ninguém pode ter sonhos, crescer, senão eles, o Espírito Santo teve um empurrão no seu desenvolvimento econômico no período do Movimento Militar de 1964. Só a partir de 1970 é que nossas ligações asfálticas com o Estado do Rio e Bahia aconteceram, inclusive surgiram indústrias como a Aracruz Celulose e a CST – Siderúrgica de Tubarão, onde Minas Gerais torpedeou até onde pode, até que o presidente Ernesto  Geisel deu um esporro no vice-presidente da República, Aureliano Chaves de Mendonça, que” Minas Gerais mão tinha nada a reivindicar” no campo siderúrgico.

 

As BRs 101 e 262, vitais para o desenvolvimento do Estado, são uma vergonha. Se constituem num verdadeiro matadouro, pela falta de duplicação, modernização.

 

Quem sai de Vitória, para ir ao Norte do Estado, município de São Mateus ou Conceição da Barra, sabe o suplício que é. Ir a Cachoeiro de Itapemirim ou na divisa com o Estado do Rio, é uma tragédia e, subir a serra, pela BR-262 é preferível não ir.

 

Raios, onde estamos mesmo?

 


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