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Questões de honra.

14/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Vem saindo na imprensa, esses dias, que o ministro da Fazenda, Henrique Meirellis vai ser candidato à presidente da República, contrapondo-se à candidatura de Michel Temer. Puta merda! Será que estão combinando com o eleitorado ou “confiando” na apuração pelas urnas eletrônicas?

 

Desde criancinha não acredito em coisas extraterrenas e, há muito tempo, na classe política.

 

Vou fazer um favor a mim mesmo. Há algum tempo pedi ao Deputado Federal Marcos Vicente que ele, como bom capixaba, desse o nome de Aeroporto “Eurico de Aguiar Salles” ao nosso chamado Aeroporto “Das Goiabeiras”. De posse da biografia de Eurico de Aguiar Salles, me mandada pelo filho Augusto, escrevi o que pude e entreguei ao deputado Marcos Vicente, que transformou o pedido em Lei. No meio do caminho, me apareceu o senador Renato Casagrande para pedir que permitisse ao Marcos Vicente trocar para Augusto Ruschi a idéia de se colocar o nome de Eurico de Aguiar Salles no Aeroporto das Goiabeiras. Ao pedido do senador Renato Casagrande perguntei-lhe: “Você conhece a biografia do sr. Augusto Ruschi?”. O senador foi correto: “Não, não conheço, estou apenas atendendo o pedido de um amigo”. Pois, então, senador, vou lhe dar a “biografia” do sr. Ruschi, escrita pelo seu irmão, dr. Alexandre Ruschi. Compare-a com a do Sr. Eurico de Aguiar Salles, e e veja se o apelo do “seu amigo” é justo. O senador votou pela colocação do nome de Eurico de Aguiar Salles no nosso Aeroporto, prestes a ser reinaugurado, após 13 anos de promessa.

 

O sr. Marcos Vicente é um político lutador, decente. Outro dia disse a ele que, desiludido de políticos, não votaria mais em candidato que estava no poder. Votaria pela mudança total. Ele não me disse nada, não me cobrou nada, mas senti que ele não gostou de eu ter me expressado assim na vista de outras pessoas. É que, de tão indignado com o que vejo, com o que acontece no Brasil, foi responsável pelo desabafo que fiz ao deputado, autor do projeto de Lei que deu o nome de Eurico de Aguiar Salles ao Aeroporto de Vitória, uma justa homenagem a um dos homens públicos, a um dos juristas mais sérios que nosso Estado tem produzido.

 

Quero dizer ao deputado Marcos Vicente que estou retificando o que disse a ele. Minha memória, meus princípios, minha gratidão, me levarão        a votar em seu nome enquanto ele for candidato a qualquer coisa e eu tiver o direito de votar, ou vivo...

 

Temos que ser decentes com aqueles que honram a palavra. O deputado Marcos Vicente declarou que só retiraria o nome de Eurico de Aguiar Salles do seu projeto se eu estivesse de acordo. Meu voto eterno é de Marcos Vicente.

 

 

 FONTE: JORNAL A GAZETA


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Bara funda sindical

13/03/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

O sistema sindical brasileiro é único no mundo, como está estabelecido. Por culpa exclusiva do Ministério do Trabalho e Emprego o Brasil reúne, estupidamente, mais de oito mil entidades sindicais, onde o berço do sistema sindical universal, a Europa (Inglaterra, França, Alemanha, Espanha, etc.) possuem pouco mais de uma dúzia.

 

A grande corporação de trabalhadores americana (Federação Americana do Trabalho) foi fundada em 15 de novembro de 1881 (Cavaleiros do Trabalho), tendo à frente o líder dos trabalhadores, Samuel Leffingwell, que permaneceu à sua frente até morrer.

 

O problema do sindicalismo brasileiro é imoral porque se transformou num negócio político. Surgiram os pelegos da CUT e mais outras “centrais” sindicais de sustentação ao governo Lula, braços armados do PT, para piorar o sistema sindical dos trabalhadores do Brasil, onde os rios de dinheiro que formaram o Fundo Sindical, através da arrecadação da Contribuição Sindical, criada para sustentação, virou balcão de negócios do governo para sustentar sinecuras (pelegos) sindicais, por tais centrais, o que levou o governo Temer, através da nova legislação (de reforma)  trabalhista, tornar a então Contribuição Sindical obrigatória (desconto de um dia de trabalho do trabalhador para seu sindicato de classe) em opcional, por parte do trabalhador. Como no Brasil ninguém gosta de contribuir com nada, daí a tragédia sindical. O objetivo do governo Temer foi o de matar a fonte de recursos que alimenta as centrais sindicais parasitas, que representam os interesses do PT, não dos trabalhadores, através da proliferação de seus sindicatos.

 

Discute-se hoje, se o Congresso Nacional tinha competência para extinguir a Contribuição Sindical, inscrita na Constituição, através de uma lei ordinária. Enquanto isso, sindicatos de trabalhadores esperneiam, com possibilidade de falecimento, pela ausência da fonte de sustentação, o que existe em qualquer parte do mundo.


Por outro lado, o sistema sindical patronal, montado através dos sistemas confederativos – CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviço e Turismo; CNI – Confederação Nacional da Indústria; CNA – Confederação Nacional da Agricultura e, mais recente, CNTC – Confederação Nacional dos Transportes de Cargas; vivem em expectativa.


A CNC – Confederação Nacional do Comércio se constitui na maior organização patronal do Brasil, graças ao cérebro inventivo do capixaba Antonio Oliveira santos, que a preside desde 1981, após a morte do presidente Jessé Pinto Freire. Antonio Oliveira Santos pretende deixar o cargo em novembro próximo. Pessoalmente, sou contra. Difícil preencher seu lugar.

           


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