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Divina Justiça I

14/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

A Justiça do trabalho no Brasil, um negócio raro no mundo, é um dos instrumentos mais brutais do atraso brasileiro, afora seu custo de manutenção, da ordem de 18 bilhões de reais e o pífio resultado, a devolução ao trabalhador de cerca de seis a oito bilhões de reais em causas ganhas dos empresários.

A transformação das simples Juntas de Conciliação e Julgamento do Trabalho para Justiça do Trabalho no Brasil não foi um negócio complicado, mas de simples avanços montados num negócio chamado de burocracia e burrice, doenças hereditárias do país, sob a égide dos nossos descobridores, os portugueses. O Brasil é o pais mais burocrático do mundo, nada é igual a nós, em termos de atraso, daí as dificuldades do rompimento da inércia nos campos do desenvolvimento humano e cultural, devido a atrofia cerebral de 72% da nossa população em idade produtiva fruto da oligofrenia (falta de desenvolvimento mental, devido a carência alimentar, fruto das sociedades africanas), moléstia que oblitera (reduz) a memória dos indivíduos, provocando a microcefalia. O negócio é difícil de ser explicado em 75 linhas datilografadas, numa simples coluna de Jornal ou via internet.

A Justiça do Trabalho se transformou, ao curso dos últimos 70 anos num poderoso câncer que corrói as entranhas do desenvolvimento nacional, mais pelo seu tremendo custo, inútil, do que suas decisões cavalares. O Brasil, após assistir as modestas mudanças na legislação trabalhista, mudanças essas que tiveram como relator, no Senado, nosso senador Ricardo Ferraço, pode caminhar para o esquecimento ou para o campo da inutilidade.

Agora mesmo o Estado de São Paulo, em matéria publicada no dia 8 de janeiro em curso, nos diz: “Uma comissão de ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) avalia que alguns pontos da reforma trabalhista em vigor desde 11 de novembro último, valem apenas para os novos contratos de emprego. O parecer, que ainda será votado pelo plenário do TST, é contrário ao entendimento do governo que defende a mudança para todos trabalhadores.

Os pontos em questão: 1) fim de qualquer pagamento, porque deslocamento do trabalhador de casa para o trabalho não é parte da jornada; 2) fim da incorporação ao salário de diárias que superem 50% da remuneração; 3) fim da incorporação ao salário de gratificação recebida por mais de dez anos; 4) companhia pode ser representada na Justiça do Trabalho por um não empregado.

Uma reforma boa, profunda, da Justiça do Trabalho seria sua extinção. O Brasil continuará sendo esse rebotalho jurídico que estamos assistindo.

 


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Novo marco político

13/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

“Pata de cavalo e munheca de juiz, você não pode confiar. Não pode avaliar o que vai acontecer.” Esta expressão foi cunhada, certa feita, por um dos maiores e respeitáveis homens públicos do Estado do Espírito Santo, o governador Carlos Lindenberg, que passou por todas etapas da política do seu Estado (vereador, deputado, senador e governador, neste caso por duas vezes), onde pontificou pela sua retidão no trato à coisa pública e o amor ao país. Um homem inigualável, raro, nos tempos atuais.

A expressão cunhada pelo homem público, Carlos Lindenberg, vem a propósito do dia 24 de janeiro de 2018, data em que está marcado o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em segunda instância, pela história, meio complicada, de um apartamento tríplex em Guarujá, praia famosa de São Paulo, onde, dizem, foi presente da empresa Odebrechet a ele e, desmente o ex-presidente, que nunca foi dono daquele imóvel, muito embora todas evidências corroborem como de sua propriedade.

Condenado em primeira instância a nove anos de prisão, pelo Juiz Sérgio Moro, que trata do famoso inquérito conhecido como Lava Jato, confirmada a condenação de Lula ele ficará inelegível nas próximas eleições e pode ser preso, o que acho muito difícil...

Pela linha de raciocínio, Lula deve ser condenado mas, dentro da linha de raciocínio do saudoso político Carlos Lindenberg, munheca de juiz é um negócio complicado, para se adivinhar...

Vem aí a história. No Brasil pós 1986, com a retomada do poder por um bando de metidos a socialista, sob a coordenação do ideólogo de esquerda Fernando Henrique Cardoso, a facção da esquerda mais importante, toma de assalto o país por oito anos e, depois pelo PT (Partido dos Trabalhadores) sob o comando de Luiz Inácio Lula da Silva, José Dirceu, José Genoino, Stédle (o mais a esquerda do Brasil, a turma do MST). Essa turma violenta, começa a se acampar na periferia de Porto Alegre, onde Lula deve ser julgado em segunda instância e, promete, reagir, se ele for condenado!

Onde essa gente foi treinada, fui expulso. Conheço-a por fora e por dentro: de cor e salteado; sei o que é capaz e incapaz de fazer. Na verdade, é um bando de poltrões. Se os militares baterem os pés, sai todo mundo correndo!

Para felicidade do povo brasileiro, tem um importante instrumento no país que jamais a esquerda dominará, as Forças Armadas do Brasil, que não aceita o domínio comunista, coisa que já acabou e essa turma de esquerda parece que não se conforma. Se essa turma pensa que as Forças Armadas vão se intimidar, está enganada, daí 24 de janeiro de 2018 se transformar numa data importante da história nacional. Para a direita ou para a esquerda. O tempo dirá.

 


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