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O caminho do inferno II

17/01/2020

 

Na sua “Divina Comédia”, Dante Alighieri diz que “os caminhos do inferno estão cheios de boas intenções”. Embora o inferno de Dante seja figurado, vamos relacionar, entre as boas intenções do prefeito Luciano Rezende, de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, a construção de “currais” para seus projetos de ciclovias, como o caso do corredor central da av. Leitão da Silva que, dá a impressão de segurança, para o ciclista que por ali passa, mas tira a liberdade dos que desejam atravessar a avenida e são tolhidos porque o curral não deixa, a não ser com distantes passagens. Felizmente ou infelizmente a av. Leitão da Silva não é uma via de trânsito intenso, como a av. Paulista que, mesmo sendo uma das mais movimentadas do mundo, a sua ciclovia não tem cerca, para não tolher a liberdade dos pedestres que se atrevem a atravessar a ciclovia.

 

Vez por outra um motorista desavisado destrói parte do curral montado ao longo da av. Leitão da Silva com a incumbência de proteger o ciclista, mas a imperícia de um motorista, as vezes até um bêbado, destrói parte de um bem público que custou caro. A ciclovia não caiu do céu ou o empreiteiro não a construiu por um simples ato de benemerência, custou muitos recursos ao bolso dos contribuintes que pagam um dos mais caros IPTUs do Brasil.

 

Pode, a quebradeira que está ocorrendo na Leitão da Silva servir de exemplo para que o prefeito Luciano Rezende, na construção de outras obras semelhantes, evita o curral que, uma coisa eu garanto, terá vida curta, porque o vandalismo ou as dificuldades impostas ao chamado pedestre serão responsáveis pela destruição de tais currais, que servem bem para limitar a liberdade de quem quer ultrapassar uma avenida, as vezes até perigosamente, para não dar uma volta quilométrica.

 

Como Dante, na sua Divina Comédia. A intenção do prefeito foi a melhor possível mas, sem dúvida, não se deteve naquilo que é mais original no chamado homem público, respeito à mobilidade urbana.

 

O tempo ainda é o melhor conselheiro...

 

 

 


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O Estado achacador

16/01/2020

 

Não tenho nenhuma preocupação em agradar qualquer setor, qualquer pessoa, com o que escrevo. Minhas ideias são de minha propriedade, não possuem o objetivo de ferir direitos e muito menos sensibilidade de quem quer que seja.

Acho, entendimento próprio, que o Brasil, com a classe política que tem, a justiça, o mais imoral processo burocrático do mundo e a maior concentração de funcionários públicos do Planeta, nunca dará certo, a não ser que surja um grupo pensante, com a capacidade de sensibilizar as Forças Armadas para darem um grito bem alto, forte: PAREM COM ESTA MERDA TODA. VAMOS COLOCAR O PAÍS NOS TRILHOS. Se acontecer isso, o país pode endireitar.

Desde a queda de ditador Getulio Vargas, em 1945, vindo depois o seu suicídio, o segundo fato mais importante da nossa longa história de corruptos e corruptores, o fato mais relevante foi a eleição de Jair Messias Bolsonaro, num impressionante desejo de uma maioria, pequena, em querer mudar o Brasil e, diga-se de passagem, Bolsonaro e sua turma vêm fazendo com impressionante maestria, tanto que estão deixando os que querem que o Brasil continue atrasado, corrupto, imoral, desesperados, com a capacidade do presidente em demolir as aberrações que encontra pela frente. Falta muita coisa ainda.

Vergonhosos radares nas rodovias federais, para pilhar motoristas incautos, taxa absurda de IPVA, imposto sobre geração de energia solar, o homem está fazendo miséria, mas nada o livra da má justiça, dos maus parlamentares, dos maus funcionários públicos, que existem mais de 60% inteiramente inúteis, e a engrenagem burocrática que alimenta a formidável corja de malfeitores.

Agora, o presidente da República baixou ato em que autoriza o produtor de etanol a vender seu produto diretamente ao posto de combustível mais próximo, sem a participação do chamado intermediário, criado pela burocracia. A Justiça tem sido, com o Congresso, os grandes algozes do presidente Jair Messias Bolsonaro. Vamos ver, no final das contas, se eu estarei com razão. Como acabará a má política no Brasil?

Como nos demais casos, em qualquer parte do mundo o produtor rural é livre para vender o que produz, sem pagar imposto, na primeira operação, ou entregar à sua cooperativa de produtores.

 

Aqui, a máquina infernal, e burocracia esmaga com quem quer produzir.

 

 

 


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