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No mundo dos parasitos.

22/01/2021

 

Quem se der ao trabalho de compulsar o “Aurélio”, dicionário da língua portuguesa, vulgarmente conhecido como “pai dos burros”, vai encontrar o precioso verbete sobre “parasito”, termo usado, antes em Portugal para alcunhar, de forma pejorativa, os clérigos da Igreja Católica que viviam às custas de extorsão (tirando de pobres devotos, dinheiro através da cobrança de esmolas – óbulos- da sociedade, para viverem sem fazer nada). No chamado Brasil Colônia, parasito passou a serem conhecidos aqueles filhos de “nobres” instituídos pela Coroa, que nada faziam e viviam às custas dos cartórios, doados pela monarquia como forma de renda, através dos já famosos carimbos, para nutrir de recursos uma corja de inoperantes e vadios.

 

Desde os tempos mais remotos existem classes de parasitos bafejadas pela sorte, conhecidos também como “aqueles que nasciam de cu para a Lua”, que foram privilegiados com cargo público vitalício e que tinham poderes sucessórios, como seus cartórios, até pouco tempo, mas que a Justiça não perdeu seu quinhão, de 30% sobre sua renda, para “custeio” dos clubes da magistratura, onde gozam a vida às custas dos nossos bolsos, magros...

 

Agora mesmo, com a tragédia mundial provocada com o  surgimento do coronavirus (após o carnaval de 2020) quando já morreram no ano de 2020 perto de 190 mil brasileiros, onde milhares perderam seus empregos, pela paralisia das atividades econômicas (engraçado, menos os trabalhadores rurais), e assistiram os parasitos (funcionários públicos) ficarem em casa, sem perderem seus, empregos, ganharem integrais seus vencimentos e vantagens, beneficiados pela  legislação de irremovibilidade e das garantias constitucionais da vitaliciedade), o único país do mundo onde existe uma classe de parasitos que ganha sem trabalhar às custas dos que trabalham e pagam a maior carga tributária do mundo, afora os malditos cartórios, que continuam existindo...

 

Quem imaginar que o trabalhador, em geral, do país está satisfeito, feliz com o parasitismo, o chamado favoritismo oficial, está muito enganado. Se o chamado povo soubesse a força que tem, nós estaríamos assistindo tais aproveitadores dependurados num laço na ponta de uma corda, marcando o final da era dos exploradores dos recursos públicos.

 

Na ocorrência do estado pandêmico, com surgimento do vírus coroado (é a desgraça da coroa) que ceifou tantas vidas, assistimos uma classe de privilegiados que nada faz, nada perde e zomba da nossa incapacidade de reagirmos.

 

É o mundo dos parasitos. A verdadeira oligarquia comunista em pleno coçar de saco...

 

 

 

 

 

 


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Problemas bem antigos.

21/01/2021

 

Na chamada existência do ser humano, só há uma coisa importante: o poder, a cobiça por mais e mais dinheiro. Todos nós temos o chamado ciclo de vida, cuja beleza está em não sabermos quando partiremos desta para uma melhor (ou pior), conforme a crença de cada um.

 

A criação do dinheiro, da moeda, vem desde à época em que os fenícios começaram a navegar em suas primitivas embarcações para comercializar (trocar) seus produtos por outros, de suas maiores necessidades. A moeda e o mercantilismo evoluíram.

 

Na história da criação da humanidade, existe uma discussão que não terá fim: quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha? Não vale perder tempo com discussões estéreis...

 

Quem se der ao trabalho de compulsar a história dos povos vai ver que, sem necessidades de discussões maiores, somos todos descendentes de uma só matriz, africana, o berço da humanidade. As dificuldades alimentares, as brigas entre tribos que se formavam, por poder e alimentos, provocaram as migrações (as diásporas) e, foi assim que a humanidade foi se desenvolvendo ao longo, estimado, dos últimos seis milhões de anos, quando os primeiros movimentos que mexeram de forma violenta com as camadas subterrâneas que se assenta o Planeta Terra se moveram abruptamente e separou o mundo nos chamados cinco continentes, que existem até hoje.

 

A grande tragédia dos povos chama-se fome.Pelas necessidades e dificuldades de várias regiões do mundo, antes da chamada descoberta da industrialização, os povos, sabidamente, passaram a entender que o problema maior da humanidade seria a escassez de alimentos e, resumindo, o grave problema chinês é a secular fome de seu povo. Metade dos chineses, que contam mais de 700 milhões, vivem em estado degradante de pobreza, com a ocorrência de 80.000 ou mais conflitos anuais, por vários tipos de necessidades, como fome, habitação, saúde e segurança. As mais temíveis máfias estão na China, muito embora seu regime de exceções.

 

Como a nossa imprensa, em profundo estágio de decadência não sabe o que diz, desconhece que o interesse do chinês em adquirir áreas agricultáveis no Brasil, na África, na Argentina, no Paraguai, etc. são com objetivo de produzir alimentos em grandes quantidades em terreno fértil, o que na China não existem nas condições peculiares de alguns países, com imensas áreas não exploradas, onde pode-se desfrutar de até três colheitas, de alguns produtos, por ano.

 

Quem se der ao trabalho de estudar o desenvolvimento do Brasil nos últimos 80 anos vai considerar que maior foi, na agricultura, com um grave defeito: exportando as chamadas commodities agrícolas e minerais IN NATURA, sem agregar melhoramentos, mão de obra qualificada, para dar emprego a milhões de jovens sem maiores esperanças, revoltados com a incapacidade de geração de empregos no país onde nasceram.

 

Os tipos de conceitos de desenvolvimento econômico nacional não se muda do dia para outro. O Brasil jamais será uma potência industrial. Não temos “fábrica” de sábios, de cabeças pensantes, somos, por incapacidade dos nossos governantes, pela ausência de incentivos, uma massa desqualificada que não sabe o que quer, nem reivindicar.

 

Tristes trópicos.

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         


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