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Sentido! O Capitão chegou I...

15/01/2019

 

“Estufem os peitos. Braços retos, estendidos, com a palma das mãos, dedos unidos, em forma de concha, colados às pernas, calcanhares unidos, em posição de sentido. O “Comandante” está entrando...”
 

Está no comando do Brasil o capitão da reserva do Exército, Jair Messias Bolsonaro, eleito com 57 milhões de votos, para exercer o mandato de presidente da República por quatro anos.  

Depois que um imbecil tentou matá-lo com uma facada, no meio da multidão, tudo pode acontecer no Brasil mas, no decurso dos 200 anos de República, a nação brasileira nunca experimentou um momento de tanta expectativa com a posse de um novo presidente, ainda mais pelo ineditismo, de se colocar em prática um governo liberal (?).

Só uma coisa posso afirmar: reside em toda sociedade brasileira uma expectativa: como será o governo Bolsonaro?

Tem uma velha anedota, história que se passa no interior do Brasil, quando um candidato a prefeito, de um lugarejo do Nordeste, começou sua fala, trepado na carroceria de um caminhão: “Porque eu vou fazer isso, aquilo, aquilo outro”; quando alguém falou atrás dele: “Fala no plural!”

O homem desandou: “Vou trazer o plural para me ajudar, eu sei que ele não vai se negar. “O Plural é meu amigo, um grande manda - chuva...” E foi por aí...

Eu quero ver como vai funcionar esse tal de liberalismo. Se for para valer, tudo que é burocracia vai desaparecer e entrará o respeito às leis e à ordem. O Brasil tem 69 obrigações fiscais e para – fiscais e 73 normas (Cartórios os mais indecentes) que emperram o desenvolvimento econômico e social do país. Essa monstruosa simbiose entre obrigações fiscais com os chamados cartórios, onde estão pendurados em formidáveis cabides o mais indecente sistema burocrático do mundo, há quase 80 anos, precisa ser desmontado. Vai ser?

Eu ouvi o sr. Jair Messias Bolsonaro dizer, garantir, distante mais ou menos dois metros dele, que não descansaria dessa luta, que era a luta pela liberdade, do direito do empreendedor, sufocado por um processo vil, que não deixa o Brasil caminhar.

 

Quero ver como essa “gaita” vai ser tocada pelo sr. Bolsonaro. Até prova em contrário, estou acreditando piamente em suas palavras.

O Brasil precisa acordar para um a nova realidade. Não podemos ser o país da maior carga tributária do mundo, dos combustíveis mais caros, das utilidades absurdamente mais caras. Em troca de que? Da corrupção desenfreada?

Até prova em contrário, quero pagar para ver.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 

 

 


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A mídia e Bolsonaro

14/01/2019

 

O candidato Jair Messias Bolsonaro ganhou a eleição para presidente da República no dia 28 de outubro de 2018, dando demonstrações absolutamente tranquilas de que não precisava da chamada mídia nacional, os grandes jornais e estações de TV, preferindo montar, a exemplo do ocorrido nos Estados Unidos, com a candidatura Donald Trump, as chamadas redes sociais.

Estranho que, sozinho, apoiado pelas redes sociais, o candidato ousou peitar as organizações Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Veja, Isto É e tudo mais que aparecia pela frente. Uma surpresa geral. O noticiário, de gozação ao candidato era farto.

Revendo tais fatos, os acontecimentos que marcaram a eleição do sr. Jair Bolsonaro, fica claro que, após o pleito, com a reafirmação do eleito que ele não quer saber da mídia nacional, que vai cortar -lhes as polpudas verbas de publicidade, criaram uma onda de terror, a mídia se alvoçou e o resultado aí está, com o massacre coletivo que foi montado contra o novo governo, chegando ao ponto da Folha de São Paulo dizer: “O governo Bolsonaro acabou”. Acabou como, se ainda nem começou, não completou uma quinzena, e já acabou?

Eu não entendo de futebol e nem quero entender mas, lá no meu São Mateus, quando criança, existiam dois times no município muito importantes, o Aimoré e o Mateense. Sei que, meu tio, Alcino Santos, era jogador e uma espécie de manda chuva do Mateense. No intervalo do primeiro tempo, o Mateense perdia de 3 a 0, quando meu tio reuniu a turma, todos sentados no chão e, em pé, falou mais ou menos assim: “Vocês estão loucos? Todos querem fazer gol, não dão passe, pensam que podem sair driblando o adversário, como se ele fosse um tolo? Vamos entrar decididos, jogo duro, passando a bola, evitando ao máximo jogadas pessoais, individuais. Vamos construir o jogo. Respeitar o adversário”. O Mateense ganhou de 4X3, numa virada surpreendente.

Bolsonaro armou o melhor time, é o dono da bola e do campo. O adversário tem um time de merda, composto de ladrões da pior espécie, também o juiz e bandeirinhas são ladrões, quadrilheiros. Vamos parar de dizer besteira e vamos agir com severidade. Esse negócio de todo mundo falar, como periquito na fruteira, está errado. Arranjem um porta voz capaz, de capacidade comprovada. O sistema de mídia nacional está se articulando para ridicularizar o governo. O governo está respondendo entrevista de Haddad, Lula, Dilma, Zé Dirceu. Esse pessoal está morto e esqueceram de enterrar. Falar neles, é querer que continuem vivos.

É preciso que alguém, daqui pra frente, tome conta das diretrizes de publicidade. Que fale exclusivamente o necessário. Todo dia usando a mídia, desgasta. Nada mais correto do que falou a ministra Damares Alves, sobre o menino vestindo azul, e menina vestindo rosa, num sentido eminentemente figurado. Querem distorcer o que a ministra falou, por uma questão de burrice ou má fé. O PT morreu, mas não de todo, ainda...Vamos enterrá-lo!

 

 

 


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