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Um Papa do barulho.

23/02/2020

 

À religião católica estava faltando, na sua história, ter um papa argentino e, pior, comunista, querendo até “construir” uma grande pátria formada pelas esquerdas latino-americanas. Cada idiota com sua mania.

 

Lula (Luiz Inácio Lula da Silva), quer porque quer inverter sua trajetória política de preso por corrupção, em futuro santo, sob as bênçãos do papa vermelho, que o recebeu de forma angelical, como se estivesse recebendo um candidato a santo, apoiando sua mão na cabeça do visitante, como que abençoando-o de suas estripulias (ou falcatruas?)

 

Não professo nenhuma religião mas, através dos atos de seus dirigentes, dos seus bandos de pedófilos, a Igreja Católica vem perdendo adeptos. A atitude do papa Francisco, recebendo Lula e outros criminosos políticos teve uma repercussão negativa em todo mundo, criando até um cisma dentro do próprio Vaticano, onde tem um núcleo duro de oposição ao papa vermelho, que poderá leva-lo à renúncia, como fez o grupo de cardeais vermelho, ao criticar o papa Ratzinger, levando-o ao isolamento, por não suportar a tal da Santa Sé...

 

A onda de desmoralização da Igreja Católica ocorre em momentos complicados, para o que foi a maior religião do Ocidente, caindo em desgraça pela intromissão de figuras exóticas como o Papa Francisco que, no entender de muitos religiosos, de gente do Vaticano, com força dentro da Igreja, estaria num lugar totalmente errado.

 

O “benzimento” de Lula que, a pretexto de dizer algumas besteiras, falou da necessidade do Papa promover uma luta em favor dos oprimidos, dos necessitados, como se Lula tivesse pena de oprimidos, a não ser usá-los para se manter no poder, destruir o país com sua inconsequências políticas.

 

A onda de gozação contra o Papa Francisco está no começo. Coisa pior e mais engraçada estão por vir, para desgraça dos franciscanos e combonianos que tomaram de assalto a Igreja católica, por negligência dos chamados de conservadores, que se entregaram à pedofilia.

 

 

 


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Morreu Salvador Venâncio da Costa

22/02/2020

 

Morreu quinta-feira, dia 20 de fevereiro de 2020, uma impressionante figura humana, do meu tempo: Salvador Venâncio da Costa, nascido no interior das Minas Gerais, veio ainda jovem para o Espírito Santo trabalhar no complicado comércio de Café, onde foi vitorioso.

Nos conhecemos da década de 50, através desses amigos comuns que surgem em nossas vidas. Trabalhei com um jovem que era jogador de futebol, Gessy José de Sá, chamado por Salvador de “Esquerdinha”, e foi um dos melhores, ponta-esquerda do Vitória Futebol Clube, onde jogou exclusivamente.

Salvador trabalhou, enriqueceu e, apaixonado por futebol, foi um dos criadores do Vitória Futebol Clube, para quem fez um campo de futebol, em Bento Ferreira (que tem seu nome, “Estádio Salvador Venâncio da Costa”), contrariando seus familiares, mas fez tudo direitinho, coisa de Salvador, que guardava um dos princípios mais raros da pessoa humana: a honestidade, a honradez, a palavra empenhada.

Nunca torci por clube de futebol, nunca guardei nome de times e jogadores, como muitos aficcionados, como faz José Lino Sepulcri, apaixonado pelo Flamengo, que relembra nomes dos seus atletas lá do começo, da mais famosa agremiação esportiva do país, quiçá do mundo...

Salvador foi, por muitos anos presidente do Centro do Comércio de Café e do Sindicato do Comércio de Café do Estado do Espírito Santo, um negócio que fazia com altruísmo e entusiasmo, participando ativamente da evolução dessas entidades. Foi membro da Diretoria da Fecomércio - ES. Tem muita gente que entende de café, de plantio, colheita, amadurecimento, seleção de tipos e até a “formula” de se fazer café, e dizia do porquê um café era melhor do que o outro e, quando ia à minha casa, o que fazia invariavelmente, porque pegou uma amizade, mais do que comigo, a meu filho Dan, otorrinolaringologista, que tratava dos ouvidos do Salvador com dedicação e esmero. Dan, para ele, era o melhor médico do mundo. Coisas de Salvador...

Viajei, com minha família, inúmeras vezes na companhia de Salvador, e Cleuza, com quem teve cinco filhos, sua encantadora mulher (também falecida) pelo exterior e pelo Brasil. Raras pessoas, desprendidas e afáveis como eles. Nunca vi um sujeito gostar tanto da mulher como ele gostava da sua, e vice-versa. A morte de Cleuza foi um tremendo desastre para ele, foi um negócio assim, de repente, fulminante, e ele, desesperado, ligou para mim, “Cleuza morreu”. “Você está brincando”. -“Não, meu amigo, morreu”.

Meu filho mais novo Franz, ligou à noite: “Salvador Costa morreu.” Todos morrem, mas Salvador deveria morrer vendo seu time, o Vitória, ganhar um campeonato.

Quero transmitir para seus filhos, seus amigos, quem gostava de Salvador, o homem apaixonado pelo Vitória Futebol Clube, que lamento profundamente a morte do amigo. Deixou de sofrer. Não sei do porquê as pessoas boas, de sentimentos como Salvador, sofrem tanto na vida. Amo seus filhos, como amava os meus.

São mistérios da vida. Adeus Salvador, velho amigo. Estamos profundamente abalados e tristes com sua morte.  Felizmente, deixou de sofrer.

 

 

 


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