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Um plano para o turismo

14/05/2018

 

Em termos de estrutura para o turismo o Brasil, estados e municípios estão engatinhando. Com relação à Europa, a estrutura montada, estamos atrasados 200 anos, com todas nossas belezas naturais, potencialidades, estamos realmente engatinhando.

Nós, capixabas sabemos que o Estado tem um forte atrativo para o turismo, nossos governantes sabem, mas nenhuma autoridade se dispõe a determinar a realização de um diagnóstico capaz de nos dizer onde começar e onde terminar, na montagem de uma política de turismo, com a obrigação de todos organismos públicos, entidades, empresas, percorrerem com os mesmos objetivos, sem mudança de nada.

Tomou posse outro dia o sr. Paulo Renato Fonseca Junior como novo secretário de Turismo do Estado, exalando grande vontade de trabalhar pelo desenvolvimento da causa que assumiu, mas falta o plano, a diretriz, o caminho que o Estado terá que perseguir, para ter sucesso.

Nos últimos tempos, talvez o governador Paulo Hartung saiba, o sr. Paulo Renato, hoje, é o mais entendido na política que deve ser usada como diretriz do turismo capixaba. Falta o plano e, sem ele, não adianta “enfeitar a boneca”, se faltam recursos para serem aplicados.  A Secretaria de Turismo que está abrigando o sr. Paulo Renato pode se transformar num grande instrumento de uma nova política de turismo do Estado.

Façamos uma avaliação singela, apenas como exemplo. O que tem o Espírito Santo para mostrar em termos de atividades turísticas? Precisamos de um diagnóstico para mostrar às autoridades e aos investidores o caminho a ser trilhado.

As autoridades desconhecem a luta desesperada para um investidor, com dinheiro (“bala na agulha”), construir um empreendimento na área de hotelaria, um simples parque aquático, uma piscina de recreio para um hotel. Muitos desistem, devido a burocracia. Não há quem resista, quem suporte a procrastinação, o vai e vem de técnicos os mais diversos cagando regras, sem saber o que estão dizendo, para atrapalhar a implantação do projeto.

Com o sistema burocrático que impera no Brasil, com as exigências as mais estúpidas para desenvolver um simples projeto de uma pousada, o Brasil jamais irá para frente.

Com um plano direito para o turismo o governo vai dizer como um projeto pode e deve ser executado e até sua natureza, o que é mais essencial, do que atormentar quem deseja investir.

Tem mais de 50 anos que investidores querem construir um tal de resort (hotel de alto luxo e com múltiplas atividades de lazer) para atrair turistas, na região chamada de Três Praias, em Guarapari. Se vocês conheceram a história, o que desejavam certas autoridades, dá a exata dimensão do porque está em evidência o processo Lava Jato, sob a batuta do Juiz Sérgio Moro.

Faz vergonha...

 


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A boa do Barbosa

13/05/2018

 

O mundo político é muito cínico! O anúncio do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, “desistindo” de sua candidatura à presidência da República foi o suficiente para que todos exclamassem: “Oh! Que pena” estava eleito”.

Homem temperamental e pouco acostumado a diálogos, sem uma personalidade definida no campo político, o sr. Barbosa fez muito bem em deixar essas coisas da participação política que, em princípio, é para quem tem estômago de elefante, para enfrentar as hostilidades partidárias e, depois, a falta de adesão de quem vota.

A sociedade brasileira não merece a classe política que tem. Todos nós, eleitores, sonhamos com um Brasil melhor, aquele que a TV Globo está botando no ar todos os dias, das opiniões e, naturalmente, rejeita o conteúdo daqueles que devem espinafrar com a classe dirigente e certamente a própria TV Globo.

Vibro com a possibilidade de não ocorrerem eleições no Brasil por muitos e muitos anos. Pelo surgimento de um chamado grupo cívico ou de elite para impor ordem nesta nação. Ter eleições com esses mesmos candidatos, sem possibilidade nenhuma de surgirem novas lideranças, não dá para sonhar com o tal “Brasil que eu quero”, ou que “nós queremos”, porque a turma que quer um Brasil melhor é muito grande, maior do que se possa imaginar, mas quem vota, vai escolher o que possa imaginar menos ruim e não o supostamente melhor, sangue novo, para combater tanta gente ordinária que, a impressão que dá, não vai morrer nunca...

Saindo Barbosa do páreo (Barbosa já era um negócio ruim...) ficam tipos como Alkmin, Ciro Gomes, Bolsonaro, Marina e meia penca de desconhecidos. Tem quem ainda não foi presidente da República, mas não é novo em política. O único novo era Joaquim Barbosa, mas seu perfil é ruim, meio intolerável, o que não faz o perfil do brasileiro, que o político deva ser 8 ou 80 de uma vez...

Não é o quadro nacional que é ruim. O quadro é geral, ocorrem as mesmas coisas em nações, estados e municípios. O sistema partidário não enseja renovação, substituição, alteração das “lideranças”. Temos que engoli-las de qualquer maneira.

Vamos ver então as mesmas caras, as mesmas propostas, sendo lançadas à cara do eleitor, como se ele fosse simplesmente uma besta.

As vezes fico imaginando a cara de pau do Temer em querer ser candidato a seu próprio cargo. Será que esse cara sabe o que está pensando ou ele é um idiota mesmo?

O Brasil que eu quero é sem essa gente antiga. Muda Brasil.

 


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