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Sabidos de "esquerda"

07/11/2018

 

Vez por outra ouço, escrevem, que fulano, beltrano, seja lá quem for, político ou até mesmo jornalistas, artistas, serem de esquerda. Brasileiro de esquerda, só se o sujeito que for destro (canhoto), ser de esquerda, como meu velho e saudoso amigo Jessy José de Sá, antigo ponta-esquerda do Vitoria Futebol Club, na década de 50, que era conhecido como “esquerdinha”, pela sua extraordinária pontaria, com o pé esquerdo...

Tem muito aproveitador, idiotas aos montes, se intitulando de esquerda, com objetivo de se “arranjar”, porque depois do Movimento Militar de 64, quando bandos de aproveitadores fugiram do Brasil, com medo de serem apanhados, vestiram uma camisa de esquerdas, porque, na verdade, estavam marcados e, como alternativa, assim se intitulavam. Vocês acham que aproveitadores como Fernando Henrique Cardoso, Ulysses Guimarães, Mario Covas, Orestes Quércias, José Serra, José Dirceu, José Genuíno, Lula, Dilma e outros aventureiros podem ser denominados de esquerda?

Um monte de assaltante de bancos, criminosos, ladrões, devassos, refinados proxenetas, com o assentamento no poder do primeiro mentiroso denominado de esquerda, Fernando Henrique Cardoso, o chamado grupo que tomou de assalto o poder se denominou de esquerdistas e passou a reunir, em torno de si, aqueles que nunca trabalharam, mas querem viver sob os auspícios dos cofres públicos, da Lei Rounet e as sinecuras governamentais, até a delapidação de bancos e empresas estatais, como a Petrobras. O Brasil se transformou num antro de ladrões da pior espécie, sob o rótulo de esquerdistas, de amantes de Fidel Castro, Morales, Hugo Chavez e até Nicolás Maduro, um motorista boçal que transformou a Venezuela numa grande merda.

A nossa desgraça, com esse viés criminoso, começou com Fernando Henrique Cardoso e terminou nessa bosta que é o governo de Michel Temer. Apenas como força de expressão, que não sou religioso: meu Deus, como essa canalha toda tomou conta da política brasileira, saiu distribuindo nosso dinheiro com indecentes republiquetas, doando empresas nacionais como fossem propriedades deles.

Finalmente, chegamos ao ponto de termos um Fernando Haddad como candidato a presidente da República, pelo PT, empurrado para as ruas por Lula, um ex-presidente na prisão por 12 anos e 1 mês, por crime praticado por corrupção.

A que ponto chegamos... Será que esse povo brasileiro, burro, merece essa classe política tão ordinária, se intitulando de esquerda, para pilhar o Estado? Vocês já imaginaram, em nome de uma tal de democracia, que eles defendem, a montanha de dinheiro que recebem como “reparação”, por terem “pertencido” a movimentos “revolucionários”?

 

Acho que esse tal de Deus está pouco ligando para o Brasil e sua gente...

 

 

 


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Como será o novo governo?

06/11/2018

 

Afinal, como era esperado, Jair Messias Bolsonaro é o novo presidente do Brasil, candidato do minúsculo PSL, obteve 58 milhões de votos (55,13%), derrotando seu opositor Fernando Haddad, PT, com 47 milhões de votos (44,87%), proporcionando o fim do ciclo de governos do PSDB e do PT.

Numa análise bem fria dos fatos políticos que perturbam a nação brasileira nos últimos 14 anos, aproximadamente, a eleição de Bolsonaro representa um duro golpe no esquema político partidário, de um triunvirato indecente formado pelo PSDB, PT e PMDB, afora outras siglas menores, que se acumpliciaram num dos maiores escândalos de corrupção da vida nacional.


A eleição de Jair Bolsonaro é o desfecho das apurações dos assaltos praticados nos cofres públicos por uma parcela política que se julgava dona do país, começando com as filmagens do pagamento de propina a dirigentes políticos dos Correios, a primeira autarquia que começou a ser demolida pela corrupção e foi se alastrando, diante das apurações do famoso processo denominado de Mensalão, rumoroso caso que conquistou notoriedade sob o comando do ministro do STF, Joaquim Barbosa, seu relator, alçado depois a presidente da mais alta corte de justiça da nação, até que surgiu o juiz federal Sérgio Moro, da chamada “ República de Curitiba”, com o apoio de 12 procuradores e a Polícia Federal, desvendando  os maiores escândalos de corrupção ocorrido em todo o mundo, com ramificações em vários países latinos americanos, africanos e até nos Estados Unidos, com a escandalosa compra de uma refinaria de petróleo em Pasadena, pelo tripulo do valor de mercado. As falcatruas descobertas, tirou do poder a presidente Dilma Rousseff, que teve o mandato cassado e, finalmente, levou à prisão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por corrupção; queria se transformar em preso político, ao invés de político preso, como seus demais companheiros de sigla partidária.


Estamos, seguramente, há quase dois meses para que Jair Bolsonaro assuma a presidência da república, depois de ter escapado de uma facada, desferida por um inconsequente, em situação ainda misteriosa, num envolvimento policial que ainda deve vir à tona de forma espetacular.


Dizer o que Jair Bolsonaro e sua equipe irão fazer, ainda é uma incógnita. Admite-se, diante dos seus pronunciamentos, depois refreados, que irá promover uma reforma política profunda, uma alteração nos sistemas tributários e fiscal, onde temos 69 obrigações; uma mudança importante nos quadros ministeriais; a abolição de grande parte do sistema mais burocrático do mundo e, finalmente, a determinação de renovar os quadros político-partidários do país, com a implantação do Distrito Eleitoral Misto, que vai permitir o sepultamento de quase todas lideranças da atualidade brasileira.


É bom aguardar os acontecimentos, após 1º de janeiro de 2019.

 

 

 

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA

 

 


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