Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



A nossa "bolha".

14/09/2018

Temos memória curta.Relembramos que, em 2013 ocorreu um episódio econômico nos Estados Unidos que ficou sendo chamado de ‘bolha imobiliária”. Lá, os bancos chamavam os tomadores de empréstimos para casa própria oferecendo-lhes vantagens para troca do imóvel financiado por outro maior, um refinanciamento da dívida ou, um refinanciamento da dívida existente, alongando-a, com a cobrança de mais juros, por mais tempo.

Banco é banco em qualquer parte do mundo. Às vezes, uns gananciosos, no a fã de ganhar muito dinheiro com a miséria alheia, quebram, afundam, com seus acionistas também. Com relação a bancos, meu pai dizia que eu e meus irmãos deveriamos entrar neles para depositar dinheiro, receber o salário ou buscar o que tinhamos depositado. Apanhar empréstimo, nunca... Era um velho teimoso e, os filhos saíram a ele, os netos também...

A ‘bolha” que ocorreu nos Estados Unidos, episódios semelhantes estão ocorrendo aqui. A inadimplência cresceu no sistema imobiliário à proporção que a crise elevou o desemprego e reduziu a capacidade financeiras das famílias. No momento, as cinco maiores instituições financeiras do país têm um volume de R$13,7 bilhões em imóveis à espera de novos interessados, incluindo as unidades que se encontravam no estoque, fazendo a cifra crescer 745% em quatro anos e meio. Os números do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Unibanco e Santander revelam que, juntas, as instituições tiveram aumento médio de quase R$2 bilhões no volume de imóveis retomados a cada ano entre 2014 a 2017. Em apenas seis meses de 2018, os bancos retomaram mais de R$1,48 bilhões em casas e apartamentos de inadimplentes... Existem 70 mil imóveis retomados pelo sistema financeiro, levando-se em conta, ainda, que ele cobra o maior percentual de juros do mundo. Fora o HSBC, de procedência inglesa, que entrou em negócios mirabolantes de esquemas financeiros, preferiu recolher sua bandeira do território nacional...

O grave problema financeiro é o desemprego. Existem no mercado de Trabalho cerca de 12,9 milhões de desempregados, sem esperança de retornarem ao trabalho, na maioria na construção civil e, depois, o comércio e a indústria, mas os bancos continuam se enriquecendo estupidamente.

O desenvolvimento econômico nacional, pela falta de capacidade dos nossos dirigentes em aproveitarem o momento da grande necessidade do mundo precisar de alimentos e, estupidamente, ao invés dos nossos governantes financiarem novas fronteiras agrícolas, para produzir mais, se meteram na roubalheira desenfreada, com grande número de políticos e operadores do sistema financeiro trancafiados ou com tornozeleiras nas canelas, a espera de que Lula volte ao poder.

Vai demorar...

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

O Brasil vai mudar (ou rachar).

13/09/2018

 

Temos que reconhecer, por uma questão de justiça, que existem pessoas decentes no quadro político nacional. Para não criar ciúmes, deixo de apontar inúmeros nomes da política capixaba que merecem consideração e respeito mas, é aquela história, se não cortarmos na própria carne, não se promoverá as mudanças necessárias e, no meio delas, surgirão aberrações, aleijões, que não mereceriam ser eleitas ou reeleitos, pelo passado que ostentam. São os ossos das mudanças. Muda-se o feijão de saco, mas os gorgulhos irão juntos...

 

Os petistas, peemedebistas, emedebistas, pedetistas e outros inconsequentes querem transformar o Brasil numa grande Venezuela, ou melhor, numa imensa privada política, pela ânsia de poder que ostentam, fazendo surgir figuras como Bolsonaro, do mesmo jeito que a roubalheira desenfreada faz surgir Sérgio Moro, um gigante da justiça, que poderia ter sido Joaquim Barbosa, o ministro do Supremo Tribunal Federal, se não deixasse a função mais importante do país, pela sua vitaliciedade e irremovibilidade, com medo das ameaças dos petistas, que queriam trucidá-lo. Acovardou-se, preferindo gozar as delícias da vida em Miami, terra dos endinheirados de todo mundo, refúgio dos medrosos...A resistência de Sérgio Moro é impressionante.

 

O surgimento de Bolsonaro teve como efeito a podridão da política nacional. Inventam tudo, mas tudo que foi possível contra o chamado candidato da direita.  São capazes de dizer, amanhã, às vésperas do pleito, que ele mandou atear fogo no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, um negócio semelhante e até pior, na repetição da velha história: “Em tempo de guerra, mentira como terra...” para destruí-lo

 

Não tem jeito. Os que querem ver Jair Bolsonaro no poder da República o fazem porque estão cheios da corrupção montada no poder da República. O voto “silencioso” vai eleger Bolsonaro no 1º turno.

 

Pode ser que me engane, que a empolgação tenha subido à minha cabeça, mas só vejo entusiasmo popular, na caminhada de Bolsonaro para o poder. Praticamente a um mês das eleições, não vejo como mudar o quadro político. A vez parece ser mesmo de Bolsonaro, o homem que promete enfrentar os corruptos, os bandidos e a máfia de ladrões estabelecida no poder. Vai ser uma farra vê-lo digladiando com a canalha que quer destruir o Brasil.

 

Toda essa tragédia que o país está vivendo, só terminará com o resultado eleitoral do dia 07 de outubro. Se tudo der certo, se esse balaio de corruptos for derrotado, a partir do dia 1º de janeiro de 2019, vai ser um ano de vida nova para a nação.

 

Se der tudo errado, vai ter revolução...

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2029 2028 2027 2026 2025 2024 2023 2022 2021 2020   Anteriores »