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Ambiguidade.

11/12/2018

 

Vivemos o exercício da ambiguidade. O que eu quero para você, não quero para mim e, se possível, desejo que se dane... Menos eu...

 

Qualquer pessoa equilibrada, de bom senso, sabe que o programa Mais médicos, que o governo petista contratou com o governo de Cuba, era uma imbecilidade mas, num país à matroca, numa das mais indecentes falta de escrúpulos, sem governo, sem justiça, sem nada, poderia um programa indecente, prosperar? Um país decente aceitaria tal estultice? Cuba aceitaria?

A simples eleição de Jair Bolsonaro, para presidente da República , está causando uma revolução, fazendo até com que o governo cubano, de modo próprio, convoque, de volta, os perto de 9 mil médicos, que tem contratado com o governo brasileiro, num regime de indecente escravidão. Criado em 2013 no governo Dilma, termina antes de começar o governo Bolsonaro!


Não nos iludamos, o Brasil vai passar -se quiser continuar existindo como nação livre, decente – por um processo de reformas que o sistema de governo corrupto (todos os poderes) jamais admitirão que irá ocorrer, pela necessidade e ajustar o país à realidade.


O governador eleito, Renato Casagrande, dentro das perspectivas reformistas do novo governo Federal, onde, imagina-se, novos critérios de admissão nos quadros do funcionalismo público sejam sem estabilidade no emprego (demissíveis ad nutum) ou quando novo governo começar, nos mesmos critérios da iniciativa privada, declarou que é “contra facilitar demissão de servidor efetivo”. Claro, quem paga a conta não é ele!


Talvez, o sr. Renato Casagrande desconheça que o único país do mundo que o servidor público tem estabilidade no emprego e irremovibilidade, é no Brasil, que tem o sistema burocrático maior, mais caro e mais inconsequente do mundo. Nos países desenvolvidos, só os magistrados da Suprema Corte tem estabilidade, e se aposentam quando desejam, como é o caso dos Estados Unidos, sem as incríveis mordomias da Suprema Corte do Brasil.


O Brasil tem uma multiplicidade de justiças, inclusive a do Trabalho, que não existe em país nenhum, como a Justiça Eleitoral, cartórios dos mais diversos matizes e cabides. Uma vergonha.


Aconselho ao governador Renato Casagrande ir se acostumando com uma nova realidade que vai surgir. O Brasil está quebrado, não pode acontecer situações como, presentemente, o senhor está reclamando do governador Paulo Hartung, com a distribuição de recursos, através de convênios, objetivando deixar o caixa vazio. Correto?


O tamanho do Estado tem que ser diminuído, com responsabilidade. O chamado serviço público brasileiro tem 60% de servidores a mais do que o necessário. No todo, a arrecadação do país é 80% destinada para pagar servidores ativos e inativos, graças ao populismo infeliz que a sociedade sustenta.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Fim de feira

10/12/2018

 

Em data recente, 2008, a grande nação americana entrou em depressão econômica, não como um negócio como ocorrido em 1930 mas, pelas proporções, atingiu firmemente a Europa, Ásia e ainda o Leste Europeu, capenga, com os reflexos da crise, chamada de “bolha imobiliária” provocada pelo sistema financeiro dos Estados Unidos.

Dona Dilma, uma cavalgadura que se assentava na presidência da República do Brasil, queria ensinar economia à primeira ministra da Alemanha, Ana Merker, enquanto o Brasil entrava em recessão, não por causa da bolha americana, mas pela burrice de Lula e Dilma que, inadvertidamente, saíram distribuindo dinheiro com “parceiros” de um socialismo infeliz, que deu um monte de “apartamento” em penitenciária para muita gente, da pior qualidade, do sistema petista.

O brasileiro não sabe guardar dinheiro, não gosta de poupar e, nossos governantes são demasiadamente bondosos com os recursos que arrecadam, sem qualquer responsabilidade com o futuro.

Sabe-se que, todos os estados, inclusive o Espírito Santo, anda numa merda de fazer gosto... Como o Brasil de Temer, graças à sequência de irresponsáveis que se aboletaram no poder e da roubalheira que promoveram, num dos processos de corrupção mais violentos ocorridos no mundo.

Final de governo no Brasil chama-se de “final de feira”, onde os feirantes vendem aquilo que trouxeram, que sobrou, por pouco, mais ou nada, para não levar de volta, por não compensar guardar.

Vejam que, nós brasileiros, por exclusiva burrice, incapacidade de escolher melhores candidatos, devido a ditadura dos partidos políticos, tivemos Lula durante oito anos e, mandando no poder, depois, nos seis e meio anos de Dilma, sucedidos por essa coisa que aí está, Michel Temer, uma sequência de imbecilidade que só num país suigeneris pode ocorrer, como o Brasil.

Todos nossos governantes estão envolvidos nos maiores escândalos de corrupção do mundo. Eles não se emendam, continuam prevaricando, roubando, até mesmo de dentro da cadeia ou nos cargos que exercitam, graças à nossa impiedosa justiça, que acaba de abocanhar 16,6% de aumento, provocando uma tragédia em cadeia, em todos os níveis das administrações públicas nacionais.

Aqui no Espírito Santo, o nosso governador Paulo Hartung entra com sua sacanagenzinha sobre Renato Casagrande, dando uma gratificação de natal a todo servidor público, de R$1.500,00, quando na verdade o Estado não pode dar nem de 20 reais.

 

 

 


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