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Falando em eleições

17/02/2018

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Obviamente, uma pergunta que o político não gosta de ouvir e muito menos responder: “Vão ter eleições em outubro próximo?” O político contorna com sutil facilidade a pergunta para falar em convenções partidárias, a lei da ficha limpa ou até mesmo a prisão em segunda instância, como o caso de Luiz Inácio Lula da Silva e outros audazes donos dos cofres públicos...

Todos nós, em termos políticos, podemos pensar e dizer o que nos vem à telha, caso contrário, a democracia perde o sentido.

Com esse negócio que a modernidade do desenvolvimento tecnológico inventou, chamado de “redes sociais”, que acabou elegendo Donald Trump, a despeito da existência da rede de imprensa mais fantástica do mundo, o político brasileiro, mesmo a despeito do processo de corrupção generalizada em que vivemos, que o sistema político mais imoral do mundo ( o brasileiro, onde o dinheiro arrancado dos cofres públicos compra tudo) vai acontecer normalmente e até já se criou um extraordinário fundo partidário, que vai engordar o bolso de componentes de 35 agremiações partidárias que deveriam ser transformadas em apenas três, por muito favor...

Acho (pelo que sinto) que, dificilmente, ocorrerão eleições em outubro próximo. Para eleger quem? Os que estão hoje no poder, que serão reeleitos para continuar o mesmo jogo? Vão permitir que essa tragédia aconteça? Como vai ficar a nação, perante o chamado concerto de nações? Será que todas nações do mundo são equivalentes, no caso político, ao Brasil? Podemos pensar assim?

Apareceu por aí, saído do mundo político nacional, um amalucado, corajoso até, mais do que o normal, chamado Jair Bolsonaro, que a mídia um tanto ou quanto instruída quer demoli-lo, inventando sobre o moço todos os epítetos possíveis e imaginários, para denegrir sua imagem, mas o rapaz vai conquistando a simpatia porque, parece, a pressão que as forças de “esquerda” (uma esquerda de merda, tem o Brasil) brasileiras não admitirão sua eleição, mormente agora que, salvo melhor juízo do Supremo Tribunal Federal, Lula estará rifado do mapa político e Bolsonaro terá uma espécie de passeio eleitoral pelas urnas.

Já passei da idade de acreditar em politico, mas pelo menos temos que acreditar no que está dizendo Bolsonaro. Ainda não apareceu um sujeito corajoso, determinado, para dizer tudo aquilo que a maioria da sociedade quer ouvir. Já fomos enganados muitas vezes por esquerdistas de ocasião. Vamos tentar mais uma, pela direita, com Bolsonaro.

Não custa, fazer de contas que vão ocorrer eleições!’’



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Ganhar sem trabalhar

16/02/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Quando menino, lá no meu São Mateus, para empurrar os filhos aos estudos, meu pai dizia: “Olha, se você não estudar, para ser alguma coisa na vida, vai acabar sendo estivador, soldado de polícia ou funcionário público”, o que representava naquela época as mais baixas remunerações salariais e os integrantes viviam em dificuldades.

Pelo que se nota, a profissão de solado de polícia parece que ainda não dá bom rendimento salarial e não precisa ter lá esse preparo, para ingressar, mas ser estivador, tendo relativa força física, como servidor público, sabendo galgar uma janela aberta através da escada de um padrinho político, vai acabar a vida com uma boa aposentadoria integral e, se estiver a sorte de ter um diploma qualquer, aí vai ser moleza... Pode chegar a ministro...

Discute-se, de forma incessante, a questão da aposentadoria, um tal de auxílio moradia para os afortunados que chegaram à condição de magistrados ou cargos semelhantes de doutores que impõem respeito e até intimidam formidáveis parcelas da sociedade com seus cargos estáveis e irremovíveis que, mesmo apanhados prevaricando, percebem aposentaria integral, fruto das vantagens que eles próprios impõem a sí próprios ou através da chamada cornucópia do favoritismo oficial, às custas do infeliz contribuinte, que não tem condições de sonegar os impostos que lhe são cobrados e, irremediavelmente, vão engordar a bolsa dos irremovíveis, fruto da natureza dos cargos que ocupam, fruto do parasitismo instituído quando do Brasil colônia portuguesa...

Hoje, no Brasil, a luta desesperada é para ser funcionário público e se aposentar de forma integral, pelo que ganha, e ter as correções como se trabalhando estivesse.

Não gosto de fazer citações ou comparações do Brasil com relação aos Estados Unidos, para onde tudo mundo quer ir, até os muçulmanos, tidos como “inimigos” de quem tem dinheiro, dos chamados poderosos. Lá, nos Estados Unidos, onde o governo não quer ninguém de fora, todos servidores públicos são demissíveis ad nutum, quando termina o contrato e são salvos quando entra um novo governo que baixa um decreto revigorando o contrato. Em cada exercício, o Congresso tem que votar a verba necessária à manutenção dos empregos burocráticos e só os membros da Suprema Corte (os ministros) têm a chamada vitaliciedade e a irremovibilidade”, o resto não tem segurança de emprego e todos contratos de trabalho têm prazo de validade.

Com a chamada plutocracia em que vive o nosso país, jamais alcançaremos esse estágio de desenvolvimento e, estranho, num país que todo mundo gostaria de viver. É uma inconsequência...

 


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