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Rumo ao futuro.

18/01/2019

 

Como baratas voando, prenunciando chuvas, buscam assento nas áreas públicas, que lhe são mais próximas em “pensamento”, políticos e auxiliares os mais diversos, como se as instituições públicas servissem de refúgio da cornucópia do favoritismo oficial.

 

Todos nós, para o bem ou para o mal, somos constituídos de poços de ilusões. Sou nascido na década da ditadura de 1930, onde imperava o Estado Novo, sob o domínio de Getúlio Vargas, um dos mais sórdidos e nefastos ditadores que, na época, tinha a América Latina. Esse manipanso passou 15 anos no poder e, pasmem, se reelegeu, depois de ter eleito, em sua substituição, o marechal Eurico Gaspar Dutra, um militar simplório, correto, mas manobrado visivelmente pela mulher, d. Santinha...

 

No decurso dos últimos 60 anos o mundo todo, com o advento do grande crescimento dos Estados Unidos da América, foi se modernizando e, inclusive Portugal, saído da maldita ditadura salazarista, modernizou-se também, abolindo todos penduricalhos que pesavam sobre o desenvolvimento econômico e social. O salto para o futuro concebido pela Alemanha e Japão embora a pressão de seus inimigos da Segunda Grande Guerra é um feito espetacular e, mais fantástico, foi a compra ao governo soviético, da época, da derrubada do Murro de Berlim, a reunificação da Alemanha, sob a determinação do fabuloso chanceler Helmut Kohl, o segundo pai da Alemanha, depois do chanceler Otto von Bismarck. Kohl comprou dos soviéticos, com pagamento à vista, pela importância de US$ 320 bilhões de dólares, a reunificação da Alemanha, desde que, os soldados soviéticos deixassem livre o território da Alemanha Oriental.

 

Rebusquem a história do Brasil, de cabo a rabo. Desde a República, onde os mais estranhos senhores tiveram assento ao poder, cada qual pior do que o outro. O único verdadeiro estadista que teve assento na curul presidencial brasileira foi o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, o cidadão mais reto, mais decente e mais honrado que assumiu o poder da República Federativa do Brasil, eleito indiretamente pelo Congresso Nacional que, ao término do seu mandato, adulou-o, para quer se reelegesse, não aceitando, por ter concluído sua missão.

 

Seguiram-no Costa e Silva, Garrastazu, Médici e Figueiredo, indiscutivelmente sérios, mas nenhum determinado como Castelo Branco.

 

Se Jair Messias Bolsonaro, com seu ministério, cumprir realmente o que prometeu realizar, destruindo a burocracia e a roubalheira nacionais, teremos pela frente uma grande nação. Confesso, a classe política brasileira é tão imoral, tão indecente que pode provocar uma ruptura séria, se não permitir que o país avance para o futuro que todos almejamos.

 

 

 


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Como mudar essas coisas?

17/01/2019

 

Quando se critica as mazelas construídas por segmentos da sociedade brasileira, a corrupção endêmica, o favoritismo oficializado, costumam creditar essa composição de sordidez aos nossos colonizadores portugueses. Nada de mais estúpido, de mais grosseiro. Nos 519 anos de descobrimento do Brasil, nenhuma nação do mundo, com 8 milhões de quilômetros quadrados, ostenta a façanha invulgar do legado dos nossos irmãos portuguese, de termos uma sociedade por inteiro, do Iapoque ao Chui, falando uma única língua. A mais remota povoação indígena fala a língua portuguesa. Ninguém pode negar esse feito extraordinário, essa unidade nacional aqui existente.

Na verdade, estabeleceu-se ao longo dos governos corruptos que aqui foram instalados, um sistema nefasto de parasitismo oficial, a começar pelo pior sistema judiciário do mundo, que precisa ser extirpado. Não tem povo, sociedade que ostenta um negócio tão perverso, tão nefasto, chamado de justiça, como a brasileira.

Surgiu, de meados de 1980 até esta parte, com ênfase nos últimos dez anos, através da internet, as chamadas redes sociais, inclusive, agora, responsáveis pelas eleições do sr. Jair Messias Bolsonaro, que vem colocando a nú, diversos segmentos sociais, principalmente a Justiça (o judiciário) e o sistema político nacionais.

Agora, recente, Mateus Bandeira (WhatsApp - (51) 99889.0030) lançou sobre o judiciário federal e o judiciário do Rio de Janeiro um conjunto de informações, que é um negócio assustador.

Vejam o que ele diz:

Vídeo WhatsApp: Mateus Bandeira. Sobre Judiciário Federal e Justiça Estadual do Rio de Janeiro

“O exemplo vem de cima, vamos começar pelo Supremo Tribunal Federal, que só tem 11 Ministros, mas um orçamento de meio bilhão de reais. São mais de 200 servidores por Ministro e os números impressionam. Garantindo a hospitalidade da casa e agenda de compromissos, há 194 recepcionistas e 85 secretários. Para um atendimento Gourmet são 24 copeiros e 27 garçons. A segurança e manutenção é assegurada por 293 vigilantes, 116 serventes de limpeza, sete jardineiros e seis marceneiros. E a boa comunicação com a sociedade fica por conta dos 19 jornalistas e cinco publicitários. Não, mas aí isso se justifica, os caras têm o filme tão queimado. Além disso algumas funções peculiares, como dez carregadores de bens e 29 funcionários responsáveis pela encadernação. Super moderno e digital, claro! O STF tem a sua disposição 87 veículos e 58 motoristas particulares, ao custo total de mais de 9 milhões de reais por ano. Sim porque com a remuneração média de 50 mil reais da Justiça Federal, os servidores não podem se locomover em seus próprios veículos. E pela mesma lógica ainda são agraciados com 15 milhões de reais para despesas médicas e odontológicas, 12 milhões para alimentação e participam de atividades gratuitas de yoga, massagem laboral e oficinas... Oficina de que? Nunca vi isso na minha vida... Oficina de respiração.

Se tu ficaste chocando com a remuneração do Judiciário Federal, isso não é nada perto da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, por exemplo. São 65 mil reais de remuneração média para em dia, o Estado que está á beira do colapso fiscal. Pior, o Tribunal tem restaurante e lanchonete exclusiva para Desembargador e servidor. E o inacreditável é que além disso, além do restaurante gratuitos, todos os juízes têm direito auxílio alimentação R$1.800 por mês. Eu posso te garantir que nos meus vários anos de consultoria para as maiores empresas do Brasil, eu nunca vi um VR de R$ 1800.

Pessoal, o Brasil é um país que tem 30 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. São 50 milhões de analfabetos ou semiletrados. Um território com mais de 60 mil homicídios por ano. Tu achas que as mordomias do Judiciário têm algum cabimento? Especialmente para quem já ganha em média 47 mil reais por mês? Bom, eu separei nos comentários links para matérias e artigos chocantes, sobre essa situação. E se tu também defendes o fim dessas regalias, o respeito rigoroso ao teto Constitucional e compartilhas da nossa indignação com esses números, peço que espalhe essa mensagem nas tuas redes.

Olá eu sou Mateus Bandeira e agradeço a tua audiência, a gente está mandando nossos vídeos por celular, então se tu quiseres receber é só mandar um WhatsApp nesse número (51) 99889.0030.”

 

 

 


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