Ver Histórico



Procurar




  


Newsletter

Nome
  
E-mail
  




Links



Coisas da imprensa

28/03/2020

 

Não tem jeito. A Folha de São Paulo, o que resta ainda de jornal importante no Brasil, rende-se às evidências, publicando a Pesquisa Datafolha, em sua primeira página, na edição de domingo, 22.03 com a seguinte manchete: “Maioria tem medo do vírus e aprova medidas duras”. “Pesquisa Datafolha feita por telefone mostra que 73% apoiam isolamento forçado.

Não existem condições humana de parar uma nação 100%, com a paralização de todas suas atividades sociais, políticas e econômicas. Alguém tem que ficar para tratar dos doentes, acender e apagar a luz, transportar alimentos, transportes, serviços essenciais, etc., caso contrário a nação acaba. Mas, toda essa movimentação tem que ser feita com muita prudência, muito cuidado, muito equilíbrio, para que a “tempestade” de vírus passe. O governo está absolutamente correto em todas suas ações. Tem um ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, da melhor qualidade, tem mais de 100 anos que o Brasil não tem um ministro com conhecimento da situação como ele, determinado no controle da situação e a quem o Brasil, o governo Bolsonaro vai ficar devendo um imenso favor, pelos seus conhecimentos.

Vamos transcrever a matéria sobre a pesquisa Datafolha, para se ter uma idéia de como o jornal, finalmente, reconhece, publica os números impressionantes que levantou, sobre a ação do governo, embora o título da matéria buscou esconder a verdade. Vamos à pesquisa Datafolha:

“A chegada da pandemia do novo coronavírus assustou o brasileiro e mudou seu cotidiano. Medidas recentes adotadas por diferentes governos modificaram a vida nas cidades. Já não se pode circular livremente, e diversos estabelecimentos—públicos e privados—tiveram que fechar suas portas nos últimos dias.

Ainda assim, a maioria dos entrevistados pelo Datafolha diz concordar com esse tipo de ação mais severa.

A percepção foi colhida por pesquisa do Datafolha de quarta (18) a sexta (20), feita por telefone devido a pandemia. Foram ouvidas 1.558 pessoas e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos.

As ações oficiais para tentar conter o vírus têm alta aceitação: 92% concordam com a suspensão de aulas, 94% aprovam a proibição de viagens internacionais e 91% são favoráveis a interrupção nos campeonatos de futebol do país, por exemplo.

O fechamento de fronteiras é apoiado por 92%. O encerramento do comércio, em vigor em várias cidades, divide opiniões: 46% são a favor, 33% são contra e 21%, aprovam parcialmente.

A suspensão de celebrações religiosas, ponto contencioso com alguns líderes evangélicos, é aprovado por 82%. Já a quarentena temporária, ou seja, o isolamento forçado em casa, tem apoio de 73%, ante 24% que rejeitam e 2% que se dizem indiferentes.

Evitar bares e restaurantes, que ainda estão abertos na maior parte do país, é medida aprovada por 86%. Já o veto a reuniões em casa tem apoio de 76%.

A população tem bastante conhecimento sobre o vírus e teme ser contagiada. Praticamente todos (99%) dizem saber da questão, 72% deles se considerando bem informados. Para 24%, o grau de informação é mediano, e 3% se veem desinformados.

Três quartos dos ouvidos (74%) têm medo de ser infectados pelo vírus que causa a Covid-19. Desses, 36% dizem ter muito medo, e 38%, um pouco. Mulheres são mais preocupadas: 44% têm muito medo, ante 35% dos homens. Já a chance de infecção é vista como uma possibilidade por 83% da população, 20% considerando ela alta, 33%, média, e 30%, baixa.

O maior índice de pessoas que acham que não serão contaminadas é justamente entre o grupo de risco mais evidente, aqueles com mais de 60 anos: 19%.

No momento, 97% dizem estar tomando precauções acerca do risco de ser infectado. A maioria (63%) afirma lavar mão e rosto, 59% buscam algum tipo de isolamento social, 46% adotaram a desinfecção com álcool em gel e 25% estão evitando aglomerações.

Já o impacto da pandemia sobre o cotidiano é visível: 37% pararam de trabalhar, 55% deixaram de ir a aulas, 76% interromperam atividades de lazer e 46% não saem mais às ruas. Além disso, entre os ouvidos, 10% relataram ter alguma dificuldade para comprar alimentos, e 14%, remédios.

O contato físico, central para transmissão do vírus, cessou segundo o relato dos entrevistados: mais de 75% já não beijam, dão a mão em cumprimentos ou abraçam as pessoas. Também cancelaram viagens 43%.

Entre aqueles que pararam de trabalhar, a maioria era composta de jovens, mais ricos e escolarizados. O percentual daqueles que dizem ter adotado o trabalho em casa é mínimo: 1%. A pandemia é vista com gravidade. Para 88%, trata-se de um problema sério, ante 11% que a relativizam e 1% que não sabem dizer.

Já a percepção da taxa de letalidade da doença é dividida. Para 45%, muitos morrerão no Brasil; 46% acham que poucos, e 9% não sabem avaliar.

E quem vai morrer? O Datafolha mostra que, para o brasileiro, serão os mais velhos (85% acham isso), os mais pobres (50%) e homens (40% ante 13% de mulheres e 37% que creem em isonomia).

Na opinião dos entrevistados, a crise vai durar, em média, 98 dias. Acham que ela será curta, menos de 30 dias, 22%, enquanto outros 22% creem num período de 30 a 60 dias. Já 17% veem um horizonte de 60 a 90 dias, e 8%, de 90 a 120 dias.

No universo entrevistado, 45% têm em casa uma pessoa do grupo de risco etário (60 anos para cima) e 35% possuem plano de saúde — são 84% entre os mais ricos.

Há bastante homogeneidade nas opiniões segundo os diversos estratos da pesquisa. No geral, os entrevistados consideram o Brasil um pouco preparado para a crise (54%), enquanto 34% acham que o país não está pronto. Acham que está muito 10%, índices que se assemelham na avaliação do brasileiro em si, do SUS, da rede privada de saúde e de empresas”.

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo

Nada está bom para a imprensa.

27/03/2020

 

Você não muda as pessoas. Elas nascem e morrem como são e só há duas formas de suportá-las como elas são, gostando como agem ou deixando-as de lado.

 

Votei para eleger o deputado Jair Messias Bolsonaro com objetivo de, com meu voto, ajudar a tirar o PT da presidência da República. Tudo cansa! O Brasil estava cansado de ver um bando de ladrões nos mais diversos cargos públicos, se desmandando, pilhando o Estado, levando a nação para se transformar numa imensa Venezuela, desgraçando com uma nação das mais fantásticas do mundo.

 

Vejam que, a luta para não permitir que o candidato Jair Messias Bolsonaro não se elegesse, foi DESESPERADORA, levando um bandido a esfaqueá-lo em plena praça pública, na cidade de Juiz de Fora. A imprensa faz de conta que o episódio não existiu e o maldito criminoso diz que foi enviado por Jesus!

 

Diz a imprensa, inventa, tudo que pode, para diminuir a figura do presidente Jair Messias Bolsonaro. A imprensa tem razão. Bolsonaro não está destruindo só o PT, está aniquilando a imprensa. É lamentável dizer isso, porque uma nação sem uma imprensa decente é uma tragédia, mas a nossa imprensa fazia ( e ainda faz) parte do jogo de destruição da democracia brasileira, porque sabe que o tempo de Lula, Dilma, Fernando Henrique, José Dirceu, Sarney, essa gente, nunca mais voltará a existir. O Brasil mudou e a imprensa nacional, nos seus estertores finais, se agarra com o que lhe resta de forças a um trapo imundo como Lula, com suas falcatruas, como se ele ainda tivesse jeito, não fosse um cadáver insepulto.

 

O mundo está sendo sacudido pelo coronavírus, importado da China, da podridão chinesa, com seus cantões de miséria e pobreza. Nada de formado em laboratório, mas da podridão em que vive em torno de 600 milhões de chineses, criando e comendo todas as porcarias que se pode imaginar, mas que, por questões comerciais, não se pode dizer...

 

Só faltam dizer que o presidente Bolsonaro foi que levou o vírus pra China e o trouxe de volta. Pintam e bordam com seu nome, quando tem um dos melhores ministros da saúde de todos os tempos no país, Luiz Henrique Mandetta com uma capacidade e inteligência invejáveis, mas não serve para a imprensa e muito menos para a oposição. O Congresso Nacional, em desgraças, bem como a Justiça, pelo triste papel que representam na atual conjuntura da vida nacional, fazem de tudo para destruir Bolsonaro, o Brasil, o que resta dele, ainda.

 

Não sou adivinho. Pressinto que a política nacional, como anda, não vai acabar bem. O povo quer uma intervenção, o que será, se forçarem, uma tragédia, a não ser que essa gente ordinária não mude de rumo.

 

Pois a salvação do Brasil foi a eleição de Bolsonaro. Um ano e três meses sem corrupção. Um milagre...

 

 

 


Imprimir | Enviar para um amigo



« Recentes   2310 2309 2308 2307 2306 2305 2304 2303 2302 2301   Anteriores »