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Somos demasiadamente pobres...

21/10/2021

 

A humanidade, de um modo geral, está saindo de quase dois anos de isolamento, fruto da pandemia causada pelo coronavirus, associada a uma política errática de educação sanitária. Não era necessário um isolamento cruel, se as pessoas tivessem a necessária educação e mecanismos de ganhar dinheiro, não com objetivo do enriquecimento repentino, como das classes dirigentes, mas que todos pudessem viver razoavelmente bem, decente.

 

Da década de 60 até esta parte, as condições financeiras me deram condições de ir anualmente à Espanha, principalmente, como uma espécie de atração pela ancestralidade, esquecendo que nasci num país fantástico, com expressiva potencialidade de ser uma das primeiras potências mundiais, pelas suas extraordinárias riquezas minerais, a vastidão das fronteiras agrícolas, com as maiores planícies cultiváveis do mundo e, o mais importante, um povo falando uma língua só, sem dialetos, enquanto na Espanha, como outros países europeus, imperam a língua nacional e meia dúzia ou mais de inconfundíveis dialetos. Somos em tudo invulgar, no mundo.

 

Saindo da pandemia, quase dois anos sem viajar de avião, a primeira viagem recente foi ao Amapá, onde não ia há 20 anos. A começar do aeroporto até o traçado urbano me impressionaram pela grandeza. Duas semanas depois fui parar em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, que lá não ia há uns 10 anos. Mais surpreendido pela riqueza de seu povo, a impressionante capacidade de trabalho de italianos e alemães que povoaram aquelas terras, como Bento Gonçalves, Canela, Gramado e outros municípios, como Garibaldi, onde você para, para pensar e pergunta: Onde estou? Que país é este? Ai, caímos na realidade e indagamos: Porque somos tão pobres de idéias, de coragem para trabalhar? Por falta de dinheiro?

 

Minha mulher reclama que temos que valorizar mais o Brasil. Conhecê-lo melhor, seu povo, suas culturas, seus recursos, seus sonhos de grandeza, independente de uma classe política sem muitos ou nenhum escrúpulo.

 

Me gabo de ser amigo de um empresário paranaense, Darcy Piana, hoje vice-governador do Estado e um dos homens mais dedicados ao desenvolvimento do Paraná, especialmente na área de Turismo, a forma mais fácil e criativa de expandir negócios do comércio de bens, serviço e turismo, o que faz do seu Estado um líder em muitas coisas. Foi a convite do amigo que conheci Cascavel e Toledo, onde fiquei hospede. Suas ruas são canteiros de flores. Jardins exuberantes, onde não existe vandalismo, ruas pichadas e muito menos favelas. Em Cascavel se situa uma das maiores cooperativas agrícolas do mundo, a Contramo que, sozinha, vale por uma Aracruz Celulose, Vale e suas subsidiárias, tudo junto, em exportação, em riqueza sem degradação do solo e empobrecimento nacional.

 

Vendo isso tudo, imagino que o Espírito Santo empobreceu do governo de Arthur Carlos Gerhardt Santos até esta parte, quando foi transformado num depósito de politiqueiros da pior espécie, que só pensam neles, servidos por uma cadeia de empresários (conhecida por empreiteiros corruptos).

 

É uma pena sermos tão pobres de tudo...

 

 

 

 

 

 


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Um circo demasiadamente caro.

20/10/2021

 

Confesso, estou cansado de escrever sobre coisas da política nacional. As vezes tenho vergonha de ver o meu país, tão grande e tão belo socado nessa esculhambação política, de falta ou de múltiplas faltas de autoridade, de alguém determinado para dar um murro na mesa e dizer bem alto: parem com essa bagunça de merda!

 

A política nacional vive de farsas. A única coisa de verdadeiro, de decente, foi a apuração dos crimes do petista durante quase treze anos à frente do governo da República.  Nunca, em nação nenhuma do mundo, um grupo de 71 ladrões devidamente catalogados nos inquéritos da Polícia Federal, foram tão sérios, tão contundentes, sob a liderança do juiz Sérgio Moro, de Curitiba, e 12 procuradores da mais insuspeita honorabilidade, todos sendo servidos por uma espetacular ação da Polícia Federal, que realizou um trabalho sobre a devassidão na vida de políticos corruptos da nação, como jamais aconteceu em qualquer país do mundo.

 

A podridão da política nacional, mais exatamente do PT e outras agremiações de esquerda sob o comando de Lula e com apoio do sistema grevista montado pela CUT e o MST quase destruíram o Brasil. Transformaram a Petrobras, uma das empresas mais importantes do Brasil, num verdadeiro trapo, além de outros organismos públicos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Banco do Nordeste, Correios e sei lá mais o que!

 

Mesmo diante de toda essa podridão, saltou do meio dela a figura de Jair Messias Bolsonaro. Tudo foi montado para sair Haddad, o poste de Lula, já que ele, preso, não podia ser candidato. Por sorte, não deu certo e mesmo com toda canalhice, Bolsonaro foi eleito.

 

Bolsonaro, em quase três anos, manteve a palavra empenhada e não deixou ninguém roubar. Está terminando todas as obras há mais de 15, 20 anos se arrastando, inacabadas, entregando tudo ao uso, com empresas estatais que, desde que criadas, não deram um centavo de lucro.

 

Então, Jair Messias Bolsonaro é um maldito, um estorvo ao processo de ladroagem que impera no país desde que se encerrou o Movimento Militar de 64. Como a facada encomendada não conseguiu mata-lo, dando força até para sua eleição, veio a desgraça da pandemia montada no coronavirus que se alastrou pelo mundo, primeiro a encomenda da China, pelo que se tem notícia, atacou os velhos italianos com problemas respiratórios, devido ao uso sistemático dos cigarros e com baixa imunidade sanguínea. O país mais atingido, pelo menos o que se divulga, foram os Estados Unidos da América, campeão de mortos pela ação do vírus.  Ninguém teve coragem, a audácia de dizer que foi o Trump ou o Joe Biden responsáveis pelo morticínio, mas, no Brasil, foi Jair Messias Bolsonaro o principal responsável, tanto que, ao sabor da influência do Supremo Tribunal Federal, montou-se uma CPI no Senado que, pode se dizer, pela participação de seus membros, todos envolvidos em falcatruas  com recursos públicos não merece qualquer respeito e, simplesmente, como toda CPI no Brasil só serve para consumir mais recursos públicos, pouco se importando essa gente que a nação empobreça ao sabor dos gastos absurdos com um sistema político escroto, vulgar, vagabundo.

 

Não existe força jornalística no Brasil capaz de defender os interesses do povo, mas eu afirmo, queiram ou não, o Brasil só se endireita, só se acerta, o dia que aparecer um macho, um peitudo e dar um murro na mesa e berrar: “Chega de palhaçada”, e montar uma revolução caprichada.

 

Aí o Brasil vai sair do atoleiro.

 

 

 

 

 

 


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