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Um basta aos assaltos.

27/05/2020

 

Um jovem de uns 26 anos, me perguntou como essas tragédias políticas brasileiras irão acabar. Do porque existe essa baixa qualidade de políticos que buscam apenas destruir seus concorrentes, as vezes até próprios companheiros de partido, levando de embrulho a nação, tendo como objetivo exclusivo seu enriquecimento ilícito?

 

Desde 1985, quando encerrou o ciclo de governos militares, o país desandou, respondi, com o surgimento das maiores mediocridades, como Ulysses Guimarães, José Sarney, Leonel Brizola, gente da pior qualidade, tipo Fernando Henrique Cardoso, que nunca trabalhou na vida, vindo Lula, Dilma, todas essas desgraças, verdadeiras pragas, usurpadores da pior espécie.

 

Falei com o jovem: preste atenção, o Estado do Espírito Santo, no decurso da sua história, da década de 40 até esta parte, teve três governadores irreprováveis : Carlos Lindenberg, Jones dos Santos Neves e Christiano Dias Lopes Filho. Veio depois Arthur Carlos Gerhardt Santos mas, sem grandes vocações de executivo, embora profundamente sério, honesto e até muito inteligente. De resto, bobos, vaidosos e incompetentes.

 

A conversa veio em virtude de concorrências absurdas que estão sendo feitas pelo governo Casagrande com base no coronavírus, inclusive caminhando até o Detran, onde o petista Nivaldo Vieira está sendo duramente criticado porque fez um aditivo num contrato de publicidade para o órgão na ordem de R$ 21 milhões, um disparate com recursos públicos, que não chega ser apenas vergonhoso, mas entristecedor, que um Estado pobre, mal e porcamente administrado, faça com que fortunas sejam direcionadas ao ralo da mediocridade. Estou longe de imaginar que tenha corrupção no meio desses absurdos, que saltam aos milhões de olhos e ouvidos que estão vendo e escutando essas coisas todas, que tem algo de errado.

 

Digam o que bem entenderem. Se não tivermos uma onda moralizadora sob o patrocínio das Forças Armadas, essas indecentes tragédias que governadores estão cometendo pelo país, usando e abusando do coronavírus, o país pode acabar, não ter salvação, nos transformando numa vergonhosa Venezuela. Chega gente! Tenham pena da Nação em que nascemos.

 

 

 

 

 


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Pergunta e resposta

26/05/2020

 

A uma pergunta de uma repórter, da possibilidade de ocorrer um golpe militar no Brasil, o vice-presidente da República, general Antonio Hamilton Martins Mourão, respondeu: “Não existem possibilidades de golpe de estado. Existe sim, de contra-golpe, se existir tentativa de golpe”. Foi curto e grosso...

O Brasil vive numa indecente encruzilhada política. Podem chamar de tudo o momento político nacional, menos de democracia. Vivemos numa espécie de esculhambação, numa chamada “casa de Maria Joana”, num formidável puteiro, onde quem manobram com a casa de “tolerância” são verdadeiros escroques, refinados ladrões, prostitutas e proxenetas das piores qualidades e procedências, cada qual de folha corrida mais extensa, cagando regras como se fossem donos da pátria, quando nem donos do puteiro, são.

A imprensa (nossa imprensa encontra-se nos seus últimos estertores), quer porque quer, com ajuda da máfia política, derrubar o presidente regularissimamente eleito Jair Messias Bolsonaro, porque cortou todas as verbas que engordavam esses periódicos fajutos que com dificuldades tiram hoje 40.000 exemplares, se muito. A Revista Veja, que ostentava há dez anos uma tiragem de 1.191.929 exemplares (em 2012), por quinzena, pertencente a um grupo que praticamente faliu, foi destruída com a morte do seu dirigente, passando a um periódico de quinta categoria, como é presentemente, pela dubiedade na condução de suas afirmações jornalísticas, como de resto, todos periódicos. No mundo, não é diferente...

Essa nossa imprensa resiste firmemente no propósito de demolir, a qualquer custo, o governo do presidente Jair Messias Bolsonaro. Vai ser difícil, mesmo buscando os mais estúpidos argumentos, até porque ele, o presidente, não respeita o “isolamento”, proposto por um imbecil que os chineses colocaram na condução de secretário geral da OMS, o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, formado em guerrilheiro, sem formação cultural, científica, em nada, manobrando com um orçamento de milhões de dólares, para comandar a mentira, a destruição da economia, do emprego de milhões.

O vice-presidente Hamilton Mourão deu o recado. Quem quiser duvidar, que se habilite.


 

 

 


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