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A renovação da classe política.

16/09/2020

 

A barafunda está armada na vereança capixaba. Qualquer pessoa, por mais desentendida ou desinteressada está firmando um propósito de não reeleger os vereadores em seus mandatos, preferindo novos nomes, diante dos oportunistas que estão se formando na história política da mediocridade, as custas dos impostos pagos pelas comunidades que, às vezes, contribui apenas o salário do prefeito, dos vereadores e suas indecentes despesas pessoais e familiares, colocados em postos chaves.

 

Em qualquer sistema político do mundo, onde existe liberdades de expressão, casas de leis, democracia de verdade, a vereança é o primeiro degrau da carreira política. Tem quem chega à presidência da República sem ter entrado ao menos no mictório de uma Câmara Municipal, como o caso de Da Dilma, e, às vezes, não sei por que cargas d’água, conseguem até se reeleger, mesmo com sua inutilidade, incapacidade administrativa reconhecida.

 

Vamos encolher mais esse papo. As próximas eleições para vereadores e prefeitos está criando instantes de expectativas. Aqui na nossa capital do Estado, por ser o centro de convergência, o único vereador que combateu firmemente a política do prefeito Luciano Rezende e se lançou candidato ao posto, recusando qualquer tipo de apoio das velhas raposas, o vereador Mazinho dos Anjos, está dando um trabalho danado. Sua eleição será uma tremenda derrota para o governador Renato Casagrande e o prefeito Luciano Rezende, que estão sendo encostados à parede pelo jovem político e não recebe contestação, pelo que diz, por ser verdade e o povo está gostando de ver a velha classe política ser desmoralizada.

 

Diz o candidato Mazinho dos Anjos que quem quiser votar nele será por gostar de Vitória, por querer ver as coisas caminharem certo, sem os gastos absurdos com futilidades, quando na realidade os graves problemas da população vão se avolumando, cobrança de impostos absurdos, desestimulando quem quer morar na capital, que está se transformando num pardieiro de prédios e lojas abandonadas, bares fechando, a vida noturna da cidade acabando, por falta de segurança.

 

Paguei para ver o presidente Jair Messias Bolsonaro destruindo um bando de incompetentes, uma corja de ladrões, que ainda desafiam até a Justiça.

 

Quero ver até onde esse jovem Mazinho dos Anjos vai parar com a sua determinação de querer o voto do povo, para as reformas que pretende fazer, em todos os setores, buscando, primeiro, as cinco maiores iniciativas, em benefício da sociedade, para poder realiza-las, sem a imensidão publicitária, que nada ajuda a construir, haja visto o Cais das Artes, as pontes, túneis, viadutos, aquaviários e uma porção de coisas mais que não foram realizadas por falta de capacidade, de humildade, até.

 

Quem sabe que vai dar certo?

 

Resta a esperança e o entusiasmo de um político novo, com uma visão nova do futuro.

 

 

 


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Uma barganha medíocre.

15/09/2020

 

Nem de longe, passa na minha cabeça falar aqui em desonestidade. A intenção é, referirmos ao que está prestes a acontecer no Município de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, de um ato pleno de exercício da mediocridade, da incapacidade gerencial dos nossos dirigentes. Trocar uma coroa de ouro, platina e diamantes por um trambolho, uma porcaria.

 

O prefeito de Vitória, sr. Luciano Santos Rezende, acaba de submeter à aprovação dos senhores vereadores o Projeto de Lei nº 202/2020, de permuta de imóvel pertencente ao município de Vitória, com área de terreno medindo 4.031,28m² e área construída de 2.527,30m², localizado na Avenida Marechal Mascarenhas de Morais, 705, Bairro do Forte de São João. É a coroa de ouro, platina e diamantes.

 

A proposta do prefeito não cita, mas trata-se do tradicional e abandonado, por incúria administrativa dele, da velha sede do Saldanha da Gama, adquirida pelo município na administração do petista João Coser, e transformada em depósito de ferro velho.

 

Diz a mensagem do prefeito que o município recebeu do Estado proposta de permuta do prédio acima com o imóvel situado à rua Carlos Moreira Lima nº 135 – Bairro de Bento Ferreira, onde a Prefeitura pretende instalar a Defesa Civil. É o trambolho que o Sr. Casagrande quer transferir ao Município de Vitória.

 

“Por outro lado- diz a proposta do Prefeito –, o Estado possui um projeto de implantação de um museu virtual, um espaço gastronômico e a sede administrativa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo – FAPES, no referido imóvel localizado no Bairro do Forte São João, no qual implicará na ocupação e preservação do local. Desta forma, fica demonstrado o interesse público da alienação.

 

“Isto posto, solicito aprovação desta Lei em conformidade com o que estipula a Lei Orgânica do Município. ”

 

Velha história: “O povo tem o governo que merece”. O Estado, até o país, tomaram conhecimento, recentíssimo, do estado de abandono em que se encontra o “Teatro Carmélia” e, por consequência, o Teatro Carlos Gomes, a Biblioteca Pública, o Museu do Estado, o edifício das Repartições  Públicas, tudo isso num espaço de 100 metros um do outro, no coração da Cidade de Vitórias, nas vizinhanças do Palácio do Governo, onde se situa com residência temporária, pela segunda vez como governador do Estado, o sr. Renato Casagrande, que esperamos seja a última.

 

Vitória, a capital do Estado do Espírito Santo tem duas praias: Camburi e Curva da Jurema. Nada mais. Quem oferece ainda um múltiplo centro de atração é o Shopping Vitória, fruto da sabedoria do genial empresário, que foi Américo Buaiz. No campo das atrações culturais a capital possui o Centro Cultural SESC-Glória, nada mais. À noite, as ruas mais importantes da Capital se transformam em moradia de viciados, em drogas as mais diversas, bandidos dos mais diversos matizes, afugentando a população.

 

O velho Saldanha da Gama, devidamente restaurado e administrado com sabedoria poderia se transformar num grande polo de atração da Capital do Estado, atraindo muito mais pessoas do que o Convento da Penha, que só atrai público no dia da Festa da Penha mas, a mediocridade é uma doença contagiosa e, atinge principalmente, a classe política.

 

Temos, um pouco além do Saldanha da Gama, há 15 anos, entregue às traças e baratas, as obras do Cais das Artes, um tormento para os administradores públicos Paulo Hartung e Renato Casagrande. Um, porque começou, e o outro não terminou, que prometeu terminar e  fez de contas que não prometeu. Deve ser implodido, o dia que surgir um governador inteligente e corajoso.

 

O vereador Mazinho dos Anjos, candidato a Prefeito de Vitória, que promete (diz que é de verdade) ficar só um mandato, porque os antecessores que ficaram dois, nada realizaram e promete lutar pela não aprovação da lei de permuta do Saldanha da Gama, afirmando que  o prefeito Luciano está transferindo o tesouro do município por uma porcaria, por falta de amor à cidade que o acolheu.

 

O prefeito Luciano deve forçar os vereadores a aprovarem sua estultice. Em troca, ele e os vereadores que aprovarem a proposta indecente, podem perder as esperanças: jamais se elegerão para coisa alguma, nem para porteiro de qualquer coisa...

 

Por seu turno, o sr. Luciano Rezende encerra sua administração entregando o velho e tradicional “Saldanha da Gama”, uma preciosidade, ao sucessor da incompetência de Paulo Hartung, com seu “Cais das Artes”.

 

A conferir...

 

 

 


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