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Os ventos da mudança.

16/10/2018

 

Não é preciso ser adivinho, para saber que novos ventos viriam para dar uma varrida em regra na política nacional. Ando comentando aqui, que existe uma fadiga, uma espécie de cansaço do eleitor, da sociedade brasileira, como um todo, com relação a nossa  classe política.

 

A “mola política” que impulsionou esse vento, sem nenhum favor, foi o sr. Jair Bolsonaro que vem pregando a mudança, a substituição da classe política perniciosa que tem provocado os mais vergonhosos escândalos, que vêm sendo apurado dentro do processo Lava-Jato, pelo magistrado federal Sérgio Moro, quase um desvalido, um verdadeiro Dartagnan, contra o bando de assaltantes, as quadrilhas que se estabeleceram nos quadros partidários da Nação, cada qual, a seu modo, buscando o seu butim.

 

Temos que levar em conta que não existem forças, dentro de um processo democrático, capaz de varrer o atual quadro político brasileiro dessa infame cena de corrupção desenfreada mas, aos poucos, com vozes corajosas, impertinentes, com surgimento de audaciosos como Jair Bolsonaro, Sérgio Moro e outros que existem, os políticos sérios que, ainda restam, se salvarão da fúria do vento da renovação.

 

Aos poucos, o quadro político vai se delineando e, os que foram decapitados do poder no dia 7 de outubro de 2018 jamais retornaram ao poder. Pode ser até que alguns raros não merecessem a degola de 2018, mas a urna é um depósito de idéias ou ideais inexorável, castiga quando existe necessidade de reforma. Como a morte, que não tem data marcada para nos surpreender, as urnas são semelhantes, a não ser que sejam eivadas de mutretas, o que é possível que possam existir, mas acho muito difícil.

 

Como de resto na Nação, o quadro político capixaba foi varrido também pelos ventos da mudança. Castelos tidos como inexpugnáveis, ruíram como que por encanto. Houve uma enganação geral, com a mudança de comportamento do eleitor que, é a impressão, foi de última hora.

 

Nada mais surpreendente, estranho, foi o resultado das urnas nas apurações de votos para o Senado. As pesquisas indicavam a vitória líquida e certa do senador Magno Malta e, em segundo lugar, do senador Ricardo Ferraço, perseguido pelo sr. Fabiano Contarato e, na rabada, o candidato Marcos do Val, até então um ilustre desconhecido.

 

No encaminhamento da votação, o eleitorado capixaba mudou de direção, elegendo os srs. Fabiano Contarato (Rede) e Marcos do Val (PPS). Mas, afinal de contas, de onde veio esse vento? simplesmente da vontade de mudar, da fadiga das mesmas caras.

 

Nos campos Federal e estadual não teve transferência de voto. Se esse negócio existisse, Haddad estaria eleito pela indicação do presidiário Lula. Esse tipo de transferência, tem pouco valor. O eleitor não é um tonto. Sabe o que quer, pensa na família.

 

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Não há clima para o impossível

15/10/2018

 

Confesso, com toda sinceridade, que até o dia 28 de outubro não sei escrever outra coisa a não ser sobre política, ou melhor, sobre as eleições para presidente da República onde, como já disse antes, só a morte de Jair Bolsonaro pode tirá-lo da conquista desse mandato.

Por uma questão de princípios, por amor à família, ao Brasil, a este povo sofrido, do qual faço parte, quero assistir a derrota total do PT, pelos crimes que muitos dos seus adeptos cometeram contra a economia nacional, os princípios éticos e morais que devem nortear a formação da nossa juventude, tão desprovida de unidade nacional, do querer bem ao país onde nasceu.

A mídia inventou uma indecente manipulação com os números das pesquisas, criando fantasias acerca de vitórias de concorrentes num possível segundo turno, com o candidato Bolsonaro, onde, estranho, ele perdia a eleição com qualquer dos candidatos, até a que estava na rabada maior das preferências, Marina.

Pelo que entendo de números, de percentuais, não sei como, quem obteve 29% de votos validos (Fernando Haddad) pode alcançar, da noite para o dia, quem obteve 46% dos votos (Jair Bolsonaro).

Fernando Haddad jamais obterá um voto dado a Jair Bolsonaro e, certamente terá alguns votos de minguados candidatos à esquerda (será que eles sabem o que é ser de esquerda?), enquanto Jair Bolsonaro irá abocanhar os votos dados a Ciro Gomes, Geraldo Alkmin, e outros menores, que jamais se coadunarão com os métodos petistas. Haddad precisa mais ou menos de 22 milhões de votos para ganhar de Bolsonaro. Para se eleger presidente, Bolsonaro precisa ter apenas 5% dos votos dos demais candidatos que concorreram ao mesmo cargo.

Podem tirar o Lula da prisão e colocá-lo, a partir de hoje, nú, no sereno, até o dia 28.10, que não conseguirão tal façanha.

O PT ainda não compreendeu que existe um negócio chamado fadiga, cansaço social, com relação à sigla petista. Ninguém aguenta mais toda nação brasileira, ao ponto que chegou.

 

O povo nordestino, onde, dizem, ser o reduto de Lula, porque é originário de Garanhuns, Pernambuco, não merece ser vilmente explorado por uma corja de sabidos, que querem inverter a verdade. Que o nordestino continua sendo o grande tolo nacional, para eleger gente ordinária.

Jair Bolsonaro representa a esperança do povo brasileiro, cansado de assistir uma impressionante ladroagem, Lula preso, condenado a 12 anos e um mês de cadeia e sujeito a tantos processos que as condenações que terá sobre os mesmos jamais deixarão ele sair da cadeia com vida.

Tentaram matar Bolsonaro, pelo perigo que ele representa para essa gente sem escrúpulos.

 

 

 


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