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Coisas sem coisas...

19/09/2019

 

Francelino Pereira, que chegou a ser governador de Minas Gerais, cunhou uma frase que vem sendo repetida: “Que país é este? ”, referindo-se às aberrações que ocorrem no nosso país, coisas eminentemente suigeneris.

Quem passa pela Enseada do Suá, em Vitória, logo após a Assembléia Legislativa, após a Terceira Ponte, vê ergue-se o, prédio extraordinariamente suntuoso, o mais imponente da capital do Estado. É um colosso de concreto e vidro que contrasta com a pobreza do Estado. É a nova sede do Tribunal Regional do Trabalho. Um pouco mais adiante, apodrece, com a ação do tempo, o que seria o Cais das Artes... Dois contrastes. Pouco mais além, a caduca obra de melhorias da av. Leitão da Silva.

Dizem, o imenso prédio foi construído para abrigar o Tribunal, propriamente dito, e milhões de processos que, com o tempo, serão ali empilhados mas, de uma hora para outra, o Superior Tribunal do Trabalho tomou uma providência, de se “guardar” a montoeira de processos em memórias de computadores, nas nuvens da internet e, pasmem, o colosso, de granito e vidro, antes de entrar em uso, já está ocioso. O negócio é que, dentro das reformas que se propõe a diminuir o Custo Brasil, com o corte de inutilidades, privatização das 418 empresas públicas, a Justiça do Trabalho deverá ser transformada, no bojo da regulamentação sindical, em meras sedes de câmaras de conciliação, como ocorre em países organizados.

Outro dia, caminhando em direção à Caixa Econômica Federal, com um amigo, paramos em frente à sede do Bandes- Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo. Meu companheiro deu uma parada, ligeira, e indagou: “Precisa deste monstro, para uma simples agência de fomento? Deve abrigar aí um mundo de gente, “inteligente”! Há necessidade? ”

O novo governo da União descobriu que existia um formidável cabide de empregos para tratar da implantação do famoso trem bala, da “tia” Dilma, que iria fazer o percurso entre Rio de Janeiro e São Paulo, quando da última copa mundial de futebol, realizada no Rio de Janeiro, de vergonhosa memória.

Recente, saiu a notícia no Jornal A GAZETA, que o comércio da Serra, município vizinho da capital do Estado, vai ajudar as mulheres que estejam em situação de risco. A lei aprovada pela Câmara foi sancionada. Não saiu no noticiário o inteligente que conseguiu aprovar tal estultice, de transferir ao empresário a vigiar a mulher do alheio! Tem jeito o Brasil?

Engraçado, o país mais liberal do mundo são os Estados Unidos e, interessante, milhares e milhares de pessoas (brasileiros, nem se fala) dormem ao relento, na fronteira, esperando uma oportunidade para ingressar ali, correndo um grande risco de deportação. 

Ráios, dizem que o Brasil é a sucursal do paraíso. Será que estão querendo brincar com nossa cara?

 

 

 


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Ninho de víboras

18/09/2019

 

Os que ainda lêem jornais, principalmente Globo, Estado de São Paulo, Folha de São Paulo (os ainda maiores) notam, saltam aos olhos, uma espécie de conluio para demolir a figura do presidente Jair Messias Bolsonaro. O homem não pode abrir a boca, dar uma entrevista, fazer um aceno, colocar uma criança no carro presidencial que a tal imprensa vem em cima dele, como urubu na carniça.

Com a cara dura que carrega, sem nenhum disfarce, o presidente vem tomando medidas, as mais surpreendentes, para cortar as fontes de renda de imprensa que antes era aduladora do PT, de Lula, Dilma e outros cavernosos, que atormentaram até destruir a política brasileira das esquerdas, velha aliada de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai, Argentina e países africanos, subvencionados com recursos do BNDES.

A usina de intrigas montada pela velha a carcomida imprensa chega ser até transparente, ostensiva nas suas catilinárias contra o governo. A forma como atiram Bolsonaro contra o ministro Sérgio Moro, à política econômica de Paulo Guedes, as distorções absurdas do trabalho dos ministros do Meio Ambiente, Educação, Agricultura e Exterior, chocam, pela aspereza com que agridem, num processo de fofoca vergonhosa porque não é o que aparece nas relações governamentais.

Na verdade, os oposicionistas de esquerda estão desesperados porque jamais imaginaram que chegariam ao último degrau da escada política, depois de terem conquistado todas as posições nacionais, desde a presidência da República ao mais modesto faxineiro do Alvorada.

A certeza que a turma da esquerda está desesperada a contar os gatos pingados que restam às imediações da Polícia Federal, em Curitiba, berrando: “Boa noite, presidente Lula”. “Bom Dia, presidente Lula”. “Lula eu te amo” num atestado eloquente de idiotice, como se esses faniquitos tirassem alguém da prisão, preso por corrupção.

Quem se der ao trabalho de ler os chamados três grandes jornais do país, vai se divertir com o cinismo dessa gente acostumada a viver dependurada nas tetas dos cofres públicos.

Bolsonaro neles...

 

 

 


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