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A mentira contra Geisel.

18/05/2018

 

Velho ditado diz: “mentira tem pernas curtas”. Tem, realmente. Dia 11 último a imprensa brasileira meio instruída, diante do momento político, da possibilidade de ver um militar ganhar a eleição, saiu com um noticiário, inclusive com edições seguidas na TV, afirmando que o general Ernesto Geisel teria autorizado a continuidade da política de “execução sumária” de opositores do regime, feita pelo antecessor, general Emilio Garrastazu Médici, conforme documento escrito pelo diretor da Cia em 1974, Willian Calby. Segundo o memorando, os assassinatos deveriam receber autorização do Planalto, mediante consulta ao general João Figueiredo, então diretor do SNI.

 

A informação foi desmentida. O memorando do diretor da CIA, Willian Colby é um instrumento apócrifo, sem carimbo, sem assinatura, sem algo que o possa identificar como oficial.

 

Quero afirmar, para quem me conhece e, especialmente, para quem não me conhece. Sou brasileiro, nascido em São Mateus e tenho uma paixão imensa pelo meu país. Essa lealdade que me foi ensinada pelo meu pai jamais irá morrer. Conheci os generais Garrastazu Médici e Ernesto Geisel, um pouco de longe, o general João Batista Figueiredo. Esses homens já morreram, ou melhor, todos aqueles militares que assumiram a presidência da República, após o ato de 1964 – um simples Movimento Militar pela democracia – ,que contou também com as presenças do Marechal Castelo Branco e general Costa e Silva; quem estudou ou vai estudar a história contemporânea do Brasil, jamais encontrará brasileiros mais honrados, mais decentes do que os militares que evitaram o Brasil se transformar num “satélite”  vagabundo de Cuba, sob domínio da União Soviética. O que seríamos nós, brasileiros, hoje, nas mãos dessa corja de criminosos.

 

Infelizmente o  Movimento Militar de 1964 foi contaminado por um bando de civis tipo José Sarney, Ulysses Guimarães, e outros ordinários, que abraçaram o movimento com objetivo exclusivo de levar vantagem pessoal.

 

Extintos os partidos, criado a ARENA, tivemos com sua institucionalização o maior partido político do ocidente, era para permanecer 100 anos no poder. O Brasil estava na casa do 60ª país subdesenvolvido do mundo. Não tinha rodovias, não tinha ferrovias, não tinha telefones, não tinha portos, aeroportos, escolas, um simples telefone que não funcionava valia dez mil cruzeiros e precisava ser relacionado como bens duráveis no Imposto de Renda do seu dono. Não tínhamos carros, geladeiras, rádios, nada. Em 15 anos éramos a 8ª economia mundial.

 

Nenhum político vivo, hoje, merece o destaque de honradez de um dos militares que assumiram o poder a partir de 64.

 

A mentira sobre o presidente Ernesto Geisel, é uma indecência.

 

 


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Cínicos demais

17/05/2018

 

Nós, brasileiros, precisamos ficar bem alertas com relação aos procedimentos da classe política com vistas às Forças Armadas do país.

Desde crianças, sempre ouvir dizer que as Forças Armadas são a garantia da Integridade da pátria. Já cansei de dizer aqui como meu pai forjava os ensinamentos sobre pátria e família, com expressões duras: como “Tudo pela Pátria”. Morra por Ela! “Pensa bem, primeiro tua mãe. Venere-a como a uma santa. Não existe no mundo nada, mas nada mesmo, superior a ela. Depois, a Pátria, o país em que nasceu, seu Hino e sua Bandeira. Morra por eles! Essas convicções foram com meu pai para o crematório mas ficaram na lembrança dos filhos e, aos meus, aos netos, tenho transmitido os mesmos ensinamentos e tenho convicção de que eles são brasileiros de verdade.

A sucessão de figuras bastantes imorais, inconsequentes e profundamente desonestas que têm assumido a presidência da República, os cargos mais importantes da nação, desmoralizam a todos nós. Nada detém as imoralidades praticadas pela classe política e, numa impressionante capacidade de delinquir, todos os dias, novos políticos estão envolvidos em falcatruas e, interessante, eles voltam para se reeleger. Não tem quem contenha essa corja de marginais?

Esse Temer, que está no poder, com a cara de palhaço que ostenta, no ano passado, foi responsável pela diminuição, pela metade, do efetivo das Forças Armadas nas fronteiras brasileiras. Em 2016, 24.228 militares participaram das ações Operação Ágata, para combater o tráfico de drogas e armas, o contrabando, o garimpo ilegal e outros crimes.

No primeiro semestre de 2017, no entanto, o efetivo total empregado caiu 52.1%, para 11.593. Os dados foram obtidos pela Lupa, via Lei de Acesso à Informação. Temer assumiu a presidência em 31 de agosto de 2016 e, três meses depois, assinou o decreto 8.903, criando um novo padrão de atuação das Forças Armadas nas fronteiras. Deixava de lado a Ágata. Na época, o ministério da Defesa, Raul Jungmamn, anunciou mudanças profundas na proteção do Brasil: “Teremos uma ampla reformulação da Operação Ágata. Ela não obedecerá o modelo até então em prática”. Em nota o Ministério da Defesa justificou a redução do efetivo das Forças Armadas nas fronteiras citando “a situação econômica do país".

Nessa história da situação econômica que essa malta de ladrões alardeia, as malas com dinheiro proliferam, abandonadas até em apartamentos vazios, como que caídas do céu.

 

Até quando vamos suportar essa gente tão cínica no poder?

 


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