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Prevenindo acontecimentos

12/07/2019

 

É difícil para um jornalista da roça (o Estado do Espírito Santo é uma roça!) convencer a uma ponderável parcela de povos que o Brasil tem um sistema tributário e fiscal infame. Se o empresário raciocinar bem, for razoavelmente prudente, pega seu dinheiro, bota num saco, transformando seus reais em dólares e se mandar para os Estados Unidos, por exemplo, Chile ou até mesmo o Paraguai, que está atraindo empresários para ali se radicarem, devido ao processo de transformação econômica por que está passando.

Com um objetivo idiota, o Brasil passou montando, ao longo de 80 anos, a mais estúpida máquina burocrática do mundo e, no decurso dessa longa história, foram montadas 70 operações fiscais e parafiscais, sendo que os burocratas de plantão criam três mecanismos semanais, para introduzirem nos regulamentos parafiscais para atormentar a vida de quem está investindo, pensa em construir alguma coisa.

Foi com objetivo de desmontar esta máquina infernal de alimentar o monstro burocrático matando-o, se possível, que elegeram Jair Bolsonaro para presidente da República.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, em entrevista no ano passado declarou que o PT, com os roubos praticados nas organizações públicas, a começar pela Petrobrás, tinha acumulado tanto dinheiro, mas tanto, que dava para concorrer às eleições até o ano de 2038, tamanha a montanha de dinheiro.

Com essa gente de mau caráter, não fosse a revolta eleitoral, sob o comando de Jair Bolsonaro, quase morto com uma facada, num comício em Juiz de Fora, Minas Gerais, estaríamos vivendo num regime tipo Venezuela, Cuba, outro buraco semelhante, tamanha a voracidade e da ladroagem. A vitória de Jair Bolsonaro foi um fato extraordinário, inusitado, assustador, que transformou uma poderosa força política, oposicionista em ações destruidoras da personalidade de Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o ministro da Economia, Paulo Guedes e outros, jogando uns contra os outros, numa guerra de intriga de fazer vergonha.

Estamos diante de seis meses de Jair Bolsonaro e a impressão que temos é que já passaram 10, diante da guerra montada para infernizar a imagem do governo, destruí-lo, se possível for, inventando até pesquisas de opinião pública que, pelas mentiras que pregam, chegam a ser risíveis, pelas baboseiras que publicam.

Podemos nos preparar para tudo, porque tudo que se imagina de ruim, que essa gente possa fazer, pode acontecer.

Volto a insistir, o Brasil pode ter acontecimentos desagradáveis, um processo de anormalidade política que pode morrer muita gente, o que será profundamente desagradável. Vamos nos preparar para o embate, porque essa gente que aí está não se conformará nunca com a derrota!

 

 

 


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Convite ao ócio

11/07/2019

 

Tem pouco mais de dois mil anos que a humanidade, por culpa de Herodes, o rei Romano, vive sob a ação dos mais indecentes embusteiros, o surgimento das religiões, os mitos, lendas e crendices, como a vinda de um salvador, surgido, então, os apóstolos, e a criação de uma montoeira de santos, dos mais variados matizes e, não sei do porquê, cargas d’água, o Criador permitiu que seu filho, Jesus, o Messias, fosse sacrificado na cruz, no meio de dois ladrões. Verdade? Lendas?

Para não encompridar muito essa história de dois mil e dezenove anos, com as religiões, surgiram os aproveitadores, que até bem pouco a igreja católica estabeleceu o Tribunal do Santo Ofício, com o objetivo de punir, o que chamava de feiticeiros, curandeiros e hipócritas, dos mais variados tipos (como os João de Deus de hoje) e os que eram denunciados (naquele tempo, já existia a turma do PT para inventar mentiras sobre seus contrários) e, conta a história, foi assim que Judas, que integrava o séquito dos apóstolos, (os Paloccis de hoje), traiu Jesus, por 30 dinheiros, um tipo dirigente da Odebrecht (meras semelhanças).

A história das religiões, como a dos partidos políticos, hoje no Brasil (e mundo afora, também) era o negócio mais podre que existia. As guerras religiosas mataram muita gente e, a “minha” velha Espanha foi dominada pelos mouros (muçulmanos) por 400 anos, até que os reis católicos, por volta do Século 12, começaram a reconquistar o território espanhol, apenas Granada resistindo, mas caindo logo em seguida, quando se estabeleceu ali os tribunais do Santo Ofício, com a perseguição dos chamamos de culpados, “fiéis” aos muçulmanos, sendo que, no meio dos delatados, iam inimigos dos poderosos, para morrer nas fogueiras.

Com o advento do catolicismo, sob a proteção de Roma, com a Igreja de Pedro, avolumaram-se as propagações das lendas, mitos e crendices, com a proliferação das igrejas e a montoeira de santos, com seus dias, onde a tradição das comemorações varavam semanas, como o caso espanhol das festas religiosas. O tempo passou, mas a crença dos santos, persistem.

De 1500 até esta parte, com o descobrimento do Brasil pelos portugueses, a cada dia de domínio, de ocupação, os monumentos naturais iam recebendo o nome de santos, a começar pela Baia de Todos os Santos. O Estado do Espírito Santo não ficou fora do mapa religioso do descobrimento e, com sua ocupação, vieram as lendas, mitos e crendices, como a história do surgimento de “Nossa Senhora da Penha”, uma santa criada pela lenda de uma imagem que foi achada por alguém no topo da montanha, onde existe hoje o convento, belíssima obra do Frei Pedro Palácios, que acabou recebendo o nome de Convento da Penha, numa alusão à “Nossa Senhora da Penha”, a imagem encontrada que, diz a lenda, era trazida para um nincho no pé da montanha, na Prainha, mas, estranhamente, ela de noite retornava ao topo, daí a idéia de se fazer a obra do Convento, lá em cima, porque ela não queria ficar perto da Prainha...

Agora, por falta do que fazer, a Assembléia Legislativa estendeu para todo estado o dia de Nossa Senhora da Penha (festa móvel), dando mais um dia feriado para o capixaba ir tomar banho de mar e comer caranguejo com cerveja.

O governador Casagrande não titubeou. Sancionou a lei, criando mais um dia de ócio, num país de sociedade pouco afeita ao trabalho, e muito menos à religiosidade, contrariando a legislação vigente, que proíbe ao Estado criar feriados de qualquer natureza, à exceção, o dia de fundação do Estado. Vamos ver como o Sr. Casagrande sai dessa.

 

 

 


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