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Tempos para mudanças

17/03/2019

 

Quando assisto o novo presidente da República, Jair Bolsonaro, cumprir as promessas de campanha, com determinação e coragem, parece que dá para acreditar que o Brasil irá mudar ou, na pior das hipóteses, vão acabar arranjando outro bandido para acabar com sua vida. Se tal fato acontecer, o Brasil vai virar um penico velho, como dizia lá no meu São Mateus...

O cara não pode pronunciar uma palavra, assinar um ato, que é interpretado de maneira completamente diferente. A fala do presidente, de que as Forças Armadas são responsáveis pela democracia, causou um reboliço dos diabos, como se militar fosse um bicho, um troço vindo de outro mundo.

Em praticamente um mês no governo, (o outro passou tratando da facada que recebeu e que quase o matou) Bolsonaro vem causando uma revolução, até por conta da escolha do seu ministério que, diga-se de passagem, de melhor qualidade.

O sistema de informação, a mídia brasileira, na verdade, não se simpatiza com o presidente Bolsonaro, porque ele cortou todas verbas oficiais de publicidade. O grande vespeiro chutado por ele foi a tal da Lei Rouanet, com um esbanjamento de incentivos fiscais, às custas do bolso da sociedade, sem limites.

Escutem bem o que vou falar: Bolsonaro vai acertar a vida desta infeliz nação, mas se todos nós estivermos conscientes da importância de ajudá-lo.

Agora mesmo registra-se um movimento de pais, a favor de tirar os filhos da escola para os “educar em casa”. A função paterna é, exatamente, a de educar, quem ensina, foi treinado para essa tarefa, é o professor. Não existe nada mais difícil no mundo do que a arte de ensinar. Tirar os filhos das escolas para que aprendam em casa, é um erro, mesmo que os pais sejam professores. As exigências do professor são as mais importantes no campo do ensino. O trabalho auxiliar dos pais, cobrando os deveres de casa, as obrigações acessórias da escola, é outra coisa. Devem os pais exigirem segurança, fim aos bandidos.

Infelizmente, a questão dos pais, para retirar seus filhos das escolas, para ensinar-lhes em casa, é devido a insegurança. Ninguém está seguro em lugar nenhum. As escolas são invadidas por marginais; alunos batem em professores, andam armados nas escolas, ninguém dá jeito...

Creio, firmemente, que o Brasil vai entra numa nova era, a não ser que mandem matar o presidente. Aí vai dar revolução, um negócio meio imprevisível. Vamos torcer para Jair Bolsonaro dar certo.

 

 

 


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Questões de coragem II

16/03/2019

 

É a velha história: me engana, que eu gosto! Jovem ainda, morador do centro de Vitória, minha mãe reclamava do pó de minério do “Pela Macaco”, cais de embarque de minério de ferro (Cais Eumenes Guimarães) em Paul, distrito de Vila Velha, quando o vento Sul jogava sobre a Ilha nuvem de pó. Coisas da Vale!

Como desgraça pouca é bobagem, permitiram a implantação do então chamado maior porto de embarcação de minério de ferro do mundo, o Porto de Tubarão, no final da Praia de Camburi, fazendo com que os ventos do Nordeste lançassem sobre a Praia do Canto, até Vila Velha, o famoso pó preto, sem qualquer preocupação da Vale, dona do porto, para com os problemas respiratórios da população.

Nesses quase 70 anos que a Vale engambela nossas autoridades e a própria população com promessas de paliativos para atenuar a emissão de pó preto carregado pelo vento de seus embarques e desembarques, a tolerância das autoridades para com as promessas da importante empresa são de um cinismo constrangedor. Não existe preço, nenhum castigo, a não ser a própria morte, que pague uma vida humana, retirada de forma tão inconsequente, como foram os desastres de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, com o rompimento de barragens de depósito de rejeitos minerais.

Qualquer meio entendido em poluição atmosférica saberia admitir que a colocação do Porto de Tubarão, as usinas de produção de pellets e, depois, a siderurgia, no Planalto de Carapina, seriam uma tragédia para a população.

Agora, o que fazer para salvar a cidade e milhares de vidas que serão afetadas pela poluição atmosférica? Dar um prazo de 10, 15 anos, às empresas poluidoras que se instalem na foz do Rio Doce, em local desabitado, previamente escolhido, reservado, com uma área de proteção ambiental para evitar-se a repetição dos graves acontecimentos que ocorrem na Grande Vitória. Os casos de Mariana e Brumadinho são de cadeia mesmo, pela irresponsabilidade dos dirigentes das empresas.

É preciso que certas autoridades negligentes em suas funções saibam que, mais importante do que o Estado, é o indivíduo. Em Estado sem indivíduo não é nada, é um espaço vazio, improdutivo, sem vidas.

Através das promessas fáceis, ajudas para obras sociais a outras tolices, permite-se que inocentes morram por alguns interesses momentâneo e até negligências.

É tempo de se por um fim a essa pouca vergonha. 


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