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Bolsonaro precisa de um porta voz.

13/01/2019

 

O ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, assinou portaria no dia 03 de janeiro exonerando 320 servidores em cargos de confiança, vinculados à pasta sob seu comando.

 

O Brasil é o único país do mundo que tem servidores públicos com estabilidade ou, quando em cargos de confiança, precisam ser dispensados, dando a impressão de perseguição.

 

Em qualquer lugar organizado do mundo, ninguém tem segurança de emprego, a não ser a Suprema Corte. Os chamados servidores públicos, quando termina o mandato do governante, como no caso de Obama, e entrou o presidente Trump, ou quando terminou o governo de Temer, entrou Jair Bolsonaro, nos Estados Unidos ou qualquer país da Europa, todos os servidores são demissíveis ad nutum, ou seja, sua função vai até o dia que assume outro mandatário, que, de acordo com seus novos auxiliares, mantém, por ato, aqueles que melhor lhe convier.

 

Em declaração naquele dia, o presidente Jair Bolsonaro reclamava das nomeações, para diversos cargos de representação em estatais, pelo presidente Temer, antes de deixar a função, protegendo afilhados, como no caso do ex-ministro Marum, para o conselho da Itaipu, binacional. Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES e várias outras instituições governamentais estão atulhadas de petistas que não produzem nada. O alvoroço nacional com a movimentação de gente que está sendo dispensa é tão grande que, até no Espírito Santo, sob as asas do governo Casagrande, já está chegando gente de outras terras, só para arrancar dinheiro dos capixabas, usurpando  recursos que poderiam ser aplicados em desenvolvimento.

 

Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Nada melhor do que o silêncio, na moita...

 

Em 1964 tomou posse como Presidente da República o mais importante e o mais equilibrado chefe da nação brasileira de todos os tempos, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. Absolutamente correto, justo, de uma imparcialidade à toda prova. Esse homem, de poucas palavras, falando muito pouco ou o que era absolutamente necessário, foi o homem mais respeitado, em todos os tempos na Nação. Em terras capixabas o então presidente da República, mal informado, cometeu uma infantilidade, tendo como orientador um seu irmão, que era representante de um laboratório farmacêutico, que informou ao presidente que o então governador do Espírito Santo, Francisco Lacerda de Aguiar era um “homem honesto e empreendedor”. Castelo Branco teve a infantilidade de cometer aquela estupidez. Vendo as provas contra o sr. Lacerda de Aguiar, mandou para aqui o coronel Dilermando de Souza Monteiro, com a incumbência de promover a renúncia do sr. Lacerda de Aguiar, o que aconteceu, assumindo o posto o vice-governador Rubens Rangel, um dos homens mais sérios que ocuparam o Palácio Anchieta, que nada tinha a ver com o sr. Lacerda de Aguiar.

 

Bolsonaro, como Castelo Branco, está precisando de um porta voz.

 

 

 

 


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O sexo oposto.

12/01/2019

 

Desde menino, sem saber que existia ainda esse “bicho” chamado de “veado”, meu pai dizia: “Nada melhor do que o sexo oposto”, até que descobri que, lá no meu São Mateus, naquela época, tinha um sujeito, a quem apelidaram de “Cação”, pela sua pele meia cinza, que era uma bichona...

 

Em princípio, detesto vida particular de todo mundo. Esse tipo de “armação” que fizeram com o deputado Luiz Durão, me parece um negócio infame. Ninguém vai para um motel e de lá faz uma ligação,o que está lá dentro com um homem, sei lá por que motivos...

 

Outro dia a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos Damares Alves, numa entrevista, declarou que, agora no Brasil, “menino veste azul e menina veste rosa”, num simples ato de desmistificação da chamada “ideologia de gêneros” que, notórios desvirtuadores de conceitos familiares e dos próprios direitos humanos, dessa esquerda idiota que aportou no Brasil, quer infligir à juventude, através das escolas.

 

Vou em socorro da ministra Damares Alves. O que ela quis dizer, na oportunidade de sua entrevista, foi uma simples alusão contra a ideologia de gênero, pouco se importando, contudo, no fundo, com a cor da vestimenta de quem quer que seja.

 

Alguém precisava surgir para colocar esta nação nos trilhos. O Brasil foi ocupado, politicamente, por um bando de idiotas, dando a impressão de pervertidos sociais, contagiando até as novelas com uma tremenda deseducação sexual, num processo de violência moral contra a sociedade, e sem rodeios, a TV Globo é o principal canal indutor da imoralidade nacional.

 

A ministra Damares Alves teve a coragem de enfrentar a malta de destruidores da moralidade da família brasileira.

 

O governo Bolsonaro, na verdade, assumindo o governo mexeu num vespeiro tão grande que, alvoroçou toda esquerda contra ele.

 

O que lamento é que, o governo Bolsonaro ainda não estabeleceu uma diretriz, uma regra de atuação e, a propósito, não escolheu um porta voz à altura, para falar as coisas de forma determinada e indesmentível. A voz do governo tem que ser através de um porta voz, alguém devidamente instruído e entendido, para não dizer asneiras nem ficar remoendo um mesmo assunto por várias vezes.

 

O que o governo Bolsonaro ainda não entendeu, ao que nos parece, que no dia 28 de outubro de 2018 as urnas mataram o PT. O enterro do PT foi no dia 1º de janeiro de 2019. Passem a administrar o Brasil, manda botar essa gente que roubou na cadeia. Entrem de sola contra a corrupção. Haddad é defunto, fede, esqueçam dele. Deixem que o enterrem politicamente.

 

Se o governo Bolsonaro, se munir de uma conduta rígida, realmente militar, estabelecendo normas de agir e de falar, vai transformar o Brasil numa grande nação. Pelo menos impedindo a ladroagem.

 

 

 

 


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