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A ltima cartada o Aliana.

20/01/2021

 

O Brasil está diante de uma situação política que, em momento algum é suigeneris, única, ao contrário, desde o descobrimento que a nação sobrevive para alimentar um bando de espertos, a maioria, refinados ladrões. Tivemos em 1964 um movimento militar, que o chamam de Golpe Militar onde, inesperadamente, como por encanto, todos (políticos, com suas raras exceções) aderiram a ele, mas, sub-repticiamente com um objetivo, envolver os militares para suas tramas. Conseguiram.

 

Em 1985 aqueles que queriam comunizar o Brasil passou a comandar o “espetáculo”, sentando-se nos cargos mais importantes da República, a começar na mais alta corte de Justiça, o Supremo Tribunal, que comete as mais absurdas irresponsabilidades, e está acabado, ninguém reage porque assiste a força bruta, as Forças Armadas parecem acovardadas diante da pressão alimentada por uma mídia de aluguél.

 

A maioria do povo quer uma revolução de verdade, onde o império da lei seja estabelecido por um Tribunal de Exceções e as penas variarem, conforme o caso, morte por enforcamento, por fuzilamento a decapitação. Nada de prisão perpétua para corruptos e corruptores.

 

Nada disso vai acontecer no Brasil, a não ser que acompanhemos a sabedoria do presidente Jair Messias Bolsonaro, que é a criação de um grande partido político, o Aliança, onde, através de um comando único, iremos eleger um grande Congresso Nacional, onde a maioria seja do Aliança, com duras penas para os traidores. Só assim.

 

Creio que meu tempo de participar de partido político já passou, ainda mais na minha condição de jornalista, mas irei me “alistar” no Aliança como um soldado da nação, sob o comando de Jair Messias Bolsonaro. Será minha última tentativa e, todos aqueles que puderem, devem se filiar, como uma demonstração de força.

 

Talvez seja esta a última tentativa que assistiremos em favor do bem da Nação.

 

Convoco os amigos a aderirem ao Aliança, sob o comando de Jair Messias Bolsonaro. Caso contrário, o Brasil continuará sendo um país de merda.

 

 

 

 

 

 


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Um pas sem futuro II

19/01/2021

 

Já tem muito tempo, ainda menino, ouvia dizer que o Brasil era o país do futuro. É bom alimentar sonhos, mas, por quanto tempo?

 

O Brasil do Século 21 tem 45 milhões de pessoas “trabalhando” de forma informal, de trabalhos eventuais, o que se constitui numa grande tragédia, porque se trata de pessoas que estão perdendo até o interesse de viver.

 

De acordo com as “estatísticas” o Brasil tem cerca de 13 milhões de trabalhadores que perderam o emprego. Outra tragédia. Ainda de acordo com as estatísticas, levantamentos do IBGE, o Brasil tem 72% analfabetos funcionais (só podem realizar pequenas atividades braçais, por falta de estímulo à educação formal e ou por deficiência alimentar – microcefalia).

 

Apenas 45 milhões de brasileiros possuem conta bancária e, em torno de seis milhões de brasileiros operam computadores, mas, por outro lado, em torno de 25 milhões têm telefone celulares de última geração, o chamado brinquedo preferido, até dos analfabetos, para verem pornografia...

 

A empresa automobilística Ford declarou, recentemente, que vai encerrar suas atividades no Brasil. Para os que vão perder seus empregos, o fato é lastimável, mas, para o governo brasileiro a empresa quer encerrar suas atividades porque vai perder incentivos fiscais. Para se ter uma idéia, os carros brasileiros, aqui montado, custam, em média, um terço mais caro do que qualquer carro produzido no mundo. O vizinho Chile, que não produz carro, seus cidadãos adquirem as mesmas marcas aqui produzidas e mais outras no exterior por quase a metade do valor dos vendidos no Brasil.

 

Vários outros desses estímulos são citados pela Ford para sua saída do território brasileiro, por enfrentar nada menos do que ações de trabalhadores na Justiça do Trabalho. Pesam sobre o valor de cada veículo produzido cerca de 71 obrigações fiscais e parafiscais e, além dos impostos mais caros do mundo, a energia e as dificuldades para importação e exportação para sua linha de produção.

 

Pesa, sem dúvida, a situação dos milhares de trabalhadores que vão ficar desempregados, mas não é justo que o trabalhador da chamada livre iniciativa tenha seu salário oito vezes menores do que, na média, um servidor público, de um modo geral.

 

O Brasil não acertará seus passos rumo ao futuro sem o surgimento de uma liderança, de uma força com suficiente autoridade e carisma para dizer: BASTA! E colocar essa imensa máquina nos trilhos, dando-lhe uma direção única.

 

Quando uma nação chega a ter negócios como uma Justiça Eleitoral, Justiça do Trabalho, 71 obrigações tributárias e fiscais e outras aberrações, ou surge alguém para dar um basta ou vamos assistir, num futuro muito próximo, uma grande tragédia nacional.

 

Já assistimos parte de um filme de terror, há pouco mais de dois anos. O quase assassinato de um candidato à presidência da República, por prometer em praça pública que, se eleito fosse, ninguém iria mais roubar os cofres públicos. Está cumprindo com a palavra. Até quando?

 

Tentam desesperadamente substituí-lo.

 

 

 


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