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Números errados.

12/09/2018

 

Acho que estão brincando com as estatísticas sobre violência no Espírito Santo. As sucessões de crimes, os mais estúpidos, furtos, arrombamentos, assaltos os mais diversos, cada dia, assustam mais, e as autoridades “confessam” que já esteve pior. Pior? Quando?

 

Não sei se essa desordem toda é fruto das dificuldades econômicas, do desemprego ou da falta do exercício do direito, a forma de se fazer justiça, passando as mãos na cabeça dos infratores.

 

Outro dia, participando de uma reunião sobre segurança, um graduado policial militar, sem qualquer rodeio, criticou com veemência o comportamento da Justiça, que solta o preso com produto do roubo nas mãos sem qualquer constrangimento e desestimulando a autoridade responsável pela prisão.

 

Prender para quê? Indagava ele, se o esforço de esbarra na insensibilidade da justiça, daí a sucessão de crimes seguidas, praticados pelos mesmos criminosos e, sempre no meio, tem um menor que assume toda responsabilidade pelo delito.

 

São unânimes as declarações de policiais, tanto civis como militares, pelas facilidades com que meliantes são soltos, humilhando a ação policial, que tem a função de prender culpados.

 

O problema da criminalidade está na falta de educação e de ocupação de uma imensa juventude que, carente de recursos, pela falta de trabalho, passa a delinquir e, com as facilidades do Código de Processo Penal, entra numa porta e sai na outra, pelas facilidades existentes.

 

Recente, as câmaras instaladas num supermercado de Vila Velha mostraram as cenas impressionantes de um assalto ao estabelecimento, por um bando se jovens meliantes sem nenhuma cobertura no rosto, sem nenhum receio da filmagem ou de serem reconhecidos amanhã.

 

Interessante, o sistema de segurança pública parece que desconhece que só a ilha de Vitória ostenta imensas favelas, não são do tamanho das existentes no Rio ou São Paulo, mas abriga meliantes do mesmo “calibre” de maldade, de terrorismo.

 

É uma temeridade parar um veículo no sinal da av. Leitão da Silva, onde residem, nos morros próximos, os maiores bandidos do Estado.

 

Revê as estatísticas policiais não vai resolver o problema da marginalidade existente na Grande Vitória. A solução está no aumento da capacidade da polícia enfrentar os bandidos, leva-los para detrás das grades, para pagarem pelos seus crimes.

 

No caso do Espírito Santo, onde até a Polícia Militar faz greve, não sei onde iremos parar. Parece que os prenúncios não são bons, pela falta de um policiamento ostensivo firme, capaz de expulsar os bandidos de nossa ilha.

 

 

 


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Devassidão política

11/09/2018

 

Há um jogo político no Brasil que vem desde 1985, quando os militares saíram de cena e, a partir da queda de Collor de Mello, entrou a figura de Itamar Franco que, por sua vez, convidou o ideólogo socialista chamado de Fernando Henrique Cardoso para ser ministro da Fazenda que, por sua vez convocou Pérsio Arida e outros economistas para elaborarem o Plano Real. Depois da eleição de Fernando Henrique Cardoso, que passou dois períodos no poder, o outro grupo do Fórum de São Paulo, tendo Luiz Inácio Lula da Silva à frente, assumiu a presidência da República, oito anos depois (após uma luta desesperada para ser eleger pela terceira vez), acabou parindo Dilma Rousseff, uma analfabeta metida a economista, que desgraçou a economia nacional, com suas imbecilidades.

O grave problema brasileiro é a burrice de sua sociedade, permitindo o aproveitamento dos mais notórios políticos populistas, como Getúlio Vargas, João Goulart, Ulysses Guimarães, Fernando Henrique Cardoso, Lula e a toupeira Dilma Rousseff, uma ativista de esquerda trepada no poder, travestida de democrata de meia tigela.

Esse bando de oportunistas da pior espécie imaginou que se perpetuaria no poder, pilhando os cofres públicos de forma incessante, sem dó nem piedade e, como não podia esconder o grande rabo, formou uma imensidão de grupos de ladrões da pior espécie e, porca miséria, infestou todos poderes de corruptos para ninguém botar defeito, transformando o Brasil na pátria dos ladrões, esse “troço” que ai está!

O negócio no Brasil, da roubalheira desenfreada, chegou a um ponto tal de degradação moral que, lá da “província” de Curitiba, brotou um formidável bastião contra a corrupção, sob o comando do magistrado federal Sérgio Moro, mais uma dúzia de procuradores públicos e um núcleo da Polícia Federal, começando pelo processo famoso, que tomou o nome de mensalão, a mesada que a classe política dominante, tendo à frente o PT, distribuía com seus asseclas, para se manter no poder. Aí, de cambulhada, vieram as mulheres, amantes de políticos, serviçais os mais diversos, putas, rufiões, proxenetas, porteiros de prédios suspeitos, motoristas e até doleiros e banqueiros os mais desonestos, caçados e trancafiados, sob ação do núcleo mais duro que já surgiu na justiça brasileira.

Chegamos ao processo Lava-jato, com roubos desenfreados no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Petrobras, sob o slogan: O Petróleo é Nosso.... E outras imoralidades.

Essa imoralidade toda esbarrou-se, finalmente, na prisão do Ali Babá (os quarenta ladrões já estavam presos) onde, não sei como, ainda, mantém-se o Lula preso, por corrupção, lavagem de dinheiro e outras indecências, com a nossa formidável justiça.

Puta que pariu. Que corja de ladrões...

 

 

 


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