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No reino das maracutaias.

30/05/2020

 

Numa época já bem distante tivemos em Vitória, como prefeito, o professor universitário Berredo de Menezes, um poeta, excelente contador de anedotas, de quem gostava muito.

 

Numa dessas conversas com Berredo mostrei-lhe fotos de uma das mais importantes marinas espanholas, em Alicante, ao lado do Meliá Alicante Hotel, um formidável cinco estrelas trepado numa península que entra no mar Mediterrâneo e onde se situa um importante complexo de lazer, com boates, bares, restaurantes, museu marítimo e uma garagem subterrânea para 1.200 veículos. Coisa para espanhol nenhum botar defeito.

 

Berredo queria saber como construíam pela Espanha importantes garagens subterrâneas e, com ajuda do médico plástico José de Oliveira Filho, conseguimos trazer um arquiteto e dois engenheiros espanhóis a Vitória para mostrar, através de projetos, fotografias e até minutas contratos de concessões, como modelo. O prefeito, sensibilizado com a presença dos visitantes convidou vereadores para tomar parte na reunião, com um dos convidados explicando como se processavam as concessões na Espanha, em média por 25 anos, a municipalidade dando o local, que poderia ser uma praça, uma encosta, pé de montanha, para localização do empreendimento. A firma ganhadora da concorrência, após a concessão, por 25 anos (tudo isso depois de estudos de viabilidade técnica e econômica) terminado seu prazo, devolveria o empreendimento ao município e, então, abriria nova concorrência, agora para simples exploração, podendo a empresa executora concorrer, levando-se em consideração sua experiência.

 

Um vereador, que me permito não citar seu nome, porque já morreu, diante das explicações do engenheiro espanhol que, terminada a concessão a primeira operadora poderia concorrer, também o edil virou-se, e disse que aquilo estava cheirando a maracutáia. O espanhol perguntou para mim:  “Que eres maracutaia? ” Respondi-lhe”: “Una trampa”, uno cambalacho”. O espanhol ficou mudo, foi dobrando as plantas e passou para o prefeito Berredo, uma espécie de guia com os procedimentos que a municipalidade deveria proceder, caso quisesse realizar a obra e, de lá para cá, o que tenho assistido, no meu Estado, no Brasil, é uma espécie de festivais de maracutaias, as mais vergonhosas e lastimáveis “trampas”, e não acontece nada, a começar pela liberdade de refinados ladrões, porque não foram condenados, ainda, pela “ terceira estância”.

 

Em pelo “reinado” do coronavírus, as mais indecentes “trampas” se sucedem, numa carreira tão vertiginosa como se estivéssemos nos melhores dos mundos, dando até a impressão de quanto mais” infectados” forem usados com coronavírus, melhor para essa corja que se transformou em donos da pátria, até que um dia o povo acorde e bota essa gente para correr...

 


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Areia movediça.

29/05/2020

 

Há um grave engano na atualidade política brasileira. Tem muita gente que anda brincando com fogo, imaginando que pode continuar fazendo suas trapalhadas, que nada vai acontecer, porque a condenação em terceira instância não chega nunca, para prender político ladrão.

 

Podem pensar, a vontade, que o presidente Jair Messias Bolsonaro é doido. Pode ser, mas não é burro, é apoiado visivelmente pelas Forças Armadas que não vão permitir que o Brasil se avacalhe internacionalmente, como andou com o dos governantes que entraram no governo após 1985. Não aspiremos nunca um contragolpe sob o comando das Forças Armadas, como aconteceu em 1964. Um contragolpe hoje deve ter consequências imprevisíveis. Qualquer pessoa, por mais desentendida em pesquisa de opinião pública sabe que mais de 80% da população apoia, de forma incondicional, a tomada de poder pelas Forças Armadas. Qualquer bisonho entendido em política sabe que temos uma Força Armada vigilante, com um serviço de inteligência importante, um dos melhores do mundo. A vida de cada parlamentar, ministro do Supremo Tribunal Federal, magistrados os mais diversos, todos são altamente conhecidos e vasculhados pelos órgãos de informações, até eu próprio! Será que essa gente que anda cometendo tanta asnice, promovendo achaques, pilhando os cofres públicos, ainda, ignoram tal fato?

 

Para salvar o Brasil, sua população de uma ação da classe política esquerdopata, as Forças Armadas trancam o país, ao exterior, em 24 horas. Todo mundo sabe que reside uma grande esperança nessa ação, mas as Forças Armadas relutam, não por medo, mas para preservar sua integridade de guardiã das instituições nacionais, até um certo ponto, enquanto a segurança nacional não estiver correndo risco. Se estiver, prestem atenção, os que estiverem praticando atos de corrupção, saiam correndo, atravessem as fronteiras com a incumbência de ficar uns 50 anos lá fora, escondidos. O contragolpe, se ocorrer, vai demorar uns 50 anos, ou mais...

 

As falcatruas que estão ocorrendo pelos estados, com realizações de aquisição de equipamentos e contratos de publicidade fajutos, abusando do momento de pânico e sobressalto nacional, previnam-se, vai dar em graves acontecimentos. Esperem.

 

O que estamos assistindo é alguns governadores, inteiramente divorciados da realidade, acharem que o comando da Nação está entregue às baratas. Ledo engano. Estão mergulhando numa areia movediça da corrupção que vai afastá-los para o resto da vida da política nacional.

 

A nação não suporta mais a ladroagem. Não existe medo das Forças Armadas de um a reação internacional. O Brasil não é a Venezuela, um país com Forças Armadas com espinha dorsal corrupta.

 

O país está apodrecendo. Mal negócio.

 

 

 


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