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À flor da pela

12/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Ives Gandra Martins, é um luso-descendente e prestigiada figura da Comunidade Luso-Brasileira, um dos 30 homens mais inteligentes do Brasil, renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

O professor Ives Gandra da Silva Martins, com usa impressionante lucidez nos brinda com um texto primoroso sobre as dificuldades atuais que o chamado homem branco atravessa no país. Diz o professor:

Não Sou: - Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na... verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê?

Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins” Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos. Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna). Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela- passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados. Aos ‘quilombolas’, que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito. Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef a direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para realçar as suas tendências – algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo! Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse ‘privilégio’, simplesmente porque esse cumpre a lei... Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos. E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema? Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinta-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo.

 


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A prisão como consolo

11/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Dizer que os brasileiros conscientes de suas responsabilidades acreditam que o país saia desse impasse vergonhoso, no campo da imoralidade endêmica, seria pleonasmo. Não podemos acreditar que as coisas melhorem a um ponto saudável de não nos envergonharmos.

Desde priscas eras se estabeleceu que o país deveria ser um centro de abrigo de uma onda de funcionários públicos sem mãos a medir, no tocante ao orçamento, às questões de manutenção da poderosa máquina de barnabés da pior espécie. O Estado do Espírito Santo, em termos de funcionalismo público, na ativa, tem 62% nos campos federal, estadual e municipais, em todo os níveis, inteiramente desnecessário.  

Ao sabor dos interesses mais abjetos, montaram um corporativismo imoral, onde os servidores públicos se entulham nas repartições, com um agravante muito grave, o horário de funcionamento da máquina burocrática é de meio dia às 17 horas, para “inglês ver”, como se diz na gíria...

Com o pessoal inativo, montes de coronéis da PM, gente que nunca trabalhou, o Estado gasta o que não tem. Os municípios morrem à mingua esperando o repasse do Fundo de Participação dos Municípios ou de outro negócio imoral, os royalties do petróleo, afora o que pilham dos cofres da Petrobras, num dos maiores escândalos da história mundial.

Essa encrenca, o monstruoso buraco que se forma com a sangria de recursos públicos só tende a subir, aumentando o déficit público e criando novas obrigações tributárias para suprir de recursos os cofres delapidados.

Tem remédio para este cáos? Todos os dias os burocratas de plantão inventam fórmulas mágicas de aumentar a arrecadação, sem se importar com o exaurido bolso do contribuinte. Devedor relapso, o Estado é nitidamente inconsequente com o que arrecada. Não tem mãos a medir para promover o empreguismo e pensa que o empresariado, a sociedade de um modo geral, que paga seus impostos de forma compulsória, tem cara de besta.

Vamos engrossar a campanha de não repetir mandato. É uma triste realidade. Tem gente boa pagando o pato por culpa de gente ruim que se imiscui na política e, parece, gastar rios de dinheiro para não sair nunca.

Afirma o juiz federal Sérgio Moro que todos os políticos condenados ou com processo em curso, com o fim do mandato, vão presos. Pelo menos há uma esperança de que o povo, de sacanagem, vote certo, elegendo quem nunca teve partido, para que essa canalha toda possa pagar seus pecados.

Jeito no Brasil, ninguém dará, mas que vai ser divertido ver essa gente na cadeia, isso vai...


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