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Paraíso de assaltantes

04/10/2019

 

 

 

Numa média de 7 por dia, por ano são arrombadas 25.550 lojas na grande Vitória, conforme dados fornecidos pela Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado do Espírito Santo – Fecomércio – ES.

 

O que impressiona, não são apenas os números, a grandeza dos assaltos, mas a impraticabilidade de toda uma sociedade viver tranquila, na sua capacidade produtiva, para ganhar a vida.

 

Qualquer cidade do mundo, na mais distante Biáfra africana, a mola que move o mundo é o dinheiro e quem faz ele girar, fazendo circular a riqueza, é o comércio. Não existe empreendedorismo sem a atividade comercial e, é através dela que os governos promovem a arrecadação de impostos.

 

O problema brasileiro é grave, em virtude da incapacidade gerencial dos nossos governantes, muitos contando como principal aliado a arte de furtar, de distribuir empregos públicos, como se resguardando para se reeleger ou voltar proximamente como “bonzinho”.

 

Foi a partir de 1880, com o fim da escravidão, a liberdade dos escravos, através da Lei Aurea, que, desprotegidos pela sociedade, sem um amparo social, os negros se refugiaram nas favelas, que começaram a surgir na época, onde continuaram prestando seus serviços, como uma espécie de esforço pela sobrevivência.

 

De lá para cá, até esta data em que estamos, as transformações sociais, a violência urbana promovem a explosão do favelamento e o Brasil, depois do México, países africanos por excelência, ostentam os maiores centros de violência do mundo. A Grande Vitória é, reconhecidamente, um dos maiores centros de violência do mundo, pelo volume de mortes por cada 100 mil habitantes.

 

Essa tragédia urbana em que vivem cidades brasileiras não é coisas recente, vem de 1880, existem documentos comprobatórios (eu os tenho), mas os governantes não desejam se concentrar numa solução, exatamente por que imaginam que a alteração do chamado estado atual, perturbar a marginalidade com qualquer ação, com o saneamento básico de suas moradias, pode render-lhes repercussão negativa, perda de votos, e a vida continua nesta merda que aí está...

 

O Brasil precisa mudar mas, para tanto, precisa que todo seu conjunto populacional fosse educado, para seguir as regras civilizatórias.

 

Enquanto não se faz nada em favor de quem paga impostos e assiste seus estabelecimentos comerciais serem assaltados, a violência se expande, não haverá solução à vista.

 

 

 

 


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Em matéria de mais ou menos...

03/10/2019

 

Lá no meu São Mateus, quando uma pessoa não entendia nada do que seu interlocutor queria dizer, saía com esta: “Em matéria de mais ou menos, não há nada como ora veja”.

Esteve na ONU – Organização das Nações Unidas, um grande covil de pessoas vivendo bem, às custas dos trouxas, e metidas a socialistas -, o nosso presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que fez pronunciamento contundente, rebatendo todas idiotice que se tem praticado contra o Brasil e seu governo, pela impressionante revolução de princípios morais, econômicos e políticos que vem realizando numa nação até bem pouco vilipendiada em seus cofres públicos por uma corja de ladrões da pior espécie.

A velha “imprensa” brasileira não tem poupado o presidente Bolsonaro, por estar conduzindo o Brasil com o propósito de banir a corrupção, a má política, o atrofiamento do Estado pelos desserviços dos mais diversos e notórios segmentos nacionais, que não merecem ser citados!

Pela primeira vez em nossa história política um presidente da República, que botou o pé na ONU, após sua criação em 1945, com o fim da Segunda Grande Guerra Mundial, tivemos um representante que tivesse um décimo da coragem para dizer verdades a um conjunto de nações, sobre suas críticas infundadas contra o Brasil, do que o presidente Jair Messias Bolsonaro. Concordo plenamente que muitas pessoas, que se sentem prejudicadas com o novo governo, não goste do presidente, da sua forma de agir, do seus métodos políticos mas, convenhamos, nenhum presidente da mais remota à mais moderna história da nação brasileira teve a coragem, a determinação de mandar aquela corja esquerdista ali reunida, à merda, entupindo-a de verdades sobre tudo que se alardeia aqui e lá fora para diminuir o esforço do presidente e sua equipe, apenas com objetivo de fazer Lula voltar ao poder.

A Folha de São Paulo se transformou num jornal medíocre, com suas críticas contra o governo. Seu editorial da edição do dia 25.09, após a fala do presidente Bolsonaro na ONU, sob o título: “Colcha de retalhos”, com críticas ao discurso do presidente, é de uma mediocridade vergonhosa. Como se prega, de forma aberta, inescrupulosa, tanta mentira. Que história cínica, de se dizer que Bolsonaro está caindo nas pesquisas? Nunca, na história do país assistimos o crescimento preferencial de um presidente subir de forma tão vertiginosa, pela sua coragem, determinação, ousadia.

Fosse Lula, um analfabeto, que tivesse a coragem de fazer o discurso de Bolsonaro, seria ovacionado como um estadista, um sábio, mas, Bolsonaro falou a verdade que nenhum governante falou até hoje, na cara dos detratores do Brasil.

Essa gente derrotada representa o atraso. Não vale nada.

 

 

 


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