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Cobrança fora do tempo

03/11/2018

 

 

 

Quase dois meses para o novo presidente, Jair Bolsonaro tomar posse, leio e ouço, quem pouco ou nada ou nada fez pelo país, pelo Estado ou o município, dando palpites sobre o que deva ser feito, por quem acabou de se eleger, quase morreu, atingido por uma facada desferida por um “misterioso” sujeito que surgiu da multidão, empurrado para cometer um bárbaro assassinato de quem estava desafiando uma poderosa máfia de corruptos, gente inteiramente desqualificada, que tomou conta do poder do país a partir de 1985.

 

A façanha de Bolsonaro, seu grande feito, não foi o de se eleger, pura e simplesmente, numa das eleições mais baratas da nossa história, embora a mais perigosa, foi a de destruir o PT. Esqueçam os votos obtidos pelo senhor Haddad no Nordeste e outras regiões. Você não consegue tomar o poder das mãos de assaltantes, de gente perigosa e cruel da noite para o dia, sem derramamento de sangue. Para destruir o PT, Bolsonaro quase morreu, derramou muito sangue, causou uma grande comoção nacional e, agora, é forçoso repetir, se morresse, provocaria uma onda de indignação e muitas pessoas iriam morrer, possivelmente muitas pessoas que nada tinham a ver com a história, os acontecimentos que teriam provocado sua morte.

 

Bolsonaro vai assumir no dia 1º de janeiro de 2019. Oxalá nada aconteça até lá, que reine a paz, que ele constitua serenamente sua equipe, adote as providências necessárias para começar a colocar o país nos trilhos do desenvolvimento, da ordem, afastando-o da anarquia que se preparava, acontecimentos parecidos ou piores do que ocorrem na Venezuela.

 

Vocês ainda estão em estado de choque, com as pernas tremendo, alguns diante da possibilidade de ocorrer uma tramóia, evitando sua posse (no Brasil, tudo é possível, até no meio da multidão, saltar um bandido de faca em punho para matar um candidato). Outros, por saber que, Bolsonaro eleito, pelo seu espírito de luta, pela sua audácia, irá promover a ordem no Brasil, e essa gente criminosa que aí está, capaz de tudo, se facilitar, poderá matá-lo ao meio do caminho, até o dia de tomar posse do governo do Brasil.

 

Ouço, aqui no Estado, cobranças as mais diversas. O Espírito Santo irá cobrara isso ou aquilo? Aquilo o que? Que não foi feito em anos de incúria administrativa?

 

Bolsonaro não é nenhum mágico, não tem a lâmpada de Aladin ou algo semelhante. Nós vamos pagar caro pela tragédia que fomos submetidos anos e anos de corrupção, de incapacidade administrativa, de esbulho por autoridades corruptas.

 

Para corrigir os desvios de poderosos grupos nacionais, de empreiteiros e políticos os mais devassos, será necessária a presença no poder de seguidos Bolsonaros, seguidos Sérgio Moro na Justiça, de se reviver figuras como de Castelo Branco, Médice, Geisel, o próprio Costa e Silva, um intransigente e mal educado João Figueiredo, mas, acima de tudo, honestos, brasileiros, decentes. Cobremos de Bolsonaro, mas é preciso entender que o PT destruiu o Brasil, com apoio de outros indecentes partidos políticos e seus dirigentes, chefes de poderosas quadrilhas de assaltantes. Cuidado, eles são capazes de tudo.

 

 

 


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Um registrado para a história

02/11/2018

 

 

 

Até que baixe a poeira ocasionada pela eleição de Jair Messias Bolsonaro para a presidência da República, um fato impressionante ocorrido na vida política nacional, de um candidato apoiado por um partido minúsculo, o PSL, sem nenhum dinheiro, montado exclusivamente numa rede social compartilhada por mais de 20 milhões de adeptos, ignorando completamente a utilização das grandes mídias nacionais, que não souberam tratar com a necessária cautela o candidato à mais alta função executiva nacional com o devido respeito, agredindo-o indevidamente, comparando-o, nos mais variados aspectos, com o presidente eleito dos Estados Unidos, Donaldo Trump, pela semelhança de ações.

 

Como apreciador do seu comportamento, da sua forma de agir, suas decisões de reformar a nação nos seus mais variados aspectos, vou encerrar meus comentários até que se defina a montagem do seu programa de governo e as personalidades que irão auxiliá-lo, para depois dizer o que penso do que pretendem fazer para tirar o país desse formidável atoleiro de irresponsabilidades.

 

 

Votei no senhor Jair Messias Bolsonaro com a convicção de que estava votando no melhor candidato em evidência na política nacional, sem rabo para a “macacada” ao seu redor ter condições de puxá-lo. Em momento algum apareceu alguém com uma tênue prova de qualquer ato que desabonasse sua conduta. Sua férrea determinação de extinguir o PT, PSDB e demais siglas que abriga a corrupção endêmicas nacional. Pois o senhor Jair Bolsonaro, juntamente com o magistrado Sérgio Moro, são os únicos artífices do formidável sepultamento do PT.  

 

Bolsonaro tem que se convencer de que ele não pode errar. Todo seu pessoal tem que ser escolhido a dedo, dentro dos princípios rígidos das Forças Armadas, se quiser ter sucesso na sua administração.

 

O mais surpreendente na história da eleição de Jair Bolsonaro é como a sociedade brasileira se levantou, malgrado o massacre da chamada mídia que promoveu uma dolorosa desmistificação do que a maioria do eleitorado nacional apelidou de Mito. Um ato covarde quase tirou-lhe a vida!

 

É muito cedo, sem conhecer as diretrizes do seu governo, avaliar-se como as coisas se desenrolarão na sua futura administração. Pode até ser que, por motivos diversos, alguns setores não gostarem dos seus métodos ou da sua forma de agir, mas uma coisas é certa, o Brasil, sua sociedade irão agradecer eternamente a Jair Bolsonaro pela corajosa determinação de exterminar as mais corruptas figuras da política nacional, que levaram o país a esse lamentável estagio de degradação moral, nos mais variados sentidos.

 

A história do país vai registrá-lo, um dia, como seu herói.

 

 

 

 


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