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Retrato brasileiro

04/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Já contei por aqui esta história, da prisão do meu pai, Mesquita Neto, na cidade de São Mateus, por ter escrito um artigo em seu jornal. O Norte, sobre o suicídio de um pobre ruralista, Manoel Justino, devido a cobrança de imposto, já naquela época. Na verdade, meu pai defendia o direito de Manoel Justino se enforcar, tirar a sua própria vida. “Viver num país só para pagar imposto, é preferível tirar a própria vida”. E arrematava: “Justino fez bem em enforcar-se.”

O tempo passou e a carga tributária que girava em torno de 4%, ao tempo da morte de Manoel Justino, hoje chega a perto de 40% só de impostos sobre impostos e mais taxas e emolumentos que são cobrados pelos mais diversos órgãos que enfeitam a árvore da nossa burocracia. Para se ter uma ideia, um empresário que tem a audácia de construir um empreendimento, um laticínios, por exemplo, em qualquer município brasileiro, além de ser obrigado a cumprir anualmente, como empresário, com 69 contribuições fiscais e parafiscais, tem que se sujeitar aos mais indecentes organismos licenciadores e fiscalizadores. Tudo isso montado para impedir o desenvolvimento. Um simples prédio, depois de autorizada sua construção pela Prefeitura, as vezes passa 5 anos para ser aprovado, sofre tantas intervenções por entidades fiscalizadores que dá vontade de desistir.

Um dos negócios mais indecentes que já se criou no Brasil foi a Justiça do Trabalho (Justiça jabuticaba, apelidada), que só existe no Brasil. Recente, foi feita uma reforma na legislação trabalhista, sendo relator da matéria no Senado o nosso senador Ricardo Ferraço. Já tem no Supremo Tribunal vários pedidos de Adins (arguição de inconstitucionalidade de vários artigos e até da lei inteira). Não tem jeito.  Desgraçadamente somos essa formidável tragédia de Justiça do Trabalho, onde a nação consome, anualmente, um orçamento de R$ 16 bilhões e, em contra –partida, os trabalhadores, nas ações que conseguem ganhar, recebem do patronato quase falido pela exorbitante carga tributária, apenas R$ 8 bilhões. É uma vergonha. O corporativismo na Justiça do Trabalho (aliás, em todas), é um negócio indecente, a começar pela vitaliciedade e irremovibilidade. Será que um dia acaba isso tudo?

Outro negócio vergonhoso é a questão dos royaltis do petróleo, distribuído com estados e prefeituras. Ninguém pensa no futuro. Torram o dinheiro na contratação dos shows mais inconsequentes, enquanto a precariedade nos hospitais públicos, nas escolas e nas rodovias vivem num miserê enervante, numa tremenda falta de escrúpulos, devido aos gastos imorais com coisas supérfluas.

Para encerrar, existem mais da metade do funcionalismo público, inútil, sem qualquer serventia, com salários absurdos. 


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Medo de Bolsonaro I

03/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Nunca tive qualquer simpatia pelo sr. Temer. Aliás, de Getúlio até esta parte (nasci sob o regime do Estado Novo) só encontrei presidentes da República que prestassem nas pessoas do marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Batista Figueiredo. O sr. Costa e Silva demorou pouco, mas era um homem de impressionante honradez, cumpridor da palavra empenhada.

Esses trapos que vierem depois, com a ascensão de José Sarney, Collor de Mello, Fernando Henrique, Lula, Dilma e, agora o indefectível Temer, dão nojo. Será que esse pessoal tão ordinário é brasileiro? Nasceu no Brasil? Sabe que é pátria? Bandeira? Hino? Como roubam, não devem ter amor a nada, muito menos ao país.

É impossível avaliar-se, de Getúlio à esta parte, de tantos mensalões, lava a jato, quanto roubaram! Tem um tal de “Baiano”, que deveria ser um serviçal da Petrobras, devolveu R$ 240 milhões. Empreiteiros ladrões compraram um banco lá pelas Bahamas para depositar butins surrupiados dos cofres públicos.

Apareceu por aí um político novo, Jair Bolsonaro, que está assustando as “esquerdas” oportunistas brasileiros. Ainda não descobriram o rabo do sr. Bolsonaro, mas descobriram que o homem é de direita, de extrema direita, é nazista, fascista, filho da puta e não sei o que é mais. Bolsonaro está metendo tanto medo as esquerdas que os políticos estão com diarreia, com medo até de pronunciar seu nome mas, enquanto batem no Bolsonaro, ele cresce, conquista a juventude, principalmente, pela determinação com que usa o vernáculo. Estão querendo inventar um tal de Dória, lá em São Paulo e o gaiato Ciro Gomes em Fortaleza, para ver se pega uma rebarba do Lula que, no meu ver, jamais será candidato a cargo público.

Bolsonaro impressiona e ele vai buscar eleger uma maioria semelhante a ele para o Congresso Nacional.

Na altura dos acontecimentos nacionais, só temos uma pessoa para ganhar de Bolsonaro: o juiz federal Sérgio Moro. Se esse cara tiver apoio da juventude, se disser que aceita ser indicado, o Brasil vai dar outro salto para o futuro, como fez nos 20 anos de Movimento Militar de 64.

É preciso ter um sujeito determinado, corajoso, que impressione as massas, para tomar conta do Brasil.

O Brasil precisa ser varrido por uma onda de decência. Precisa toda sociedade se armar para mudar a classe política nacional. A seguida vitória de Temer no Congresso Nacional nos mostra o quanto precisamos trabalhar para mudar o Brasil.

 


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