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Casos de Justiça

10/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Tenho dito e vou continuar repetindo: o grave problema brasileiro não é político, é de Justiça. Não porque ela seja composta de homens ruins, despreparados, não. É porque ela é regida por leis vagabundas, um amontoado de penduricalhos constitucionais, feitos por homens sem um mínimo de escrúpulos que envergonham a nação.

Pelo amor que temos às nossas mães. A Justiça Trabalhista é uma indecência, atrasa o país, desmoraliza aquele que emprega, dá trabalho, apenas por uma palavra de um empregado safado que saiu do emprego mas ainda quer uma fatia sem direito mas que lhe é concedida, contrariando tudo.

Faz algum tempo saiu publicado em relatório de inspeção da Corregedoria Nacional de Justiça informando que parte de garagem do prédio onde fica a sede do Tribunal Regional Federal (TRF-1) da 1ª Região, em Brasília foi transformada em depósito para 62 mil ações que aguardam julgamento há décadas...

São casos de primeira turma do TRF-1, responsável pela análise de direito previdenciário. O estoque desse colegiado tem ainda mais de 19 mil petições aguardando julgamento desde 2008.

A publicação pela turma do chamado acordão, decisão final sobre um processo leva em média 825 dias, ultrapassando o prazo de dez dias estabelecidos pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Foram identificados 8.420 processos parados sem qualquer explicação.

Não tem nação que deseje construir um futuro sério, decente, com uma Justiça desse porte. O problema nacional é que, por qualquer porcaria, o vizinho entra na Justiça e a questão caminha 90 ou mais anos, até chegar no Supremo Tribunal Federal. Aí começa outra odisseia do infeliz, que vai morrer sem obter, ao menos, uma solução, seja a favor ou contra suas pretensões.

Estamos assistindo uns fatos curiosos no Brasil, nessa tremenda atualidade. A impressão que se tem é a de que só temos uma polícia, a Federal; só temos um juiz, o federal Sérgio Moro, que conduz com determinação o processo Lava-Jato, que a classe política se une par sepultá-lo; parece que só temos um conjunto de procuradores que trabalham, os que estão dando sustentação ao magistrado Sérgio Moro.

O Supremo Tribunal Federal é a cara da Justiça brasileira. Sabemos que existem muitos magistrados como Sérgio Moro e procuradores brilhantes, mas que não aparecem mas, no conjunto, somos vítimas de uma grande tragédia e esta tragédia que vai levar o Brasil a uma catástrofe sem precedentes na história dos povos.

 

 

 


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O custo do dinheiro I.

09/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Nós, brasileiros (a coisa é generalizada) não sabemos avaliar o custo ou a importância do dinheiro, principalmente nossos administradores públicos que são totalmente analfabetos com relação a custos operacionais, orçamento, planejamento, capacidade de endividamento.

 

A nação brasileira, estado e municípios estão irremediavelmente falidos. Gastam mais do que arrecadam e possuem o dobro do funcionalismo público que necessitam.

 

Estabeleceram no país, um negócio maluco, inconsequente, da estabilidade do chamado servidor público. Além de estável, os privilégios são insuportáveis, atrasam o desenvolvimento econômico da nação que precisa cobrar as maiores taxas de juros do mundo, além de um negócio indecente chamado de correção monetária.



Um aposentado do INSS custa 1/3 do servidor federal. Não tem país no mundo com distorção semelhante. Esse processo maldito de empregar continuadamente, sem um mínimo de necessidade, empobrece a nação, desencanta quem trabalha ao comparar a desigualdade.



A desconsideração do dinheiro pelos nossos governantes é um crime de lesa a pátria, O Congresso Nacional custa R$ 28 milhões por dia, diz estudo realizado pela Organização Não Governamental (ONG) Contas Abertas, que apontou que o Congresso Nacional se firma como um dos mais caros do mundo. Segundo a ONG, juntos, a Câmara e o Senado custam R$ 28 milhões por dia aos cofres públicos. Multiplicada por 365 dias do ano, a quantia ultrapassa a casa dos R$ 10 bilhões. Segundo o secretário – geral da Contas Abertas, Gil Castello Branco, os números representam “um Congresso perdulário, sem muita preocupação com os gastos”.



Todo mundo no Brasil quer ser funcionários públicos. Não fazer nada, ter segurança no emprego, ser irremovível, estável sem qualquer preocupação com o futuro.



Não sei avaliar, com sinceridade, os caminhos que levarão a nação com esse processo vergonhoso denominado de Lava-Jato. Trata-se da maior imoralidade no campo da corrupção que poderia acontecer com uma nação decente, mas no Brasil essa monstruosidade se desenvolve com a maior tranquilidade e, quem sabe, ora dessa, quando se dirigir ao trabalho, o magistrado Sergio Moro poderá encontrar outro no seu lugar, pela natureza do político, de que nada caminhe dentro da seriedade.


A nação brasileira um dia irá tomar conhecimento de que, as delações premiadas dos dirigentes da JBS foram desavergonhadamente encomendadas, uma verdadeira briga de quadrilha, do PT contra o PMDB, onde quem se saiu bem, até agora, com uma montanha de dinheiro e a maior empresa de derivados de carne do mundo, foram os cínicos dirigentes da JBS.



É o pouco caso que se faz com o dinheiro no Brasil.

 

 

 FONTE: JORNAL A GAZETA


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