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Faltam nomes.

10/09/2018

 

O poder é um negócio inebriante. Cada um de nós, míseros mortais, quando lá chegamos (no poder), imaginamos ser donos dele e, de lá, não queremos sair mais.

 

Nada de mais importante aconteceu na vida nacional brasileira do que o Movimento Militar de 1964. Todas pessoas válidas da Nação, na época, em procissões, sob o comando da então Igreja Católica, foram para as ruas em busca da normalidade política, uma vez que Brizola, Almino Afonso, o próprio João Belchior Marques Goulart, o tal Jango, se intitularam donos da Nação e queriam transformá-la numa espécie de sucursal chino-soviético, sob o comando de Cuba. Pasmem, Cuba!!!

 

De 1964 a 1985, período em que ocupou o poder, o Sistema Militar foi prudente, tremendamente decente, ao permanecer no poder por um só período de quatro anos, todos eleitos indiretamente pelo Congresso Nacional.

 

O lado sensível do militar deixou se envolver pela classe política, por tipos como Sarney e outros indecentes senhores que, felizmente, desaparecidos, restando como “imperatriz” do Maranhão José Sarney.

 

Deixando o poder em 1985, com seu último presidente saindo pelos fundos – João Batista Figueiredo – para não dar a mão a José Sarney, eleito vice-presidente na chapa com Tancredo Neves mas, com sua morte, desgraçadamente, o vice foi empurrado para, o curul presidencial por um dos homens mais nefastos desta República, um aproveitador contumaz, Ulysses Guimarães, atrás de uma “santidade” que só os meandros da Caixa Econômica Federal poderão ainda falar.

 

De Sarney até à presente data procura-se um homem decente para  governar o país, mas não existem condições possíveis de se buscar alguém capaz, dentro do emaranhado partidário da vida política nacional, com 35 siglas querendo, cada qual, a seu gosto, transmitir sua “filosofia” de governo, como se no mundo pudesse, na sua atualidade, algo ser diferente de direita, centro e esquerda.

 

No cenário nacional despontam dois nomes com pretensões de governança: Lula, uma tréplica de uma tragédia de corrupção e, Jair Bolsonaro, como uma espécie de revanche para que tudo de podre que vem ocorrendo no país depois de 1985.

 

No Espírito Santo, como de todo no Brasil, o quadro é a repetição de ontem, anteontem e “tresantonte”, como dizem lá no meu São Mateus!

 

Qual a preocupação que essa gente tem com o futuro? Futuro do Estado, da sociedade como um todo, da gerência da governabilidade, do equilíbrio, da decência, do desenvolvimento.

 

Farinha pouca, meu pirão primeiro...

 

 


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Mudanças necessárias I

09/09/2018

Outro dia, num encontro patrocinado pela Federação das Indústrias do Espírito Santo, compareceram aqui, em Vitória, os srs. Fernando Henrique Cardoso e Luiz Mendonça de Barros que, junto com o governador Paulo Hartung, fizeram ver à plateia do temor que se constitui a eleição do candidato Bolsonaro, que lidera as intenções de voto para a presidência da República.

Na fala dos políticos contrários à eleição do sr. Jair Bolsonaro não mereceu um único aplauso. Um expectador, daquela cena pândega, onde o sr. Paulo Hartung saiu com a frase: “Não admirem Trump, não apoiem Bolsonaro”, como se esses senhores tivessem alguma autoridade para intimidar possíveis eleitores de Bolsonaro e, naturalmente, passassem a apoiar os candidatos tipo Fernando Haddar, que virá pelo PT para substituir Lula, que está trancafiado na cadeia da Polícia Federal em Curitiba, ou até, quem sabe, numa vã paciência, para ver se o preso será libertado para disputar a eleição.

Vamos ser bem claros: que autoridade moral tem o sr. Fernando Henrique Cardoso para criticar o sr. Bolsonaro, que nunca foi eleito para um cargo administrativo? Que experiência tem o sociopata para criticar alguém, diante dos fatos que Lula denunciava, da “compra” dos votos para FHC ter o segundo mandato?

Quem apoia Sarney, Temer, Lula, Dilma, esse bando de ladrões processados pelo inquérito Lava Jato, pode criticar alguém?

É uma tremenda inversão de valores. É o cara inteiramente nú falando do vizinho porque ele está decentemente vestido.

Vale a pena ler as definições para distinguir um sociopata. Essa gente de pouco escrúpulos, que senta sobre o próprio rabo para falar do alheio, é o que vai explicado abaixo:

O que é um Sociopata:

Sociopata é uma palavra usada para descrever uma pessoa que sofre de sociopatia, uma psicopatologia que provoca um comportamento impulsivo, hostil e antissocial.

A sociopatia é classificada como um tratamento de personalidade que é caracterizado por um egocentrismo exacerbado, que leva a uma desconsideração em relação aos sentimentos e opiniões dos outros.

Um sociopata não tem apego aos valores morais e é capaz de simular sentimentos, para conseguir manipular outras pessoas. Além disso, a sua incapacidade de controlar as suas emoções negativas torna muito difícil estabelecer um relacionamento estável com outras pessoas.

A sociopatia não tem cura, no entanto, os seus efeitos podem ser mitigados através da psicoterapia e da prescrição de medicamentos. A expressão sociopata funcional indica uma pessoa que apesar de sofrer de uma sociopatia, tem essa situação sob controle, ou seja, os efeitos da sociopatia não afetam muito a sua interação com outras pessoas.

Saiba quais são os 5 sinais para identificar o sociopatia mais próxima de você.

Diferença entre sociopata e psicopata

Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, tanto a psicopatia como a sociopatia são considerados como transtornos antissociais, e têm muitas características semelhantes, o que explica o fato de muitas vezes serem vistos como sinônimos.

Há muitos traços em comum, como a desconsideração por leis, normas sociais e direitos de outras pessoas; falta de sentimento de culpa e comportamento violento.

Umas das principais diferenças é que frequentemente os psicopatas são pessoas encantadoras e populares, que muitas vezes exercem cargos de liderança e que conseguem atrair pessoas para ela próprias.

Um sociopatas não é muito bom em contextos sociais, sendo muitas vezes classificado como uma pessoa antissocial. Apesar disso, o sociopata é capaz de fingir ou forçar sentimentos, parecendo estar à vontade ou contente quando na realidade não está. Por outro lado, o psicopata muitas vezes se sente confortável em grupos, vendo essa situação como uma oportunidade para manipular os outros para o seu próprio benefício.


Fonte: https: //www.significados.com.br/


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