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A burrice mora ao lado.

19/04/2020

 

Temos no ar um vírus “importado” da China, de um dos seus centros mais importantes, Wahn, uma região com mais 36 milhões de habitantes e tido como o chamado centro tecnológico chinês, região onde estão instalados os maiores empreendimentos da chamada área de inteligência, para produzir equipamentos eletrônicos.

 

Tem uma série de verdades e mentiras sobre o procedimento do governo chinês, com relação ao surgimento coronavírus, o isolamento das pessoas contaminadas e o isolamento da região, até que a maioria da população se contaminasse, ficasse imune ao vírus e, uma ponderável parcela morresse, principalmente as pessoas idosas, fumantes e com graves problemas respiratórios, muito comum num país de fumantes crônicos...

 

O chinês é um povo perigoso, de comportamento meio bruto, mal educado e de poucos escrúpulos, em tudo que faz, sendo velho o ditado, para coisas ruins: “negócio da China”...

 

O coronavírus vem rondando o mundo, chegou com grande intensidade na Itália e, os motivos pela chegada do vírus tão rápido se credita ao grande número de chineses que moram na área e que costumam viajar para a nação asiática e podem ter sido portadores do coronavírus, uma hipótese bem plausível.

 

Afinal o vírus, que já veio com sua denominação alterada para Covid-19, com surgimento dos primeiros casos em São Paulo, por ser o maior centro populacional do Brasil e também o grande receptor de imigrantes ou viajantes de países que já padeciam com a chegada da poderosa virose, com sua capacidade multiplicadora.

 

O Ministério da Saúde do Brasil, pressionado pelo presidente da OMS – Organização Mundial de Saúde, um etíope que tem como profissão revolucionário comunista na Etiópia, protegido do governo chinês, quem o colocou, com sua influência, na presidência da OMS, um apêndice da ONU, que no decurso de sua história se transformou uma organização eminentemente política de esquerda, onde alguns de seus membros queriam até interferir nos negócios da Justiça brasileira (para soltar Lula), quase logrando seu intento, em virtude do apoio que a imprensa brasileira, totalmente voltada para a esquerda, depois que ficou sem pai e mãe, com a prisão de Lula, a destruição do governo Dilma e toda sorte de corruptos, até o sorumbático Michel Temer.

 

Mas, ao meio de toda essa confusão causada pelo vírus chinês, não se imaginou que ( no Brasil acontece coisas até pelas avessas) governadores, como de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e até nosso Renato Casagrande, amante da mesologia, que tomou a estrela vermelha do PT, como empréstimo, como os demais governantes, virou um puta prefeito do Estado  passando a cagar regras de poder de polícia, o que a Constituição Federal faculta apenas aos prefeitos.

 

É a velha história: a burrice mora ao lado. Devido a vários fatores, mais pelo clima temperado do país, a ação do vírus é menos intensa e, de São Paulo, com seu governador, um tipo “almofadinha”, sem muitos escrúpulos no campo político, mordido pelos aduladores, queria “apenas” derrubar presidente Bolsonaro e se lança como futuro candidato à presidência da República, criando essa barafunda que aí está, com Renato Casagrande, como um tonto, sendo dirigido pela parcela da  mediocridade política nacional, impedindo o funcionamento das micro e pequena empresas, com diminuto funcionamento e propiciando uma generalizada quebradeira do empresariado, que sustenta o Estado do Espírito Santo com 84% do recolhimento do ICMS. Vai quebrar o Estado e depois vai com o pires na mão implorar dinheiro a Bolsonaro, que vai lhe dar um forte pontapé na bunda, prejudicando sensivelmente o povo capixaba que, afinal de contas, é o único responsável por ter feito voltar ao governo, pela segunda vez o vermelhinho Casagrande, agora, quem sabe, vai se enterrar vivo e, olhe lá, senão mordido pelo coronavírus.

 

 

 


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A morte dos burros.

18/04/2020

 

Tudo passa, até as mais terríveis desgraças que vez por outra assolam nações, grande parte da humanidade, sistemas políticos os mais hediondos, como o comunismo que se instalou na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas em 1917 até pouco mais recente, em 1979, tudo acaba, como vai acabar esse surto provocado pelo coronavírus que veio da China, como tudo de ruim que nasce ali, como outros vírus, tudo passa...

 

Quando essa tragédia passar e ambiciosos doutores entenderem que os males provocados pelo vírus chinês poderia ser tratados pelo simples e antigo remédio à base de cloroquina, que desde tempos remotos curava impaludismo, tifo e outros surtos, sem necessidade do patrocínio de famosos laboratórios que estão fabricando vacinas para ser aplicadas em toda humanidade e ganhar rios de dinheiro, vai sobrar governantes inconsequentes para serem enterrados na abertura das urnas, no próximo pleito, por serem muito burros.

 

O surgimento do coronavírus , que foi substituído pelas sigla Covid-19, porque surgiu na China em 1919, até seu desaparecimento, com a recomendação médica acertada do confinamento da sociedade (quarentena) por período necessário para passar a ação virótica, não precisava se transformar em ato abjeto promovido pela oposição e apoiada pela TV Globo para derrubar o presidente Jair Messias Bolsonaro que, ouvindo cientistas mais experimentados do que seu ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta, que não queria ouvir as vozes das experiências que mandavam utilizar, como  antídoto nas pessoas que viessem a ser atingidas pelo Covid-19,  cloroquina, empurrado pelos sabidos da oposição, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, ávidos para empregar “adeptos” no poder, enfeitaram o Mandetta para ser futuro candidato a presidente da República, para combater Bolsonaro, sem saber direito da vontade ou das possibilidades do ministro que, com sua cara de “boi de piranha”, passou a defender um enclausuramento social diante das peculiaridades nacionais, onde o vírus chegaria com dispersa intensidade, merecendo outras recomendações médicas , aniquilando com as ambições de poderosos laboratórios vendedores de placebos com os títulos mais diversos, para enganar os trouxas adoradores de farmácia ou de filas de consultórios e postos de saúde para pegar atestado para não trabalhar.

 

Quando acabar isso tudo (tudo passa), vamos assistir o enterro de muitos políticos ordinários, transformados em sábios pelo Covid-19, promovendo um dos maiores prejuízos econômicos da nossa história, amargando o triunfo do presidente Bolsonaro, mais sortudo, ouvindo o aconselhamento de tradicionais médicos brasileiros, aconselhando o uso de cloroquina .

 

Vamos assistir o enterro da burrice . Viva o Covid-19.

 

Esqueçam os chineses e guardem na memória nossos políticos burros e ladrões.... Casagrande e companheiros que se cuidem, por terem propiciado o maior prejuízo econômico à nação…

 

 

 

 


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