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Piedade, Senhor.

03/07/2018

 

Sob o título, “Violência sem limites”- “Mais de 100 pessoas já deixaram o Morro da Piedade este ano”, a matéria de primeira página do Jornal A GAZETA do dia 15 de junho, relata que, num ambiente de medo e incertezas, escolas da comunidade já registraram 69 pedidos de transferência de alunos, num atestado eloquente de que a capital do Estado do Espírito Santo está a milhares de léguas distante de ser alguma coisa decente em posição, num universo quinta mundista, de ser um lugar de qualidade de vida, como  anunciam, não sei como, de vez enquando.

 

Faz parte de um negócio chamado incúria administrativa, a irresponsabilidade pelo favelamento criminoso que se espalha aqui, no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Bahia, cidades maiores e menores do Brasil, como em nenhum outro país chamado de decente.

 

Recente, por obrigações diversas, participei de reuniões na Câmara Municipal de Vitória, a convite do vereador Davi Esmael, para discutir o PDUM – Plano de Desenvolvimento Urbano Municipal com “lideranças da comunidade”. Estavam reunidas ali exatamente as pessoas que podiam entender de tudo, menos de desenvolvimento urbano, embora se diga que as câmaras municipais se constituem em caixas de ressonância das aspirações das sociedades mas, se as sociedades desconhecem ou querem impor a seu gosto o que os princípios básicos do urbanismo não  recomendam para uma existência decente, o Poder Público Municipal precisa compreender que o interesse de uma cidade não pode ser imposto por um bando de incompetentes.

 

Se qualquer pessoa, de modesto entendimento de urbanismo, de segurança, estética, meio ambiente, parar na av. Leitão da Silva, ou na chamada Curva do Saldanha, um pobre prédio tombado pelo chamado Patrimônio Público e que se acaba ao sabor das intempéries, fica estarrecido, como permitem a construção daqueles barracos, com quatro pernas frágeis em concreto armado que, em nenhuma parte do mundo, onde existe fiscalização para estabelecer regras para as construções urbanas, se arvorariam a projetar barracos de até cinco pavimentos, até em circunstância de risco que jamais poderia ser tolerada. Mas, o que acontece com alguém que, por circunstância econômica difícil, pelo desemprego, as vezes, não concertar sua calçada, quem é obrigação do Poder Municipal? Vai ser multado e, se duvidar, preso....

 

As cidades, os Estados, não têm o direito de chamar técnicos de fora, do outro lado da terra, para fazer planejamentos diversos, sem conhecer as peculiaridades locais.

 

Quem foi que disse, o sábio, que as montanhas capixabas possuem o melhor clima para se morar, do mundo? As melhores cidades de melhor qualidade do mundo? No Brasil ?Precisava ser mais realista e menos ridículo.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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Destruidora impunidade

02/07/2018

Pode até muitas pessoas acharem que não, que no Brasil não acontece nada de sério, de trágico, de dramático, porque o brasileiro é, acima de tudo um bocó, um trouxa um “quaquaquaquaracá” o que dizem os mexicanos, principalmente, os de língua espanhola chamam de corno manso, um maricas, um vai com as outras, por aí...

O Brasil, nós brasileiros, estamos numa espécie de limiar de grandes acontecimentos políticos e sociais, pelas aberrações da impunidade que assistimos, principalmente da que está vindo da que chamam de Suprema Corte de Justiça, com esses atos de soltura de criminosos os mais audazes, que delapidaram os cofres públicos, quase quebraram empresas como a Petrobrás, Eletrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, BNDES, Correios e outras quase que irrecuperáveis.

A chamada chicana promovida por advogados pagos a   peso de ouro para intentarem medidas judiciais para soltarem Lula, José Dirceu e outros bandidos, pode inviabilizar a nação, explodir o país com acontecimentos realmente impressionantes, pela violência, porque certas autoridades imaginam que o povo é covarde, quando na realidade tudo tem um limite e o nome de Gilmar Mendes soa como um vitupério, um imenso palavrão de imoralidade, que é tremendamente espantoso como a vulgaridade atingiu membros da mais alta corte de justiça do país, como se estivéssemos numa Venezuela, apodrecida, desmoralizada, devido exclusivamente às suas autoridade totalmente desqualificadas para a profissão que exercem.

Essa gente sem escrúpulos, não está enxergando o trabalho impar que está sendo desenvolvido no campo da Justiça pelo juiz federal Sérgio Moro, um corpo de promotores, a própria Polícia Federal e uma meia dúzia de juízes espalhados que querem ver o país mudar, que querem acertar, mas sofrem os empecilhos daqueles que acham que mesmo estando acima dos limites da impunidade, nada os atinge.

É inacreditável que de dentro da cadeia, onde foi condenado a 12 anos de prisão, Lula e sua turma age com um grande descaramento para se tornar candidato à presidência da República, como se nada tivesse acontecido, como se ele fosse um semideus, um sujeito do outro mundo, um Messias, para nos salvar, quando na verdade, com sua companheira Dilma e um bando de ladrões ajudou a destruir com a economia do país, participando de atos indecorosos no campo da corrupção, como se ninguém estivesse vendo.

Isso tudo que está acontecendo, essa monstruosa impunidade, irá levar o país para uma posição desastrosa.

Quem viver mais seis meses, verá...


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