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Coronavirus eleitoral vem a.

12/12/2021

 

Vamos armar um complô eleitoral para 2022: não reeleger nenhum político. Vamos lançar o “coronavirus eleitoral”, para matar com o voto o candidato a reeleição, para nunca mais ser, para mudar o Brasil.

 

O caro eleitor já pensou, Geraldo Alckmin, do, PSDB paulista, que sempre fez críticas duras a Lula, chamando-o de ladrão, de ter quase quebrado o Brasil, fazendo eco com seus pronunciamentos ao travestido de vestal Fernando Henrique Cardoso e, agora, Lula e Alckmin se agarrando, aos abraços e beijos, anunciando a formação da dupla Lula (PT) x Alckmin (PSDB) para presidência da República?

 

Volto a insistir ser quase impossível Lula ser candidato à presidência da República. Se acontecer tal pouca vergonha, quem vota com a necessária isenção, responsabilidade, em dois farsantes?

 

O sr. Alckmin não é uma grande figura da política nacional. Tentou sem muito sucesso uma boa posição nas eleições que elegeram Jair Messias Bolsonaro. Ficou numa rabada vergonhosa. Eu, fosse ele, com tal insucesso, me recolheria à minha insignificância política mas tem sujeito que não tem senso do ridículo.

 

Vamos formar um grande bloco, através das redes sociais desmascarando essas convenções vergonhosas entre inimigos figadais de ontem, como se fosse grandes companheiros de jornada, hoje! Pode ser até que sejam semelhantes em administrações desastrosas e que serão candidatos a serem destruídos pelo “coronavirus eleitoral”. É preciso que o eleitorado brasileiro saiba que ele é dono do seu voto e com ele, num esforço de unidade nacional, pode “matar” essa gente em outubro próximo.

 

Bolsonaro está fazendo sua parte. Ingressou no PL e está arrebanhando o eleitorado para apoiá-lo, como um importante gesto de salvação, nacional.

 

Vamos incensar a chapa Lula = Alckmin, para ganharem um enterro político de quinta classe.

 

O Brasil vai mudar.

 

 

 

 

 

 


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Resta uma esperana: a juventude.

11/12/2021

 

Tenho um grande apreço pela juventude, pelos que lutam em busca de um lugar ao Sol, não esmorecem nunca, mesmo diante das injustiças tão presentes em nossos dias.

 

Pelo que escrevo, sobre ideais e idéias, sou procurado, vez por outra por jovens que, atormentados pela irresponsabilidade dos nossos dirigentes, me perguntam; “Tem jeito? ”

 

Confesso que, as vezes me desiludo com a nação composta de governantes tão ordinários e, também, me assalta a pergunta: o que fazer? Lutar até o desfalecimento, sem vergar a espinha dorsal, a única solução!

 

O Brasil encontra-se numa situação muito difícil, pelo entrechoque de suas lideranças nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, cada qual querendo ser o dono do país, cada qual praticando as maiores canalhices.

 

A nação tem cerca de quarenta partidos políticos, cada qual a cara do seu dono e, esse balaio de siglas reúne homens das mais variadas “envergaduras” morais, carecendo de uma profunda renovação, que tem como maldição, não as siglas propriamente ditas, mas seus integrantes que transfere seus poderes a sucessores sempre piores, alguns gananciosos e ladrões.

 

Em nossas vidas ou em nossas comunidades, sempre ocorre um fato inusitado, como foi a eleição de Jair Messias Bolsonaro para presidente da República. Para conquistar o poder, com desassombrada coragem, quase foi morto com uma facada em meio e uma multidão que o carregava nos ombros, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, eleito, cometeu um desatino (e foi isso que o elegeu), que não permitiria que roubassem os cofres públicos no seu governo, está pagando um grande pecado, porque até a Suprema Corte quer vê-lo fora do poder e, tanto é verdade que colocou na rua o preso por corrupção, Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro presidente da República a ser preso.

 

Bolsonaro foi eleito através de uma campanha montada através das redes sociais, aniquilando a velha imprensa, extinguindo quase todos os jornais e revistas, restando alguns que estão se desmilinguindo, à falta de recursos. Ninguém perdoa Bolsonaro, por não permitir que roubemos cofres públicos.

 

A única possibilidade de a juventude brasileira ajudar a salvar o país das garras do comunismo mambembe de Lula e Fernando Henrique Cardoso, Lula e seu PT, e de corrupção endêmica, é elegermos jovens idealistas para todos cargos públicos e, mais, para os poderes legislativos, exatamente o Congresso Nacional, um grande ninho de imorais representantes do povo.

 

Cada jovem que tiver coragem, vergonha, peito, para enfrentar essa corja de corruptos que está no poder da república, deve se candidatar. Vai ocorrer uma grande mudança na política nacional. As circunstâncias estão levando os eleitores, para os caminhos das mudanças. Elas virão. Devemos votar nos jovens, nos que nunca foram políticos. São os que terão mais chance de se eleger.

 

A nação não suporta mais essa gente que aí está.

 

 

 

 

 

 


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