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Ou agora ou nunca...

01/11/2018

 

Dizem os mais velhos: “Prudência e caldo de galinha nunca fizeram mal”.

O Brasil é um país suigeneris e, o Estado do Espírito Santo, mais suigeneris ainda. Vejam que, no primeiro turno das eleições de 7 de outubro o candidato Jair Bolsonaro à presidência da República teve mais votos do que o governador eleito, Renato Casagrande. O dobro dos votos dados ao candidato petista Fernando Haddad. A maioria do eleitorado do Espírito Santo nunca tolerou o PT, depois que teve um governador eleito pela sigla, que foi o pior da nossa história política.

Como é do conhecimento público, o nosso governador Paulo Hartung, que desistiu de ser candidato à reeleição e não teve o cuidado de indicar um bom “poste”, repeliu energicamente qualquer possibilidade de apoiar o candidato Jair Bolsonaro, reconhecidamente um direito seu mas, não se sabe do porque cargas d’ água, pediu voto para o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que levou uma “rabada política” de fazer vergonha. Antes ficasse calado, já que se comprometia a sair da cena política.

O governador eleito, Renato Casagrande, “casado” não se sabe do porquê, com uma vice totalmente desconhecida, muito embora favorito abertamente como candidato a se eleger no primeiro turno, embora as pesquisas de opinião favorecessem abertamente, com um cinismo constrangedor o candidato Haddad, qualquer pessoa iniciante em política sabia que o Haddad não ganharia a eleição para presidente. O fenômeno, mito ou seja lá o que queiram chama-lo, candidato eleito Jair Bolsonaro à presidente da República, tinha tudo para ser eleito com 70% ou mais da votação sobre seu oponente, mas as chicanas preparadas por toda mídia contrária à candidatura de Bolsonaro, empurraram Haddad para o Nordeste, onde teve uma votação que não explica muito direito o dinheiro que gastou, com recursos do Fundo Partidário e muito menos com a farta distribuição do Bolsa Família, na região.

A vitória de Jair Bolsonaro trouxe um recado importante: o enterro do PT. Se o Congresso Nacional, empurrado pelos ventos da mudança que serão impostos pela política de Jair Bolsonaro na presidência da República, o quadro político nacional, daqui há dois anos, quando deverão ser registradas eleições para prefeitos e vereadores e outros cargos, que poderão ser incluídos, como magistrados diversos, delegados de polícia, promotores públicos, etc., como ocorre hoje nos Estados Unidos, será totalmente diferente da qualidade, ou melhor , os políticos da atualidade estarão fadados ao desaparecimento, com a implantação do Voto Distrital Misto.

Ministérios, autarquias diversas, a grande pataqueira de 73 secretarias que formam, o maior sistema burocrático do mundo, como os cartórios, que oferecem sustentação financeira para existência das Associações dos Magistrados, deverão desaparecer.

Parece que a equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem pressa de mudar o Brasil. Tomara...


 

 

 


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Direitos e deveres

31/10/2018

 

Discute-se, mais do que deviam, se os supermercados devem funcionar aos domingos e feriados. Vontade é um negócio sério.

Acho que vai do gosto ou da vontade de cada um. Na França, por exemplo, por determinação dos centros empresariais, o comércio em geral, só funciona 4 domingos por ano. Na Itália, nenhum domingo, a não ser pequenas lojas e restaurantes voltados para as áreas de turismo. No resto da Europa e Estados Unidos é mais ou menos semelhante, sendo que existem os que trabalham até 24 horas, são raros, mas existem, nos Estados Unidos.

Diziam os mais velhos: “Cada roca (de tecer fios) tem seu fuso (carretel), cada povo tem seu uso...”

O Brasil é um país suigeneris. Não existe nada, no mundo, semelhante ao Brasil. Tenho dito e repetido que no Brasil tem quatro coisas que desafiam qualquer povo, qualquer nação, na face da terra: 1) a pior justiça do mundo; 2) a pior classe política do mundo; 3) o pior sistema financeiro do mundo; 4) o povo mais burro do mundo. Não tenho qualquer preocupação com o que pensam de mim, do que falo, do que escrevo. Minha maior preocupação é com o que penso de mim mesmo. O que penso dos outros, escrevo e assino.

Cada comerciante, cada empregado, tem o direito de ser livre para fazer de seus negócios, de suas vidas, o que bem entenderem, desde que não firam as leis, os princípios éticos e morais. Forçar o comércio abrir ou fechar, ou o empregado a trabalhar ou não trabalhar, é uma estupidez, uma estultice, uma burrice sem limites.

Sabe-se, por exemplo, que no Espírito Santo os supermercadistas se convencionaram a não funcionarem aos domingos. Acho uma estultice. Os empresários, que quiserem, devem abrir suas lojas e, os que não quiserem, devem fechar seus estabelecimentos, como fazem alguns, que nunca abriram.

A questão suigeneris do Brasil é que gostamos de comodidades. O posto policial e de saúde mais perto possível da nossa habitação, mas não tão próximo. O quebra-molas, para reduzir a velocidade dos carros na nossa porta, mas que seja construído de frente à casa do vizinho, mais próximo. Os supermercados e farmácia abertos, o mais próximos e, se possível, um policial vigiando a rua onde moramos, devido a brutal criminalidade.

Queremos que os shoppings centers abram aos domingos, feriados, como os supermercados. Que o façam, quem quiser. O mundo não tem propriedade. Vejam o caso da Política nacional. O PT pensou que detinha o monopólio do voto, para se perpetuar no poder. O povo enjoou da roubalheira dele e de outros partidos. Tirou-lhes o voto. Bem feito.

 

Cada comerciante deve ser livre para funcionar ou fechar seu estabelecimento. Problema dele.

 

 

 


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