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O Brasil vai mudar I

02/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Não julguemos o povo tão burro ou ingênuo. Todas manobras feitas até agora pela classe política para permanecer no poder poderão ser anuladas com o surgimento de uma forte liderança.

Faltando apenas 12 meses para o pleito de 2018, quando escolheremos o presidente da República, dois senadores para cada Estado, deputados federais, estaduais e governadores, mas ainda a nação não foi sacudida pelos ímpetos das mudanças, com a participação de um candidato que pode influenciar numa mudança drástica do quadro político nacional.

Admitem observadores que o resultado de candidaturas para o próximo pleito para presidente da República deverá esbarrar na escolha do deputado Jair Bolsonaro, que está fazendo uma excelente campanha, sem demonstrar claramente que é candidato a presidente, e o Juiz Sérgio Moro, que pode catalisar, em torno do seu nome, uma tremenda massa de adeptos, capaz de fazer a mudança do quadro político nacional, com a formação de um Congresso Nacional totalmente de cara nova. Raros políticos retornarão ali, devido as mudanças que serão impostas pela vontade popular.

Podem até pensar que se trata de bobagem, mas as mudanças ocorridas na França, na própria Inglaterra, na Espanha, mostram que o povo está exigindo mudanças. É claro que existem dificuldades para se mudar o quadro político nacional de uma hora para outra, mas irá ocorrer uma mudança radical e não vai adiantar de nada a imprensa pensar que vai influenciar, que não vai. O povo está coberto pelas redes sociais, com informações rápida sobre o mundo político.

Eu acredito numa transformação tão grande nos quadros dirigentes da nação que vamos pregar um susto no mundo. A extraordinária maioria do povo brasileiro sabe que é só no universo político que tem esse amontoado de ladrões. Está certo que toda a estrutura do Poder (os chamados três poderes) está totalmente podre, insustentável sobre suas mambembes pernas.

Ou Moro ou Bolsonaro, vamos ter reformas tão profundas, tão avassaladoras que vão nos assustar. Se não ocorrer o que presumo, vamos assistir uma tragédia, com as Forças Armadas tomando conta novamente da nação e prendendo essa gente toda por muito tempo, se não acontecer coisas piores, como se propala abertamente.

Vive a nação um grande momento de expectativa. Está tudo contaminado. O processo contra o presidente Temer se constitui numa vergonha, não podemos ter um presidente tão vilipendiado pelas denúncias. Aliás, em matéria de denúncia, quase toda classe política está irremediavelmente atolada na lama da corrupção. 

 

 


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Concessões

01/11/2017

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


Já me ocupei aqui, não sei quantas vezes, sobre essa pouca vergonha de costumeiras denúncias, ações, aporrinhações, decisões indecentes sobre o contrato do Estado com a concessionária da Terceira Ponte e a Rodovia do Sol.


Palavras, contrato, são duas coisas muito sérias, pelo menos, para mim. Se o Estado fez uma concorrência para privatizar a prestação de serviço através da Rodosol para a Terceira Ponte e a Rodovia do Sol, tem que ser honrado até o último dia de vigência. Quem não honra o que assina ou coloca em dúvida o que assinou, não merece consideração, respeito.

Em 2013, quando uma onda de protesto varreu o país contra os governantes, notoriamente petistas, manifestantes tresloucados destruíram o pedágio da Terceira Ponte, como se o vandalismo fosse responsável para banir a corrupção do governo. A quem interessava o vandalismo contra o pedágio da Terceira Ponte?

Tudo se resume a uma questão de educação.

Agora mesmo o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, acaba de afastar o conselheiro Carlos Ranna, do Tribunal de Contas do Estado, onde milita desde 2013 que, como relator de uma auditoria que pediu o fim do contrato do Estado com a Rodosol, fique impedido de atuar no processo, por decisão unanima da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Não entendo como certas autoridades procedem de forma tão estapafúrdia no exercício de suas funções. Um contrato, da importância de uma concessão de obra pública não pode ser um negócio banal, merece um estudo isento, afinal estão julgando uma empresa que está prestando um serviço de utilidade pública da maior importância.

Se o Estado estabeleceu critérios para a concorrência pública da concessão de exploração da Rodovia do Sol e da Terceira Ponte, ele, o Estado é que deve ter a responsabilidade de fiscalizar. Se tem erro na fiscalização, o problema é do Estado. O Brasil é o único do mundo que possui tribunais de contas. Seria um erro ou um acerto, com esse pessoal vitalício?

Acho que o Brasil precisa passar por uma reforma de princípios, de Justiça, de Administração, de tudo. Quem pode acreditar num Estado que não cumpre contrato?

Se o povo, ensandecido de ódio contra os governantes quebram tudo que encontram ppela frente, vá lá que seja, faz parte da exasperação coletiva contra as imoralidades promovidas nos chamados Poderes Constituídos da Nação mas, quando a própria autoridades sai das suas condições de responsável pelo exame de contas propugnar pela extinção de contrato de concessão, a coisa não vai bem, realmente.

 

 


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