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A rasteira na esquerda brasileira

07/01/2019

 

Quem se der ao trabalho de observar os passantes, depara-se, invariavelmente, com alguém falando sozinho, gesticulando, como surgem alguns exibicionistas pelas ruas e avenidas falando ao celular, brigando com seu interlocutor, como se a via pública fosse seu refúgio, seu escritório...

Como esses malucos que andam pelas ruas, falando sozinho, gesticulando, como se fosse um moinho tocado pelo vento, tenho imaginado a cara dessa gente, empoleirada no poder, como se dona dele fosse e, de tão gostoso imaginaram que essa merda toda que sonharam que se assemelhava com um paraíso, uma dádiva divina, esse tal de “socialismo de fancaria” que imaginaram estabelecer no Brasil, via Cuba, viesse a se desmoronar com a determinação de um só homem, Bolsonaro, mesmo esfaqueado ao meio da multidão.

Confesso, sonhava que um dia, premida pelas circunstâncias, de ver o país mergulhado no caos, com a economia em frangalhos, como a Venezuela, adorada por Lula, Dilma, Fernando Henrique Cardoso e outros ensandecidos “socialistas”, que queriam transformar o Brasil numa imensa merda, a nação mergulharia numa guerra civil.

Persistentemente, sozinho, movido por uma força imensa, Jair Messias Bolsonaro enfrentou esse bando imenso de atrabiliários, desordeiros, desocupados, travestidos de comunistas, impondo uma bandeira vermelha ao país.

O resultado das urnas de outubro de 2018 foi estupendo, extraordinário, para a história da nação brasileira. Jair Bolsonaro, mesmo na cama de um hospital, onde foi levado por uma facada de um imbecil, em plena campanha, ganhou a eleição sozinho, contra tudo e contra todos. As vezes, fico imaginando, como a sociedade brasileira foi sendo convocada a participar de uma luta que parecia impossível de ser ganha. Depenaram a nação, quase demoliram a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, os Correios, dezenas de empresas estatais, os maiores escândalos montados por diversas empresas construtoras que, movidas por dinheiro do BNDES, compravam até imbecis ditadores africanos, com “financiamentos” imorais, pelo BNDES.

Justiça se faça. Esse tal de Jair Messias Bolsonaro foi um artista das comunicações. Seguiu os passos do presidente Trump e montou sua campanha, através das redes sociais.

Pois, Jair Messias Bolsonaro, foi o responsável pela grande rasteira, tacada de mestre na política mundial, derrotando uma chusma de audazes espertos, que quase transformaram o Brasil numa pátria comunista. A bandeira vermelha eles a impuseram em várias oportunidades mas, caprichosamente, Jair Bolsonaro derrotou a todos, a começar por Fernando Henrique Cardoso, o ideólogo do Fórum de São Paulo, que deve ser derrubado por possantes tratores, para eliminar todo vestígio de sua presença.

O Brasil vai mudar com Jair Bolsonaro. Vamos dar força para que ele cumpra sua missão.

 

 

 

 


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Despreparados I

06/01/2019

 

 

 

Nós, latinos, temos nossos pendores por ditaduras e ditadores. Até bem pouco, uma “plêiade” de políticos ordinários, viviam lambendo a sola do tênis fedorento de Fidel Castro, que passou 50 anos como ditador de Cuba e, decrépito, passou suas funções ditatoriais para o irmão e, para alimentar esses imbecís, por uma questão eminentemente pessoal, a velha União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) sustentaram o sistema ditatorial cubano, até que, em 89 a União Soviética explodiu e largaram os comunistas cubanos de lado por ser notório que Fidel Castro engordava sua conta no exterior às custas dos “rublos camarada”. Veio depois o imbecil Hugo Chavez, que destruiu a Venezuela e, com sua morte, transferiu toda sua maldade para outro idiota, Maduro, que ainda não caiu, de podre que está...

 

 

O povo brasileiro, vendo exemplos ditatoriais nojentos, como o de Cuba, Venezuela, Guatemala, resolveu meter o pé na bunda de Lula e sua turma que, abertamente, afirmavam que desejavam implantar o socialismo no Brasil, a despeito de todas desgraças que estão às nossas vistas.

 

 

 

A força desse bando de inconsequentes é tão grande que quase tiraram a vida de Jair Messias Bolsonaro no meio de uma multidão, em Juiz de Fora, Minas Gerais, quando era carregado pelo povo.

 

 

Tenho raiva de idiotice. Querem porque querem, dizer que o pretenso assassino de Jair Bolsonaro tentou mata-lo a mando de Deus e, surpreendentemente, logo após o crime, chega um avião a Juiz de Fora com advogados de uma banca especializada em defender criminosos.

 

 

É a mesma coisa que aquele bando de petistas, sem muita coisa que fazer, berrando num megafone: “Lula, eu te amo”. “Lula, você é o nosso rei”; Lula, Feliz Ano novo”. Acreditar que um imbecil, saia de meio da multidão, como uma faca na mão e consegue enterrá-la na barriga do candidato Jair Bolsonaro, quase matando-o, à mando de Deus...  É muito idiotice.

 

 

 

Pois tem quem acredite que o sujeito que quase matou Jair Bolsonaro é doido: Mas não come merda e muito menos rasga dinheiro.

 

O Brasil precisa mudar. Não será em quatro anos que acertaremos a vida de uma nação que tem as coisas piores do mundo, a começar pela Justiça.

 

Vamos dar um grande crédito ao novo presidente da República. Pelo menos, sua presença é algo completamente diferente do que assistíamos até então no Brasil.

 

As vezes fico pensando: Compomos uma sociedade de despreparados para ser uma sociedade decente.

 

Será que sairemos desse atoleiro?

 


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