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O jogo político.

06/01/2018

NOTA – Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.


De Sarney até à presente data ainda não vi governante mais despudorado do que Michel Temer. De que buraco saiu esse tipo de homem que, entra governo sai governo, vive atolado em indecentes processos, inclusive metendo os pés pelas mãos ao ser “entrevistado” pelos donos da JBS, caindo em armadilhas como um imbecil, sem imaginar que presidente da República aqui ou lá nos infernos, merece respeito.

 

Com um Congresso claramente comprado, com nosso dinheiro, o sr. Temer se apresenta a nação como um homem sem escrúpulos, quando na verdade, com a saída de Dilma imaginamos que o Brasil não veria coisa pior...Por que tanto engano?

 

O jogo político que enfrenta a nação brasileira é de uma estupidez sem limites. Não se vislumbra a presença de um líder, um nome que impressione pelo valor do seu passado, que tenha construído alguma coisa em favor do desenvolvimento nacional.

 

A impressão que tenho é que a idiotice baixou nos cornos da sociedade, que todo mundo se fantasiou de populista, de comunista, de adepto do quanto pior, melhor. Podem dizer que estou tentando estimular a juventude a se levantar para combater esse comportamento político nefasto. Podem dizer tudo, mas que ajudem a mudar o país.

 

Os nossos homens políticos, hoje, dormem, acordam, vão para as reuniões pensando como destruir a Polícia Federal, como destruir o juiz Sérgio Moro, o grupo de procuradores que o auxilia no processo Lava-Jato.

 

Tenho a esperança de que um dia acordemos com a nação revolucionária, com o povo exigindo reformas, moralidade, abolição da classe política atual.

 

Está certo, minhas rodas sociais são limitadas, mas com quem converso, gente humilde, trabalhadora, como pedreiros, carpinteiros, serventes de obras, humildes até, me perguntam: “Quando o país vai ter jeito? ”

 

Ninguém sabe responder, conscientemente, o que vai acontecer com o Brasil no ano que se inicia. Sem qualquer tipo de superstição, ele não me parece ser um bom ano para a política nacional. Muita gente vai se machucar com os acontecimentos que poderão conturbar a vida nacional, nos transformar numa imensa Venezuela, num Irã da atualidade, onde o povo iraniano se revolta com a estupides religiosa de seus governantes.

 

O Brasil é muito grande e um incêndio político de grandes proporções irá matar muita gente, certamente muitos inocentes estarão no meio dessa gente ordinária que precisa realmente desaparecer.

 

Como sairemos desse jogo político ordinário?

 

 


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Eleições duvidosas

05/01/2018

NOTA– Você vai ler um comentário independente, sem enganos, sem mentiras. Se Você entender que não deva prosseguir com sua leitura, delete-o. Nunca suporte o que não gosta. Se não ler, vai perder a oportunidade de conhecer a verdade.

 

Teimosamente insisto em afirmar que o país não terá governabilidade com essa gente que está no poder e insiste em se aproveitar mais dos cofres públicos em aproveitamento próprio do que gerir a máquina em benefício da sociedade, da própria Nação.

Por mais que procuro não conheço um país que tenha um quadro político –partidário como o brasileiro. Olha que são trinta e poucas siglas, cada qual composta de gente inexpressiva que tem um objetivo, fazer negócios, botar a mão nos recursos públicos. O país anda aos solavancos, movido mais pela iniciativa privada do que conduzido por programas de governo voltados para o desenvolvimento.

O sistema político nacional tem muito a ver com a cultura da sociedade. Esse formidável contingente de 72% de analfabetos funcionais, que não sabe traduzir o que leu num parágrafo de cinco linhas, não tem capacidade para escolher um presidente que represente uma nação da importância do Brasil.

Se ocorrerem eleições no Brasil daqui há dez meses, como se espera, o que acho muito difícil, nenhum outro candidato suplantará as “preferências” que Lula e Bolsonaro possuem hoje nas pesquisas de opinião, muito embora elas estejam totalmente desmoralizadas.

Sonhamos com um nome diferente, uma imposição das ruas, como a do juiz federal Sérgio Moro, o que seria, vamos dizer, um milagre nos dias presentes. Teríamos com Moro um nome que poderia influenciar o eleitor a votar nos candidatos que formariam o novo Congresso Nacional. Como governar o Brasil com a possibilidade dos Tiriricas da vida se elegerem? Cinquenta dos nossos congressistas não valem nada. Acho que vamos assistir várias convulsões em países latinos devido a mania de perpetuação nos cargos dos governantes. A candidatura de Lula, pela terceira vez no poder seria uma grande tragédia nacional e a sociedade brasileira não merece tamanho ultraje. Lula não tem escrúpulos, trepa no governo como se fosse coisas de sua propriedade, monta um séquito de assaltantes sem nenhum escrúpulo, haja vista a turma do PT encarcerada, a qualidade de cada um e como eles influenciam, de dentro das prisões, que companheiros continuem pilhando o Estado.

Continuo não acreditando em eleições em outubro próximo. Não há clima para essa gente inescrupulosa continuar pleiteando continuar no governo, a não ser que todos nós tenhamos perdido o que se chama de vergonha na cara.


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