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Um defunto arrumando companheiro.

10/12/2021

 

De Arthur Carlos Gerhardt Santos (1073 a 1977) até a presente data o Estado do Espírito Santo tem sido governado por sofríveis políticos, outros desastrados e inconsequentes senhores que passaram pelo poder, dando empregos, atulhando repartições de servidores inúteis. Às vezes, por questões eminentemente políticas temos tido experiências infelizes e sucessivas, como os casos dos senhores Paulo Hartung e Renato Casagrande, numa espécie de jogo de interesses pessoais, onde o Estado, sua sociedade, paga um pesado tributo.

 

Por falta de uma imprensa investigativa, a sociedade capixaba desconhece o que fazem com os recursos arrecadados através de impostos. É um carnaval de obras desnecessárias, inconsequentes, inexplicáveis e que não sofrem nenhuma crítica, a não ser quando os supostos amigos vão disputar o governo, bota para fora os “podres” do sucessor e, em cima deles, se elege, para cometer os mesmos erros...

 

Qualquer observador da política capixaba sabe que o sr. Renato Casagrande não conseguirá, se reeleger. No horizonte político vislumbrou-se a possibilidade do ex-senador Ricardo Ferraço ser o mais forte pretendente para substituir o sr. Casagrande, com objetivo de pôr-se um fim a esse jogo Hartung – Casagrande, bons moços, mais inúteis por natureza, improdutivos, politiqueiros de aldeia...

 

Pois o Jornal da Cidade noticiou que, ardilosamente, o Sr. Renato Casagrande teria convidado o ex-senador Ricardo Ferraço para ser seu candidato a vice! Mas como, se o sr. Casagrande é. disfarçadamente do PT, tem uma vice do PCdoB e é um dos que querem implantar o comunismo no Brasil?

 

É o caso de se imaginar que o defunto está procurando o coveiro, para se enterrarem juntos!

 

Indiscutivelmente o sr. Ricardo Ferraço, até o momento, é o melhor nome que surgiu como candidato a governador do Estado, pelo menos é o que tem maior visibilidade, pela sua capacidade técnica, mas se fizer a tolice de ser vice de Casagrande, pode encomendar o caixão. Vão ser enterrados juntos.

 

O Estado do Espírito Santo passa por outra tragédia administrativa. Não tem nenhuma perspectiva de futuro com essa gente. Permitir que o sr. Casagrande se reeleja, é a pior estupidez que o eleitorado pode fazer.

 

É melhor anexar o Espírito Santo a Minas Gerais. Seria a salvação.

 

 

 

 


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Joo de Deus e outros patifes.

09/12/2021

 

Finalmente, após uma longa lengalenga a justiça condenou o rufião João de Deus a 46 anos de prisão, pela sua prática de atos libidinosos contra incautas senhoras que, iludidas pela propaganda mentirosa, procuraram-no em busca de um milagre qualquer, para um suposto mal.

 

Tal sujeito deveria ter prisão perpétua, se o Brasil tivesse um Código Penal sério, onde sua pena seria a de morte.

 

Me sinto numa espécie de “menopausa” mental. Não sei se estou enjoado de viver ou se a ocorrência de tantos episódios nojentos na vida nacional esteja tolhendo meu raciocínio lógico e, ao invés da idéia de reprimir minha ferocidade ou meus instintos bestiais, sinto que eles estão aumentando, devido ao canalhismo com que ocorrem.

 

Tem 200 anos, desde o governo Nilo Peçanha (por favor, não falemos para trás) que o país vive à matroca, ao poder de solavancos econômicos, pela incapacidade e da corrupção dos seus homens públicos.

 

Numa avaliação sincera, isenta de qualquer interesse pessoal, no decurso dos 200 anos de República o Brasil conheceu um único solavanco de administração honesta com visão do futuro, nos governos dos militares Castelo Branco, Costa e Silva, Ernesto Geisel, Garrastazu Médici e João Batista Figueiredo. Este último, sério, mas teimoso como uma mula velha, como dizia minha mãe, entregou o governo da Nação a um dos piores políticos da nossa história, José Sarney, um assaltante do poder a mando de Ulysses Guimarães, sem que tenha sido eleito, embora fosse o substituto de Tancredo Neves que, embora eleito, não tomou posse, mas Figueiredo abandonou o palácio do Planalto, em Brasília, permitindo que Sarney assumisse o poder.

 

De lá para cá, a história política nacional é um negócio tão nojento como os estupros praticados por João de Deus, um imbecil travestido de médium, dono de uma fortuna imensa, de uma cidade que vivia às suas custas, pela atração de pessoas de todas as partes, em busca de um milagre praticado por um criminoso.

 

Confesso, sem nenhum constrangimento, que tenho nojo, repulsa até, dessa corja de aventureiros da pior qualidade moral, travestidos de autoridade, uns até vestindo becas de autoridade judiciária, cometendo os mais vergonhosos crimes, como se donos fossem da nação.

 

João de Deus foi condenado a 46 anos. Deveria ser enforcado com suas próprias tripas, como todos que usurpam da forma mais abjeta possível, os recursos públicos que lhe são confiados.

 

Como, o primeiro presidente da república brasileira a ser preso por 12 anos, pelos crimes de corrupção cometidos, condenado e recondenado, até pela Suprema Corte, é liberado da prisão de dos seus crimes por uma decisão monocrática de um único membro da Suprema Corte, e não acontece nada, como se todos nós, povo, fôssemos imbecís?

 

Jamais seremos um país sério. Soltaram um refinado ladrão, audacioso, perigoso, cruel, com objetivo que ele volte a concorrer às próximas eleições para presidente da República.

 

Tenho me enganado em muitas coisas, mas vou assistir o Brasil virar de pernas para o ar, se permitirem a eleição de Lula.

 

 

 

 

 

 


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