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O Circo continua (os palhaços, os mesmos)

11/03/2019

 

Outro dia fiquei conhecendo, bem de perto, o sr. Alexandre Alves Barbosa, proprietário de uma empresa metalúrgica, Distriferro. Procurei-o para saber se ele tinha uma dobradeira com 6 metros e se poderia realizar um serviço para mim. De início de conversa, disse que me lia há mais de 30 anos, que antes escrevia todos os dias em A GAZETA, depois passei para terças e sábados e, agora, estava escrevendo só às terças – feiras, e indagava: “Será que eles sabem o que estão fazendo com você? ” — acho que sim, aquesci...

Sentei-me com o sr. Alexandre, um homem afável e inteligente, do interior, que veio para a cidade grande e foi crescendo e se transformou num grande empresário da área de metal mecânica, trabalhando duro, de roupa igual a de seus empregados, suja de graxa, mas disposto.

Me impressionou a avidez do Sr. Alexandre para saber para onde vai o Brasil, com sua classe política. Ingressamos no debate do esforço do governo para colocar o país nos trilhos, a começar pela reforma da Previdência Social.

Nenhum político, nenhuma burocrata, nenhum fiscal do governo federal, do Estado, do município, nenhum dirigente sabe a luta desesperada para um empresário pagar 70 obrigações fiscais e parafiscais e assistir fiscais o dia inteiro cagando regras na porta e nas empresas para obrigar a cumprir as coisas mais estúpidas, que os órgãos públicos não cumprem, e até fiscais não sabem porque multam.

Outro dia, quase mataram um candidato à presidência da República e, depois elegemos 50 ou mais por cento de um novo Congresso. A mostra parece ser que fizemos o pior, que a turma nova tem tanta avidez ou mais, por dinheiro do que a velha, corrupta e safada. Estamos liquidados.

A imprensa, as redes sociais, informam que, para aprovar a alterações na Previdência Social, os parlamentares querem 10 milhões de “verbas” cada um. Os ”insaciáveis” estão aí, de volta, com o mesmo pandulho volumoso, ávido por dinheiro, poder e sacanagem.

Cansado, desiludido com o que vejo, sou obrigado a acompanhar a puta burocracia desta infeliz nação, disse para o sr. Alexandre: - meu caro, o Brasil não tem jeito. Se não tivermos um braço forte, uma confiança nas Forças Armadas, se continuarmos elegendo políticos inexpressivos, ambiciosos de dinheiro, corruptos, mafiosos, proxenetas e ladrões, estamos irremediavelmente perdidos. Vamos dar com os burros n’água, como a Venezuela, Bolívia, Guatemala e tantos outros, mergulhados no buraco da insensatez, por culpa de uma canalha política que só pensa no seu umbigo.

 

 

 


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Bota mediocridade nisso...

10/03/2019

 

Não é de hoje que o Brasil, a América Latina, até, vem atravessando uma impressionante onda de cavalice, protagonizada pelas mais importantes personalidades nacionais, tudo estimulada por uma parte da chamada mídia medíocre.

O presidente da República, Jair Bolsonaro – não é nenhuma defesa que faço de sua pessoa – tem dois meses que assumiu a presidência, depois de uma facada que quase lhe tirou a vida, uma imensurável estupidez.

Querem por que querem, políticos notoriamente safados, alguns ladrões, salvos pelo voto burro, que concedeu-lhes imunidades, e a imprensa sábia querendo creditar ao novo presidente, com menos de 60 dias no cargo, todas desgraças que vêm ocorrendo no Brasil, há 80 anos, até termos um Supremo Tribunal Federal desastrado, uma Justiça pra ninguém botar defeito.

Outro dia, um desses petistas doentes por Lula, “um santo homem, o mais honesto do Brasil”,disse que ele estava sofrendo o mesmo processo de perseguição que partem pra cima de João de Deus, um filho da puta que se intitulou como curandeiro para escolher “pacientes” que o procuravam qual seria estuprada.

Essa turma do PT é capaz de tudo que se possa imaginar para transformar Lula num pobre coitado, um pobretão qualquer, tido como pai dos pobres e mãe dos ricos, como Getúlio Vargas que, felizmente se foi...

Uma outra imbecilidade é o que se faz contra o ministro da Educação escolhido por Bolsonaro, o professor Ricardo Vélez, que enviou correspondência à direção das escolas públicas para estimularem as crianças a cantar o Hino Nacional e, se possível, filmá-las, com autorização dos país, para ser utilizado como incentivo ao amor pelo país em que nasceram.

Ninguém mandou, ninguém pediu, mas na minha propriedade tem dois mastros onde, em certas datas, hasteamos a Bandeira Nacional. Até meus empregados perguntam lembram, em certas datas, para hastear a Bandeira. Numa casa espanhola, que não tiver o brasão da República, está faltando algo impossível de acontecer. Nos Estados Unidos, todas casas que possuem jardim, tem um mastro para hastear a bandeira americana. Alemanha, Holanda, França, são coleções de bandeira. Itália, nem se fala. 

Outro dia me mandaram um filme de uma escola do MST onde os alunos cantavam a Internacional Socialista.

Concordo plenamente com a onda nacionalista do governo Bolsonaro. O que lamento profundamente é que tenhamos um Congresso Nacional para ninguém botar mais defeito de ordinário, e uma Justiça que, façam-me um favor, não chamemos isso de justiça.

É o Brasil que eles querem...

 

 

 


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