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Turismo e boa vontade.

30/10/2018

 

Por circunstâncias naturais da vocação para construir, estou metido, há pouco mais de 30 anos, no maior projeto de turismo social do hemisfério Sul, no Estado do Espírito Santo, onde o SESC – Serviço Social do Comércio desenvolve a construção do maior empreendimento destinado, prioritariamente, à classe de empregados no comércio, contando, presentemente, com três unidades – Guarapari, Praia Formosa e Domingos Martins – com 1.512 apartamentos, que fazem o nosso Estado serem visitados, por 100 mil comerciários, anualmente, dos mais variados pontos do Brasil. Esses empreendimentos estão situados em locais onde não existiam nada, nem uma casa no raio de quilômetros, quando começaram promovendo o desenvolvimento regional. Se contar os percalços para construir tais equipamentos, para dar ensino gratuito a perto de 4 mil alunos, dá vontade de desistir, chorar, só de enfrentar a inveja, a puta BUROCRACIA e a falta de compreensão de certos tipos de autoridade, Só para mover na burocracia a papelada para construir um empreendimento, leva quatro ou mais anos, tendo que puxar o saco de autoridades para o projeto ser aprovado. É um país indecente.

 

Ninguém é melhor do que ninguém!  Ajudei, com ideias e ideais, o governador Christiano Dias Lopes Filho quando seu auxiliar. A segunda ponte sobre a baia de Vitória não era aquela pobreza que ali ostenta e teria sido construída com três pistas da cada lado, ou quatro, como propus inicialmente. O grande salto para o desenvolvimento do Estado, no campo do turismo era a construção de uma linha férrea à margem da Rodovia do Sol, da Conceição da Barra a Neves. O resto era deixar para a iniciativa privada.

 

Tenho absoluta convicção que não serei, jamais, além do que sou. Estamos em vias de transformar Praia Formosa, no município de Aracruz, num dos maiores centros de hotelaria e polo poliesportivo do país, com um dos mais importantes conjuntos de toboáguas do Brasil, totalmente em aço inoxidável, para suportar corrosão, intempéries, em favor da família comerciária, da sociedade brasileira, onde existe o mais importante centro de convenções especialmente montado para abrigar convenções, o que poucas autoridades sabem e onde já ocorreu o maior show do cantor Roberto Carlos.

 

Se um sujeito determinado vier amanhã a ocupar o governo do Estado e quiser promover seu desenvolvimento sustentável, pode transformar o Espírito santo numa pequena Suíça. Tem que trabalhar, colocar a cuca para funcionar. O Brasil está atrasado, com relação a Europa e Estados Unidos, cerca de 200 anos, só em turismo. Mas temos a maior máquina burocrática do mundo, que não permite que nada vá para frente. Tem raiva de empreendedor.

 

 

FONTE: JORNAL A GAZETA


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33 anos depois

29/10/2018

 

Tive a honra de servir, na condição de secretário particular, ao governador Christiano Dias Lopes Filho, um dos políticos mais sérios, honrados que nosso Estado tem tido.

Por circunstância natural, participei ativamente de todas atividades governamentais do sr. Christiano Dias Lopes Filho, desde sua eleição indireta na Assembleia Legislativa até os últimos instantes de seu trepidante governo. Impressionantemente honesto.

A primeira visita oficial, do sr. Christiano Dias Lopes Filho, ainda como governador eleito do Estado, foi ao então presidente da República, o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, a quem levou três pedidos: o primeiro foi objetivando o Exército ceder ao governo do Estado o major Romão, sediado no 38º BI, em Vila Velha, para ser seu Secretário de Segurança Pública.

O presidente Castelo Branco indagou do porquê ele escolhia o major Romão. “Porque sou amigo dele, tenho confiança nele e preciso que me ajude no governo.

Sem titubear o marechal presidente ponderou: “Se o senhor for realmente amigo dele, poupe-o, arranje outro. Não prejudique a carreira dele, que o senhor diz ser seu amigo. Se não tiver jeito, peça que ele passe para a reserva remunerada, que poderá fazer de sua vida o que bem entender. Qual é o outro assunto?

O sr. Dias Lopes pediu a intercessão do presidente para que o Espírito Santo fosse incluído como integrante da Sudene, ou criasse um instrumento de desenvolvimento para o Espírito Santo. Telefonou imediatamente para o ministro Hélio Beltrão, para fazer o que fosse possível. Deu em nada, pela recusa de governadores da região, a começar por José Sarney, um bom filho...

O terceiro pedido foi para que o presidente Castelo Branco determinasse o fim de seis quilômetros de estrada de chão, no lugar denominado Morro do Côco, divisa do Estado do Rio de Janeiro com Espírito Santo, onde se eternizava uma obra que não acabava nunca, já apelidada, naquela época (Brasil indecente), de “enrica empreiteiro”. O presidente convocou à sua presença, na hora, o marechal Juarez Távora, ministro de Viação e Obras Públicas, na ocasião, pedindo que o sr. Dias Lopes relatasse o “caso”, o que foi feito. No final, determinou ao ministro: “Dou-lhe 60 dias para por fim à imoralidade”, em 30 dias estava solucionada.

O IBGE diz que temos 72% da nação compostos de portadores de analfabetismo funcional, ou seja, microcéfalos, que sabem ler, mas não sabem explicar ou traduzirem, ou ensinarem o que leram. No período de 1964 a 1985, quando se instalou no poder, cinco presidentes militares, o Brasil teve um desenvolvimento de 50 anos. Éramos a 60ª economia do mundo, passamos para o 8º lugar. Depois de 85, passamos a ser governador por antros de ladrões. Agora, devemos ser salvos por Jair Bolsonaro, um capitão reformado do Exército, quase morto em praça pública, para salvar a nação dessa corja.

 

 

 


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